Um ataque armado na região de Artibonite, no Haiti, deixou pelo menos 70 mortos e 30 feridos, segundo o Coletivo em Defesa dos Direitos Humanos. O balanço, divulgado nesta segunda-feira (30), supera de forma significativa as estimativas iniciais das autoridades locais, que haviam reportado entre 16 e 17 mortes e até 19 feridos.
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De acordo com relatos da Defesa Civil haitiana, integrantes da gangue Gran Grif invadiram a localidade de Jean-Denis por volta das 3h da manhã deste domingo (29). A ação teria provocado ainda o deslocamento de cerca de 6 mil pessoas, que abandonaram suas casas diante da escalada da violência.
Escalada da violência e reação internacional
Em coletiva, um porta-voz do secretário-geral da ONU condenou o ataque e destacou que as estimativas de mortos variam amplamente, entre 10 e 80 vítimas. A organização pediu uma investigação completa e ressaltou que o episódio evidencia a deterioração das condições de segurança no país.
De acordo com a CNN, o Coletivo em Defesa dos Direitos Humanos afirmou, em nota, que a ausência de resposta estatal e o avanço de grupos armados configuram uma “abdicação de responsabilidade” por parte das autoridades haitianas.
A ofensiva ocorre em meio ao agravamento dos confrontos entre gangues na região de Artibonite, considerada estratégica para a produção agrícola do país. Nos últimos dias, operações violentas também foram registradas em áreas vizinhas, como Verrettes, de onde mais de 2 mil pessoas foram deslocadas, segundo as Nações Unidas.
Enquanto isso, forças de segurança haitianas, com apoio de uma missão internacional respaldada pela ONU e de uma empresa militar privada dos Estados Unidos, intensificam ações contra grupos armados. Ainda assim, nenhum líder relevante foi preso até o momento.
O cenário de violência tem se ampliado para além da capital, Porto Príncipe, e já deixou mais de um milhão de deslocados internos. Desde 2021, cerca de 20 mil pessoas morreram em decorrência do conflito entre gangues no Haiti, número que segue em crescimento.
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Em coletiva, um porta-voz do secretário-geral da ONU condenou o ataque e destacou que as estimativas de mortos variam amplamente, entre 10 e 80 vítimas. A organização pediu uma investigação completa e ressaltou que o episódio evidencia a deterioração das condições de segurança no país.
De acordo com a CNN, o Coletivo em Defesa dos Direitos Humanos afirmou, em nota, que a ausência de resposta estatal e o avanço de grupos armados configuram uma “abdicação de responsabilidade” por parte das autoridades haitianas.
A ofensiva ocorre em meio ao agravamento dos confrontos entre gangues na região de Artibonite, considerada estratégica para a produção agrícola do país. Nos últimos dias, operações violentas também foram registradas em áreas vizinhas, como Verrettes, de onde mais de 2 mil pessoas foram deslocadas, segundo as Nações Unidas.
Enquanto isso, forças de segurança haitianas, com apoio de uma missão internacional respaldada pela ONU e de uma empresa militar privada dos Estados Unidos, intensificam ações contra grupos armados. Ainda assim, nenhum líder relevante foi preso até o momento.
O cenário de violência tem se ampliado para além da capital, Porto Príncipe, e já deixou mais de um milhão de deslocados internos. Desde 2021, cerca de 20 mil pessoas morreram em decorrência do conflito entre gangues no Haiti, número que segue em crescimento.









