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Terceirizados que prestam serviço à administração pública têm direito, a partir desta terça-feira (14), ao benefício do reembolso-creche e à redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. 

O Diário Oficial da União traz publicadas hoje as instruções normativas que preveem os benefícios.

Notícias relacionadas:

As normas tratam dos trabalhadores que cumprem regime de dedicação exclusiva e beneficiam mais de 40 mil terceirizados.

Reembolso-creche

De acordo com o Ministério de Gestão e Inovação, mais de 14 mil crianças menores de seis anos serão contempladas pela Instrução Normativa n° 147/2026 e receberão o benefício. 

O valor repassado será exatamente igual aos pagos aos servidores públicos federais: R$ 526,64  por dependente, por mês.

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Redução de jornada

A Instrução Normativa n° 148/2026 prevê a diminuição das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem alteração de salário. A medida deve alcançar até 60 mil pessoas, de acordo com o MGI. Veja aqui a lista das atividades contempladas.

A decisão dá continuidade à ação iniciada em 2024, que já beneficiou 12 categorias de trabalhadores em outras duas fases, quando cerca de 20 mil pessoas foram beneficiadas. 

A redução passa a abranger agora todos os demais postos que se enquadram nesse tipo de contrato. Ficam de fora apenas os trabalhadores que cumprem regime de escala de revezamento 12 por 36 horas ou 24 por 72 horas.
 

Veja outras postagens

Dois homens foram executados nesta quinta-feira no sul dos Estados Unidos, na Flórida e no Texas. O primeiro passou quase 50 anos no corredor da morte. James Hitchcock, de 70 anos, foi condenado à morte em 1977 pelo assassinato, no ano anterior, de sua sobrinha de 13 anos, Cynthia Driggers.
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Seus quase 50 anos no corredor da morte o tornaram um dos presos que passaram mais tempo no corredor da morte nos Estados Unidos. Ele morreu por injeção letal na Penitenciária Estadual da Flórida em Raiford, informou o Departamento de Correções do estado em seu site.
No Texas, James Broadnax, de 37 anos, foi executado por injeção letal. Ele havia sido condenado à morte pelo roubo e assassinato, em 2008, de dois produtores musicais, Stephen Swan e Matthew Butler.
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Com as execuções de hoje, o número de execuções nos Estados Unidos desde o início do ano chegou a dez, todas por injeção letal. Seis dessas execuções ocorreram na Flórida, três no Texas e uma em Oklahoma.
Em 2025, um total de 47 presos foram executados, o maior número desde 2009, quando 52 foram registradas. A grande maioria das execuções nos Estados Unidos é feita por injeção letal, com 39 realizadas por esse método em 2025. A pena de morte foi abolida em 23 dos 50 estados. Três estados — Califórnia, Oregon e Pensilvânia — têm uma moratória sobre ela.
Os jornalistas credenciados voltarão a entrar na Casa Rosada, sede do governo da Argentina, na segunda-feira, após mais de uma semana de bloqueio devido a uma denúncia de suposta espionagem, confirmou nesta quinta-feira à AFP uma fonte da Presidência.
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A medida revoga uma restrição inédita que, desde 23 de abril, impedia o acesso de cerca de 50 repórteres ao seu local habitual de trabalho, e que havia provocado críticas de associações de imprensa, líderes da oposição e da Igreja Católica. Além da reabertura, o chefe de Gabinete de MIlei, Manuel Adorni, dará uma entrevista coletiva no local na manhã de segunda-feira. Ele está no centro de um escândalo de corrupção, e nega todas as acusações.
O governo de Javier Milei havia justificado a decisão como uma medida “preventiva”, depois que a Casa Militar, responsável pela segurança da sede presidencial, promoveu uma investigação judicial contra dois jornalistas do canal Todo Noticias por terem filmado em setores supostamente restritos e sem autorização. Os jornalistas alegaram que contavam com permissão e que os locais registrados costumam ser visitados inclusive por crianças durante excursões escolares.
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O jornal Ámbito Financiero apresentou, em 24 de abril, um recurso de amparo judicial, enquanto o Sindicato de Imprensa de Buenos Aires (Sipreba) preparava ações semelhantes. Na segunda-feira, o monsenhor Jorge Lozano, responsável pela Comunicação Social do Episcopado, aproximou-se da Praça de Maio, em frente à Casa Rosada, para expressar solidariedade com os jornalistas impedidos de entrar e fez um apelo ao diálogo.
Milei mantém uma relação áspera com a imprensa, a quem desqualifica com insultos como “imundos” e, nas redes sociais, costuma publicar a sigla NOLSALP: “Não odiamos o suficiente os jornalistas”. Segundo a ONG Repórteres Sem Fronteiras, em relatório publicado nesta quinta-feira, “a injúria, a difamação e as ameaças do governo de Javier Milei contra jornalistas e veículos de comunicação críticos tornaram-se constantes desde sua chegada ao poder”. O país aparece na 98º posição (de um total de 180) no ranking global de liberdade de imprensa, uma queda de 11 posições em relação a 2025.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (30), em pronunciamento pelo Dia do Trabalhador, que Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado à população endividada, será lançado na próxima segunda-feira (30). 

A iniciativa deve oferecer descontos significativos de até 90% nas dívidas e permitir o uso de até 20% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar débitos.

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Lula destacou que quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line, conhecidas como bets.

“Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as bets entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando”, disse o presidente em cadeia nacional de Rádio e TV. 

O programa é uma reformulação da política anterior de renegociação e tem como objetivo aliviar o orçamento das famílias, especialmente aquelas com dívidas de alto custo, como cartão de crédito e cheque especial. O governo também projeta impacto relevante na economia, inclusive com a liberação de recursos do FGTS para pagamento de dívidas.

Lula também destacou que o fim da escala 6×1 representa um “passo histórico” para o país. A proposta, já enviada ao Congresso, prevê a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial.

Na fala, Lula destacou que a medida busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, ampliando o tempo de descanso e convivência familiar, além de alinhar o Brasil a modelos de jornada considerados mais equilibrados em outros países.

“A elite brasileira sempre foi contra melhorias para o trabalhador: o salário mínimo, as férias remuneradas, o 13º salário. A turma do andar de cima disse que cada uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar direito aos trabalhadores”, disse Lula. 

“Sempre ficou mais forte. Porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força, e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6×1 no Brasil”, complementou.

O tema tem sido uma das principais apostas do governo na agenda trabalhista e já está em tramitação no Congresso Nacional, com expectativa de avanço nas próximas semanas.

Além dessas duas medidas, Lula também abordou outros temas no discurso, como taxas reduzidas de desemprego e de inflação, ampliação da licença paternidade, mudanças no imposto de renda e auxílio para gás de cozinha. E afirmou que, apesar dos conflitos no Oriente Médio, ações do governo brasileiro têm impedido a população de lidar com efeitos do aumento global do preço do petróleo. 

“Quando os combustíveis sobem, o custo do transporte cresce, o preço dos alimentos aumenta e o custo de vida fica mais caro para o povo. Mas o nosso governo agiu rapidamente. Com muito esforço, tiramos os impostos dos combustíveis, tomamos uma série de medidas urgentes para conter o aumento dos preços, garantir o abastecimento e aliviar o peso da guerra sobre as famílias brasileiras”, disse Lula.

Título alterado às 22h07 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (30), em pronunciamento pelo Dia do Trabalhador, que o fim da escala 6×1 representa um “passo histórico” para o país. A proposta, já enviada ao Congresso, prevê a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial.

Na fala, Lula destacou que a medida busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, ampliando o tempo de descanso e convivência familiar, além de alinhar o Brasil a modelos de jornada considerados mais equilibrados em outros países.

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“A elite brasileira sempre foi contra melhorias para o trabalhador: o salário mínimo, as férias remuneradas, o 13º salário. A turma do andar de cima disse que cada uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar direito aos trabalhadores”, disse Lula em cadeia nacional de Rádio e TV. 

“Sempre ficou mais forte. Porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força, e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6×1 no Brasil”, complementou.

O tema tem sido uma das principais apostas do governo na agenda trabalhista e já está em tramitação no Congresso Nacional, com expectativa de avanço nas próximas semanas.

Ainda no pronunciamento, o presidente antecipou o lançamento do Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado à população endividada. A iniciativa deve oferecer descontos significativos de até 90% e permitir o uso de parte do FGTS para quitar débitos.

O programa é uma reformulação da política anterior de renegociação e tem como objetivo aliviar o orçamento das famílias, especialmente aquelas com dívidas de alto custo, como cartão de crédito e cheque especial. O governo também projeta impacto relevante na economia, inclusive com a liberação de recursos do FGTS para pagamento de dívidas.

Lula destacou que quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line, conhecidas como bets.

“Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as bets entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando”, disse o presidente.

Além dessas duas medidas, Lula também abordou outros temas no discurso, como taxas reduzidas de desemprego e de inflação, ampliação da licença paternidade, mudanças no imposto de renda e auxílio para gás de cozinha. E afirmou que, apesar dos conflitos no Oriente Médio, ações do governo brasileiro têm impedido a população de lidar com efeitos do aumento global do preço do petróleo. 

“Quando os combustíveis sobem, o custo do transporte cresce, o preço dos alimentos aumenta e o custo de vida fica mais caro para o povo. Mas o nosso governo agiu rapidamente. Com muito esforço, tiramos os impostos dos combustíveis, tomamos uma série de medidas urgentes para conter o aumento dos preços, garantir o abastecimento e aliviar o peso da guerra sobre as famílias brasileiras”, disse Lula.

Ao menos cinco pessoas ficaram feridas em um ataque a faca em uma escola de Ensino Médio em Tacoma, Washington, nos Estados Unidos. Alunos, professores e funcionários foram surpreendidos na tarde desta quinta-feira (30), horário local.
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Segundo as primeiras informações, de acordo com a mídia norte-americana, quatro estudantes e um segurança ficaram feridos. Autoridades, como polícia e socorristas, foram informados de um possível esfaqueamento decorrente de uma briga. Ainda não está claro se as pessoas foram atingidas por um agressor ou se ficaram feridas enquanto tentavam fugir.
De acordo com as primeiras infomrações da mídia local, quatro pessoas ficaram em estado grave, mas não há informações sobre o tipo de ferimentos e se há risco de vida. O suspeito foi encontrado e detido pela polícia. A área está segura agora.
O canal Fox da região noticiou que todas as cinco vítimas foram levadas para um hospital local. Os policiais estão trabalhando na unidade para obter informações sobre o ocorrido. As autoridades disseram que ainda não está claro onde o suspeito conseguiu a faca utilizada.
O presidente Donald Trump ofereceu o segundo jantar de Estado de seu segundo mandato na noite de terça-feira (28), em homenagem ao monarca britânico, o Rei Charles III, e sua esposa, a rainha Camilla.
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Durante sua visita de Estado oficial, o rei procurou relembrar aos americanos os fortes laços culturais, históricos e políticos entre a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, em meio a tensões nas relações diplomáticas e à guerra entre EUA e Israel no Irã. Melania Trump, a primeira-dama, liderou os preparativos para o jantar, que, segundo a Casa Branca, visa homenagear a “relação especial” entre os dois países.
A seguir o menu do jantar oferecido, conforme fornecido pela Casa Branca.
Comidas
Primeiro prato: velouté de legumes da horta, palmito, chalotas tostadas e hortelã
O primeiro prato oferece um delicado velouté de ervas frescas, sedoso e aromático, complementado por uma refrescante salada de palmito. Finalizado com chalotas tostadas crocantes e um toque de hortelã fresca para dar frescor e contraste.
Segundo prato: Ravioli de ervas frescas da primavera, queijo ricota, morchelas e emulsão de parmesão.
O segundo prato consiste em um ravióli artesanal de ervas da primavera, com ervas da horta da Casa Branca, generosamente recheado com ricota cremosa, morchelas terrosas e delicadamente coberto com uma leve emulsão de parmesão, que realça a essência do prato.
Com humor britânico e presente reluzente, Charles III faz críticas sutis a Trump, sem escapar de breve constrangimento
Terceiro prato: linguado à meunière, pavé de batata, alho-poró selvagem, ervilhas-de-cheiro, azeite de salsa
O terceiro prato é um clássico linguado à meunière, preparado com maestria e banhado em manteiga noisette (“nutty brown butter”). O peixe foi acompanhado por alho-poró selvagem (ramps) tenro, ervilhas-de-cheiro doces, pavé de batata (batatas em camadas) e com toque final refinado e sazonal de azeite de salsa.
Sobremesa: mel da Casa Branca, crémeux de fava de baunilha, bolo de chocolate sem farinha, joconde de amêndoa, sorvete de Crème Fraîche
Para a sobremesa, os convidados foram servidos com um bolo de chocolate em formato de colmeia, recheado com um creme de baunilha suave e delicadamente coberto com um joconde de amêndoas. O joconde, um pão de ló fino e leve como uma pluma, confere à sobremesa um sabor de nozes, equilibrado com uma farofa de manteiga noisette. A colmeia foi complementada com sorvete de crème fraîche e mel da Casa Branca.
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Vinhos
Os vinhos a seguir foram selecionados para complementar o menu, homenageando a herança compartilhada e a amizade duradoura entre os Estados Unidos e o Reino Unido, e celebrando a força da vinicultura americana na atualidade.
Riesling “Heritage” 2024 da Hopkins Vineyards
Penner-Ash Pinot Noir “Willamette Valley” 2022, Penner-Ash Wine Cellars
Newton Chardonnay “Unfiltered” 2022, Vinhedo Newton
Entretenimento
O entretenimento da noite contou com apresentações de músicos militares dos Estados Unidos, incluindo os fuzileiros navais, o Exército e a Força Aérea, como a Banda de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, conhecida como “The President’s Own” (A Banda do Presidente), o Coral do Exército dos Estados Unidos, a Banda de Cordas do Exército dos Estados Unidos, os Trompetes Herald do Exército dos Estados Unidos, os Sargentos Cantores da Força Aérea dos Estados Unidos e a Banda de Cordas da Força Aérea dos Estados Unidos.
Arranjos florais e decoração
A decoração da noite reflete uma admiração compartilhada por jardins. Flores de cerejeira receberam os convidados logo na entrada do Grand Foyer. Inspiradas na beleza dos jardins ingleses, árvores imponentes e jardineiras floridas de lilás realçam o esplendor do ambiente. As mesas, cobertas com toalhas de linho verde plissadas, foram adornadas com flores da estação, como lilás, ranúnculos, flox e lírios-do-vale, ressaltando a beleza da primavera. O verde exuberante do jardim foi complementado por detalhes em dourado e branco.
As mesas foram postas com mais de 250 peças de vermeil da coleção da Casa Branca, juntamente com cerâmicas artesanais de renomados artistas americanos, incluindo Ben Wolff. O Serviço de Aniversário Clinton foi apresentado com menus pintados à mão, com os pratos servidos tanto na porcelana usada por Clinton quanto na usada por Bush. Enraizados em tradições apreciadas em ambos os lados do Atlântico, esses detalhes refletem a longa e duradoura amizade entre os Estados Unidos e o Reino Unido.
O senador Iván Cepeda, candidato presidencial da esquerda governista na Colômbia, aparece como favorito a um mês das eleições de 31 de maio, segundo uma pesquisa publicada nesta quinta-feira. O aliado do presidente Gustavo Petro mantém a liderança nas projeções desde o início da campanha eleitoral, que transcorre em meio a graves alterações da ordem pública devido ao conflito armado.
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Uma pesquisa do instituto Guarumo publicada pelo jornal El Tiempo indica que Cepeda tem 38% das intenções de voto, à frente do advogado de direita Abelardo de la Espriella (23,9%) e da senadora opositora Paloma Valencia (22,8%).
O filósofo e defensor dos direitos humanos de 63 anos também aparece como favorito em outras pesquisas publicadas nas últimas semanas.
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A medição desta quinta-feira indica um empate técnico em um eventual segundo turno com De la Espriella, mas uma derrota contra Valencia, afilhada política do influente ex-presidente Álvaro Uribe (2002-2010).
Se um dos candidatos conseguir mais de 50% dos votos no primeiro turno, ele se tornará presidente eleito.
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Depois de chegar pela primeira vez ao poder em 2022 com Petro, a esquerda enfrenta uma nova prova eleitoral em um país atingido pelo aumento da violência.
No fim de semana, rebeldes mataram 21 civis com explosivos, no ataque mais letal contra a população em décadas.
De la Espriella e Valencia criticam a política de “paz total” de Petro, baseada na negociação com grupos armados ilegais, que não avançou a quatro meses do fim do mandato. Ambos defendem uma política mais dura de combate ao crime.
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Guerrilhas e grupos de origem paramilitar continuam operando, financiados pelo narcotráfico, mineração ilegal e extorsão.
A direita defende uma estratégia de repressão aos grupos armados semelhante à adotada por Uribe com apoio dos Estados Unidos no início dos anos 2000.
Já Cepeda aposta na continuidade das políticas sociais de Petro, que, durante seu governo, ordenou um aumento recorde do salário mínimo, ampliou os direitos dos trabalhadores, entre outras reformas de esquerda.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou nesta quinta-feira que a operação militar lançada contra o Irã no final de fevereiro poderá continuar mesmo após o fim do prazo para que o governo federal obtenha o aval do Congresso. Na visão de Pete Hegseth, o cessar-fogo em vigor desde o início do mês “pausou” a contagem de 60 dias prevista em lei, mas sua opinião não é unanimidade.
— Estamos em um cessar-fogo neste momento, o que, segundo nosso entendimento, significa que o prazo de 60 dias é suspenso ou interrompido durante um cessar-fogo — afirmou Hegseth, durante audiência na Comissão das Forças Armadas do Senado.
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De acordo com a Resolução de Poderes de Guerra, adotada em 1973 pelo Congresso nos últimos anos da Guerra do Vietnã, o presidente que decidir lançar uma operação militar no exterior precisa comunicar o Congresso em até 48 horas, e estipula que se os legisladores não autorizarem a guerra em até 60 dias, as tropas devem retornar às suas bases. A legislação dá um prazo adicional de 30 dias, mas apenas para permitir uma retirada. Na ocasião, o presidente Richard Nixon vetou o texto, mas o Congresso derrubou o veto.
Pelas contas de Hegseth, ele teria mais algumas semanas de guerra mesmo sem o aval do Legislativo. Mas senadores, especialmente de oposição, afirmam que o prazo acaba nesta sexta-feira, impondo mais um desafio legal a uma guerra questionada dentro dos EUA.
— Não acredito que a lei permita isso — rebateu o senador democrata Tim Kaine, acrescentando que, em sua opinião, a resposta mostrta que a Casa Branca “não pretende honrar os 60 dias”. — Acho que o prazo de 60 dias termina amanhã (sexta-feira), e isso vai representar uma questão jurídica muito importante para o governo.
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Republicanos já usaram argumentos similares para justificar a extensão da guerra. No começo de abril, o deputado Brian Fitzpatrick apresentou um projeto estabelecendo que “Qualquer dia que ocorra durante ou após o início da Operação Fúria Épica, no qual os Estados Unidos estejam envolvidos em negociações de cessar-fogo com o governo do Irã ou tenham entrado em um cessar-fogo negociado, não será contabilizado como um dos 60 dias”.
Não há qualquer indício de que a Casa Branca tentará buscar a aprovação do Congresso, e deve deixar o prazo expirar, como fizeram alguns de seus antecessores — em 1999, Bill Clinton foi processado por estourar os 60 dias durante a ofensiva contra as forças iugoslavas durante a Guerra do Kosovo, mas a provisão dos 30 dias adicionais livrou seu governo de culpa ou condenações.
Ao contrário da operação nos Bálcãs, lançada com justificativas humanitárias e contra um líder mais tarde processado pelo Tribunal Penal Internacional para a ex-Iugoslávia, Slobodan Milosevic, a guerra no Irã não conta com o apoio dos americanos e começa a incomodar a base republicana, preocupada com os impactos nas eleições de novembro. Na terça-feira, pesquisa publicada pela agência Reuters e pelo instituto Ipsos mostrou que apenas 34% dos entrevistados são a favor da “Operação Fúria Épica”.
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Em entrevista à rede NBC, o senador governista Thom Tillis disse que seria “difícil” conseguir seu apoio a uma extensão do conflito, já que ele “não tinha clareza sobre quais seriam os objetivos estratégicos”. Susan Collins, também republicana, declarou no começo do mês que, caso o prazo de 60 dias fosse alcançado, “o presidente precisará de autorização do Congresso”.
Na quarta-feira, uma resolução apresentada pelos democratas para impedir que Trump prossiga com a guerra no Irã sem o aval do Congresso foi derrotada pela quinta vez, mas as lideranças do partido prometeram colocar novamente o texto em votação. Além da oposição, um grupo cada vez mais numeroso de governistas — como Tillis e Collins — soa disposto a apoiar a proposta, e o líder da maioria republicana no Senado, Tom Thune, não descarta pautar a autorização para a guerra.
— Vamos ver qual é a vontade do coletivo em relação a isso — disse Thune na quarta-feira, citado pelo portal The Hill. — Estamos ouvindo, obviamente tentando nos manter informados sobre o que está acontecendo e recebendo atualizações regulares da administração sobre o progresso.
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Na audiência no Senado, Hegseth também foi questionado sobre os custos da guerra, com ou sem cessar-fogo. Na véspera, o auditor-chefe do Pentágono, Jules Hurst III, declarou que o conflito custou US$ 25 bilhões — segundo estimativas independentes, o valor supera os US$ 60 bilhões —, mas o foco da oposição democrata é demonstrar o impacto financeiro no bolso dos americanos.
— Podemos tentar dizer ao povo americano que está tudo indo muito bem e que estamos arrasando —, disse a senadora Elissa Slotkin, antes de se referir à alta do preço do petróleo e, por consequência, dos combustíveis no país. — Mas enquanto o Estreito de Ormuz não estiver aberto, não acho que possamos afirmar isso com credibilidade e seriedade.
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Em outro momento, a senadora democrata Jackie Rosen o acusou de usar linguagem antissemita ao comparar os congressistas e a imprensa aos fariseus, o povo que, segundo a Bíblia, rejeitou Jesus Cristo. O secretário de Defesa é conhecido pelo uso de referências bíblicas em seus discursos e ordens.
— É um termo bastante preciso para pessoas que não enxergam o próprio erro e sempre querem encontrar defeitos em uma operação, em vez de reconhecer o sucesso histórico de impedir que o Irã obtivesse uma arma nuclear — respondeu Hegseth. — Portanto, mantenho minha posição.

Organizações da sociedade civil manifestaram repúdio à derrubada de veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei (PL) da Dosimetria, que reduz a pena dos condenados por tentativa de golpe de Estado ligados ao 8 de janeiro de 2023. O veto foi derrubado nesta quinta-feira (30) pelo Congresso Nacional. 

Para as entidades, a medida representa um “grave e histórico retrocesso institucional”, naturaliza a violência e é um risco de impunidade em caso de repetição de ataques golpistas no futuro.

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A nota da coalizão Pacto pela Democracia é assinada por mais de 20 organizações, aponta que a derrubada do veto pode ser vista como uma forma de relativizar ataques frontais ao regime democrático e substituir a soberania popular por projetos autoritários.

Segundo a nota, a derrubada fragiliza “o caminho que vinha sendo construído para a devida responsabilização daqueles que atentaram contra a ordem constitucional democrática no país, no contexto da tentativa de golpe de Estado após as últimas eleições presidenciais.”

O texto, assinado por organizações como o Instituto Vladimir Herzog, Instituto Marielle Franco e a Transparência Eleitoral Brasil, destaca ainda que a medida não promove pacificação e que setores do parlamento que votaram pela derrubada do veto abdicam do papel de guardiões constitucionais, nem atuam no sentido de  “corrigir excessos”.

“Na prática, trata-se de um movimento que, além de não contar com respaldo popular nem sólido fundamento constitucional, reabre espaço para a naturalização da violência política contra a democracia e enfraquece a construção da memória coletiva sobre um dos episódios mais graves da história republicana recente”, diz o documento.

As organizações alertam ainda que reduzir a gravidade desses fatos por meio da revisão de penas significa reescrever a história em favor da impunidade. O documento diz que o debate sobre a flexibilização de penas exige cautela e reflexão responsáveis, principalmente por seus possíveis efeitos em outros âmbitos do sistema penal.

“No 8 de janeiro, o povo brasileiro assistiu, atônito, ao vandalismo e ao ódio dirigidos às sedes dos Três Poderes por aqueles que buscavam desacreditar o resultado das eleições e substituir a soberania popular por um projeto autoritário; a perplexidade coletiva não foi apenas reação à violência, mas o reconhecimento imediato de um ataque frontal ao regime democrático”, diz a nota.

“Ficou evidente que não se tratava de mero vandalismo, mas da expressão organizada de uma trama que visava deslegitimar o processo eleitoral e instaurar, pela força e pelo caos, uma ruptura institucional”, diz o documento.

O texto afirma ainda que a derrubada do veto ao PL abre brechas concretas para a repetição desses ataques no futuro.

“A democracia não se sustenta apenas por eleições periódicas, mas pela capacidade de reconhecer seus traumas, responsabilizar seus agressores e impedir que a violência golpista seja incorporada à normalidade institucional. A derrubada deste veto caminha no sentido da normalização da violência”, diz a nota.

Uma carta de suicídio supostamente escrita por Jeffrey Epstein em uma prisão de Manhattan permaneceu em segredo por quase sete anos, trancada em um tribunal de Nova York.
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Um companheiro de cela disse ter descoberto o bilhete em julho de 2019, depois que Epstein foi encontrado inconsciente com um pedaço de pano em volta do pescoço. Epstein sobreviveu ao incidente, mas semanas depois foi encontrado morto na prisão.
Segundo documentos e entrevistas, o bilhete acabou sendo lacrado por um juiz federal como parte do processo criminal do companheiro de cela. Isso significa que os investigadores que apuravam a morte de Epstein, um caso de grande repercussão, não tinham acesso a uma peça fundamental de evidência.
Na quinta-feira, o The New York Times solicitou ao juiz que tornasse público o bilhete, que dizia ser “hora de dizer adeus”, lembrou o companheiro de cela, Nicholas Tartaglione. Embora Tartaglione tenha mencionado o bilhete em um podcast no ano passado, a mensagem rabiscada permaneceu oculta do público, mesmo em um momento de transparência sem precedentes em torno das investigações do governo sobre Epstein. Desde dezembro, o Departamento de Justiça divulgou milhões de páginas de documentos relacionados ao predador sexual.
O jornal The Times não teve acesso ao bilhete e não conseguiu encontrá-lo nos arquivos de Epstein. Um porta-voz do Departamento de Justiça afirmou que a agência também não o havia visto.
Mas uma cronologia enigmática de duas páginas nos autos descreve como o bilhete se envolveu no conturbado processo judicial de Tartaglione. A cronologia afirma que os advogados de Tartaglione autenticaram o bilhete, embora não expliquem como. Se foi escrito por Epstein, a mensagem poderia fornecer informações sobre seu estado de espírito nas semanas que antecederam sua morte por enforcamento em um beliche.
O porta-voz do Departamento de Justiça afirmou que, em resposta a uma lei federal que exigia a divulgação dos arquivos do governo sobre Epstein, a agência “empreendeu um esforço exaustivo para coletar todos os registros em sua posse”, incluindo os do Departamento Penitenciário e do Gabinete do Inspetor-Geral.
A morte de Epstein, aos 66 anos, foi considerada suicídio pelo médico legista da cidade de Nova York. Mas as revelações de falhas de segurança dentro do agora fechado Centro Correcional de Manhattan geraram inúmeras teorias sobre como ele morreu e se foi assassinado. Quando funcionários da prisão perguntaram a Epstein sobre marcas vermelhas em seu pescoço após o incidente de julho, ele disse que Tartaglione o havia atacado e que não era suicida.
Tartaglione, um ex-policial acusado de quádruplo homicídio, sempre negou ter agredido Epstein. Registros do Departamento Penitenciário mostram que, uma semana após a acusação inicial contra seu companheiro de cela, Epstein disse às autoridades que “nunca tivera nenhum problema” com Tartaglione e que se sentia seguro dividindo a cela com ele.
Condenado em 2023, Tartaglione cumpre atualmente quatro penas de prisão perpétua. Ele está recorrendo da sentença e mantém sua inocência.
Em entrevistas recentes por telefone, realizadas de uma prisão federal na Califórnia, Tartaglione apresentou sua versão de como encontrou o bilhete.
Após o episódio de julho, Epstein foi transferido para outra parte da prisão e colocado brevemente sob vigilância para prevenção de suicídio. Nessa época, Tartaglione disse ter encontrado o bilhete em sua cela, dentro de uma história em quadrinhos.
— Abri o livro para ler e lá estava — disse Tartaglione: um pedaço de papel amarelo arrancado de um bloco de anotações.
O bilhete dizia que os investigadores haviam investigado Epstein por muitos meses e “não encontraram nada”, lembrou Tartaglione. Ele disse que a mensagem continuava mais ou menos assim: “O que você quer que eu faça, comece a chorar? Hora de dizer adeus.”
Tartaglione entregou o bilhete aos seus advogados, disse ele, porque poderia ser útil caso Epstein continuasse a alegar que Tartaglione havia tentado prejudicá-lo.
A nota não foi mencionada nas investigações oficiais sobre a morte de Epstein, incluindo um relatório de 2023 do Gabinete do Inspetor-Geral do Departamento de Justiça. O Gabinete do Inspetor-Geral recusou-se a comentar.
Mas o documento cronológico divulgado como parte dos arquivos de Epstein resume o percurso da nota pelo sistema judiciário. Não está claro por que o documento, intitulado “Cronologia” e que se refere a detentos e advogados por suas iniciais, foi criado ou quem o escreveu.
A cronologia indica que, em 27 de julho de 2019, quatro dias após a aparente tentativa de suicídio de Epstein, Tartaglione se encontrou com “BB” — seu advogado principal, Bruce Barket — e lhe contou sobre a descoberta do bilhete.
Quando um guarda disse que Tartaglione não tinha permissão para ir à sua cela buscar o bilhete, Barket disse ao seu cliente para entregá-lo ao próximo advogado que o visitasse, segundo o documento. Barket então ligou para “JW” — outro advogado, John Wieder — e pediu-lhe que recolhesse o bilhete com o seu cliente.
A cronologia indica que os advogados tentaram duas vezes nos dias seguintes autenticar a nota, sem sucesso. Eles conseguiram autenticar a nota no final de 2019 ou início de 2020, segundo a cronologia. Barket recusou-se a comentar para esta reportagem.
— Meus advogados na época queriam ter certeza de que eu não havia escrito aquilo — disse Tartaglione em uma entrevista de julho de 2025 com a apresentadora de podcast Jessica Reed Kraus. Ele afirmou que contrataram “especialistas em caligrafia” para examinar o bilhete.
O juiz responsável pelo caso de Tartaglione, Kenneth M. Karas, que atua no tribunal distrital dos EUA em White Plains, acabou ordenando que o bilhete fosse entregue ao tribunal, de acordo com Tartaglione e Wieder. Em entrevista ao Times, Wieder disse que levou o bilhete até o tribunal e o entregou a um funcionário. Ele não se lembrava do que estava escrito.
A nota parece ter se envolvido em uma disputa prolongada entre os advogados de Tartaglione, levando Karas a nomear um advogado externo para investigar o conflito, de acordo com documentos públicos. Os documentos relacionados à disputa foram mantidos em sigilo para proteger o sigilo entre advogado e cliente, segundo os documentos. O juiz acabou emitindo uma breve ordem que desqualificou Wieder do caso, citando uma outra ordem, também mantida em sigilo, que aparentemente explicava o motivo. Wieder se recusou a comentar sobre a desqualificação.
Um porta-voz do tribunal recusou-se a comentar a existência de qualquer documento sigiloso. Segundo ele, esses registros são guardados em cofres do tribunal para sua segurança.

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