A Arábia Saudita anunciou planos para emitir passaportes para os milhões de camelos do país, a fim de gerir melhor estes animais. O reino quer desenvolver e regulamentar o setor de camelos. Além do número de registro de cada animal, o documento terá fotografias do camelo, tiradas dos lados direito e esquerdo.
O Ministério do Meio Ambiente, Água e Agricultura prometeu que a iniciativa melhorará a “produtividade, a eficiência do setor e permitirá construir uma base de dados de referência confiável sobre os camelos”.
Uma publicação do ministério nas redes sociais, na última terça-feira (3), incluía uma imagem do documento: um passaporte verde com o brasão do país e a imagem dourada de um camelo.
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O passaporte “contribuirá para organizar as operações de venda e comércio ao regulamentar a troca e o transporte, garantir a documentação oficial, proteger os direitos dos proprietários e facilitar a comprovação de propriedade”, segundo a rede estatal Al Ekhbariya.
Em 2024, o governo estimou que havia cerca de 2,2 milhões de camelos no reino. Segundo o ministério, o passaporte servirá como documento de identificação oficial e credenciado. Nele estarão vinculados dados de saúde e regulamentares verificados do animal a que pertence.
O ministério afirma que o passaporte, a ser emitido com número próprio para cada animal, funcionará como um registro de identificação completo. Constarão no documento número do microchip do camelo, nome, data de nascimento, raça, sexo, cor, local de nascimento e autoridade emissora. As fotos a serem inclusas são para garantir uma identificação precisa. As informações são da BBC.
Os camelos, há muito tempo, são um meio de transporte vital na Arábia; conferiam status a seus proprietários e alimentavam o crescimento de uma lucrativa indústria de criação.
O país também organiza concursos de beleza de camelos em festivais anuais, onde admiradores sauditas gastam centenas de milhares de dólares nos animais que participam. Como alguns fazem trapaça, nos últimos anos os organizadores intensificaram o combate às modificações cosméticas, uma prática que prosperou apesar das sanções.
Os métodos para fazer os lábios dos camelos ficarem mais caídos ou para dar às suas corcovas uma forma mais estilizada são especialmente malvistos pelas autoridades, que querem promover uma aparência natural.
Os camelos têm sido essenciais para a vida na Península Arábica durante milênios.
Uma investigação publicada em 2021 sugere que esculturas de tamanho real de camelos e cavalos entalhadas em rochas na Arábia Saudita podem ter cerca de 7 mil anos de antiguidade.
O Ministério do Meio Ambiente, Água e Agricultura prometeu que a iniciativa melhorará a “produtividade, a eficiência do setor e permitirá construir uma base de dados de referência confiável sobre os camelos”.
Uma publicação do ministério nas redes sociais, na última terça-feira (3), incluía uma imagem do documento: um passaporte verde com o brasão do país e a imagem dourada de um camelo.
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O passaporte “contribuirá para organizar as operações de venda e comércio ao regulamentar a troca e o transporte, garantir a documentação oficial, proteger os direitos dos proprietários e facilitar a comprovação de propriedade”, segundo a rede estatal Al Ekhbariya.
Em 2024, o governo estimou que havia cerca de 2,2 milhões de camelos no reino. Segundo o ministério, o passaporte servirá como documento de identificação oficial e credenciado. Nele estarão vinculados dados de saúde e regulamentares verificados do animal a que pertence.
O ministério afirma que o passaporte, a ser emitido com número próprio para cada animal, funcionará como um registro de identificação completo. Constarão no documento número do microchip do camelo, nome, data de nascimento, raça, sexo, cor, local de nascimento e autoridade emissora. As fotos a serem inclusas são para garantir uma identificação precisa. As informações são da BBC.
Os camelos, há muito tempo, são um meio de transporte vital na Arábia; conferiam status a seus proprietários e alimentavam o crescimento de uma lucrativa indústria de criação.
O país também organiza concursos de beleza de camelos em festivais anuais, onde admiradores sauditas gastam centenas de milhares de dólares nos animais que participam. Como alguns fazem trapaça, nos últimos anos os organizadores intensificaram o combate às modificações cosméticas, uma prática que prosperou apesar das sanções.
Os métodos para fazer os lábios dos camelos ficarem mais caídos ou para dar às suas corcovas uma forma mais estilizada são especialmente malvistos pelas autoridades, que querem promover uma aparência natural.
Os camelos têm sido essenciais para a vida na Península Arábica durante milênios.
Uma investigação publicada em 2021 sugere que esculturas de tamanho real de camelos e cavalos entalhadas em rochas na Arábia Saudita podem ter cerca de 7 mil anos de antiguidade.










