Uma série de ataques a vilarejos no estado de Kwara, no centro-oeste da Nigéria, deixou pelo menos 162 pessoas mortas, segundo comunicado da Cruz Vermelha e autoridades locais, em um dos episódios de violência mais letais no país nos últimos meses.
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O ataque ocorreu na noite de terça-feira no vilarejo de Woro e em outra comunidade próxima, Nuku, quando homens armados invadiram as localidades, dispararam contra moradores, incendiaram casas, lojas e partes da infraestrutura local, e executaram vítimas enquanto muitas tentavam fugir para o matagal.
— Relatos indicam que o número de mortos agora chega a 162, enquanto as buscas por mais corpos continuam — afirmou Babaomo Ayodeji, secretário da Cruz Vermelha no estado de Kwara, atualizando um balanço preliminar mais baixo divulgado anteriormente.
Entre os desaparecidos está o rei tradicional da comunidade, Alhaji Salihu Umar, cujo paradeiro permanece desconhecido após a investida dos homens armados, de acordo com relatos locais.
O ataque foi confirmado pela polícia, que ainda não divulgou um número oficial de vítimas, e pelo governo estadual. O governador de Kwara, AbdulRahman AbdulRazaq, condenou o ataque como uma “covardia” de grupos armados pressionados pelas campanhas de segurança no estado.
— Uma expressão covarde de frustração por parte de células terroristas, em resposta às campanhas antiterrorismo em andamento em partes do estado — declarou.
A Nigéria enfrenta uma complexa crise de segurança, com grupos extremistas, milícias armadas e gangues atuando em diversas regiões do país, incluindo um aumento de sequestros e ataques a comunidades rurais. Grupos jihadistas atuam no nordeste e no noroeste, enquanto a violência intercomunitária é predominante nos estados centrais.
Autoridades nigerianas têm intensificado operações militares contra esses grupos, mas a violência e os ataques a civis continuam, ampliando a pressão sobre as forças de segurança e gerando preocupação internacional sobre a escalada do conflito.
Com informações de AfricaNEWS e AFP
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Com informações de AfricaNEWS e AFP










