Um ataque massivo e persistente de piranhas (Parona signata) em uma praia da província de Entre Ríos, na Argentina, está causando preocupação. Nos últimos dias, mais de 40 pessoas sofreram mordidas desses peixes e, devido à gravidade dos ferimentos, uma das vítimas teve um dedo parcialmente amputado.
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A Praia Victoria tornou-se palco desses incidentes, que colocaram banhistas e autoridades em alerta. O salva-vidas no local, Alejandro Martín, confirmou ao jornal local El Once que prestou socorro a 46 pessoas feridas. “Todos os casos eram graves”, afirmou.
Entre os incidentes mais graves, o salva-vidas relatou que uma piranha “arrancou a ponta do dedo de uma das vítimas” e acrescentou que pelo menos outras cinco pessoas ficaram feridas na última segunda-feira em decorrência de novos ataques. Vários dos feridos precisaram ser levados ao Hospital Fermín Salaberry por precaução.
O centro de saúde emitiu um comunicado oficial após atender sete pessoas — crianças e adultos — no domingo, vítimas de mordidas de piranha sofridas no riacho Vitória.
“Relembramos à comunidade que existem placas nas diversas praias proibindo o banho, com o objetivo de proteger a saúde pública e prevenir acidentes”, enfatizaram as autoridades.
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Diante do risco de novos ataques, os salva-vidas hastearam bandeira vermelha para proibir a entrada na água. No entanto, Martín alertou que muitos visitantes “não veem as placas e entram mesmo assim”. Entre as medidas em consideração está a instalação de uma rede ancorada no leito do rio ao longo da margem para impedir que as piranhas se aproximem das áreas de banho. O salva-vidas lembrou que mais de 320 ataques foram registrados no ano passado.
Especialistas indicam que as altas temperaturas favorecem a presença de palometas, peixes carnívoros aparentados às piranhas, caracterizados por seus dentes afiados e comportamento agressivo quando se sentem ameaçados ou quando há escassez de alimento. Eles tendem a atacar em grupo e podem infligir ferimentos graves em questão de segundos, representando um risco para os banhistas, especialmente em casos de sangramento.
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Entre os incidentes mais graves, o salva-vidas relatou que uma piranha “arrancou a ponta do dedo de uma das vítimas” e acrescentou que pelo menos outras cinco pessoas ficaram feridas na última segunda-feira em decorrência de novos ataques. Vários dos feridos precisaram ser levados ao Hospital Fermín Salaberry por precaução.
O centro de saúde emitiu um comunicado oficial após atender sete pessoas — crianças e adultos — no domingo, vítimas de mordidas de piranha sofridas no riacho Vitória.
“Relembramos à comunidade que existem placas nas diversas praias proibindo o banho, com o objetivo de proteger a saúde pública e prevenir acidentes”, enfatizaram as autoridades.
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Diante do risco de novos ataques, os salva-vidas hastearam bandeira vermelha para proibir a entrada na água. No entanto, Martín alertou que muitos visitantes “não veem as placas e entram mesmo assim”. Entre as medidas em consideração está a instalação de uma rede ancorada no leito do rio ao longo da margem para impedir que as piranhas se aproximem das áreas de banho. O salva-vidas lembrou que mais de 320 ataques foram registrados no ano passado.
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