O negociador-chefe do Irã, Mohamad Baqer Qalibaf, afirmou nesta segunda-feira que as condições no Estreito de Ormuz não serão as mesmas de antes da guerra e que esta rota será “gerida” pelo seu país, informou a mídia estatal.
Progresso: primeira rodada de negociações entre EUA e Irã termina com grandes expectativas e desafios
Leia mais: Irã volta a dizer que não busca arma nuclear, mas quer continuar a enriquecer urânio
“Todos deveriam saber que a administração do Estreito de Ormuz nunca voltará a ser o que era antes da guerra”, disse o responsável iraniano, que lidera as negociações com os Estados Unidos para acabar definitivamente com o conflito no Oriente Médio, citado pela agência Irna. “É claro que as regras internacionais serão respeitadas, mas o Irão administrará o Estreito de Ormuz”, concluiu.
Qalibaf participou nesse mesmo dia na Suíça de uma primeira rodada de conversas com representantes dos EUA sobre o acordo alcançado entre ambas as partes que visa pôr fim permanente às hostilidades no Oriente Médio.
“Do meu ponto de vista, esta viagem levou a grandes conquistas, especialmente no que diz respeito às discussões sobre o estreito, as relacionadas com o Líbano, a questão das isenções petrolíferas e a questão do desbloqueio de ativos congelados, que é um dos progressos que estamos a fazer”, explicou também, em um vídeo publicado na sua conta no Telegram. “Claro que acreditamos que estamos apenas no início deste trabalho e devemos continuar os nossos esforços”, afirmou.
Ele também disse que Israel tem se “oposto ferozmente a este processo de negociação, que vê como uma ameaça à sua própria existência e procura sabotá-lo”. Teerã exige que o Líbano seja incluído no pacto para pôr fim ao conflito, enquanto o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reafirmou recentemente que o seu exército não se retiraria do sul do país, onde Israel diz ter como alvo o grupo terrorista Hezbollah.
Progresso: primeira rodada de negociações entre EUA e Irã termina com grandes expectativas e desafios
Leia mais: Irã volta a dizer que não busca arma nuclear, mas quer continuar a enriquecer urânio
“Todos deveriam saber que a administração do Estreito de Ormuz nunca voltará a ser o que era antes da guerra”, disse o responsável iraniano, que lidera as negociações com os Estados Unidos para acabar definitivamente com o conflito no Oriente Médio, citado pela agência Irna. “É claro que as regras internacionais serão respeitadas, mas o Irão administrará o Estreito de Ormuz”, concluiu.
Qalibaf participou nesse mesmo dia na Suíça de uma primeira rodada de conversas com representantes dos EUA sobre o acordo alcançado entre ambas as partes que visa pôr fim permanente às hostilidades no Oriente Médio.
“Do meu ponto de vista, esta viagem levou a grandes conquistas, especialmente no que diz respeito às discussões sobre o estreito, as relacionadas com o Líbano, a questão das isenções petrolíferas e a questão do desbloqueio de ativos congelados, que é um dos progressos que estamos a fazer”, explicou também, em um vídeo publicado na sua conta no Telegram. “Claro que acreditamos que estamos apenas no início deste trabalho e devemos continuar os nossos esforços”, afirmou.
Ele também disse que Israel tem se “oposto ferozmente a este processo de negociação, que vê como uma ameaça à sua própria existência e procura sabotá-lo”. Teerã exige que o Líbano seja incluído no pacto para pôr fim ao conflito, enquanto o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reafirmou recentemente que o seu exército não se retiraria do sul do país, onde Israel diz ter como alvo o grupo terrorista Hezbollah.










