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O presidente Volodymyr Zelensky afirmou na quinta-feira que a Rússia lançou centenas de drones e dezenas de mísseis contra a Ucrânia durante a noite, em um ataque que matou uma pessoa, e alertou que outras vítimas podem estar soterradas sob os escombros.
“Durante a noite, os russos lançaram mais de 670 drones e 56 mísseis contra a Ucrânia”, escreveu Zelensky em uma publicação nas redes sociais, acrescentando que “essas definitivamente não são as ações de quem acredita que a guerra está chegando ao fim. É importante que os parceiros não se calem sobre este ataque.”

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O Exército de Israel afirmou ter lançado novos ataques contra alvos do Hezbollah no sul do Líbano nesta quinta-feira (14), poucas horas antes do início de negociações mediadas pelos Estados Unidos entre os dois países, em Washington. Segundo os militares, as ofensivas tiveram como alvo “instalações terroristas do Hezbollah” em diferentes áreas da região, após alertas de evacuação serem emitidos para várias aldeias do sul libanês.
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A nova ofensiva ocorre em meio ao frágil cessar-fogo firmado após meses de confrontos na fronteira e reforça o temor de uma escalada mais ampla. Apesar da trégua, um ataque israelense também atingiu um carro em uma importante rodovia que liga Beirute ao sul do país, na região de Jiyeh, a cerca de 20 quilômetros da capital libanesa, segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano. O episódio reacendeu a tensão em uma área considerada estratégica para o deslocamento entre o sul e a capital.
Nos últimos dias, os bombardeios israelenses já haviam deixado ao menos 13 mortos no sul do Líbano, incluindo dois socorristas que atendiam vítimas de um ataque anterior em Nabatieh e uma pessoa ferida que eles tentavam resgatar, de acordo com o Ministério da Saúde libanês. Beirute afirma que, desde o cessar-fogo de 17 de abril, ao menos 380 pessoas morreram em ataques intensificados, enquanto o líder do Hezbollah, Naim Qassem, prometeu transformar o campo de batalha em um “inferno” para as forças israelenses.
A escalada no Líbano ocorre paralelamente ao impasse entre Estados Unidos e Irã, que mantém o Estreito de Ormuz sob forte pressão e amplia a instabilidade regional. Avaliações de inteligência americana citadas pelo The New York Times apontam que Teerã ainda preserva parte significativa de sua capacidade de mísseis, enquanto países como Austrália, França e Reino Unido articulam missões defensivas para proteger a navegação e conter possíveis ataques na região.
O cenário também já provoca efeitos econômicos globais. Com o estreito praticamente fechado ao tráfego de petroleiros, os preços do petróleo avançaram fortemente, com o barril do Brent subindo para US$ 107,77 e o WTI para US$ 102,18. Nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor atingiu o maior nível em três anos, enquanto o Pentágono elevou para quase US$ 29 bilhões a estimativa de custo da guerra com o Irã, ampliando a pressão política sobre o presidente Donald Trump.
James e Julia Ambrose celebraram no último fim de semana um marco raro: 75 anos de casamento. Moradores de Ligonier, pequena cidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, o casal, ambos na casa dos 90 anos, compartilhou com a CBS News Pittsburgh a trajetória de uma relação iniciada ainda no começo da década de 1950, durante a Guerra da Coreia.
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A história começou quando Julia caminhava com uma amiga pelo centro juvenil da cidade, próximo a um campo de beisebol. Foi ali que chamou a atenção de James, que estava com um amigo observando o movimento.
— Estávamos no centro juvenil e costumávamos ir para o centro e dar uma volta pelo campo de beisebol. E ele e o amigo dele aparentemente estavam lá procurando garotas bonitas, e acabaram chamando nossa atenção — relembrou Julia à emissora americana, nesta terça-feira (12).
Confira:
O início de uma vida juntos
Questionado sobre o que notou primeiro na futura esposa, James respondeu com bom humor e sinceridade.
— Acho que foi a aparência dela. Bem curvilínea — disse, sorrindo.
Julia também guarda uma lembrança marcante daquele primeiro encontro e descreveu o marido como um jovem elegante.
— Sentado ali no carro, com um cachimbo na boca. Nossa, ele estava tão elegante — contou.
Pouco tempo depois, os dois se casaram e construíram uma família com dois filhos e duas filhas. Hoje, o casal soma ainda 12 netos, 21 bisnetos e dois tataranetos. A filha mais velha, Joanne Ambrose, afirmou à CBS News que sente orgulho da trajetória dos pais e da harmonia familiar que mantêm até hoje.
— Quando converso com meus amigos e posso dizer que meus pais ainda estão aqui comigo, que ambos têm mobilidade e moram sozinhos, percebo que é uma família maravilhosa. Nunca brigamos — essa é uma das características da nossa família — afirmou.
Ao ser perguntado sobre o segredo para um casamento tão longevo, James respondeu em tom de brincadeira, mas com uma lição clara sobre convivência. Segundo ele, percebeu logo no altar que não seria “o chefe” da casa.
— Acho que foi quando o pastor me fez dizer “sim” — disse.
O presidente chinês, Xi Jinping, disse a uma delegação de executivos de empresas americanas que a China “se abrirá ainda mais” para o mundo, durante seu encontro na quinta-feira em Pequim com o presidente dos EUA, Donald Trump.
“A China abrirá ainda mais suas portas para o mundo exterior… As empresas americanas desfrutarão de perspectivas ainda mais promissoras na China”, disse o líder asiático, segundo a mídia estatal chinesa.
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, e o CEO da Tesla, Elon Musk, estão entre os executivos que viajaram para a gigante asiática com Trump.
O telescópio espacial James Webb, da Nasa, conseguiu obter a análise mais detalhada já feita da superfície de um exoplaneta rochoso fora do Sistema Solar. O alvo foi o LHS 3844 b, também chamado de Kua’kua (que significa borboleta, em língua indígena costa-riquenha), um planeta com características semelhantes às de Mercúrio, sem atmosfera detectável e submetido a temperaturas extremas.
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A descoberta foi publicada na revista científica “Nature Astronomy” em 4 de maio e chamou atenção dos astrônomos por permitir, pela primeira vez, um estudo direto da geologia superficial de um exoplaneta rochoso. Segundo os pesquisadores, a composição escura e basáltica da superfície lembra a de Mercúrio e da Lua.
O LHS 3844 b é classificado como uma “super-Terra”, categoria usada para planetas rochosos maiores que a Terra. De acordo com dados da Nasa, ele possui cerca de 2,3 vezes a massa do nosso planeta e um raio aproximadamente 30% maior. O planeta orbita uma estrela anã vermelha do tipo M e completa uma volta ao redor dela em apenas meio dia terrestre — cerca de 11 horas.
Sua distância em relação à estrela é extremamente pequena: 0,00624 unidade astronômica, o equivalente a menos de 1% da distância entre a Terra e o Sol.
Por causa dessa proximidade, o planeta é travado gravitacionalmente, mantendo sempre a mesma face voltada para a estrela. Isso cria um contraste térmico severo entre os dois lados: enquanto a face iluminada pode atingir cerca de 725°C, o lado escuro permanece extremamente frio.
Os cientistas afirmam que não há evidências de atmosfera significativa. A ausência de gases capazes de redistribuir calor ajuda a explicar a diferença extrema de temperatura entre os hemisférios. Sem proteção atmosférica e sem água líquida, o planeta é considerado totalmente inabitável.
Um ataque generalizado da Rússia contra Kiev e a região ao entorno durante a noite deixou pelo menos uma pessoa morta e 16 feridas, anunciaram as autoridades da capital ucraniana nesta quinta-feira. “Neste momento, temos 16 pessoas feridas no ataque. Infelizmente, uma pessoa morreu”, disse Timur Tkachenko, chefe da administração militar de Kiev, na plataforma de mensagens Telegram.
Jornalistas da AFP ouviram várias explosões e disparos antiaéreos durante a noite. O ataque afetou seis distritos da capital, bem como outros seis na região ao redor, de acordo com as autoridades militares.
O prefeito da cidade, Vitali Klitschko, afirmou que a Rússia atacou Kiev com “drones e mísseis balísticos”. Vários edifícios foram danificados, de acordo com imagens captadas por jornalistas da AFP e o balanço oficial.
Após uma trégua de três dias em comemoração ao fim da Segunda Guerra Mundial, os ataques diários da Rússia contra cidades ucranianas foram retomados na manhã de terça-feira. Na quarta-feira, Moscou lançou pelo menos 800 drones contra o país, segundo o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.
Até janeiro, quase 15 mil civis ucranianos haviam sido mortos e 40,6 mil ficaram feridos desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro de 2022, de acordo com um relatório da Missão de Monitoramento dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia, publicado naquele ano.
2025 foi o ano mais letal depois de 2022, com mais de 2,5 mil civis mortos, segundo o relatório.
Benjamin Netanyahu estava errado na sua estratégia para conter o programa nuclear iraniano e na sua estratégia para derrubar o regime de Teerã. Maior responsável pelo cenário atual no Oriente Médio, o premier israelense passou anos sabotando quem discordava dele. Com Donald Trump na Casa Branca, conseguiu levar adiante suas vontades tanto no primeiro como no segundo mandato do republicano. Todos nós observamos agora o resultado fracassado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O bebê no colo de Nesma tem o sorriso e os olhos curiosos da mãe, e nada dos três paramilitares que a violentaram em um estupro coletivo cometido há dois anos na capital do Sudão. O bebê Yasser é uma das milhares de crianças nascidas de sobreviventes de estupros nos três anos de combates entre o exército do Sudão e as Forças de Apoio Rápido (FAR), um grupo paramilitar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O governo de Donald Trump promoverá neste domingo o “Rededicate 250: National Jubilee of Prayer, Praise & Thanksgiving”, um festival religioso de nove horas no National Mall, em Washington DC, que integra as celebrações dos 250 anos da independência dos Estados Unidos. Segundo os organizadores, a iniciativa pretende “reafirmar as raízes cristãs” e promover uma “renovação espiritual” no país. Especialistas em religião e História dos EUA, porém, consideram o festival incomum e sem precedentes recentes pelo tamanho, pela presença de autoridades do governo e pela defesa explícita de uma identidade nacional ligada ao protestantismo conservador. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O presidente americano, Donald Trump, foi recebido com pompa na noite desta quarta-feira (manhã de quinta-feira no horário local) pelo mandatário chinês, Xi Jinping, para o aguardado encontro entre os líderes em Pequim, que poderá definir a próxima etapa da rivalidade entre as duas maiores potências mundiais. Espera-se que Trump e Xi discutam a guerra no Irã, o comércio, Taiwan e outros pontos de discórdia durante a cúpula, que durará dois dias.
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Xi cumprimentou Trump no opulento Grande Salão do Povo pouco depois das 10h (23h em Brasília), numa recepção grandiosa que contradiz as profundas tensões entre as maiores economias do mundo. Ambos estavam no centro enquanto uma banda militar chinesa tocava o hino nacional americano, “The Star-Spangled Banner”, e em seguida o hino nacional chinês, ao som de disparos de canhão.
Crianças em idade escolar, vestindo roupas coloridas e agitando bandeiras dos EUA e da China, pulavam e gritavam “bem-vindos, bem-vindos” enquanto Trump e Xi passavam por elas na praça.
Nos breves discursos dos líderes no início da reunião, Xi disse a Trump que estava “feliz” em recebê-lo em um momento em que o mundo se encontra numa “encruzilhada”. O americano, por sua vez, disse que Washington e Pequim terão “um futuro fantástico juntos.”
— Devemos ser parceiros em vez de adversários, alcançar o sucesso uns para os outros, prosperar juntos e forjar um caminho correto para que os principais países da nova era convivam em harmonia — acrescentou Xi.
Trump é recebido por Xi Jinping em Pequim
Brendan SMIALOWSKI / AFP
Depois da recepção no opulento Grande Salão do Povo, os dois líderes também participarão de um banquete de Estado no salão à noite, e Trump visitará o histórico Templo do Céu, um Patrimônio Mundial da Unesco, onde os imperadores da China oravam por boas colheitas.
O presidente dos EUA chegou para a cúpula a bordo do Air Force One na noite de quarta-feira, acompanhado por importantes CEOs, incluindo Jensen Huang, da Nvidia, e Elon Musk, da Tesla — símbolos dos acordos comerciais que Trump espera fechar.
Na ocasião, ele foi recebido com tapete vermelho, com 300 jovens chineses em uniformes brancos gritando “bem-vindo” e acenando em uníssono com pequenas bandeiras chinesas e americanas enquanto ele descia os degraus do avião presidencial, erguendo o punho em sinal de comemoração.
Na sexta-feira, Trump e Xi devem tomar chá e almoçar juntos antes de o presidente americano retornar a Washington.
Trump e Xi Jinping se reúnem em Pequim
Brendan SMIALOWSKI / AFP
Trump e Xi se encontraram pela última vez em outubro, na Coreia do Sul, onde concordaram em suspender uma desgastante guerra comercial na qual os EUA impuseram tarifas de três dígitos sobre produtos chineses e Pequim ameaçou restringir o fornecimento global de terras raras.
Muita coisa mudou desde então. Trump está agora envolvido em uma guerra com o Irã, o parceiro mais próximo da China no Oriente Médio, que levou a uma crise energética global e desviou recursos militares americanos da Ásia. A guerra também esgotou os estoques de munição dos EUA, levantando dúvidas entre alguns analistas chineses sobre a capacidade dos Estados Unidos de defender Taiwan, um parceiro próximo de Washington.
Xi, por sua vez, enfrenta seus próprios desafios ao lidar com um crescimento econômico mais lento, preços de energia mais altos e a possibilidade de uma recessão global que prejudicaria a economia chinesa, dependente das exportações.
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‘Um grande abraço’
Trump afirmou que espera um “grande abraço” de Xi, apostando no que acredita ser uma forte relação pessoal com o líder chinês, a quem elogiou dizendo que governa a China com “mão de ferro”. No topo da sua lista de desejos estarão acordos comerciais nas áreas de agricultura, aviação e outros temas.
A bordo do Air Force One, a caminho de Pequim, Trump prometeu nas redes sociais pressionar Xi para que ele “abrisse” a China para empresas americanas “para que essas pessoas brilhantes possam fazer sua mágica”.
O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou na quarta-feira que “acolhe com satisfação” a visita de Trump e que “a China está pronta para trabalhar com os Estados Unidos… para expandir a cooperação e administrar as diferenças”.
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Mas Trump está lidando com uma China diferente e mais ousada do que aquela que visitou há nove anos, com uma série de tensões comerciais e geopolíticas não resolvidas entre os dois países. A guerra com o Irã, em particular, ameaçou enfraquecer a posição de Trump nas negociações com Xi, tendo-o já forçado a adiá-las, inicialmente previstas para março.
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Trégua tarifária?
A guerra comercial latente entre os dois países também estará no topo da agenda, depois que as tarifas abrangentes de Trump no ano passado desencadearam uma série de retaliações que ultrapassaram os 100%. Trump e Xi devem discutir a prorrogação da trégua tarifária de um ano, alcançada durante o último encontro entre os dois líderes, embora um acordo esteja longe de ser certo.
Sobre Taiwan, outra questão que tem prejudicado as relações bilaterais, Trump disse na segunda-feira que conversaria com Xi sobre a venda de armas americanas para a democracia autônoma reivindicada pela China. Isso representaria um afastamento da insistência histórica dos EUA em não consultar Pequim sobre seu apoio à ilha, e será acompanhado de perto por Taipei e pelos aliados dos EUA na região.
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Os controles da China sobre as exportações de terras raras, a rivalidade na área de inteligência artificial e a tumultuada relação comercial entre os países também estão entre os temas que devem ser abordados pelos dois chefes de Estado.
Ambos os lados procurarão sair da cúpula com quaisquer vitórias possíveis, ao mesmo tempo que buscam estabilizar uma relação frequentemente tensa entre Pequim e Washington, que tem implicações globais.
Trump também espera sair com uma data definida para uma visita recíproca de Xi aos Estados Unidos ainda em 2026, para demonstrar sua boa relação com seu homólogo chinês.
Com AFP e New York Times.
O governo da Venezuela anunciou o início de um processo “abrangente e ordenado” de reestruturação de sua dívida soberana e da estatal petrolífera PDVSA.
“Essa decisão tem um objetivo central: colocar a economia a serviço do povo venezuelano e liberar o país do peso da dívida acumulada”, afirmou a Vice-Presidência de Economia, em comunicado divulgado na quarta-feira na rede social X.
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O comunicado do governo da presidente interina, Delcy Rodríguez, não traz detalhes adicionais sobre o processo.
A nação rica em petróleo deve cerca de US$ 100 bilhões em títulos, incluindo juros acumulados, que estão em default desde 2017. A dívida total, incluindo empréstimos bilaterais e comerciais, é estimada em US$ 170 bilhões.

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