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O gerente e coproprietário do bar de esqui Le Constellation, onde 40 pessoas morreram e outras 119 ficaram gravemente queimadas durante uma festa de Ano Novo, já havia sido condenado por agenciamento de prostituição em um caso envolvendo o recrutamento de jovens francesas para uma casa de massagens eróticas em Genebra.
Bar incendiado na Suíça durante festa de Ano Novo não era inspecionado havia cinco anos
Ao menos 40 pessoas morrem em explosão seguida de incêndio em festa de Ano Novo em estação de esqui de luxo na Suíça; vídeos
De acordo com o jornal inglês Daily Mail, Jacques Moretti, de 49 anos, é agora alvo de uma investigação criminal por homicídio culposo, ao lado da esposa, Jessica Moretti, de 40. Ambos podem responder também por lesão corporal grave e incêndio criminoso, após o fogo se espalhar rapidamente pelo teto da casa noturna, atingido por fogos de artifício colocados em garrafas de champanhe.
Segundo a imprensa francesa, Moretti foi condenado em 2008 por um tribunal criminal de Annecy, no sul da França, por incitar a prostituição. O caso envolvia o recrutamento de mulheres na França para trabalharem em uma casa de massagens eróticas em Genebra, conhecida como “Hot Rabbit Rendezvous”, localizada na Rue du Lièvre.
À época, Moretti admitiu ter administrado o estabelecimento por cerca de três meses, mas alegou que o fez em nome de um cafetão suíço — prática que, segundo ele, não configuraria crime na legislação local. No entanto, a Justiça francesa entendeu que houve recrutamento ilegal em território francês, o que resultou em uma condenação a 12 meses de prisão, sendo oito em regime suspenso.
O jornal Le Parisien descreveu Moretti como um “cafetão conhecido”, com histórico criminal que incluiria outros delitos cometidos no sudeste da França. A rádio RTL afirmou, citando fonte judicial, que ele chegou a ser detido em 2005, na região de Savoia, por envolvimento em casos de prostituição, fraude, sequestro e cárcere privado.
A casa de massagens “Hot Rabbit” foi alvo de uma operação policial na Suíça em 2008, após denúncia de autoridades francesas. Moretti estava entre três suspeitos colocados sob vigilância, e escutas telefônicas teriam levado à sua prisão.
No processo mais recente, a tragédia no Le Constellation ocorreu quando velas pirotécnicas acopladas a garrafas de champanhe incendiaram materiais inflamáveis no teto da boate, provocando chamas e inalação de fumaça tóxica em um ambiente lotado. Imagens divulgadas pelas autoridades mostram o momento em que o fogo se alastra pelo teto do estabelecimento.
A defesa de Moretti, representada pela advogada Annick Hingrez, afirmou ao jornal L’Est Républicain que o caso antigo era frágil e sustentou que houve “participação voluntária” das mulheres recrutadas. Até a divulgação do incêndio, segundo ela, acreditava que o cliente ainda vivia em Bonifacio, na Córsega.

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A Nasa divulgou, nesta terça-feira, novos detalhes sobre o plano para presença permanenteno Polo Sul da Lua. Num movimento que chamou atenção dos jornalistas presentes, a agência revelou que pretende posicionar drones nos extremos de sua área de operação, demarcando, na prática, o que está sendo chamado de “perímetro da base lunar”. A iniciativa aprofunda uma disputa silenciosa, mas crescente, com a China pelo controle das regiões mais estratégicas do satélite natural da Terra, ricas em depósitos de gelo que podem sustentar missões tripuladas de longa duração.
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Perguntado sobre as implicações jurídicas da demarcação perante países fora dos Acordos Artemis — bloco liderado pelos Estados Unidos do qual a China não faz parte —, o administrador da Nasa, Jared Isaacman, desconversou.
“Estamos operando muito cientes do Tratado do Espaço”, disse, referindo-se ao acordo da ONU de 1967 que proíbe qualquer nação de reivindicar soberania sobre territórios em corpos celestes. “Queremos explorar. Vamos fazer reconhecimento”, completou, sem aprofundar. A resposta esquiva não disfarçou a mensagem implícita de que chegar primeiro é chegar melhor.
O instrumento central dessa estratégia territorial é o Moonfall, um drone lunar capaz de realizar múltiplos voos de curta distância entre pontos distintos da superfície, sendo essencialmente um minifoguete reutilizável, tecnologia inédita na exploração espacial.
O uso previsto para os veículos vai além do reconhecimento científico: posicionados estrategicamente, eles funcionarão como balizas físicas que antecipam a chegada dos astronautas e estabelecem, na prática, os limites da zona de operação americana.
Novo plano de construção da base lunar americana
Divulgação/Nasa
Para entender o momento atual da disputa, é preciso olhar para o passado. Em 2020, os Acordos Artemis estabeleceram regras de conduta para a exploração civil do espaço, entre elas a delineação de zonas de segurança operacional ao redor de infraestruturas lunares — ao que Pequim respondeu criando um tabuleiro paralelo, ao lado da Rússia.
Apesar das analogias tentadoras, classificar a atual conjuntura como uma mera repetição da Guerra Fria parece simplificar uma realidade bastante multifacetada. Tratados internacionais, como o do Espaço Sideral da década de 1960, proíbem expressamente reivindicações de soberania sobre a Lua ou qualquer corpo celeste.
No entanto, o Artigo IX do mesmo tratado exige que os países evitem “interferência prejudicial” nas missões de outros Estados. Na prática, quem chegar primeiro ao polo sul lunar controlará zonas operacionais estratégicas imensas.
Frente ao rápido avanço do programa espacial chinês, os Estados Unidos estabeleceram recentemente uma guinada radical na empreitada lunar. O cronograma, há muito pressionado por atrasos técnicos e orçamentários, foi virado de cabeça para baixo pela nova liderança da Nasa, sob o comando de Isaacman.
Veículos lançadores de EUA e China
Editoria de Arte
Pela ousadia técnica do projeto, a Nasa o atribuiu ao tradicional Jet Propulsion Laboratory (JPL), laboratório responsável por suas missões robóticas mais ambiciosas. A empresa Firefly, que realizou um pouso lunar bem-sucedido no ano passado, foi contratada para levar os drones à superfície.
Para percorrer esse território delimitado, a Nasa contratou as empresas Astrolab e Lunar Outpost para desenvolver os Lunar Terrain Vehicles (LTVs), veículos que transportarão dois astronautas cada, com velocidade máxima de 10 km/h e autonomia de até 200 km, quatro vezes o total acumulado por qualquer rover já operado em outro corpo celeste.
O transporte dos veículos até a superfície ficará a cargo da Blue Origin, com o módulo Blue Moon Mark 1. Além de pilotados, os LTVs poderão operar de forma autônoma, como missões robóticas. A General Motors integra o consórcio como subcontratante da Lunar Outpost.
A nova marca “Moon Base”
Outro movimento importante do anúncio desta terça foi incorporar formalmente ao programa missões que já estavam em fase avançada de desenvolvimento. A primeira delas, rebatizada Moon Base 1, será conduzida pelo próprio Blue Moon Mark 1, da Blue Origin, de Jeff Bezos, com lançamento previsto ainda neste ano.
O sucesso da missão é estratégico, já que a Blue Origin também é fornecedora de módulos de pouso tripulados, e o desempenho do Mark 1 pavimenta o caminho para o Mark 2, versão tripulada que deverá levar astronautas à superfície.
Projeto de base dos EUA na Lua
Nasa
As missões Moon Base 2 e 3 envolverão módulos da Astrobotic e da Intuitive Machines. A experiência recente das duas empresas ainda é uma questão, pois a primeira tentou, sem sucesso, um pouso anterior; a segunda realizou dois pousos com os módulos tombados, mas ainda operacionais. A programação é que os dois módulos devem voar antes de dezembro.
Três fases até a base permanente
O plano está dividido em três etapas. A primeira, em curso até 2029, prevê 25 missões, sendo 21 com pouso efetivo. O pacote de exploração também inclui testes de energia, navegação e comunicação, e a entrega de quatro toneladas de equipamentos para validar sistemas na superfície.
Rovers da Nasa que pousará na Lua
Divulgação/Astrolab
A segunda fase, entre 2029 e 2032, inclui a instalação de energia solar expandida, possivelmente reatores de fissão nuclear, e os primeiros módulos de habitação, com até 60 toneladas de carga em 24 pousos. A terceira, a partir de 2032, prevê rotação regular de tripulações, energia nuclear contínua e abastecimento anual de até 38 toneladas para manter a base em funcionamento permanente.
O programa regular de cargas lunares contratadas com empresas privadas segue em paralelo, com novos contratos previstos para o próximo mês. A Nasa também abrirá chamada de propostas para uma fase 2.0 do programa, com prazo até 30 de junho, com o objetivo de acelerar o ritmo das missões robóticas antes que qualquer outro país consolide presença na mesma região.

O Congresso e o Executivo fecharam um acordo para retirar a previsão de uso de recursos do Fundo Social do projeto sobre renegociação das dívidas rurais. A utilização era questionada pela equipe econômica do governo federal.

A informação foi confirmada nesta terça-feira (26) pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), após reunião entre parlamentares e integrantes do governo, no Ministério da Fazenda.

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Segundo o relator do projeto, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), a expectativa é retomar a discussão do texto nesta quarta-feira (27), na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, com um entendimento consolidado entre Congresso e Executivo.

Trecho retirado

A proposta inicial previa utilizar recursos do Fundo Social para viabilizar o programa de renegociação das dívidas do setor agropecuário.

O fundo foi criado para receber parte das receitas da exploração do petróleo do pré-sal e financia áreas como educação, saúde, habitação popular, meio ambiente e combate à pobreza.

A utilização desses recursos para o programa rural enfrentava resistência da equipe econômica, que defendia preservar a finalidade original do mecanismo.

Com o acordo fechado nesta semana, o trecho será retirado do projeto.

Recursos do Tesouro Nacional

Segundo o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), o Tesouro Nacional poderá utilizar diferentes fontes de recursos para custear a iniciativa.

“O valor vai ser definido a partir do momento que nós definirmos quais são os critérios. Os critérios estão sendo debatidos”, afirmou o deputado.

De acordo com Pimenta, ainda não há estimativa oficial do volume total de dívidas que poderá ser renegociado.

Novas condições

Na semana passada, o governo tinha fechado um acordo para aumentar de um para dois anos o tempo de carência (início do pagamento das parcelas) e de seis para até dez anos o prazo de pagamento das dívidas renegociadas.

As taxas de juros deverão variar conforme o porte do produtor rural. Os critérios finais ainda estão em discussão entre governo e parlamentares.

Critérios climáticos

Uma das propostas analisadas prevê prioridade para produtores que tiveram duas safras afetadas por eventos climáticos extremos.

Segundo Pimenta, agricultores enquadrados nessas condições poderão ter acesso a regras mais favoráveis dentro do programa.

“Então, o produtor que se enquadra em todos esses critérios terá um tratamento”, disse o parlamentar.

Produtores fora desses critérios também poderão aderir ao refinanciamento, mas em condições diferentes.

Sem MP

Com o acordo costurado entre Congresso e governo, a tendência é que o tema avance por meio do projeto de lei já em tramitação.

Segundo Renan Calheiros, isso reduz a necessidade de edição de uma medida provisória para tratar da renegociação das dívidas rurais.

Israel está pressionando os Estados Unidos a incluir a liberdade de operação para as forças israelenses no Líbano no acordo de paz proposto com o Irã, segundo pessoas familiarizadas com o assunto ouvidas pelo Wall Street Journal (WSJ). O esforço, que ameaça criar mais um ponto de impasse nas negociações, ocorre enquanto o Estado judeu intensifica as operações no território libanês, expandindo as ações terrestres para além de uma zona-tampão autodeclarada no sul do país vizinho. A República Islâmica, por sua vez, insiste que qualquer trégua deve incluir o fim dos combates no Líbano.
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Quando o Hezbollah entrou na guerra em apoio ao Irã, em março, Israel respondeu com uma invasão terrestre no Líbano, intensificando seus ataques contra o grupo. Em abril, o governo americano pressionou por um cessar-fogo entre o Estado Judeu e o Líbano, mas, apesar da trégua, forças israelenses continuam trocando ofensivas.
Nesta terça-feira, o Exército de Israel disse ter atingido cerca de 150 alvos nos últimos dias, incluindo mais de 90 depósitos de armas. O Ministério da Saúde libanês, por sua vez, afirmou que 28 pessoas morreram e 204 ficaram feridas em ataques israelenses no último dia. Segundo a pasta, 3,2 mil pessoas morreram desde o início da atual rodada de combates.
As Forças Armadas israelenses afirmaram que militares ampliaram suas operações terrestres no Líbano para além de uma linha de demarcação estabelecida por Israel após o cessar-fogo de abril. A linha, separada da “Linha Azul” demarcada pela ONU, faz parte de uma proposta de zona-tampão que se estenderia de 5 a 10 quilômetros para dentro do Líbano.
Ameaça dos drones
Autoridades do Exército israelense afirmam que a expansão das operações visa eliminar a ameaça dos drones do Hezbollah. Segundo os militares, as Forças Armadas têm buscado encontrar soluções contra os dispositivos, e atualmente tentam neutralizá-los com redes e munições especiais, embora ainda não exista uma solução abrangente.
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Na segunda-feira, Netanyahu afirmou que Israel intensificaria os ataques contra o Hezbollah, enquanto uma autoridade americana disse que o grupo ignorou alertas para interromper ações que poderiam atrapalhar as negociações para encerrar a guerra. Pelo menos 22 soldados israelenses morreram na atual rodada de combates no Líbano.
A pressão sobre o premier tem crescido em Israel, com pedidos para que ele aja de forma mais dura contra o grupo xiita. Com o acordo com o Irã em fase avançada e provavelmente incluindo um cessar-fogo no Líbano, muitos em Israel, incluindo políticos e moradores do norte, têm manifestado frustração com o que consideram ser a incapacidade de Israel de atacar o Hezbollah de maneira contundente.
— Faço um apelo ao premier: pegue o telefone, ligue para Trump, vá até ele e bata na mesa. Deixe claro que o Estado de Israel não está disposto a aceitar isso, não está disposto a tolerar isso — disse o ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, na segunda.
Acordo na mira
A declaração foi feita após o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmar que foi alcançado um “certo grau” de entendimento com os EUA. Ele deixou claro, porém, que o acordo não era iminente. Nos últimos dias, Trump elevou a expectativa pelo fim da guerra ao afirmar que um acordo tinha sido “em grande parte negociado”, apesar do recuo de domingo, quando disse que Washington não pretende “se precipitar”.
— É correto afirmar que chegamos a conclusões sobre grande parte das questões, mas ninguém pode afirmar que isso significa que a assinatura de um acordo seja iminente — disse Baghaei a repórteres, em declarações transmitidas pela emissora estatal iraniana.
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O memorando de entendimento supostamente envolve uma prorrogação da trégua por 60 dias, a reabertura do Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do comércio mundial de petróleo e gás em tempos de paz, e um plano posterior sobre o programa nuclear iraniano. Baghaei ainda disse que o Irã estava focado em garantir o trânsito seguro pelo Estreito de Ormuz, mas que o acordo não detalha como seria o processo para a reabertura.
Já nesta terça-feira, o Irã acusou os EUA de terem violado o frágil cessar-fogo após bombardeios noturnos de Washington contra instalações iranianas de lançamento de mísseis. A trégua entre os dois países, firmada em 8 de abril, foi seguida por semanas de impasse e ameaças, até que nos últimos dias ambas as partes relataram avanços no diálogo.
Ainda nesta terça, as trocas de fogo entre Israel e Hezbollah continuaram. Em cerca de duas horas, segundo o jornal israelense Haaretz, três alertas de possível infiltração de drones foram acionados na Galileia Ocidental. Israel também ordenou que todos os moradores da cidade de Nabatieh, ao norte do rio Zahrani, no Líbano, deixassem suas casas. Foi a primeira vez que militares ordenaram a evacuação da cidade desde o cessar-fogo alcançado em 16 de abril.
(Com AFP)
O presidente dos EUA, Donald Trump, realizou, nesta terça-feira emu exame médico anual, poucos dias antes de completar 80 anos. Presidente mais idoso já empossado, o republicano — que se vangloriou durante a última disputa presidencial de seu vigor mental e físico em comparação com seu antecessor democrata, Joe Biden — tem enfrentado especulações sobre sua saúde.
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O exame médico e odontológico de Trump foi realizado no Hospital Militar Walter Reed, perto de Washington, onde o mandatário chegou por volta das 8h50 no horário(9h50 em Brasília), segundo constatou um jornalista da AFP que viajava na comitiva presidencial.
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Alguns observadores destacaram que, às vezes, Trump dá sinais de sonolência em atos públicos, e, no passado, veículos de comunicação já mostraram fotos de suas mãos com pequenos hematomas.
Membros de seu gabinete, como o secretário de Estado, Marco Rubio, insistem, por sua vez, que Trump mantém um ritmo de trabalho muito intenso para um chefe de Estado de sua idade. Após o check-up, Trump tem várias reuniões de política interna e de estratégia na agenda, com a guerra no Irã como principal ponto da ordem do dia.
A Casa Branca costuma divulgar um resumo dos exame físicos do presidente em questão de horas ou dias, mas o grau de detalhamento oferecido fica inteiramente a seu critério. Trump completará 80 anos em 14 de junho e comemorará com um evento de artes marciais mistas (MMA) do UFC nos jardins da Casa Branca, com milhares de convidados.
O presidente passou por dois exames médicos no ano passado, um agendado em abril e uma visita não anunciada ao hospital em outubro, que desencadeou novas especulações.
No verão passado, a Casa Branca revelou que Trump havia sido avaliado por inchaço nas pernas e diagnosticado com insuficiência venosa crônica, uma condição comum em que válvulas defeituosas nas veias permitem que o sangue acumule, provocando inchaço, cãibras e alterações na pele.
Trump já explicou que toma aspirinas diariamente, o que reduz a coagulação sanguínea, segundo médicos. Isso poderia explicar os pequenos hematomas em suas mãos.
Após o exame de outubro, Trump disse que uma ressonância magnética realizada durante a visita mostrou que sua saúde cardiovascular era “excelente”.
Seu médico, o capitão da Marinha dos Estados Unidos, Sean Barbabella, escreveu em uma carta divulgada então pela Casa Branca que a idade cardíaca de Trump “resultou ser aproximadamente 14 anos menor do que sua idade cronológica”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil poderia estar “muito melhor”, caso a população não tivesse sido influenciada, no período eleitoral, por mentiras contadas por políticos descompromissados com a população pobre.

A declaração foi feita durante a entrega de 576 moradias do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) em Manaus, no Residencial Morar Melhor, localizado no bairro Tarumã-Açu. Com o investimento de R$ 92,16 milhões, o empreendimento deverá beneficiar 2 mil pessoas.

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Segundo Lula, pessoas como as que estavam no público, beneficiadas pelo MCMV, são frequentemente tratadas como “invisíveis” por grande parte dos políticos.

Partindo dessa premissa, o presidente defendeu que eleitores tenham “maturidade e seriedade”, distinguindo verdades de mentiras ao decidir o futuro do país. Nesse sentido, ele alertou sobre a disseminação de informações falsas usando inteligência artificial nas redes sociais.


Manaus (AL), 26/05/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita a unidade habitacional do Conjunto 15 do Residencial Morar Melhor, do Programa Minha Casa, Minha Vida, no Residencial Morar Melhor. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Residencial Morar Melhor, do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Manaus – Ricardo Stuckert/PR

“O Brasil é um país que já poderia estar muito melhor. Não fica porque, de vez em quando, a gente elege alguém que não tem nenhum compromisso com nada. São pessoas que exercem o mandato de presidente, pessoas que nunca conversaram com vocês, pessoas que nunca viram vocês e que tampouco ligam para o povo pobre”, discursou o presidente.

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Maturidade e seriedade

Na avaliação de Lula, o povo pobre só ganha importância para essa gente em época de eleições.

“É importante que vocês saibam que, na hora de decidir o destino desse país, dessa cidade, desse estado, vocês têm que se comportar com muita maturidade e com muita seriedade. Não dá para a gente continuar acreditando nas mentiras contadas 24 horas por dia no celular”, argumentou.

“Agora inventaram uma coisa chamada Inteligência Artificial, que é muito boa para a saúde, para a educação, para a ciência e a tecnologia. É muito boa para muita coisa. Mas eu acho que não presta para eleição, porque a inteligência artificial pode contar muita mentira através do telefone celular. Então vamos ter muita responsabilidade, porque esse país precisa de gente séria”, complementou.

Um micro-ônibus escolar foi atingido por um trem nesta terça-feira (26) no norte da Bélgica, em uma colisão “extremamente violenta” que deixou quatro mortos, incluindo dois menores. O acidente ocorreu no povoado de Buggenhout, em Flandres, em “um cruzamento”, declarou à AFP Frédéric Sacré, porta-voz da Infrabel, administradora da rede ferroviária belga.
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A colisão ocorreu “por volta das 8h08 [hora local, 6h08 GMT]”. Um micro-ônibus foi atingido por um trem que deveria fazer uma parada na estação seguinte, situada a cerca de um quilômetro, afirmou.
— O impacto foi extremamente violento — assegurou.
No total, sete menores viajavam no ônibus. Todos estavam matriculados em um centro para crianças com transtornos de conduta e do espectro autista. Dois deles, de 12 e 15 anos, morreram, assim como o motorista e seu acompanhante, anunciou a porta-voz do Ministério Público de Flandres Oriental, Lisa De Wilde.
Os outros cinco foram levados ao hospital com ferimentos graves e em estado crítico. “No entanto, neste momento seu estado é estável”, informou em uma entrevista coletiva.
Micro-ônibus escolar colidiu com trem em Buggenhout, Bélgica, deixando quatro mortos, incluindo dois adolescentes
John Thys / AFP
Nenhum passageiro do trem ficou ferido.
O primeiro-ministro belga, Bart De Wever, declarou-se “profundamente chocado” com este “terrível acidente”. “Meus pensamentos estão com as famílias afetadas”, escreveu na rede social X.
Cancela ‘fechada’
As circunstâncias do incidente continuam confusas. Segundo a Infrabel, empresa gestora da rede, o micro-ônibus avançou no cruzamento, cuja barreira estava abaixada e com o semáforo vermelho.
— A cancela estava fechada, temos câmeras técnicas que mostram isso — indicou Frédéric Sacré, porta-voz da Infrabel.
O trem que o atingiu circulava a cerca de 120 km/h e se preparava para iniciar a frenagem ao se aproximar de uma estação situada aproximadamente um quilômetro adiante.
O micro-ônibus foi “projetado cerca de quinze metros contra um poste metálico que sustentava alguns cabos do cruzamento”, acrescentou o porta-voz da Infrabel.
O ministro do Interior, Bernard Quintin, lamentou este “acidente trágico” em Buggenhout, localidade flamenga situada a cerca de 20 quilômetros de Bruxelas.
“Meus pensamentos estão com as vítimas e seus familiares. Desejo muita força aos feridos”, escreveu Quintin.
Ele também elogiou a rápida mobilização dos serviços de resgate no local.
A chefe da União Europeia, Ursula von der Leyen, também expressou suas “mais profundas condolências às famílias das vítimas” deste acidente.
O presidente russo, Vladimir Putin, assinou na segunda-feira um decreto concedendo o perdão de dívidas a novos recrutas militares, enquanto Moscou continua os esforços para fortalecer suas forças armadas em meio à invasão da Ucrânia. No mesmo dia, Putin promulgou uma legislação que prevê a possibilidade de intervenção militar em países terceiros onde a liberdade de cidadãos russos esteja ameaçada.
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O decreto cancelará dívidas de até 10 milhões de rublos (cerca de US$ 139 mil ou R$ 695 mil) para aqueles que se alistarem no Exército, em uma nova tentativa de atrair mais homens para o campo de batalha na Ucrânia. Os russos que assinaram um contrato militar após 1º de maio deste ano, assim como seus cônjuges, poderão usufruir do alívio financeiro. As dívidas também devem ter sido contraídas antes de 1º de maio e o contrato deve ter duração mínima de um ano e estar destinado a “cumprir as tarefas da operação militar especial”, termo usado pelo Kremlin para se referir à guerra contra a Ucrânia.
O governo russo oferece salários atraentes para homens que se alistam para participar da ofensiva contra a Ucrânia. Este decreto é a mais recente medida de apoio econômico às tropas, com a economia do país em estado de guerra há quatro anos. Putin também defendeu a reintegração social dos veteranos da guerra na Ucrânia, pedindo que os combatentes que retornam recebam cargos profissionais de alto nível em seu país.
Pessoas sentam-se em um sofá na rua em frente ao prédio danificado do Museu Nacional Ucraniano de Chernobyl, após os ataques russos em Kiev, em 26 de maio de 2026, em meio à invasão russa da Ucrânia.
Tetiana DZHAFAROVA / AFP
Uso das forças armadas no exterior
Na segunda-feira, Putin também sancionou uma lei que permite o envio das forças armadas do país para proteger cidadãos russos que enfrentam processos judiciais em outros países, informou a Bloomberg.
A lei permitiria que Moscou interviesse militarmente em países terceiros onde a liberdade de cidadãos russos esteja ameaçada por processos judiciais ou prisões realizadas sem a permissão da Rússia ou fora do direito internacional. As forças armadas também poderiam ser usadas em casos em que russos forem detidos por ordem de órgãos judiciais internacionais cuja jurisdição não é reconhecida pela Rússia.
Não está imediatamente claro em que circunstâncias o Kremlin invocaria a lei. Enviar o exército a um país estrangeiro para libertar alguém da prisão pode desencadear um conflito militar com esse Estado.
O chefe da comissão de defesa do parlamento russo, Andrey Kartapolov, afirmou que a legislação permitiria que Moscou interviesse em casos como o do arquiteto russo Alexander Butyagin.
Butyagin foi preso em dezembro de 2015 na Polônia a pedido de Kiev por realizar escavações na Crimeia, território “anexado” ilegalmente pela Rússia da Ucrânia em 2014. Ele foi libertado em abril como parte de uma troca de prisioneiros entre a Ucrânia e a Rússia.
(com AFP e Bloomberg)
O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou nesta terça-feira que os países do Golfo não serão mais um “escudo” para bases militares dos Estados Unidos na região, um dia após as Forças Armadas americanas lançarem um ataque contra embarcações e bases de lançamento de mísseis iranianas no sul do país. A mensagem do aiatolá, transmitida em um comunicado na TV estatal que não mostrou o líder da revolução islâmica, ocorre em um momento de renovadas tensões entre os países, que trocam ameaças de romper o frágil cessar-fogo em vigor desde abril em meio a negociações de um acordo de paz.
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A manifestação de Mojtaba foi divulgada por ocasião da festividade muçulmana do Sacrifício (Eid al Adha), um dia após um funcionário do Ministério da Saúde iraniano afirmar que os ferimentos sofridos pelo líder supremo no ataque americano-israelense de 28 de fevereiro, que matou Ali Khamenei, pai e ex-líder supremo, foram apenas “superficiais”. A liderança ainda não fez nenhuma aparição pública, o que levou autoridades dos EUA, incluindo o secretário de Defesa Pete Hegseth, a afirmarem que ele estaria “ferido e desfigurado”.
Um porta-voz do ministério iraniano afirmou na segunda que Mojtaba “entrou na sala de cirurgia junto com outros feridos”, mas que além de “ferimentos superficiais no rosto, na cabeça e nas pernas”, “nada grave ocorreu”. O funcionário rejeitou que tenha sido realizado procedimento de amputação, referindo-se a “um ou dois pontos de sutura”.
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“O que está claro é que as engrenagens do tempo não voltarão atrás e que os países da região não servirão mais de escudo para as bases americanas”, disse Mojtaba no texto, acrescentando que Washington estaria perdendo influência no Golfo, “afastando-se a cada dia que passa do ‘status’ que tinham” antes do início do conflito.
O comunicado do aiatolá acompanha o tom de desafio de outras autoridades iranianas. O ministro das Relações Exteriores Abbas Araghchi acusou Washington de violar o acordo cessar-fogo vigente desde abril com os ataques de segunda-feira, que o Comando Central dos EUA (Centcom) classificou como uma operação “de autodefesa” na região do Estreito de Ormuz, a fim de proteger tropas americanas de ameaças. A Guarda Revolucionária do Irã ameaçou responder com força a qualquer bombardeio.
“Sem dúvida, a República Islâmica do Irã não deixará nenhum ato de vandalismo impune e não hesitará em defender a integridade do país”, apontou a chancelaria iraniana em um comunicado.
Embora Teerã tenha sofrido os danos mais intensos provocados pela guerra, incluindo a destruição de grande parte de suas capacidades militares e a eliminação de lideranças políticas e militares, as ações iranianas tiveram um efeito mais profundo do que o revelado pelas autoridades ocidentais no decorrer do conflito. Mísseis, foguetes e drones iranianos atingiram ao menos 228 bases e equipamentos militares dos EUA na região, segundo uma investigação do Washington Post.
No fim de semana, o presidente do Parlamento do Irã e principal negociador do país, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse que as Forças Armadas iranianas foram reconstruídas durante o cessar-fogo, ameaçando fortes ações militares fortes se o conflito for retomado. A Guarda Revolucionária afirmou ter interceptado um drone MQ-9 americano nesta terça.
Bases militares dos EUA atingidas pelo Irã no Oriente Médio
Arte/O Globo, com Planet Labs PBC/AFP
Diplomacia sob fogo
A ação militar americana de segunda-feira não foi a primeira denunciada por Teerã como uma violação do cessar-fogo. No início de maio, forças americanas atingiram instalações militares iranianas após ataques considerados “não provocados” contra navios de guerra dos EUA que transitavam pela região. A agressão atual, porém, acontece em um momento delicado das negociações de paz, que os dois países deram sinais de que está progredindo, embora apontem que ainda há gargalos a serem superados.
O Ministério das Relações Exteriores iraniano afirmou que os países alcançaram entendimentos sobre muitas questões no âmbito de suas conversas sobre um acordo para encerrar a guerra, mas advertiu que um texto final ainda não é iminente. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse nesta terça-feira que um acordo ainda era possível, apesar de novos ataques americanos. O presidente dos EUA, Donald Trump, agendou um encontro em Camp David com integrantes do Gabinete de governo na quarta-feira, em meio à expectativa de um acerto.
— Houve algumas conversas no Catar hoje, então vamos ver se conseguimos avançar. Há muita discussão de um lado para o outro sobre a redação específica do documento inicial, então vai levar alguns dias — disse Rubio em Jaipur, durante uma visita oficial à Índia. — O presidente expressou seu desejo de conseguir. Ele ou vai fazer um bom acordo ou não vai ter acordo.
Trump acenou com a possibilidade de um encerramento do conflito no fim de semana, ao afirmar que “grande parte de um acordo” havia sido negociado sob mediação do Paquistão. No entanto, o próprio presidente precisou recuar ainda no domingo, após ser alvo de críticas de republicanos e democratas, que questionaram os supostos termos. Em sua defesa, o presidente americano disse que o texto não estava pronto, e que não iria “se precipitar”.
Em uma publicação na Truth Social no fim de semana, Trump sugeriu que qualquer plano deveria incluir a adesão obrigatória de países de maioria muçulmana do Oriente Médio e regiões próximas aos Acordos de Abraão, mecanismo criado em seu primeiro mandato para a normalização dos laços com Israel. O Irã exige que o Líbano seja alcançado pelo cessar-fogo, algo rejeitado por Israel, que continua a bombardear o Hezbollah.
Sinais de Teerã
Internamente, o regime iraniano tem tentado passar uma imagem de coesão social e força após os danos sofridos no conflito. O aparato governamental intensificou uma campanha de sufocamento de dissidências internas, o que fez o país se tornar o segundo país do mundo com mais execuções de presos, e incitou a participação civil na defesa da unidade nacional, promovendo treinamentos ao uso de fuzil em espaços públicos.
Autoridades iranianas anunciaram a execução de um homem condenado por espionagem para o serviço de inteligência israelense Mossad nesta terça-feira, o mais recente de uma série de casos semelhantes desde 28 de fevereiro.
Em contrapartida, o governo deu um sinal à população civil de uma possível reabertura. O país começou a restabelecer o acesso à internet, bloqueado por 88 dias segundo o monitor da NetBlocks, tornando-se “o mais longo bloqueio nacional da internet na história moderna”. (Com NYT e AFP)
Arquivo pessoal/redes sociais
Ex-deputado Luiz Freire

Morreu no último domingo (24), aos 69 anos, o ex-deputado federal constituinte Luiz Freire. Ele era filho do ex-senador Marcos Freire, um dos principais nomes do MDB em Pernambuco. O ex-deputado lutava contra um câncer de fígado desde 2021 e estava internado em Brasília.

Formado em arquitetura pela Universidade de Brasília (UnB), Freire foi presidente do Centro Acadêmico da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). A trajetória política dele começou em 1982, no então PMDB, quando foi eleito deputado estadual por Pernambuco.

Em 1987, tornou-se deputado federal e participou da Assembleia Nacional Constituinte como membro da subcomissão que tratou da organização dos municípios no texto da Constituição Federal. Na Câmara dos Deputados, atuou principalmente em debates ligados aos municípios e à descentralização administrativa.

Em 1988, foi eleito prefeito de Olinda pelo PMDB, com 49.755 votos. Após deixar a política, Freire atuou como empresário no setor hoteleiro.

Um raro meteoro verde cruzou o céu noturno sobre o vulcão Mayon, nas Filipinas, e chamou atenção de cientistas e moradores ao criar uma cena incomum atrás de um dos vulcões mais ativos do país. O fenômeno foi registrado às 22h33 desta segunda-feira (25), no horário local, por uma câmera do Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia (PHIVOLCS) instalada na região de Lignon Hill.
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As imagens mostram o objeto brilhante descendo sobre a encosta norte do vulcão, conhecido mundialmente pelo formato cônico quase perfeitamente simétrico. Inicialmente, houve suspeitas de que o meteoro pudesse ter atingido a área do Mayon, localizado a cerca de 330 quilômetros de Manila. Após análises sísmicas, de infrassom e de vídeo, no entanto, o PHIVOLCS informou que o corpo celeste se desintegrou ainda na atmosfera.
Assista:
Câmera registra momento em que meteoro risca céu sobre vulcão nas Filipinas
Cena impressiona moradores e internautas
A combinação entre o meteoro luminoso e a intensa atividade vulcânica rapidamente viralizou nas redes sociais, onde muitos compararam a cena a um cenário de fim do mundo.
“Que vídeo incrível! Um meteoro cruzando o céu bem em cima de um vulcão em erupção? O universo deu um show esta noite. A natureza é demais!”, escreveu um usuário.
Outro comentou sobre o aspecto dramático da imagem: “Legal, mas também com uma vibe apocalíptica”.
Um terceiro internauta associou o episódio a antigas narrativas mitológicas: “Imagine que você é uma tribo ancestral rezando para o deus vulcão furioso e, de repente, um meteoro cai bem ao lado. Esse tipo de coisa cria mitos e lendas”.
O Monte Mayon vem apresentando atividade frequente nos últimos meses. No início de maio, mais de 300 famílias precisaram deixar suas casas após o colapso de depósitos de lava provocar fluxos piroclásticos e grande emissão de cinzas. Desde janeiro, o vulcão registra erupções leves intermitentes.
As autoridades filipinas mantêm o alerta vulcânico no nível 3, em uma escala de cinco, e seguem proibindo o acesso à zona de perigo permanente de seis quilômetros ao redor da cratera devido ao risco de explosões repentinas, fluxos de lava e queda de rochas.

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