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A Venezuela comprará apenas produtos fabricados nos Estados Unidos com o dinheiro recebido do petróleo vendido sob supervisão de Washington, anunciou o presidente americano, Donald Trump, nesta quarta-feira.
“Acabei de ser informado de que a Venezuela comprará somente produtos fabricados nos Estados Unidos com o dinheiro recebido do nosso novo acordo petrolífero”, publicou Trump em sua plataforma, Truth Social.
“Essas compras incluirão, entre outras coisas, produtos agrícolas dos EUA e medicamentos, dispositivos médicos e equipamentos fabricados nos EUA para melhorar a rede elétrica e as instalações de energia da Venezuela”, afirmou.

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Um raro meteoro verde cruzou o céu noturno sobre o vulcão Mayon, nas Filipinas, e chamou atenção de cientistas e moradores ao criar uma cena incomum atrás de um dos vulcões mais ativos do país. O fenômeno foi registrado às 22h33 desta segunda-feira (25), no horário local, por uma câmera do Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia (PHIVOLCS) instalada na região de Lignon Hill.
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As imagens mostram o objeto brilhante descendo sobre a encosta norte do vulcão, conhecido mundialmente pelo formato cônico quase perfeitamente simétrico. Inicialmente, houve suspeitas de que o meteoro pudesse ter atingido a área do Mayon, localizado a cerca de 330 quilômetros de Manila. Após análises sísmicas, de infrassom e de vídeo, no entanto, o PHIVOLCS informou que o corpo celeste se desintegrou ainda na atmosfera.
Assista:
Câmera registra momento em que meteoro risca céu sobre vulcão nas Filipinas
Cena impressiona moradores e internautas
A combinação entre o meteoro luminoso e a intensa atividade vulcânica rapidamente viralizou nas redes sociais, onde muitos compararam a cena a um cenário de fim do mundo.
“Que vídeo incrível! Um meteoro cruzando o céu bem em cima de um vulcão em erupção? O universo deu um show esta noite. A natureza é demais!”, escreveu um usuário.
Outro comentou sobre o aspecto dramático da imagem: “Legal, mas também com uma vibe apocalíptica”.
Um terceiro internauta associou o episódio a antigas narrativas mitológicas: “Imagine que você é uma tribo ancestral rezando para o deus vulcão furioso e, de repente, um meteoro cai bem ao lado. Esse tipo de coisa cria mitos e lendas”.
O Monte Mayon vem apresentando atividade frequente nos últimos meses. No início de maio, mais de 300 famílias precisaram deixar suas casas após o colapso de depósitos de lava provocar fluxos piroclásticos e grande emissão de cinzas. Desde janeiro, o vulcão registra erupções leves intermitentes.
As autoridades filipinas mantêm o alerta vulcânico no nível 3, em uma escala de cinco, e seguem proibindo o acesso à zona de perigo permanente de seis quilômetros ao redor da cratera devido ao risco de explosões repentinas, fluxos de lava e queda de rochas.

O governo federal publicou nesta terça-feira (25) a medida provisória que abre crédito extraordinário de R$ 30 bilhões para a compra de veículos por motoristas de táxi e de aplicativo.

A iniciativa faz parte do programa Move Brasil, lançado no dia 19 de maioe os recursos vão ser repassados pelo Ministério da Fazenda ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que vai operacionalizar a medida.

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A medida provisória está em vigor e segue agora para apreciação do Congresso Nacional. A expectativa do governo é que sejam comercializados, no mínimo, 200 mil carros.

Para se habilitar, o motorista precisa preencher cadastro na plataforma gov.br/movebrasil. Em um prazo de até cinco dias após o cadastro, será informado se poderá participar do programa. 

A partir do dia 18 de junho, quem recebeu a confirmação de participação no programa poderá procurar as concessionárias e instituições financeiras para análise de crédito.

Um pedido de vista do deputado Maurício Macron (PL-RS) adiou a votação do relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a jornada de trabalho 6X1. O texto, apresentado nessa segunda-feira (25) na comissão especial que analisa a PEC, prevê a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem redução salarial.

Com o pedido de vista, o presidente da comissão, Alencar Santana (PT-SP), marcou reunião para debate e votação da proposta nesta quarta-feira (27). 

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O parecer apresentado por Prates, que modifica o artigo 7º da Constituição Federal, determinando que a duração do trabalho normal não deverá ser superior a oito horas diárias e 40 horas semanais, “facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.”

O texto também determina dois dias de repouso semanal remunerado, um deles preferencialmente aos domingos.

Pela proposta, o fim da escala 6×1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto “sem qualquer redução salarial, seja nominal, proporcional ou de qualquer outra espécie.”

Transição

O relator rejeitou as emendas de deputados da oposição que previam uma transição de 10 anos para a redução da jornada e compensação para os empregadores,, manutenção das 44 horas para serviços essenciais e compensação econômica a empresas para aprovar o fim da escala 6×1.

O relatório apresentado prevê uma transição para a implementação da nova jornada de trabalho em dois períodos. A medida foi incluída após um acordo do governo com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O primeiro período de transição será 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, com a duração do trabalho normal passando de 44 para 42 horas semanais.

Doze meses após a entrada em vigor da mudança para 42 horas, a duração do trabalho será reduzida em duas horas, ficando nas 40 horas semanais, com o máximo de 8 horas diárias de trabalho.

Após o prazo de 60 dias e dentro do período de redução da jornada, o texto prevê, entretanto, a possibilidade de ampliar a duração diária do trabalho normal para “viabilizar a distribuição da duração semanal do trabalho”. Essa ampliação deverá ser feita por negociação em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

A medida é prevista no artigo 3º do texto, que determina que decorridos 60 dias da publicação da emenda constitucional, “ficarão sem efeito as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho sobre duração do trabalho e repouso semanal remunerado incompatíveis com as disposições dessa emenda.”

Ao defender a redução da jornada, Prates reconheceu que a medida representa uma intervenção relevante no mercado de trabalho, “cujas consequências econômicas de curto prazo devem ser consideradas”.

O relator citou as críticas de empregadores de que manter o mesmo salário para uma quantidade menor de horas de trabalho implica aumento direto e imediato no custo do trabalho por hora efetivamente trabalhada, mas argumentou que a redução gradual da jornada é o mecanismo para reduzir eventuais riscos.

“Com a implementação progressiva, estamos permitindo que empresas e setores planejem investimentos em tecnologia e na reorganização operacional, em vez de recorrerem imediatamente a eventuais cortes de empregos ou repasse de custos a consumidores”, defendeu.

O parecer diz ainda que uma lei ordinária poderá dispor sobre as hipóteses e condições em que a duração do trabalho e os dias de repouso semanal remunerado poderão observar regimes diferenciados, a exemplo dos trabalhadores com jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento.

“Excepcionalmente, convenção ou acordo coletivo de trabalho poderão, inclusive para os trabalhadores sujeitos a regimes diferenciados de trabalho estabelecidos em lei ou norma regulamentadora, estabelecer regime compensatório que assegure, na média, dois dias de repouso semanal remunerado dentro do mês-calendário, garantido o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”, diz o texto.

Além disso, as novas regras não se aplicam a jornadas de trabalho já fixadas em patamar igual ou inferior a 40 horas semanais.

Ainda de acordo com o parecer, lei complementar poderá estabelecer medidas transitórias, condicionadas à manutenção de níveis de emprego, “de mitigação dos impactos decorrentes desta emenda constitucional”, para os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte.

Segundo o relator, o apoio aos empreendimentos de menor porte deve operar como instrumento de transição ordenada, preservando a coerência entre o regime de mitigação e os objetivos de proteção ao trabalho.

“A vinculação das medidas de mitigação à manutenção dos níveis de emprego reflete a premissa de que o tratamento diferenciado conferido a esse segmento deve servir à preservação dos postos de trabalho  existentes”, afirmou.

Em resumo, a proposta, após a promulgação da PEC, determina em 60 dias:

      – o início da escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso; 

       -a jornada reduzida de 44 horas semanais para 42 horas. 

Em 14 meses:

     – jornada deve cair de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5X2. 

Pejotização

Outro ponto do texto diz que as novas regras não se aplicam aos empregados com diploma de nível superior, que percebam remuneração mensal igual ou superior a duas vezes e meia o limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social, atualmente em R$ 8.475,55.

Nesses casos a redução só ocorrerá por liberalidade do empregador ou se houver previsão em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

O texto deixa explícito que a exceção não se aplica aos empregados públicos da administração direta e indireta de quaisquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

Segundo o relator, a medida se aplica aos trabalhadores por ele classificados como “hipersuficientes”, que têm “significativa capacidade de negociação e autonomia na definição das condições em que desempenham suas atividades”.

Para Prates, a medida enfrenta o fenômeno da “pejotização”, no qual trabalhadores são contratados como pessoas jurídicas.

“Em muitos casos, o motivo pelo qual esses trabalhadores optam pela formalização como pessoa jurídica não é somente para escapar ao controle de jornada, mas sim porque o regime atualmente existente não oferece a flexibilidade compatível com a natureza de suas atividades”, afirmou.

“Essa medida é importante para modernizar as relações laborais de profissionais hipersuficientes, combatendo diretamente o fenômeno da ‘pejotização’, que prejudica substancialmente o financiamento da Previdência Social”, acrescentou.

Contratos com a administração pública

Nos casos de contratos celebrados pela administração pública direta e indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, que se encontrem vigentes na entrada em vigor das mudanças e cuja execução envolva emprego direto de mão de obra, a redução da duração do trabalho será aplicada “após aditamento contratual para manutenção do equilíbrio econômico-financeiro, conforme o regime jurídico aplicável, a ser formalizado no prazo máximo de 12 meses contado da publicação desta emenda constitucional.”

A medida se aplica aos contratos regidos pela legislação de licitações e contratos administrativos, de concessões e permissões de serviços e obras públicas, de parcerias público-privadas e de outros instrumentos de colaboração com a iniciativa privada.

Nesses casos, os empregados desses contratos passam a ser abrangidos pela nova jornada na data da formalização do aditamento ou ao final do prazo final de 12 meses previsto para a realização do aditamento.

“Os contratos aditados no prazo de 60 dias da data de publicação desta emenda constitucional deverão observar as disposições sobre redução da duração do trabalho normal e incremento do repouso semanal remunerado a partir do respectivo início das vigências instituídas nesta emenda”, diz o texto.

A polícia do distrito de Tha Luang, na província de Lop Buri, na Tailândia, recorreu a um disfarce pouco convencional para prender um suspeito de tráfico de metanfetamina durante um festival de dança. Seis agentes — cinco homens e uma mulher — vestiram roupas coloridas com lantejoulas e se passaram por integrantes de um grupo feminino de dança para se aproximar do alvo.
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O suspeito, identificado como Mekha Fa-wap-wap, foi detido com mais de 53 comprimidos de metanfetamina e cerca de 200 sacos plásticos que, segundo as autoridades, seriam usados para armazenar e vender drogas. A polícia também apreendeu um celular que teria sido utilizado para administrar uma operação ilegal de jogos de azar online.

Fa-wap-wap foi acusado de posse de narcóticos de categoria um com finalidade de venda e de operar uma máquina caça-níquel online ilegal. Ele permanece sob custódia enquanto as investigações continuam.
Após a prisão, os agentes, ainda usando os vestidos coloridos e brilhantes, posaram para fotos atrás do suspeito algemado na delegacia. A operação foi liderada pelo coronel Panthep Panadi. Nas imagens divulgadas, os policiais aparecem tentando conter o riso diante da cena incomum.
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“Não queríamos sair para prendê-lo, é um desperdício do aluguel da fantasia”, dizia a legenda da foto compartilhada pela polícia tailandesa na sexta-feira.

A Polícia Federal está nas ruas do Rio de Janeiro nesta manhã de terça-feira (26) com a Operação Compliance Zero e investiga possíveis crimes financeiros envolvendo recursos do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência).

A PF investiga aplicações de R$ 2,01 bilhões a partir de 2024 em fundos do Banco Master, instituição suspeita de fraudes financeiras e que foi liquidada pelo Banco Central em novembro de 2025.

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Na época em que essas aplicações foram feitas, a Rioprevidência estava sob gestão do então governador Cláudio Castro. Castro renunciou ao mandato este ano e está inelegível.

A investigação desta manhã é um desdobramento da Operação Barco de Papel, que identificou aportes de R$ 970 milhões em Letras Financeiras também do Banco Master entre 2023 e 2024.

A ação da PF, apura ao todo cerca de R$ 3 bilhões transferidos pela Rioprevidência.

A polícia de Utah, nos Estados Unidos, intensificou nesta semana as buscas por dois irmãos pequenos desaparecidos após o pai, identificado como Stephen “Dane” Richman, de 46 anos, não devolvê-los à mãe durante uma troca de custódia. Segundo documentos obtidos pela emissora local Fox 13, investigadores localizaram o homem na região de San Diego, próxima à fronteira com o México, aumentando a suspeita de que ele possa ter deixado o país.
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As crianças, Will, de um ano, e Wesley Richman, ainda bebê, não são vistas desde 16 de maio. O caso ganhou repercussão após a mãe dos meninos, Lizzie Tomich, publicar um vídeo nas redes sociais pedindo ajuda para encontrá-los. O desaparecimento levou as autoridades a emitirem um Alerta Amber, mecanismo utilizado nos EUA em casos de sequestro ou desaparecimento infantil considerados de alto risco.
De acordo com Tomich, o pai das crianças deveria devolvê-las no sábado, conforme o acordo temporário de guarda compartilhada, mas não apareceu no local combinado. Dias antes, ela afirma ter descoberto que Richman havia dispensado o advogado, abandonado o emprego e esvaziado a própria casa.
“Entrei em contato imediatamente, ligando e mandando mensagens, mas ele não respondeu. Quando a polícia chegou à residência, a casa estava vazia e várias coisas haviam sido retiradas. Foi quando percebemos que algo estava errado” relatou a mãe nas redes.
Dane Stephen Richman, de 46 anos, não compareceu à audiência de troca de custódia com a mãe dos meninos
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Investigação aponta planejamento da fuga
A advogada da família, Brittany Skinner, afirmou que Richman não tinha autorização judicial para deixar o estado com os filhos sem consentimento prévio da mãe ou da Justiça. Segundo ela, os investigadores concluíram que o homem demonstrava intenção clara de fugir.
“Ele pediu demissão, vendeu quase todos os pertences e saiu levando praticamente tudo o que tinha. Estamos pedindo ajuda pública para trazer essas crianças para casa”, afirmou à imprensa americana.
As autoridades alertaram que os meninos podem estar em “perigo iminente”, citando relatos sobre depressão severa e dificuldades financeiras enfrentadas pelo pai. A polícia acredita que ele esteja dirigindo um Toyota Camry preto 2025, com placa de Utah A561HL, embora exista a possibilidade de o veículo estar utilizando uma placa temporária.
Will é descrito pelas autoridades como uma criança de cabelos loiros ou ruivos e olhos azuis. Wesley também possui cabelos claros e olhos azuis. Em um novo apelo público, Tomich pediu que moradores e motoristas acionem imediatamente a polícia em caso de avistamento.
“Sinto muita falta dos meus bebês. Eles são o meu mundo. Por favor, me ajudem a encontrá-los”, escreveu a mãe nas redes sociais.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou na terça-feira ter abatido um drone americano e disparado contra outras aeronaves que entraram no espaço aéreo do país. Aeronaves militares americanas “entraram no espaço aéreo iraniano na região do Golfo Pérsico, e unidades de defesa aérea do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica… identificaram e abateram um drone MQ-9”, disseram os membros da Guarda em um comunicado em seu site Sepah News.
As forças da Guarda “também dispararam contra um drone RQ-4 e um caça F-35 que invadiu o espaço aéreo”, afirmou o comunicado, sem especificar quando os incidentes ocorreram.
Cercado de incertezas, o plano de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de viajar aos Estados Unidos na tentativa de se reunir com Donald Trump e tentar atenuar os efeitos da crise provocada pelo pedido de dinheiro a Daniel Vorcaro até o momento só serviu para ampliar a fervura em banho-maria à qual o presidenciável do PL está exposto. A estratégia, arriscada, depende da disposição do chefe da Casa Branca em recebê-lo e da habilidade de aliados da família Bolsonaro no governo dos EUA em encaixá-lo na agenda. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
As pirâmides do Egito, especialmente a Grande Pirâmide de Gizé, foram construídas com características que ajudam a resistir a terremotos há mais de 4,6 mil anos, segundo um estudo publicado na última quinta-feira na revista Scientific Reports. Pesquisadores analisaram vibrações internas da estrutura e concluíram que o monumento foi projetado de forma capaz de dissipar energia sísmica e evitar o colapso.
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O trabalho foi conduzido por cientistas do Instituto Nacional de Pesquisa em Astronomia e Geofísica do Egito (NRIAG), que instalaram sensores (chamados de sismômetros) em dezenas de pontos da pirâmide para medir como ela reage às vibrações naturais do solo. Os resultados mostraram que a estrutura vibra em uma frequência diferente da do terreno ao redor, o que impede o efeito de ressonância durante terremotos — fenômeno que amplifica tremores e pode destruir edifícios.
Segundo os pesquisadores, a pirâmide apresenta uma combinação de fatores que contribui para sua estabilidade: base ampla, centro de gravidade baixo, geometria simétrica e milhões de blocos de pedra encaixados de forma uniforme. As chamadas câmaras de alívio, localizadas acima da Câmara do Rei, também ajudam a dispersar a energia sísmica antes que ela atinja áreas mais sensíveis da construção.
Pirâmides de Gizé, no Egito
Pexels
“Esses elementos, em conjunto, criam uma estrutura bem equilibrada e coerente”, disse o sismólogo do NRIAG Mohamed ElGabry, principal autor do estudo.
A pesquisa destaca ainda que a Grande Pirâmide sobreviveu praticamente intacta a terremotos históricos registrados no Egito, incluindo os de 1847 e 1992, que destruíram milhares de edificações modernas e deixaram cerca de 560 mortos. Apesar de alguns revestimentos externos terem se soltado ao longo dos séculos, a estrutura principal permaneceu estável.
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Os especialistas afirmam que a resistência da construção também está relacionada ao fato de ela ter sido erguida sobre uma base sólida de calcário. Além disso, o formato piramidal concentra a maior parte da massa na parte inferior, reduzindo riscos de instabilidade.
A Grande Pirâmide de Gizé foi construída durante o reinado do faraó Quéops, por volta de 2550 a.C., e originalmente tinha cerca de 146 metros de altura. Com aproximadamente 2,3 milhões de blocos de pedra, o monumento segue sendo a única das Sete Maravilhas do Mundo Antigo ainda existente.
A Coreia do Norte lançou um “projétil não identificado” no Mar Amarelo, ao largo de sua costa oeste, na terça-feira, informou o Exército sul-coreano. “O Norte lançou um projétil não identificado no Mar Amarelo”, afirmou o Estado-Maior Conjunto em Seul, em um comunicado, usando a denominação que dá ao Mar Amarelo, localizado entre a Península Coreana e a China.
O lançamento ocorre um mês depois de a Coreia do Norte, uma nação com armas nucleares, ter disparado múltiplos mísseis balísticos de curto alcance. O objetivo desse teste era “verificar as características e o poder de uma ogiva de bomba de fragmentação”, informou a mídia estatal na época.
A agência de notícias sul-coreana Yonhap informou na semana passada que o presidente chinês, Xi Jinping, provavelmente visitará a Coreia do Norte ainda esta semana, citando fontes governamentais anônimas.
Nem Pequim nem Pyongyang confirmaram a visita até o momento.

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