Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
O exército dinamarquês enviou, nesta quarta-feira, unidades de elite para a Groenlândia, um território autônomo dinamarquês cobiçado por Donald Trump, para onde também estão sendo enviados pessoal e equipamento de outras nações europeias, anunciaram as Forças Armadas.
Especialista: ataque dos EUA na Groenlândia encerraria cooperação transatlântica de segurança e forçaria adaptação da Otan
Leia mais: França quer ‘exercício da Otan’ na Groenlândia e afirma estar ‘disposta a contribuir’
Análise: Trump tem uma saída pacífica para a Groenlândia, mas não parece disposto a usá-la
“Pela primeira vez, especialistas do Jaegerkorpset [unidade de elite das forças especiais do exército dinamarquês] foram mobilizados para o terreno mais agreste da Groenlândia, na costa de Blosseville”, declarou o Comando Ártico Dinamarquês nesta quarta-feira.
O objetivo desta mobilização, explicou, é “reforçar a presença no Ártico”. Enquanto isso, segundo a emissora dinamarquesa DR, a fragata “Peter Willemoes” se juntou ao Arctic Endurance, um exercício dinamarquês que reúne militares de vários países europeus e que começou na Groenlândia na semana passada.
Galerias Relacionadas
Segundo o Comando Ártico, a fragata francesa “Bretagne” também está realizando exercícios com o navio dinamarquês “Thetis”, no Atlântico Norte. Enquanto isso, o governo da Groenlândia divulgou, nesta quarta-feira, suas orientações para a população em caso de crise. O documento foi classificado pelo ministro da Autossuficiência, Peter Borg, como uma “apólice de seguro” à qual “esperamos não ter que recorrer”.
O presidente americano afirmou, nesta quarta-feira, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, que não usaria a força para se apoderar da Groenlândia, enquanto exigiu negociações imediatas para adquirir a ilha.
Um helicóptero do modelo Bell 206 caiu no condado de Wasatch, no estado de Utah, nos Estados Unidos, deixando uma pessoa gravemente ferida. O acidente ocorreu por volta das 15h de domingo a cerca de 90 metros de uma rodovia estadual, nas proximidades de uma área de acampamentos.
Avião de instrução cai e pega fogo nos EUA; instrutor e adolescente morrem
Série de ataques de tubarão na Austrália: menino de 12 anos sobrevive, mas não deve voltar a acordar
De acordo com o centro de emergências do condado, o alerta foi recebido por meio do sistema de mensagens de texto para serviços de emergência. Equipes de resgate foram imediatamente deslocadas ao local e encontraram a aeronave fora da pista, após colidir com árvores.
Helicóptero gira no ar e cai nos EUA; um passageiro fica gravemente ferido
Quatro pessoas estavam a bordo do helicóptero no momento da queda. Uma delas sofreu ferimentos graves, incluindo um trauma na cabeça, e foi socorrida por uma equipe de paramédicos, sendo transportada de helicóptero para um hospital da região. Os outros três ocupantes foram avaliados ainda no local e não tiveram ferimentos graves divulgados pelas autoridades.
Imagens registradas por pessoas que estavam na região mostram o helicóptero entrando em um giro rápido e descontrolado antes de atingir as árvores. Segundo relatos preliminares, o acidente pode ter sido provocado por uma falha conhecida como Loss of Tail Rotor Effectiveness (LTE), ou perda de efetividade do rotor de cauda — uma condição de baixa altitude em que o rotor de cauda perde a capacidade de neutralizar o torque do rotor principal, fazendo a aeronave girar de forma incontrolável.
Questão de segundos: vídeo mostra resgate desesperado de mulher presa em carro que afundava no mar nos EUA
O ator americano David Sparks afirmou que um de seus amigos estava entre os ocupantes da aeronave. “Este é o meu amigo Derek, e sou imensamente grato por ele e pelas outras três pessoas a bordo terem sobrevivido ao que foi um acidente realmente aterrador”, disse. Sparks também explicou o que, em sua avaliação, ocorreu com o helicóptero: “O que vocês estão vendo aqui parece consistente com LTE (Loss of Tail Rotor Effectiveness), quando o rotor de cauda não consegue produzir autoridade suficiente (empuxo) para neutralizar o torque do rotor principal, e a aeronave pode entrar em uma guinada ou giro rápido e incontrolável”.
Segundo ele, Derek estava em “um cenário de pior caso, com quase nenhum tempo para reagir”. A queda teria sido parcialmente amortecida pelo impacto do helicóptero nas árvores, que reduziram a energia da colisão. “A aeronave ficou presa na vegetação, o que aparentemente desacelerou a queda e absorveu parte do impacto. Acredita-se que isso tenha sido o motivo pelo qual o acidente não foi fatal”, afirmou.
As autoridades locais informaram que as causas do acidente ainda estão sendo investigadas. Novas informações deverão ser divulgadas assim que os trabalhos de apuração avançarem.
autoridades chilenas prenderam um homem de 63 anos acusado de iniciar um incêndio na mesma área onde os bombeiros combatem as chamas em uma das áreas florestais desde o fim de semana. Os grandes incêndios já causaram a morte de 20 pessoas, segundo o governo.
Investigação: Governo do Chile aponta que alguns dos incêndios florestais foram provocados intencionalmente
Moradores afetados por incêndios no Chile relatam rastro de destruição: ‘Uma população inteira e tudo foi perdido’
O homem estava em Perquenco, em La Araucania, uma das regiões devastadas pelo fogo, assim como Ñuble e Biobío. Nessas áreas, vilas inteiras foram arrasadas. Cerca de 7.237 pessoas foram afetadas, e o número deve aumentar.
Na madrugada, o ministro da Segurança Pública, Luis Cordero, descreveu os incêndios como “um dos incidentes mais graves do ponto de vista da segurança”, e que foi constatado que “diversos focos de incêndio foram iniciados com o uso de acelerantes em uma plantação de trigo”.
Um bombeiro tenta extinguir a vegetação em chamas durante um incêndio florestal na cidade de Florida, no Chile
Raul Bravo / AFP
Segundo as autoridades, o homem foi preso por volta das 2h30, enquanto bombeiros e moradores locais combatiam um incêndio em um campo de trigo localizado no início da Rodovia S-119, na região. Neste momento, dois vizinhos perceberam um novo foco de incêndio no centro do campo, e viram um suspeito fugindo do local. Eles então começaram uma perseguição. As informações são do jornal chileno Emol.
— A pessoa que iniciou esses incêndios foi presa e um recipiente de cinco litros de combustível foi apreendido com ela — disse Luis Cordero.
Ainda sem pausa: Melhoram condições em área de incêndio no Chile, mas presidente alerta para risco ainda presente; total de mortos chega a 19
— Ele carregava um recipiente com um líquido, supostamente um acelerante, e uma caixa de fósforos foi encontrada em sua posse durante a revista de suas roupas — disse a promotora Nelly Maraboli, da Procuradoria de La Araucania, destacou o Emol.
O suspeito foi levado para o Tribunal de Garantia de Lautaro na manhã desta quarta-feira. O Ministério Público deve solicitar a prorrogação da prisão preventiva, segundo o jornal chileno.
Na terça-feira (20), em outra denúncia, o ministro Cordero afirmou que foram encontrados vestígios de materiais usados para iniciar os incêndios em Concepción, na região de Biobío.
Entre os objetos encontrados estavam “recipientes plásticos parcialmente consumidos pelo fogo, que continham líquido acelerante que, à primeira vista, parecia ser destinado a iniciar incêndios”, descreveu ele, lembra a agência de notícias AFP.
Rastro de destruição: Incêndios fora de controle no sul do Chile deixam 19 mortos e milhares fora de suas casas
Os incêndios começaram no sábado em vários locais simultâneos na região de Biobío, a cerca de 500 km ao sul de Santiago. Em apenas algumas horas, em meio às altas temperaturas do verão do Hemisfério Sul e aos fortes ventos, as chamas devastaram povoados inteiros.
Em um relatório oficial recente, destaca a AFP, o Ministro do Interior, Álvaro Elizalde, indicou que alguns incêndios na região de Biobío foram provocados intencionalmente.
— Passaram-se apenas algumas horas, portanto, não há informações suficientes para tirar conclusões definitivas, mas as evidências (…) sugerem que alguns desses incêndios, infelizmente, foram provocados intencionalmente — disse Elizalde.
Galerias Relacionadas
Um total de 330 jornalistas estavam presos em todo o mundo no exercício de suas funções no último mês de 2025, afirmou, nesta quarta-feira, o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). É o quinto ano consecutivo em que a contagem desta organização defensora da liberdade de imprensa supera os 300 casos. A China tinha 50 jornalistas presos em 1º de dezembro, seguida por Mianmar com 30 e Israel, que deteve 29 repórteres palestinos.
Crise diplomática: Em Davos, Trump descarta uso da força na Groenlândia, mas insiste em adquirir ilha de Dinamarca ‘ingrata’
Cristina, Rafael, Óscar, María: Quem eram as vítimas da colisão de trens na Espanha que deixou 41 mortos
A lista divulgada pelo CPJ segue com a Rússia, com 27 jornalistas presos, dos quais cinco eram ucranianos; depois Belarus, com 25, e Azerbaijão com 24.
O número de 2025 é um dos mais altos já registrados pelo CPJ desde que começou seu censo em 1992, abaixo do número máximo de 384 jornalistas presos por seu trabalho no fim de 2024. Já se passou mais de uma década desde a última vez em que menos de 200 jornalistas estavam presos.
Gráfico mostra número de jornalistas presos pelo mundo desde 1992
CPJ
“Estes números recordes refletem o autoritarismo e o aumento dos conflitos armados no mundo todo”, assinalou o CPJ no relatório. A ONG, com sede em Nova York, indicou que quase metade dos jornalistas presos não havia sido condenada por nenhum crime. Daqueles que tinham sido sentenciados, mais de um terço cumpria penas de prisão superiores a cinco anos.
Segundo o CPJ, a maioria dos jornalistas — 61% dos profissionais presos em todo o mundo — continua sendo encarcerada por acusações classificadas como “anti-Estado”, que incluem imputações de terrorismo ou de recebimento de recursos de governos estrangeiros. A cobertura política segue sendo a área com maior probabilidade de levar à prisão de jornalistas, superando temas como direitos humanos, corrupção ou guerra.
O relatório aponta que mais de um terço dos 330 jornalistas incluídos no censo de 2025 cumpre penas superiores a cinco anos. Quase metade nunca chegou a ser condenada e, desse grupo, 26% permanecem presos há cinco anos ou mais sem sentença, o que o órgão classifica como um tipo de detenção que “viola o direito internacional”, exige “julgamentos justos e sem atrasos indevidos”.
Resultados por continente
A região com mais jornalistas detidos no mundo em 2025 foi a Ásia (110), seguida da Europa e Ásia Central (96), Oriente Médio e Norte da África (76), África (42) e Américas (6)
O CPJ destacou, no entanto, que o baixo número no continente americano “oculta uma tendência de perseguição política contra jornalistas que informam sobre corrupção”.
Em 1º de dezembro, a Venezuela tinha três jornalistas detidos, mas, segundo informado, ao menos dois foram libertados após a captura do presidente Nicolás Maduro pelas forças americanas em 3 de janeiro. Na Guatemala, José Rubén Zamora, vencedor do Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do CPJ, em 1995, continuava detido arbitrariamente.
Os Estados Unidos detiveram o jornalista salvadorenho Mario Guevara em junho, depois que ele cobriu um protesto contra o presidente Donald Trump, mas foi deportado por sua situação migratória antes da realização do censo do CPJ em 1º de dezembro.
Quase um terço dos jornalistas detidos havia sofrido “maus-tratos”, incluindo 20% com denúncias de tortura ou espancamentos. Desde 1992, o Irã registrou a maior incidência de torturas e espancamentos, seguido por Israel e Egito.
Segundo o relatório, os dados de prisões incluem profissionais mantidos sob custódia por governos ou por seus agentes e abrange diferentes situações, como prisão domiciliar, alistamento forçado ou licença médica sob vigilância. Jornalistas sequestrados ou desaparecidos por atores não estatais — como quadrilhas criminosas ou grupos militantes — não são incluídos nesse banco de dados; esses casos são classificados como “Missing” (desaparecidos).
Agora, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se voltou para o Canadá. Durante seu esperado discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, nesta quarta-feira, Trump, que já sugeriu transformar o Canadá no 51º estado dos EUA, afirmou que o país só “existe graças aos EUA” e que deveria ser “grato” por isso. Declaração ocorre um dia depois do contundente discurso do primeiro-ministro canadense, Mark Carney, pautado no apelo pela união de potências médias, que, segundo o premier, devem “agir” após a “ruptura” da ordem global.
‘Só EUA podem garantir sua segurança’: Em Davos, Trump descarta uso da força na Groenlândia, mas insiste em adquirir ilha de Dinamarca ‘ingrata’
Sten Rynning: Ataque dos EUA na Groenlândia encerraria cooperação transatlântica de segurança e forçaria adaptação da Otan, diz especialista
— O Canadá recebe muitas regalias da gente. [O país] vive graças aos Estados Unidos. Lembre-se disso, Mark, da próxima vez que fizer suas declarações — disse o presidente americano, acrescentando que o premier canadense “não era tão grato assim”.
Em meio a tensão com a Europa e com a Otan, a aliança militar liderada por Washington, Trump reiterou sua ambição pelo controle da Groenlândia, mas descartou o “uso da força”. Ao insistir na anexação da ilha, o presidente afirmou que “isso não representaria uma ameaça à Otan”.
Initial plugin text
— Isso aumentaria muito a segurança de toda a aliança. Os Estados Unidos são tratados de forma muito injusta pela Otan — afirmou. — Nunca pedimos nada e nunca recebemos nada.
Sobre a Venezuela, o presidente reiterou que está recebendo cooperação de autoridades venezuelanas após a deposição do líder chavista Nicolás Maduro e previu bons tempos para a economia do país sul-americano.
— Todas as grandes companhias petrolíferas estão entrando no negócio conosco. É incrível — disse.
Ambição pela Groenlândia
Durante seu discurso, o republicano disse ter “enorme respeito tanto pelo povo da Groenlândia quanto pelo povo da Dinamarca”, mas acrescentou que “todo aliado da Otan tem a obrigação de ser capaz de defender seu próprio território”, indicando que “nenhuma nação ou grupo de nações está em condições de garantir a segurança da Groenlândia, a não ser os Estados Unidos”.
Em Davos, Trump descarta uso da força na Groenlândia, mas insiste em adquirir ilha
As ameaças de Trump de assumir o controle da Groenlândia, um território autônomo que faz parte do reino da Dinamarca, geraram preocupação entre líderes globais de que tal expansão territorial poderia significar o fim da aliança da Otan. Trump defende que uma tomada americana da Groenlândia não representaria uma ameaça, afirmando que “isso aumentaria a segurança de toda a aliança”. O presidente disse, então, que não fará o que muitos líderes temem: usar a força para obter a Groenlândia. Ele insistiu que se trata de “um pedido muito pequeno”, comparado ao que os EUA têm dado à Otan por décadas.
— Provavelmente não conseguiremos nada, a menos que eu decida usar força e poder excessivos, onde seríamos, francamente, imparáveis. Mas eu não farei isso. Essa é provavelmente a declaração mais importante, porque as pessoas achavam que eu usaria força. Eu não preciso usar força. Não quero usar força. Não vou usar força. Tudo o que os Estados Unidos estão pedindo é um lugar chamado Groenlândia — disse Trump. — Essa enorme ilha desprotegida faz parte, na verdade, da América do Norte. Esse é o nosso território.
Cientistas da Universidade James Cook (JCU), na Austrália, descobriram uma surpresa biológica que desafia conceitos consolidados sobre o custo energético da reprodução animal. Tubarões-epaulette — conhecidos popularmente como “tubarões-andadores” por sua capacidade de se deslocar pelo fundo raso — conseguem se reproduzir e botar ovos sem apresentar qualquer aumento mensurável no uso de energia.
‘Besteira absoluta’: Nasa desmente boato sobre perda de gravidade da Terra em 12 de agosto de 2026
Vaca ‘usa vassoura’ e vira caso de estudo: vídeo viral desafia ideias sobre a inteligência do gado; entenda
A descoberta é resultado de um novo estudo conduzido pela equipe de fisiologia de tubarões da JCU, liderada pela professora Jodie Rummer, e publicado na revista Biology Open. Os pesquisadores acompanharam de perto o gasto energético desses tubarões ao longo de seu curto ciclo reprodutivo, algo que até então não havia sido medido diretamente em espécies de tubarões ovíparos.
Galerias Relacionadas
“A reprodução é o investimento máximo… você literalmente está construindo uma nova vida do zero”, afirmou a professora Rummer. “Esperávamos que, quando os tubarões produzissem esse ovo complexo, o uso de energia disparasse. Mas não houve nenhum aumento no gasto energético; ele permaneceu completamente estável”.
Em grande parte das espécies animais, a reprodução é associada a um aumento significativo da demanda energética. Segundo a pesquisadora, porém, os tubarões-epaulette parecem ter desenvolvido um sistema fisiológico altamente eficiente. “Esses tubarões parecem ter adaptado sua fisiologia para conseguir otimizar o uso de energia”, disse. “Este trabalho desafia a narrativa de que, quando algo dá errado — como o aquecimento dos oceanos — a reprodução é a primeira função a ser comprometida”.
Entre tapas e beijos: fósseis indicam que dinossauros quebravam ossos durante acasalamento
Ainda assim, Rummer faz uma ressalva: “Os tubarões-epaulette parecem muito resilientes, mas é importante determinar até que ponto essas espécies conseguem resistir ao aquecimento dos oceanos”.
Os tubarões-epaulette normalmente produzem dois ovos a cada três semanas, com a maior parte da postura ocorrendo entre setembro e dezembro. Para obter um retrato completo do processo, a equipe monitorou cinco fêmeas antes, durante e depois da formação das cápsulas de ovos.
Os animais foram mantidos em grandes tanques com temperatura controlada na Unidade de Pesquisa em Aquicultura e Marinha da Universidade James Cook, em Townsville. Esse ambiente permitiu medir com precisão eventuais variações no gasto energético ao longo de todo o processo reprodutivo.
“Medimos as taxas de consumo de oxigênio, que são um indicativo da taxa metabólica… quanto mais oxigênio você consome, mais energia você usa”, explicou a professora Rummer.
A autora principal do estudo, a doutora Carolyn Wheeler, recém-formada no doutorado pela JCU, acrescentou que a equipe também analisou a química do sangue e os níveis hormonais das fêmeas durante a produção dos ovos. “Tudo se manteve notavelmente estável, então esta pesquisa desafia nossas suposições fundamentais sobre os peixes condrictes (tubarões, raias, patins e quimeras)”, afirmou.
Segundo Wheeler, em condições de estresse ambiental, muitas espécies precisam escolher entre sobreviver e se reproduzir. “Mas o tubarão-epaulette pode ser capaz de continuar produzindo ovos mesmo sob esses estressores”, disse. “Isso é encorajador, porque tubarões saudáveis significam recifes saudáveis”.
Os franceses são conhecidos pelo seu estilo. Por isso, quando o presidente Emmanuel Macron discursou no Fórum Econômico Mundial, nesta terça-feira (20), foi surpreendente vê-lo usando óculos de sol num espaço fechado. No entanto, foi uma questão médica, e não os ditames da moda, que levou Macron a subir ao palco em Davos, na Suíça, usando um par de óculos de aviador com lentes azuis.
Secretário de Comércio dos EUA é criticado em público durante jantar à margem do Fórum Econômico Mundial, em Davos: ‘Tenso’
Em Davos, Trump descarta uso da força na Groenlândia, mas insiste em adquirir ilha de Dinamarca ‘ingrata’: ‘Só EUA podem garantir sua segurança’
Durante seu discurso de 18 minutos, o presidente não mencionou sua escolha pouco convencional de óculos. O acessório apareceram pela primeira vez na quinta-feira passada, quando ele exibiu um olho direito inflamado durante um discurso de Ano Novo para as Forças Armadas da França.
“Por favor, relevem a aparência desagradável do meu olho”, disse ele às tropas, após remover os óculos para o discurso, acrescentando que a condição era “completamente inofensiva”.
Jornais franceses indicaram que Macron sofreu de ruptura de vasos sanguíneos no olho. A condição é conhecida medicamente como hemorragia subconjuntival, que pode ser causada por trauma, tosse, espirro, pressão alta ou medicamentos como anticoagulantes, segundo a Academia Americana de Oftalmologia. A condição geralmente desaparece sem tratamento em até duas semanas.
Alguns líderes aproveitaram seus discursos em Davos para desafiar a postura cada vez mais beligerante do presidente Donald Trump em relação aos aliados tradicionais dos Estados Unidos. Ainda na terça-feira, Macron alertou para uma “mudança rumo a um mundo sem regras”, referindo-se ao crescente desrespeito ao direito internacional.
Nas redes sociais, os óculos de sol de Macron foram vistos como uma declaração política, projetando uma imagem de firmeza diante das ameaças de Trump de impor tarifas sobre o vinho e o champanhe franceses e de anexar a Groenlândia. Ele já havia usado suas roupas para enviar mensagens anteriormente, vestindo gola alta no inverno de 2022, quando a Europa enfrentava uma crise energética após a invasão da Ucrânia pela Rússia.
Enquanto algumas pessoas compararam o presidente francês, de óculos, ao aviador naval interpretado por Tom Cruise em “Top Gun” (1986), outras recordaram a preferência do ex-presidente Joe Biden por óculos de aviador, embora não fosse comum vê-lo usando óculos escuros enquanto discursava para líderes mundiais.
O gabinete do presidente francês não respondeu de imediato a um pedido de comentário.
A Nasa desmentiu categoricamente uma teoria viral que circulou nas redes sociais afirmando que a Terra perderia sua gravidade por sete segundos em 12 de agosto deste ano. A agência espacial afirmou que a premissa é uma “besteira absoluta” e descartou a possibilidade de um evento dessa natureza.
Mais intensa em 20 anos: Tempestade solar que coloca o mundo em alerta nesta segunda pode provocar auroras fora do comum
Segundo a narrativa que ganhou força na internet, o planeta experimentaria uma inexplicável perda de gravidade na data citada, o que provocaria um caos global sem precedentes. As publicações sugeriam que a ausência temporária de uma das forças fundamentais do universo teria consequências catastróficas.
O impacto descrito pela teoria incluía a previsão de até 40 milhões de mortes causadas por quedas e alegações de investimentos bilionários da agência espacial para lidar com o suposto fenômeno.
Especialistas ressaltam que, se a gravidade — força que mantém pessoas, oceanos e estruturas presas ao planeta — simplesmente desaparecesse, o cenário seria de desastre em escala global. Ainda assim, um porta-voz da Nasa foi categórico ao afirmar ao site de checagem Snopes que isso não vai acontecer.
Do ponto de vista científico, a explicação é direta: a gravidade da Terra depende de sua massa. Para que o planeta deixasse de exercer atração gravitacional, seria necessária uma perda maciça de matéria, envolvendo componentes essenciais como núcleo, manto, crosta, oceanos, água continental ou atmosfera — hipótese considerada impossível.
Eclipse solar total
Sobre o dia 12 de agosto, a Nasa confirmou que haverá, de fato, um evento astronômico relevante: um eclipse solar total. O fenômeno, no entanto, não tem qualquer efeito incomum sobre a gravidade terrestre. A atração gravitacional exercida pelo Sol e pela Lua, responsável pelas marés, é um processo natural, previsível e amplamente estudado.
A agência foi enfática ao comentar a origem do boato, afirmando que a ideia “pode ser atribuída a uma teoria conspiratória estúpida e barata, impulsionada na internet por pessoas que não sabem como a gravidade funciona”.
Com a aproximação do eclipse, a Nasa aproveitou para reforçar orientações de segurança ao público. A observação do Sol deve ser feita apenas com proteção ocular adequada, como óculos de eclipse certificados, já que olhar diretamente para o astro pode causar danos permanentes à visão.
O único momento em que é seguro observar o fenômeno a olho nu é durante a fase de totalidade, quando a Lua cobre completamente o Sol. Assim que a luz solar começa a reaparecer, o uso da proteção ocular volta a ser indispensável.
O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, foi criticado em público durante um jantar exclusivo à margem do Fórum Econômico Mundial, em Davos, oferecido por Larry Fink, CEO da BlackRock, a maior gestora de ativos do mundo. A informação foi revelada pelo jornal Financial Times.
Veja: Trump discursa em Davos em meio a tensões com aliados europeus por Groenlândia
Contexto: Trump chega a Davos nesta quarta em meio à crise com a Europa e domina agenda do fórum com ofensiva sobre a Groenlândia
No jantar, Lutnick, de acordo com o Financial Times, disse que o mundo deveria se concentrar no carvão como fonte de energia em vez de energias renováveis ​​e fez comentários depreciativos sobre a Europa.
Após as declarações, segundo a Bloomberg, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, abandonou o local. Um dos que interromperam o discurso de Lutnick foi o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore.
Initial plugin text
Na terça-feira, o secretário escreveu um artigo de opinião para o Financial Times, no qual afirmou: “Não vamos a Davos para defender o status quo. Vamos confrontá-lo de frente”. “Estamos aqui em Davos para deixar uma coisa muito clara, com o presidente [dos Estados Unidos, Donald] Trump, o capitalismo tem um novo xerife na cidade”, acrescentou Lutnick.
Um dos diretores executivos presentes no jantar, ainda segundo o Financial Times, descreveu o ambiente como “tenso”, enquanto outro disse que era “barulhento e acalorado”.
Ao Financial Times, pouco antes do início do Fórum Econômico Mundial, Fink afirmou que o mundo está “mais polarizado”.
— Há mais pessoas falando umas com as outras, e não conversando umas com as outras. Meu papel é elevar o nível de todos e promover um diálogo sério — afirmou o financista americano.
Trump chegou nesta quarta-feira ao Fórum Econômico Mundial, num momento de tensão aguda com a Europa, após uma escalada de declarações, ameaças comerciais e gestos políticos que colocaram a Groenlândia no centro de uma crise diplomática entre Washington e seus aliados. A ofensiva americana acabou por redefinir o tom do encontro anual da elite política e econômica global, que passou a ser dominado por discussões sobre segurança, soberania e o futuro da relação transatlântica.
Sten Rynning: Ataque dos EUA na Groenlândia encerraria cooperação transatlântica de segurança e forçaria adaptação da Otan, diz especialista
Os confrontos transformaram Trump no tema incontornável de um encontro que se apresenta como “Comprometido em melhorar o estado do mundo”. Cerca de 3 mil participantes de 130 países desembarcaram em Davos, incluindo 65 chefes de Estado e 850 executivos de grandes empresas, segundo os organizadores do fórum. Diante da ofensiva, autoridades europeias passaram a tratar Davos como um espaço de contenção de danos.
Líderes da União Europeia (UE) e de países da Otan começaram a usar discursos e encontros paralelos para responder às ameaças, reafirmar apoio à Groenlândia, ameaçada de anexação aos EUA por Trump, e discutir possíveis contramedidas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou nesta quarta-feira à Suíça para participar do Fórum Econômico Mundial, em Davos, após um atraso de mais de duas horas provocado por um problema técnico em sua aeronave. Apesar do contratempo, o discurso do republicano foi mantido no horário previsto. A participação do líder americano ocorre em meio à escalada de declarações, ameaças comerciais e gestos políticos que colocaram a Groenlândia no centro de uma crise diplomática entre Washington e seus aliados — e passou a definir o tom do encontro anual da elite política e econômica global, agora dominado por discussões sobre segurança, soberania e o futuro da relação transatlântica.
Contexto: Em reação a ameaças de Trump sobre Groenlândia, Parlamento Europeu susta ratificação de acordo comercial com EUA
Entenda: Trump afirma que líderes europeus não oferecerão muita resistência à compra da Groenlândia
Como antecipado por um funcionário da Casa Branca que falou sob condição de anonimato com a Associated Press, o discurso de Trump começou focado na política interna. O presidente americano iniciou sua fala exaltando a conclusão de seu primeiro ano no cargo, citando o que descreveu como uma economia “em expansão”. Ele citou recordes do mercado de ações, crescimento econômico e forte valorização dos planos de aposentadoria. Trump declarou que “a inflação foi derrotada” e que a antiga “fronteira aberta e perigosa” dos EUA foi fechada. A inflação mais recente, porém, foi registrada em 2,7% ao ano, acima da meta de 2%.
— As pessoas estão indo muito bem, estão muito satisfeitas comigo — disse, apesar dos índices de aprovação desfavoráveis.
Trump então passou a atacar o que chamou de “migração em massa descontrolada” e o foco europeu em energia verde. Ele afirmou que certos lugares da Europa “não são mais reconhecíveis” e que, embora queira que o continente vá bem, acredita que ele não está seguindo na direção correta. Em seguida, declarou que está reduzindo impostos e elevando tarifas sobre países estrangeiros para “pagar pelos danos” que, segundo ele, teriam causado. As tarifas, no entanto, são pagas por importadores, ou seja, empresas e consumidores dos Estados Unidos.
Trump desembarcou em Zurique após ser obrigado a retornar à Base Conjunta Andrews, nos arredores de Washington, logo após a decolagem inicial, devido a um “pequeno problema elétrico”, segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. O presidente e sua comitiva embarcaram em um novo avião pouco depois da meia-noite, viajando em um Boeing 757 menor, geralmente utilizado pelo vice-presidente e membros do gabinete, em vez do tradicional Boeing 747 presidencial.
A chegada tardia teve impacto imediato na agenda do presidente. Uma reunião bilateral prevista para esta quarta-feira entre Trump e o chanceler alemão, Friedrich Merz, foi cancelada, segundo uma fonte alemã ouvida pela Reuters. Ainda assim, Trump deve cumprir uma agenda intensa em Davos, com reuniões com líderes estrangeiros e participação em eventos com empresários.
A expectativa em torno do discurso é elevada após dias de escalada de tensões entre os Estados Unidos e aliados europeus. Nas últimas semanas, Trump ameaçou impor tarifas a oito países da Otan, entre eles Reino Unido e Dinamarca, em resposta à oposição às suas declarações sobre a possibilidade de tornar a Groenlândia parte do território americano. As ameaças provocaram reações duras na Europa e trouxeram volatilidade aos mercados financeiros.
Reações públicas
Antes mesmo da chegada do presidente, autoridades americanas e europeias trocaram declarações públicas no fórum. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, já presente em Davos, afirmou que a Europa deveria “se sentar e esperar” para ouvir diretamente de Trump seus argumentos. Segundo ele, os aliados deveriam evitar reações precipitadas antes do pronunciamento do presidente.
Declarações à imprensa: Trump foca em imigração, criminalidade e economia durante coletiva para marcar primeiro ano de mandato
Já do lado europeu, o tom foi de alerta. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que o mundo vive uma mudança “sísmica e permanente” na ordem internacional e defendeu que a Europa acelere sua busca por autonomia estratégica. Ao comentar as ameaças de tarifas ligadas à Groenlândia, disse que justificá-las por razões de segurança é “simplesmente errado” e acrescentou que líderes europeus se reunirão na quinta para discutir uma resposta.
— A Europa prefere o diálogo, mas está totalmente preparada para agir, se necessário — afirmou. — Neste mundo cada vez mais sem leis, a Europa precisa de suas próprias alavancas de poder. Nós as conhecemos: uma economia forte, um mercado único e uma base industrial robustos, grande capacidade de inovação e tecnologia, sociedades unidas e, acima de tudo, uma capacidade real de nos defendermos.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, que também discursou no Parlamento, afirmou que as tarifas de Trump minariam as relações transatlânticas e são incompatíveis com o acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos. Em seu discurso, Costa disse que a UE está pronta para se defender — assim como seus Estados-membros e cidadãos — contra “qualquer forma de coerção”.
O presidente da França, Emmanuel Macron, também adotou um discurso firme ao falar no fórum. Sem citar Trump nominalmente, disse preferir “o Estado de Direito à brutalidade” e “o respeito aos valentões”. Suas declarações ocorreram após o presidente americano ameaçar impor tarifas de 200% sobre vinhos e champanhes franceses, depois que Paris recusou convite para integrar o chamado Conselho de Paz proposto por Washington. Macron defendeu que a União Europeia avalie instrumentos de retaliação, incluindo um mecanismo de “bazuca comercial”.
Preocupações em comum: Em coalizão, e não culto a Trump, movimento Maga é minoria, indica pesquisa
No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer optou por não comparecer a Davos. O secretário de Energia, Ed Miliband, afirmou que o premier tem adotado uma abordagem “calma” em relação a Trump, buscando pontos de convergência, mas deixando claras as divergências, especialmente sobre a Groenlândia. A chanceler do Tesouro britânico, Rachel Reeves, disse que Londres “não descarta nada” em relação a tarifas retaliatórias, embora tenha afirmado ter recebido garantias de que o acordo comercial entre Reino Unido e EUA seguirá em vigor.
Monopólio do debate
Antes mesmo de chegar aos Alpes suíços, Trump já havia monopolizado o debate internacional. Nas redes sociais, o presidente americano atacou aliados europeus, criticou decisões do Reino Unido e compartilhou mensagens privadas de líderes como o presidente francês e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte. Em uma das postagens, Trump divulgou uma imagem gerada por inteligência artificial em que aparece hasteando a bandeira americana na Groenlândia, acompanhada da legenda “Território dos EUA. Fundado em 2026”.
Os confrontos transformaram Trump no tema incontornável de um encontro que se apresenta como “Comprometido em melhorar o estado do mundo”. Cerca de 3 mil participantes de 130 países desembarcaram na cidade suíça, incluindo 65 chefes de Estado e 850 executivos de grandes empresas, segundo os organizadores do fórum. Diante da ofensiva, autoridades europeias passaram a tratar Davos como um espaço de contenção de danos. Líderes da UE e de países da Otan começaram a usar discursos e encontros paralelos para responder às ameaças, reafirmar apoio à Dinamarca e discutir contramedidas.
Na terça, o premier da Bélgica, Bart De Wever, afirmou em Davos que a Europa não pode ser uma “escrava miserável” de Trump, enquanto outros líderes incentivaram o enfrentamento. À margem do Fórum Mundial, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, classificou a resposta europeia às ameaças tarifárias de Trump como “patética” e “constrangedora” e pediu que os líderes do continente se unam para enfrentar os EUA. O democrata, apontado como principal opositor do líder republicano, disse ser hora de “manter-se erguido e firme”.
Retórica sobre Groenlândia
Também na terça-feira, o americano elevou o tom e afirmou que dirigentes do continente europeu “não oferecerão muita resistência” à sua intenção de incorporar o território semiautônomo ligado à Dinamarca. Segundo ele, o tema deverá ser tratado com “diversas partes” à margem do Fórum Econômico. Trump ainda repetiu que a Groenlândia é “estratégica” para a segurança nacional e global dos EUA.
As declarações, por sua vez, ocorrem após o anúncio de tarifas de 10% sobre exportações da Dinamarca e outros sete países europeus (Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Finlândia) que se alinharam contra a iniciativa americana — medida que provocou queda nos mercados e reacendeu temores de uma guerra comercial transatlântica. A UE avalia impor tarifas de retaliação sobre produtos americanos e mesmo recorrer a suas sanções econômicas mais sérias em resposta às recentes medidas de Trump.
Em versão ‘sem coleira’: Trump inicia 2º ano no poder dos EUA com débil contrapeso a seu ‘Executivo imperial’
Em reunião nesta semana sobre a crise, os principais diplomatas do bloco europeu discutiram reviver um plano para tarifas no valor de € 93 bilhões (R$ 580,5 bilhões) sobre produtos americanos, que havia sido suspenso até 6 de fevereiro após Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, alcançar um acordo comercial com Trump em agosto do ano passado. Os maiores partidos do Parlamento Europeu anunciaram que adiariam a votação planejada sobre medidas para reduzir as tarifas da UE sobre produtos americanos.
— Eles precisam muito desse acordo conosco. Lutaram muito para conseguir. Então duvido [que tomarão uma decisão contrária]. Mas vamos ver o que acontece. Temos muitas reuniões agendadas sobre a Groenlândia. Acho que as coisas vão se resolver muito bem. Estou ansioso — disse o presidente americano.
Análise: Trump tem uma saída pacífica para a Groenlândia, mas não parece disposto a usá-la
Em Davos na terça-feira, Von der Leyen afirmou que a resposta da União Europeia às ameaças do republicano será “firme, unida e proporcional”, ao mesmo tempo em que sinalizou disposição para ampliar investimentos europeus na Groenlândia e cooperar com os EUA em temas de segurança no Ártico. Já o presidente francês foi além e afirmou que a escolha atual é entre “aceitar passivamente a lei do mais forte”, levando a uma “nova abordagem colonial”, ou defender um “multilateralismo eficaz” que sirva aos interesses comuns.
(Com New York Times)

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress