O líder chinês Xi Jinping afirmou que Taiwan é “a questão mais importante” nas relações entre a China e os Estados Unidos durante uma conversa telefônica com o presidente americano Donald Trump, realizada neste quarta-feira. Segundo a mídia estatal chinesa, Xi pediu que Washington aja com “prudência” no fornecimento de armas à ilha autogovernada.
Homem é investigado por crimes de abuso online contra ao menos 459 crianças na Austrália e em outros 15 países
Clima extremo: Tempestade Leonardo perde força após provocar morte e milhares de desalojamentos na Península Ibérica
De acordo com os relatos oficiais, o presidente chinês disse atribuir “grande importância” aos laços com os EUA e manifestou a expectativa de que os dois países encontrem caminhos para administrar suas divergências. Trump classificou a ligação como “excelente”, “longa e minuciosa”, em publicação nas redes sociais.
A conversa ocorre após uma série de visitas de líderes ocidentais à China nos últimos meses, em meio a esforços para redefinir a relação com a segunda maior economia do mundo. O próprio Trump afirmou que deve viajar a Peququim em abril, visita que disse “aguardar com muita expectativa”.
No plano comercial, o presidente americano afirmou que Pequim avalia comprar 20 milhões de toneladas de soja dos EUA, acima das atuais 12 milhões. “A relação com a China, e a minha relação pessoal com o presidente Xi, é extremamente boa, e ambos reconhecemos a importância de mantê-la assim”, escreveu Trump.
Além de Taiwan, os dois líderes discutiram a guerra da Rússia na Ucrânia, a situação no Irã e a compra de petróleo e gás americanos pela China, segundo Trump.
Sobre Taiwan, Xi reiterou a posição de Pequim de que a ilha é “território da China” e que o país “deve salvaguardar a soberania e a integridade territorial”. “Os Estados Unidos devem lidar com a questão da venda de armas para Taiwan com prudência”, alertou. A China promete há décadas a “reunificação” com a ilha e não descarta o uso da força.
Os EUA mantêm relações diplomáticas formais com Pequim, e não com Taiwan, mas seguem como principal aliado e maior fornecedor de armas da ilha. Em dezembro, o governo Trump anunciou uma venda de armamentos a Taiwan estimada em US$ 11 bilhões, incluindo lançadores de foguetes avançados, obuses autopropulsados e mísseis. À época, Pequim afirmou que a medida “aceleraria a escalada rumo a uma situação perigosa e violenta no Estreito de Taiwan”.
“Assim como os Estados Unidos têm suas preocupações, a China também tem as suas”, disse Xi a Trump. “Se ambos os lados trabalharem na mesma direção, com espírito de igualdade, respeito e benefício mútuo, certamente encontraremos maneiras de abordar as preocupações um do outro.”
Em Taipé, o líder taiwanês Lai Ching-te afirmou na quinta-feira que as relações com os EUA permanecem “sólidas como uma rocha” e que “todos os projetos de cooperação em andamento continuam”.
Homem é investigado por crimes de abuso online contra ao menos 459 crianças na Austrália e em outros 15 países
Clima extremo: Tempestade Leonardo perde força após provocar morte e milhares de desalojamentos na Península Ibérica
De acordo com os relatos oficiais, o presidente chinês disse atribuir “grande importância” aos laços com os EUA e manifestou a expectativa de que os dois países encontrem caminhos para administrar suas divergências. Trump classificou a ligação como “excelente”, “longa e minuciosa”, em publicação nas redes sociais.
A conversa ocorre após uma série de visitas de líderes ocidentais à China nos últimos meses, em meio a esforços para redefinir a relação com a segunda maior economia do mundo. O próprio Trump afirmou que deve viajar a Peququim em abril, visita que disse “aguardar com muita expectativa”.
No plano comercial, o presidente americano afirmou que Pequim avalia comprar 20 milhões de toneladas de soja dos EUA, acima das atuais 12 milhões. “A relação com a China, e a minha relação pessoal com o presidente Xi, é extremamente boa, e ambos reconhecemos a importância de mantê-la assim”, escreveu Trump.
Além de Taiwan, os dois líderes discutiram a guerra da Rússia na Ucrânia, a situação no Irã e a compra de petróleo e gás americanos pela China, segundo Trump.
Sobre Taiwan, Xi reiterou a posição de Pequim de que a ilha é “território da China” e que o país “deve salvaguardar a soberania e a integridade territorial”. “Os Estados Unidos devem lidar com a questão da venda de armas para Taiwan com prudência”, alertou. A China promete há décadas a “reunificação” com a ilha e não descarta o uso da força.
Os EUA mantêm relações diplomáticas formais com Pequim, e não com Taiwan, mas seguem como principal aliado e maior fornecedor de armas da ilha. Em dezembro, o governo Trump anunciou uma venda de armamentos a Taiwan estimada em US$ 11 bilhões, incluindo lançadores de foguetes avançados, obuses autopropulsados e mísseis. À época, Pequim afirmou que a medida “aceleraria a escalada rumo a uma situação perigosa e violenta no Estreito de Taiwan”.
“Assim como os Estados Unidos têm suas preocupações, a China também tem as suas”, disse Xi a Trump. “Se ambos os lados trabalharem na mesma direção, com espírito de igualdade, respeito e benefício mútuo, certamente encontraremos maneiras de abordar as preocupações um do outro.”
Em Taipé, o líder taiwanês Lai Ching-te afirmou na quinta-feira que as relações com os EUA permanecem “sólidas como uma rocha” e que “todos os projetos de cooperação em andamento continuam”.










