O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que Cuba aceitou a oferta de US$ 100 milhões (cerca de R$ 500 milhões) em ajuda humanitária proposta por Washington, condicionada à distribuição dos recursos por meio da Igreja Católica. A iniciativa foi anunciada pelo Departamento de Estado em meio ao bloqueio naval imposto ao país caribenho desde o início do ano e após uma troca de acusações entre os dois governos sobre os termos do pacote.
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Segundo o Departamento de Estado, o montante não seria repassado diretamente ao governo cubano, mas entregue como “assistência humanitária direta ao povo”, com distribuição coordenada por organizações independentes, como a própria Igreja Católica. A medida, segundo Washington, busca garantir que os recursos não passem pelas autoridades da ilha.
A oferta ocorre em meio a um cenário de tensão entre os dois países. Antes da sinalização de aceitação mencionada por Rubio, autoridades americanas e cubanas trocaram acusações públicas sobre a existência e os termos do pacote. O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, chegou a classificar a proposta como uma “fábula”, afirmando que não havia sido formalmente apresentada pelos canais oficiais.
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Na semana passada, em publicações nas redes sociais, Rodríguez questionou a origem dos recursos e as condições da ajuda, sugerindo que a iniciativa poderia representar uma tentativa de interferência externa.
“Será uma doação, um engano ou um negócio sujo para cercear nossa independência? Não seria mais fácil levantar o cerco de combustível?”, escreveu na rede X, ao cobrar maior transparência sobre o plano.
* Matéria em atualização
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