Cinco turistas morreram após um aerobarco gigante capotar nas águas geladas do Lago Baikal, na Sibéria, região da Rússia conhecida por abrigar o lago de água doce mais profundo do mundo. A tragédia deixou ainda 13 sobreviventes, alguns deles com quadro de hipotermia depois de serem lançados na água a uma temperatura próxima de 2°C.
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Segundo informações divulgadas, nesta segunda-feira (19), por autoridades russas e pela agência estatal TASS, as vítimas eram quatro mulheres e um homem, supostamente moradores da região de Moscou. Entre os sobreviventes estaria um adolescente de 14 anos. Um dos passageiros resgatados foi hospitalizado com cortes graves na perna.
O acidente ocorreu nas proximidades de Turtle Rock, área turística conhecida pela paisagem natural às margens do Lago Baikal, que ultrapassa 1.500 metros de profundidade. Imagens registradas antes do naufrágio mostram a embarcação deslizando sobre o gelo, colidindo contra a superfície congelada e virando de cabeça para baixo após passar sob uma ponte. Ainda não está claro o que provocou o desequilíbrio do veículo.
Investigação aponta possível superlotação
Fontes russas atribuíram o acidente à superlotação do aerobarco, que transportava 18 pessoas, embora tivesse capacidade para apenas dez passageiros. Apesar disso, equipes de emergência afirmaram à TASS que a aeronave estava “em boas condições de funcionamento” antes da queda.
Os corpos das vítimas foram retirados da água e uma investigação criminal foi aberta para apurar as causas do acidente envolvendo o aerobarco, identificado preliminarmente como um modelo Sever-750, de fabricação russa.
O episódio reacendeu discussões sobre a segurança desse tipo de embarcação no país. Em dezembro do ano passado, um outro acidente com aerobarco ganhou repercussão após deixar ferido Viktor Khmarin, amigo próximo do presidente russo Vladimir Putin. O acidente ocorreu nos arredores de Moscou e matou Viktor Averin, apontado como um dos líderes da gangue criminosa Solntsevskaya.
Na ocasião, Khmarin, de 76 anos, sofreu hipotermia depois de nadar em águas congeladas até alcançar a margem. Uma modelo de 18 anos que também estava na embarcação teria sobrevivido rastejando sobre o gelo fino, segundo relatos da imprensa local.
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Fontes russas atribuíram o acidente à superlotação do aerobarco, que transportava 18 pessoas, embora tivesse capacidade para apenas dez passageiros. Apesar disso, equipes de emergência afirmaram à TASS que a aeronave estava “em boas condições de funcionamento” antes da queda.
Os corpos das vítimas foram retirados da água e uma investigação criminal foi aberta para apurar as causas do acidente envolvendo o aerobarco, identificado preliminarmente como um modelo Sever-750, de fabricação russa.
O episódio reacendeu discussões sobre a segurança desse tipo de embarcação no país. Em dezembro do ano passado, um outro acidente com aerobarco ganhou repercussão após deixar ferido Viktor Khmarin, amigo próximo do presidente russo Vladimir Putin. O acidente ocorreu nos arredores de Moscou e matou Viktor Averin, apontado como um dos líderes da gangue criminosa Solntsevskaya.
Na ocasião, Khmarin, de 76 anos, sofreu hipotermia depois de nadar em águas congeladas até alcançar a margem. Uma modelo de 18 anos que também estava na embarcação teria sobrevivido rastejando sobre o gelo fino, segundo relatos da imprensa local.










