Um vídeo mostra o momento que pode ser o princípio do incêndio que deixou 41 mortos em um bar na Suíça durante as comemorações de Ano Novo. Nas imagens, é possível ver quando uma pessoa, sobre os ombros de outras, segura uma garrafa de champanhe em cada mão, com um item pirotécnico na ponta. Dada a altura em que a pessoa estava, o fogo teve contato com o forro do teto do local, que passa a pegar fogo.
Entre empurrões, gritos e acusações: familiares atacam donos de boate na Suíça durante interrogatório sobre incêndio que matou 41 pessoas
Veja: imagens inéditas do interior carbonizado mostram destruição após incêndio em boate na Suíça que deixou 41 mortos
Há diversas outras pessoas fazendo o mesmo: mascaradas, carregam duas garrafas de champanhe com uma espécie de sinalizador na ponta e circulam (com os braços erguidos) pelo bar, que tem o forro baixo. Em depoimentos, os proprietários do bar Jacques Moretti, de 49 anos, e sua mulher, Jessica Moretti, de 40, apontam a garçonete Cyane Panine, de 24 anos, como a responsável por iniciar o incêndio.
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O vídeo corrobora a versão dos promotores, que acreditavam que fogo se alastrou após os frequentadores da festa ergueram garrafas de champanhe com velas de faísca muito perto da espuma de isolamento acústico no teto do porão do bar, material inflamável que teria propagado as chamas rapidamente.
No curso das investigações, uma testemunha deu uma declaração, que consta em um relatório oficial elaborado pelas autoridades suíças, de que Cyane usava um capacete que impedia a visão em determinados ângulos, o que teria impedido de ver que as velas de faíscas, que estavam presas a garrafas de champanhe que ela segurava, tocavam o teto.
A tragédia durante a festa no Le Constellation, na estação de esqui de Crans-Montana, também culminou em 115 feridos. As vítimas fatais do desastre tinham entre 14 e 39 anos, mas a maioria era adolescente. Apenas quatro tinham mais de 24 anos. Entre os mortos encontram-se 23 cidadãos suíços, incluindo um cidadão com dupla nacionalidade franco-suíça, e 18 estrangeiros.
Quatro pessoas estão atualmente sob investigação criminal: os coproprietários do bar, o atual chefe de segurança pública do município de Crans-Montana e um ex-oficial de segurança contra incêndio de Crans-Montana.
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O vídeo corrobora a versão dos promotores, que acreditavam que fogo se alastrou após os frequentadores da festa ergueram garrafas de champanhe com velas de faísca muito perto da espuma de isolamento acústico no teto do porão do bar, material inflamável que teria propagado as chamas rapidamente.
No curso das investigações, uma testemunha deu uma declaração, que consta em um relatório oficial elaborado pelas autoridades suíças, de que Cyane usava um capacete que impedia a visão em determinados ângulos, o que teria impedido de ver que as velas de faíscas, que estavam presas a garrafas de champanhe que ela segurava, tocavam o teto.
A tragédia durante a festa no Le Constellation, na estação de esqui de Crans-Montana, também culminou em 115 feridos. As vítimas fatais do desastre tinham entre 14 e 39 anos, mas a maioria era adolescente. Apenas quatro tinham mais de 24 anos. Entre os mortos encontram-se 23 cidadãos suíços, incluindo um cidadão com dupla nacionalidade franco-suíça, e 18 estrangeiros.
Quatro pessoas estão atualmente sob investigação criminal: os coproprietários do bar, o atual chefe de segurança pública do município de Crans-Montana e um ex-oficial de segurança contra incêndio de Crans-Montana.










