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Uma mulher de 40 anos incendiou o próprio apartamento na cidade de Chelyabinsk, na região dos Urais, na Rússia, após ser convencida por golpistas de que receberia uma alta indenização do seguro, segundo o site russo Novaya Gazeta Europe. Seguindo instruções dadas por telefone, ela filmou o incêndio e compartilhou as imagens em um grupo de mensagens do prédio.
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Segundo relatos da imprensa local, o criminoso acompanhava a ação em tempo real e orientou a mulher a atear fogo na cama do apartamento. Em seguida, ele teria pedido que ela aguardasse enquanto as chamas se espalhavam pelo imóvel.
A mulher deixou o apartamento apenas quando a fumaça não a deixava mais respirar. De acordo com as informações publicadas e as falas que aparecem no vídeo, o golpista insistiu para que ela permanecesse no local mesmo com o avanço do incêndio.
“De acordo com o procedimento, precisamos esperar exatamente cinco minutos”, diz ele, na gravação.
A moradora relatou à polícia local que já havia transferido 40 mil rublos, quase R$ 3 mil, ao criminoso antes de colocar fogo no imóvel. Ela afirmou ter acreditado na promessa de que receberia uma grande quantia do seguro.
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O incêndio provocou a evacuação de pelo menos dez moradores do edifício, que ficou tomado pela fumaça. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. O apartamento da mulher, no entanto, sofreu graves danos.
O Comitê de Investigação da região abriu inquéritos por fraude e tentativa de homicídio. As autoridades passaram a tratar a atuação do golpista como uma tentativa de assassinato, diante da orientação para que a mulher permanecesse dentro do imóvel em chamas.
Após o caso, a polícia local reforçou o alerta para que moradores não sigam instruções de desconhecidos por telefone e não realizem transferências de dinheiro para pessoas que não conhecem.

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Autoridades da Bolívia informaram que as rodovias do país foram completamente desobstruídas nesta terça-feira, três dias depois da proclamação do estado de exceção destinado a pôr fim a sete semanas de protestos contra o governo. Com a entrada em vigor da medida, o abastecimento melhorou em cidades como La Paz e a vizinha El Alto, as mais afetadas. No auge da crise, as autoridades chegaram a contabilizar até cem interrupções viárias.
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Contexto: Evo Morales declara suspensão temporária de últimos bloqueios de rodovias na Bolívia
O presidente boliviano, Rodrigo Paz, de centro-direita, decretou no sábado o estado de exceção para proibir os protestos e ordenou que policiais e militares limpassem as rodovias.
Uma mulher caminha na rodovia enquanto uma retroescavadeira passa por um bloqueio em Mazo Cruz, departamento de La Paz, Bolívia, em 20 de junho de 2026, depois que o presidente boliviano, Rodrigo Paz, declarou estado de emergência
AIZAR RALDES / AFP
“Nossas estradas foram liberadas”, informou, nesta terça-feira, em sua conta no X, o ministro de Obras Públicas, Mauricio Zamora.
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Desde o início de maio, sindicatos, grupos indígenas e cultivadores de coca multiplicaram as manifestações e os bloqueios viários para exigir a renúncia de Paz, em um contexto de crise econômica, a mais grave em 40 anos.
Em uma declaração emitida nesta terça-feira, os Estados Unidos e outros 15 países do continente americano expressaram sua “profunda preocupação” com o impacto dos bloqueios e afirmaram que as tentativas de “minar e depor” o governo representavam uma “grave ameaça para a ordem constitucional e a estabilidade democrática” da Bolívia.
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“Apoiamos o governo boliviano eleito de acordo com a Constituição e instamos os grupos mobilizados a priorizar o diálogo e a negociação dentro do marco constitucional”, acrescentam no texto.
Vista da rodovia La Paz-Oruro depois que a tropa de choque levantou o bloqueio na estrada em Mazo Cruz, departamento de La Paz, Bolívia, em 20 de junho de 2026, depois que o presidente boliviano, Rodrigo Paz, declarou estado de emergência
AIZAR RALDES / AFP
O presidente panamenho, José Raúl Mulino, afirmou, por sua vez, durante a Assembleia Geral da OEA no Panamá que o narcotráfico financia a “esquerda radical” na Bolívia.
— (O crime organizado) busca subverter a ordem constitucional por meios violentos e ilegítimos — declarou.
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O governo de Paz acusa o ex-presidente socialista Evo Morales (2006-2019) de ter impulsionado os protestos e de tê-los financiado com dinheiro proveniente do narcotráfico, embora não tenha apresentado provas.
Os últimos pontos de bloqueio foram extintos, após Morales declarar sua suspensão temporária na segunda-feira. Todos estavam no departamento de Cochabamba, reduto do líder indígena no centro do país.
No começo de maio, organizações sociais iniciaram uma greve e interrupções viárias para exigir a saída de Paz e protestar contra a venda de gasolina de má qualidade.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participou de cerimônia de entrega de equipamento de radioterapia na tarde de hoje (23), no Hospital Santa Marcelina, na zona leste de São Paulo.

“O que está acontecendo hoje é um sonho que acalentamos há muito tempo, que o povo trabalhador tivesse acesso as coisas que todo mundo tem. A máquina que farão radioterapia aqui na zona leste é mais moderna do que aquela que eu fiz minhas 15 sessões em Brasília, que terminei agora pouco”, disse Lula, em seu discurso.

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O presidente também falou sobre medidas de atendimento voltadas para o acesso à população, por meio do Aqui Tem Mais Especialistas, com atendimento local em vãs e carretas, levando especialistas e atendimento odontológico gratuitos para perto de onde as pessoas moram e trabalham. “O que a gente quer fazer de verdade é dar ao povo brasileiro o respeito que ele tem de ter”, completou.

O aparelho entregue hoje, um acelerador linear, está entre as opções mais modernas para tratamento de pacientes com câncer. Faz parte de um pacote de 105 aparelhos contratados nos últimos 3 anos e distribuídos para todos os estados. 

No Hospital Santa Marcelina a estimativa é aumento de 30% dos atendimentos com a chegada desse equipamento, e atua com três aceleradores, de modelos mais antigos. A expectativa também é de diminuir o tempo de início do tratamento, de 45 para 10 dias. 

A instituição também firmou novos convênios com o Ministério da Saúde e receberá R$ 166,7 milhões, voltados principalmente para o atendimento a pacientes em tratamento de câncer. Na ocasião o HSM recebeu, ainda, a certificação como Hospital de Ensino Nível 1, reconhecendo seu papel de destaque em pesquisa e formação de profissionais.

No evento tiveram destaque também duas entregas simultâneas de aceleradores, nas cidades de Fortaleza (CE) e Sinop (MT), em condições semelhantes, além da assinatura de compra de 20 tomógrafos para hospitais do SUS.

O Hospital Santo Antônio, em Sinop (MT), passará a atuar como parte da estratégia nacional de descentralização da radioterapia, voltada à redução de vazios assistenciais, à diminuição do deslocamento de pacientes para grandes centros e à ampliação do acesso aos tratamentos. Localizado na região norte do estado, tem se destacado como polo regional de saúde, com  destaque no atendimento recente ao cacique Raoni. 

O equipamento que irá para Fortaleza (CE) será destinado ao Instituto do Câncer do Ceará (ICC) – Hospital Haroldo Juaçaba, que já atua no diagnóstico, tratamento e cuidados paliativos do câncer como referência para todo o  estado.

Desde 2023 foram contratados 155 aceleradores lineares, com previsão de entrega de 70 equipamentos até 2026, dos quais 44 já foram inaugurados.

 

O Senado dos Estados Unidos aprovou, nesta terça-feira, uma resolução que busca limitar a capacidade do presidente americano, Donald Trump, de envolver o país em um conflito militar com o Irã sem autorização do Congresso. A medida, aprovada por 50 votos a 48, com o apoio de quatro senadores de seu próprio partido, determina a retirada das forças americanas de qualquer conflito com Teerã que não tenha aval do Legislativo e representa uma rara repreensão ao republicano em um tema de segurança nacional, segundo a rede americana CNN.
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Embora tenha sido aprovada também pela Câmara dos Representantes no início deste mês, a proposta não terá força de lei por se tratar de uma “resolução concorrente”. Ainda assim, a votação representa um revés político simbólico para Trump.
Como se trata de uma resolução concorrente, o texto não precisa ser submetido à sanção presidencial e não possui caráter juridicamente vinculante.
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Os senadores republicanos Rand Paul, Susan Collins, Lisa Murkowski e Bill Cassidy se uniram aos democratas para aprovar a medida. O único democrata a votar contra foi o senador John Fetterman.
A votação foi interpretada como um recado político ao presidente em meio ao debate sobre os limites dos poderes presidenciais para conduzir ações militares no exterior.
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Desde o início da guerra no Oriente Médio, a oposição vem promovendo sucessivas iniciativas para restringir os poderes militares de Trump, e o esforço passou a atrair mais apoio republicano nas últimas semanas. Pela Constituição americana, cabe ao Congresso declarar guerra. Embora a legislação permita ao presidente ordenar ações militares para responder a ameaças iminentes, a autorização do Legislativo deve ser obtida em até 60 dias.
Os democratas argumentam que o governo ultrapassou esse limite ao manter forças americanas mobilizadas na região sem autorização formal do Congresso. A Casa Branca sustenta que as operações militares foram encerradas após a entrada em vigor de um cessar-fogo.
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Pouco antes da votação, o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, acusou Trump de ter conduzido o país a um conflito desnecessário.
— Os americanos pagaram o preço pela histórica pisada na bola de Trump no Irã. Trump nunca deveria ter começado (essa guerra) — afirmou.
Uma versão semelhante da resolução foi aprovada pela Câmara por 215 votos a 208. Na ocasião, quatro deputados republicanos votaram ao lado dos democratas e foram alvo de críticas públicas de Trump. Em publicação na rede Truth Social, o presidente classificou os parlamentares como “oportunistas” e afirmou que sua atitude foi “antipatriótica”.
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Os democratas “prefeririam ver nosso país fracassar antes de me conceder uma nova vitória, entre tantas outras”, disse Trump na ocasião.
Apesar do recente acordo firmado entre Washington e Teerã e da continuidade das negociações entre os dois países, alguns parlamentares defendem que o Congresso mantenha controle sobre qualquer eventual decisão de ampliar o envolvimento militar americano na região.
O senador democrata Tim Kaine, um dos principais defensores da medida, argumentou que a votação é necessária justamente em um momento de relativa estabilidade nas relações entre os dois países.
— É um bom momento para realizar essa votação e dizer: “Se realmente estamos entrando em um período de estabilidade, não devemos permitir que isso recomece sem que o Congresso participe dessa decisão” — afirmou a jornalistas na semana passada.
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Embora não tenha efeito legal imediato, a resolução aumenta a pressão política sobre a Casa Branca e evidencia divisões dentro do Partido Republicano sobre a condução da política externa e militar do governo.
Esta foi a décima vez que o Senado votou uma proposta relacionada aos poderes presidenciais em um eventual conflito com o Irã desde o início do ano. Outra resolução semelhante avançou na Casa no mês passado, mas ainda aguarda votação final enquanto os democratas trabalham para garantir apoio suficiente para sua aprovação.
(Com AFP)

O presidente Luiz Inácio Lula assinou, nesta terça (23), um decreto que transformou o Projeto “Celular Seguro” em política pública permanente. A legislação criou o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), uma plataforma para reunir informações de aparelhos roubados, furtados ou extraviados em todo o País.

“A partir desse decreto, muita coisa vai mudar na atuação do governo federal, dos governos estaduais e também muita coisa vai mudar nas pessoas que ousarem roubar um celular daqui para frente”, disse o presidente no anúncio em São Paulo.

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O presidente defendeu a medida para reduzir a violência no País.

“A gente quer punir quem rouba, a gente quer punir quem vende, a gente quer punir o crime organizado. Mas é importante que você tenha mais cuidado ao utilizar o celular porque é um patrimônio seu”.

Contra a cadeia criminosa

O secretário nacional de Segurança Pública, Francisco Lucas Veloso, explicou que a iniciativa representa uma mudança na estratégia de combate aos crimes patrimoniais relacionados a dispositivos móveis. “Essa é uma nova etapa de um programa que vai combater efetivamente o roubo, furto e toda a cadeia criminosa que envolve os celulares”, disse. 

A plataforma deve reunir dados do Programa Celular Seguro, boletins de ocorrência registrados pelas Polícias Civis, operadoras de telefonia, sistemas nacionais de segurança pública, Cadastro de Estações Móveis Impedidas (CEMI) da Anatel e ABR Telecom. Inicialmente já há informações com mais de 3,3 milhões de aparelhos aptos à recuperação. 

“A plataforma é um cadastro negativo, é o Serasa dos celulares roubados”, disse o secretário. Uma das inovações do programa é o chamado “Modo Recuperação”. A ideia é que o IMEI (número de registro do aparelho) permaneça ativo e passe a ser monitorado nacionalmente. O governo explica que, quando uma nova linha telefônica for habilitada no dispositivo, o sistema identificará a utilização do aparelho e iniciará o fluxo de recuperação.

O governo poderá identificar aparelhos com registro de roubo ou furto em utilização e encaminhar notificações aos usuários para devolução voluntária e regularização da situação junto às autoridades policiais.

Ferramenta de consulta

Uma novidade é a criação de uma ferramenta pública de consulta. Isso porque, antes de adquirir um celular de terceiros, qualquer pessoa vai poder verificar, no aplicativo ou portal do Celular Seguro, se o aparelho possui algum registro de restrição.

A consulta será feita a partir do número IMEI e retornará apenas duas possibilidades: “Sem Restrição” ou “Com Restrição”. A ideia é que a recuperação dos aparelhos seja realizada pelas Polícias Civis dos estados. A tecnologia que inspira a nova fase já foi adotada no Piauí, Amazonas, Bahia e Ceará. 

Ele explicou que o trabalho é fazer a integração nacional das informações. O secretário acrescentou que há, em média, 1 milhão de celulares roubados por ano no Brasil registrados via boletim de ocorrência. Inclusive, o próprio governo considera que pode haver subnotificação. 

“O celular hoje traz identidade e aplicativos bancários, por exemplo. Ninguém vive mais sem celular (…) A gente percebeu que existe um mercado que muita gente lucra milhões com o comércio ilegal de celular roubado, com a fraude digital e com outros crimes”, afirmou. 

Consciência

A aposta do governo também é recuperar telefones roubados com o consumidor final. Com um banco de informações, as pessoas que compram celulares, de forma informal, poderão verificar se trata de um aparelho que não foi roubado ou perdido. O Banco Nacional de celulares com restrição terão informações de todas as unidades da federação. 

“Quando uma pessoa devolver um celular com restrição, estará desestimulando o crime e salvando a vida de alguém que não vai ser mais assassinado num assalto, que não vai ter mais um bem subtraído”, disse o secretário nacional de segurança pública.

 

O governo dos Estados Unidos anunciou, nesta terça-feira, sanções contra cinco companhias cubanas afiliadas ao conglomerado empresarial Gaesa, sob controle militar, bem como contra a esposa do filho de Raúl Castro, Annalie Lilliam Rueda Cardero.
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As empresas sancionadas são Almacenes Universales, a financeira Rafin, o Banco Financiero Internacional, além de duas empresas estatais do setor da mineração: a Geominera e a Empresa Siderúrgica José Martí, conhecida popularmente como Antillana de Acero, a maior siderúrgica do país.
A Rafin e o Banco Financiero Internacional são “instituições financeiras vinculadas à Gaesa” encarregadas de “movimentar dinheiro em representação do regime”, explicou o secretário de Estado americano, Marco Rubio, em um comunicado.
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A Almacenes Universales é a empresa logística da Gaesa, o grande conglomerado militar-empresarial que, segundo o Departamento de Estado, é a principal fonte de recursos do Estado cubano e que também é sancionada.
“A Gaesa segue funcionando como o músculo financeiro por trás do aparato repressivo de segurança do regime cubano”, assegurou Rubio no comunicado.
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Desde o começo do ano, a pressão de Washington sobre a ilha comunista, que vive sua pior crise econômica em décadas, vem crescendo.
“O governo dos EUA, liderado por seu desonesto e mentiroso secretário de Estado, continua adotando medidas para apertar o cerco à economia de Cuba (…). O que esse indivíduo promove a partir da maior potência do mundo é um crime”, reagiu no X o chanceler cubano, Bruno Rodríguez.
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Os EUA impõem, desde janeiro, um bloqueio petrolífero, que agravou os problemas energéticos na ilha.
Além disso, aumentou nas últimas semanas a lista de empresas e personalidades do regime sob sanções.
Em 5 de junho, o Departamento de Estado anunciou sanções contra o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, e membros da família Castro.
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Alejandro Castro Espín, filho de Raúl Castro, líder histórico sobrevivente da Revolução de 1959, foi um dos sancionados. Rubio explicou que a esposa dele agora passa a fazer parte da lista.
Alejandro Castro Espín, de 60 anos, foi um ator-chave nas negociações secretas entre Cuba e EUA que levaram ao restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países em 2015.
Esta nova lista de sanções implica que todas estas empresas e pessoas não podem estabelecer nenhum tipo de relação econômica com pares nos EUA, nem acessar o sistema financeiro do país.
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Qualquer tipo de propriedade ou ativo nos EUA fica igualmente bloqueado.
Segundo veículos de imprensa, parte da família política de Alejandro Castro Espín reside na Flórida.
Uma mulher foi flagrada por câmeras de segurança invadindo a garagem de um empresário e chutando repetidamente um carro de luxo avaliado em mais de R$ 500 mil, ou 75 mil libras. O caso aconteceu na cidade de Pembroke, no País de Gales, e causou danos a um modelo McLaren 570S estacionado na residência do proprietário. As informações são da emissora britânica BBC.
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O dono do veículo, Gareth Edwards, de 33 anos, descreveu o episódio como um “comportamento chocante” e afirmou ter ficado surpreso com o ataque. Segundo ele, os danos provocados no capô do carro devem custar entre 200 e 300 libras esterlinas, ou quase R$ 2 mil, para serem reparados. Segundo ele, os chutes deixaram dois arranhões no veículo.
As imagens registradas pelo sistema de segurança da casa mostram uma mulher caminhando pela calçada com uma sacola de compras na manhã de 16 de junho. Em seguida, ela entra na garagem da residência e desfere vários chutes na parte dianteira do esportivo amarelo.
De acordo com Edwards, o incidente ocorreu por volta das 8h45, no horário local, e foi percebido cerca de dez minutos depois. Ele afirmou que ficou “simplesmente chocado” com o ocorrido e classificou a atitude como “muito estranha” e “bizarra”.
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Proprietário de uma empresa de pintura e decoração, o empresário disse à emissora que nunca imaginou encontrar pessoas capazes de agir dessa maneira.
A Polícia de Dyfed-Powys informou ter recebido uma denúncia de dano criminoso a um veículo automotor e abriu investigação para apurar o caso.
Após o episódio, Edwards decidiu deixar o carro na casa de um amigo enquanto viaja de férias, para mantê-lo fora de vista. O proprietário não informou à BBC se conhece a mulher que aparece nas imagens de segurança.
O presidente Donald Trump compartilhou em sua rede social, a Truth Social, uma reportagem que trata as eleições na América Latina e cita que a disputa à Presidência do Brasil como próximo foco no hemisfério. O texto afirma que as eleições no Brasil estariam provocando um “intenso debate sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro e sobre se a disputa será conduzida de uma forma considerada livre e justa por todos os lados”. A questão é qual a intenção do presidente americano ao compartilhar essa notícia? Há uma preocupação de que Trump tente influenciar as eleições brasileiras. Após o encontro com Lula no G7, o líder americano fez algumas declarações sobre o presidente americano ser volátil, enquanto a sua equipe fez postagens criticando a condenação de Eduardo Bolsonaro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou, nesta terça-feira (23), a primeira etapa da nova rodovia na Serra das Araras, no Rio de Janeiro. O investimento total é de R$ 1,5 bilhão, via financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e faz parte do processo de modernização da Via Dutra, que liga Rio de Janeiro e São Paulo.

Durante evento em Paracambi (RJ), Lula destacou o papel do BNDES no apoio a projetos estratégicos de infraestrutura e logística.

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“Um banco de desenvolvimento serve exatamente para isso, para criar as condições de emprestar dinheiro para que as empresas possam fazer as obras que o Brasil precisa. Sabe qual é a inadimplência do BNDES? Zero. Porque só empresta dinheiro para quem tem dinheiro e para quem paga”, disse Lula.

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Piraí (RJ), 23/06/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita ao trecho reformado da BR-116 e desenlace da fita de inauguração, na Via Dutra (BR-116). Foto: Ricardo Stuckert/PR

Lula  visita trecho reformado da BR-116 – Ricardo Stuckert/PR

Nesta fase da nova rodovia na Serra das Araras, entra em operação um trecho de quatro quilômetros da nova pista de subida, no sentido São Paulo. O objetivo do projeto é proporcionar mais segurança e fluidez ao tráfego da região, que recebe cerca de 390 mil veículos por mês, dos quais 36% são de carga.

Corredor logístico estratégico que conecta os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, as obras na Rodovia Presidente Dutra alcançaram 70% de execução, com previsão de entrega para 2027.

O projeto em toda a concessão, de 626 quilômetros, tem apoio de R$ 10,7 bilhões do BNDES. A obra gera cerca de 5 mil empregos diretos e indiretos, fortalecendo a economia regional.

A ativista anticorrupção polonesa Monika Silva Koniuszek, que investigava denúncias envolvendo a empresa da família do presidente do Equador, Daniel Noboa, foi assassinada, segundo o resultado de uma autópsia divulgado na sexta-feira. A conclusão contradiz a versão inicial das autoridades equatorianas, que haviam apontado a hipótese de suicídio após ela ser encontrada morta em sua casa em Montañita, cidade costeira da província de Santa Elena, em 8 de junho. Mãe solteira de duas meninas de quatro e nove anos, ela foi encontrada no chão com uma corda em volta do pescoço, de acordo com o jornal britânico The Guardian.
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O laudo apontou que a ativista, de 41 anos, morreu após sofrer um golpe na cabeça e ser estrangulada. Defensores dos direitos humanos e colegas afirmam que Silva Koniuszek foi assassinada para ser silenciada devido ao trabalho que realizava na apuração de denúncias de corrupção e crimes ambientais no país.
Pessoas são vistas do lado de fora da casa da falecida ativista ambiental polonesa Monika Silva Koniuszek em Montañita, província de Santa Elena, Equador, em 12 de junho de 2026
GERARDO MENOSCAL / AFP
Um dia após a morte da ativista, o ministro do Interior do Equador, John Reimberg, declarou à imprensa local que as evidências encontradas no local indicavam suicídio. A conclusão foi contestada após a divulgação da autópsia realizada em Guayaquil.
— Com base nos laudos periciais, temos certeza de que se trata de uma morte violenta; portanto, a alegação de que teria sido um suicídio não se sustenta — afirmou a advogada Lita Martínez, diretora do Centro Equatoriano de Promoção e Ação da Mulher.
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Silva Koniuszek vivia há mais de uma década no Equador, onde denunciava casos de corrupção e crimes ambientais nas redes sociais e colaborava com jornalistas locais. Em seus perfis, costumava escrever que não era necessário nascer no país para defendê-lo.
— Monika foi a pessoa mais corajosa que já conheci — disse Beth Pitts, escritora britânica e ativista que colaborou com ela em campanhas locais.
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— Muitas vezes ela era uma voz solitária, denunciando de forma pública e contundente a corrupção e os crimes ambientais quando todos os demais tinham medo de se manifestar — afirmou Pitts, que vive no Equador há 13 anos e morava em uma comunidade vizinha à da ativista.
— Além do ativismo, era uma mãe solteira dedicada e uma amiga maravilhosa. Mesmo quando recebia ameaças de morte, encontrava tempo para perguntar como eu estava e oferecer apoio — acrescentou.
Segundo colegas, a ativista havia iniciado uma investigação sobre a Noboa Trading, conglomerado exportador de frutas pertencente à família do presidente Daniel Noboa. Ela apurava denúncias de que carregamentos de cocaína haviam sido apreendidos em contêineres de banana da empresa e que as investigações enfrentavam obstáculos dentro do sistema judicial equatoriano.
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Pouco antes de morrer, Silva Koniuszek teria informado a amigos de que havia entregado um dossiê sobre o caso à embaixada dos Estados Unidos em Quito. Ela também investigava denúncias de uma rede de grilagem e tráfico de terras envolvendo figuras politicamente influentes na província de Santa Elena.
Amigos relatam que a ativista vinha sofrendo ameaças de morte e perseguição judicial. Segundo eles, as intimidações estariam ligadas aos mesmos grupos criminosos apontados como responsáveis pelo assassinato do jornalista e ativista Robinson del Pezo, morto em novembro de 2025.
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A morte de Silva Koniuszek repercutiu na Polônia, seu país de origem. A amiga Joanna Cuper afirmou à emissora TVP Info que a ativista dizia estar sendo monitorada e perseguida.
— Nenhum de nós acredita que ela tenha tirado a própria vida — declarou. — Ela dizia que os cartéis haviam colocado um preço por sua cabeça. Há três anos, seu então marido levou as crianças para o Brasil porque ela recebia ameaças de que ela e as filhas seriam assassinadas.
Na semana passada, o Ministério Público da Polônia informou que solicitou cooperação jurídica às autoridades equatorianas e pretende acompanhar as investigações. A embaixada polonesa responsável pelo Equador pediu uma apuração rápida, independente e transparente do caso.
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O governo equatoriano também solicitou apoio da Argentina para acompanhar a investigação.
Após a morte de Silva Koniuszek, a delegação da União Europeia no Equador pediu uma investigação “independente” e “transparente” sobre o caso.
Moradores de Montañita montaram um memorial com flores, fotografias e velas em homenagem a ativista. Artistas locais também pintaram um mural em sua memória, e vizinhos chegaram a rebatizar uma rua com seu nome.
(Com AFP)
A assinatura de duas ordens executivas destinadas a impulsionar o desenvolvimento da computação quântica nos Estados Unidos deixou uma cena inesperada no Salão Oval. Em meio a uma explicação técnica sobre as origens da física moderna, o presidente Donald Trump interrompeu seu secretário de Energia, Chris Wright, com uma frase que provocou gargalhadas entre os presentes e que, depois, se tornou um dos momentos mais comentados do dia nas redes sociais.
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O episódio ocorreu nesta segunda-feira durante uma cerimônia na qual a Casa Branca apresentou novas medidas para fortalecer a posição americana no setor tecnológico e se preparar para os desafios da futura era quântica. Enquanto expunha a importância histórica dos avanços científicos que deram origem a essa revolução tecnológica, Wright tentou voltar ao início do século XX.
— Há 120… 141 anos… 121 anos, Albert Einstein publicou um artigo… — começou o funcionário.
Antes que pudesse completar a ideia, Trump o interrompeu de seu assento com uma resposta seca:
— Ninguém se importa.
A reação pegou os presentes de surpresa, mas o próprio Wright respondeu imediatamente em tom descontraído.
— Bom ponto, bom ponto — contestou entre risos.
A troca de palavras rapidamente começou a circular na rede social X, onde acumulou milhares de reproduções e comentários. O que chamou a atenção foi que a cena recebeu elogios tanto de simpatizantes do presidente quanto de alguns de seus críticos mais habituais. Veja o momento:
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Um deles afirmou que, apesar de suas diferenças com Trump, considerou que a intervenção teve um “timing perfeito”. Outro comentou que o presidente continuava conservando sua capacidade de gerar momentos cômicos espontâneos.
Além do momento viral, a cerimônia teve como objetivo apresentar uma nova estratégia do governo Trump para acelerar o desenvolvimento de tecnologias quânticas e reforçar a segurança digital dos Estados Unidos.
Uma das ordens executivas assinadas pelo presidente estabelece o desenvolvimento de um computador quântico com capacidade suficiente para realizar pesquisas científicas avançadas. Além disso, instrui as agências federais a elaborarem planos para implantar tecnologias baseadas em computação quântica e fortalecer as cadeias de suprimentos vinculadas a esse setor.
Donald Trump interrompeu fala de Chris Wright (gravata listrada)
ANDREW HARNIK / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP
Segundo explicaram funcionários americanos durante o ato, o avanço da computação quântica poderia permitir, no futuro, quebrar muitos dos sistemas de criptografia que atualmente protegem informações privadas, operações financeiras e infraestrutura crítica.
O diretor nacional de Cibersegurança, Sean Cairncross, alertou que a tecnologia quântica desafiará a criptografia de chave pública que hoje protege grande parte dos sistemas digitais utilizados diariamente pelos americanos.
— Estas duas ordens executivas, que combinam inovação e segurança, abordarão esses problemas —afirmou.
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Por sua vez, Trump apresentou as medidas como um passo decisivo para consolidar a liderança tecnológica do país.
— Já somos líderes por muito e agora seremos líderes por muito mais — declarou durante a cerimônia, cercado por executivos de empresas de tecnologia, entre elas IBM e Google.
Chris Wright é o secretário de Energia dos Estados Unidos desde 2025. Engenheiro formado pelo MIT e por Berkeley, fundou empresas-chave do setor energético. Ele promove a inovação e a liderança americana em energia, desde hidrocarbonetos até energia nuclear e geotérmica.

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