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James e Julia Ambrose celebraram no último fim de semana um marco raro: 75 anos de casamento. Moradores de Ligonier, pequena cidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, o casal, ambos na casa dos 90 anos, compartilhou com a CBS News Pittsburgh a trajetória de uma relação iniciada ainda no começo da década de 1950, durante a Guerra da Coreia.
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A história começou quando Julia caminhava com uma amiga pelo centro juvenil da cidade, próximo a um campo de beisebol. Foi ali que chamou a atenção de James, que estava com um amigo observando o movimento.
— Estávamos no centro juvenil e costumávamos ir para o centro e dar uma volta pelo campo de beisebol. E ele e o amigo dele aparentemente estavam lá procurando garotas bonitas, e acabaram chamando nossa atenção — relembrou Julia à emissora americana, nesta terça-feira (12).
Confira:
O início de uma vida juntos
Questionado sobre o que notou primeiro na futura esposa, James respondeu com bom humor e sinceridade.
— Acho que foi a aparência dela. Bem curvilínea — disse, sorrindo.
Julia também guarda uma lembrança marcante daquele primeiro encontro e descreveu o marido como um jovem elegante.
— Sentado ali no carro, com um cachimbo na boca. Nossa, ele estava tão elegante — contou.
Pouco tempo depois, os dois se casaram e construíram uma família com dois filhos e duas filhas. Hoje, o casal soma ainda 12 netos, 21 bisnetos e dois tataranetos. A filha mais velha, Joanne Ambrose, afirmou à CBS News que sente orgulho da trajetória dos pais e da harmonia familiar que mantêm até hoje.
— Quando converso com meus amigos e posso dizer que meus pais ainda estão aqui comigo, que ambos têm mobilidade e moram sozinhos, percebo que é uma família maravilhosa. Nunca brigamos — essa é uma das características da nossa família — afirmou.
Ao ser perguntado sobre o segredo para um casamento tão longevo, James respondeu em tom de brincadeira, mas com uma lição clara sobre convivência. Segundo ele, percebeu logo no altar que não seria “o chefe” da casa.
— Acho que foi quando o pastor me fez dizer “sim” — disse.

Veja outras postagens

Um cidadão americano foi condenado por ajudar a administrar o que autoridades classificaram como a primeira “estação policial secreta” conhecida dos Estados Unidos ligada ao governo da China. O veredito foi emitido por um júri federal de Nova York após um julgamento de uma semana.
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Segundo os jurados, Lu Jianwang, de 64 anos, abriu e operou a estação em nome do Ministério da Segurança Pública da China (MPS, na sigla em inglês). A estrutura funcionava no bairro de Chinatown, em Manhattan, no início de 2022.
Lu Jianwang, também conhecido como Harry Lu e morador de Nova York, foi considerado culpado de atuar como agente ilegal do governo chinês em conexão com a operação da estação. Ele também foi condenado por obstrução da Justiça e destruição de provas relacionadas ao caso.
De acordo com os promotores, Jianwang pode enfrentar até 30 anos de prisão.
O co-réu no caso, Chen Jinping, declarou-se culpado em dezembro de 2024 da acusação de conspiração para atuar como agente da República Popular da China em conexão com a estação policial no exterior. Segundo a rede BBC, ele aguarda sentença.
— Lu Jianwang utilizou uma estação policial na cidade de Nova York para perseguir dissidentes da RPC em apoio à agenda política do governo chinês — explicou James C. Barnacle Jr., diretor assistente responsável do FBI.
Autoridades falam em rede global
Segundo a BBC, pelo menos 100 estações desse tipo foram registradas em 53 países. Grupos de direitos humanos acusam a China de usar esses postos para ameaçar e monitorar cidadãos chineses no exterior, além de ajudar Pequim a identificar ativistas pró-democracia que vivem nos Estados Unidos.
A China negou que os locais sejam delegacias. Segundo o governo chinês, os espaços funcionam como “centros de serviço”, oferecendo assistência durante a pandemia e renovação de carteiras de motorista.
A estação em Chinatown ocupava um andar inteiro acima de uma loja de lámen em Nova York. O local foi fechado no outono de 2022, após o FBI iniciar uma investigação.
Segundo os promotores, Chen Jinping e Lu Jianwang destruíram mensagens de texto trocadas com um funcionário do Ministério da Segurança Pública da China quando souberam da investigação.
A eventual eleição de uma mulher para o cargo mais alto das Nações Unidas seria uma questão de “justiça histórica”, segundo a ex-chanceler equatoriana María Fernanda Espinosa, uma das candidatas a dirigir a organização.
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A também ex-ministra da Defesa manifestou seu “profundo amor” pela ONU ao anunciar sua candidatura ao cargo de secretária-geral do organismo. Espinosa disputa com outros quatro concorrentes, três deles mulheres, para exercer o cargo a partir de 2027.
“Há quem diga que já está na hora” de uma mulher liderar a ONU, “e eu acredito que é uma questão de justiça histórica”, disse Espinosa à AFP.
— Mas também acredito que é uma questão de mérito, de colocar todo o conjunto de méritos, experiência e conhecimentos a serviço das Nações Unidas — explica: — Não podemos deixar metade da população mundial fora dessa possibilidade. E acredito que, se realmente queremos mudança e transformação, por que não ter, depois de 80 anos, uma mulher, e a mulher adequada, liderando a organização?
Ela também apontou a necessidade de ter “diferentes perspectivas” em tempos considerados perigosos.
Enquanto o mundo enfrenta o agravamento de guerras no período posterior à Segunda Guerra Mundial, o atual processo de seleção ocorre em meio a uma crise política e financeira, além de acusações de inação dirigidas à ONU.
Nesse contexto, Espinosa, de 61 anos, afirmou que “a ONU precisa se adaptar aos tempos que vivemos agora. Não o contrário”.
A candidata também defendeu reformas mais amplas do que as anunciadas pelo atual secretário-geral da organização, António Guterres.
Candidata propõe sistema de alerta precoce para conflitos
Espinosa propõe a criação de um sistema de “alerta precoce” para detectar sinais de conflitos iminentes e permitir intervenções antes da escalada da violência. A proposta foi apresentada em seu documento de “visão”, com apoio de Antígua e Barbuda.
— O que precisamos é de uma líder que se envolva totalmente, que tenha muita energia, que conheça o sistema e que seja capaz de agir rapidamente para prevenir um conflito — afirmou: — É um trabalho difícil, mas quando você sabe como fazê-lo, se tem confiança no seu estilo de liderança, acredito que a ONU pode… olhar para o século XXI com mais esperança e com esse sentimento de possibilidade.
Ela afirmou ainda que a transformação da organização não deve depender de uma única pessoa, mas resultar de um “impulso político” conduzido sob uma “liderança firme”.
Apesar dos crescentes ataques ao multilateralismo, Espinosa declarou que “a ONU é a única plataforma universal para abordar os desafios comuns da humanidade”.
Embora tenha ampla experiência dentro das Nações Unidas, a candidata evita comparações com os demais concorrentes da disputa: a chilena Michelle Bachelet, o argentino Rafael Grossi, a costarriquenha Rebeca Grynspan e o senegalês Macky Sall.
O deputado federal argentino Manuel Quintar, integrante da base do presidente Javier Milei, chamou atenção nesta quarta-feira ao chegar ao Congresso da Argentina dirigindo uma Tesla Cybertruck, veículo avaliado no mercado local entre 200 mil e 300 mil dólares — o equivalente a até R$ 1,5 milhão.
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Segundo o jornal argentino La Nación, pessoas próximas ao parlamentar afirmaram que Quintar importou o automóvel diretamente dos Estados Unidos por cerca de US$ 126 mil e registrou o veículo em seu próprio nome. A Tesla não possui operação oficial na Argentina, o que torna a importação ainda mais cara.
Ligado ao partido governista La Libertad Avanza, Quintar tentou minimizar a repercussão ao comentar o caso.
— Não deveria ser novidade que alguém que trabalha desde os 13 anos e tem escritório de advocacia desde os 23 possa comprar legalmente uma caminhonete. Isso faz parte da batalha cultural que estou travando — declarou ao La Nación.
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Advogado e empresário do setor de saúde em Jujuy, o deputado administra clínicas particulares e organizações de assistência médica ligadas à família. Antes de ingressar na legenda de Milei, Quintar teve passagem pelo Partido Justicialista e disputou eleições provinciais em 2021.
Nos bastidores da política argentina, ele é visto como um aliado do núcleo político liderado por Karina Milei, irmã do presidente, e mantém disputas internas dentro da própria base governista.
A aparição com o veículo de luxo gerou desconforto até mesmo entre integrantes do governo argentino. O episódio ocorre em meio ao desgaste enfrentado pela gestão Milei após semanas de críticas relacionadas à situação econômica do país e aos recentes cortes orçamentários anunciados pela administração federal.
Nesta semana, o governo promoveu um ajuste equivalente a quase US$ 2,5 trilhões no orçamento argentino para cumprir metas fiscais acertadas com o FMI. Áreas como saúde, educação e programas públicos de prevenção foram atingidas pelas medidas.
A oposição aproveitou a repercussão da Cybertruck para aumentar as críticas ao governo. A deputada Myriam Bregman publicou um vídeo do veículo nas redes sociais e ironizou o discurso de austeridade defendido pelos libertários.
O idoso judeu britânico Stanley Fisher, que participou da libertação do campo de concentração nazista de Bergen-Belsen, na Alemanha, e atuou em algumas das principais frentes da Segunda Guerra Mundial, morreu aos 103 anos no último dia 30 de abril, no Reino Unido.
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Morador de Solihull, na Inglaterra, Fisher integrou as tropas aliadas que entraram no campo de Bergen-Belsen, no norte da Alemanha, em abril de 1945, tornando-se uma das primeiras testemunhas dos horrores deixados pelo regime nazista. O campo ficou marcado pelas condições extremas de fome, doenças e morte em massa impostas aos prisioneiros durante o Holocausto.
Antes disso, ele havia participado da invasão do norte da França no chamado Dia D, em junho de 1944, uma das operações militares mais decisivas da guerra. Posteriormente, também combateu em Arnhem, na Holanda, durante a ofensiva aliada na região.
Apesar da relevância de sua trajetória, Fisher passou décadas sem falar publicamente sobre o que viveu no front e, especialmente, sobre o que presenciou em Bergen-Belsen. O silêncio só foi rompido quando seu neto o entrevistou para um trabalho escolar.
A partir desse momento, ele decidiu compartilhar sua história e passou a visitar escolas para conversar com estudantes sobre o Holocausto e sobre o Judaísmo, transformando a memória da guerra em instrumento de educação e conscientização.
Memória e legado
Nos últimos reconhecimentos oficiais de Ano Novo no Reino Unido, Stanley Fisher recebeu a Medalha do Império Britânico, homenagem concedida por serviços relevantes prestados à sociedade.
Após sua morte, o Holocaust Educational Trust, organização britânica dedicada à preservação da memória do Holocausto, prestou homenagem ao veterano e destacou sua importância histórica.
— Stanley era nada menos que um herói — afirmou um porta-voz da instituição.
A entidade ressaltou que o ex-combatente jamais esqueceu o impacto do que viu ao entrar em Bergen-Belsen.
— Nada poderia tê-lo preparado para o que viu. Mais tarde, ele refletiu que aquilo “fazia você se perguntar se ainda existia alguma humanidade” — declarou o representante.
Segundo o Holocaust Educational Trust, Fisher carregou essas memórias pelo resto da vida e escolheu transformá-las em uma missão de ensino e alerta para as novas gerações.
— O país tem uma dívida impagável com ele — acrescentou a instituição.
A trajetória de Stanley Fisher passa a integrar não apenas a memória militar britânica, mas também o esforço contínuo de preservar os relatos de quem testemunhou diretamente uma das maiores tragédias da história contemporânea.
O Exército de Israel afirmou ter lançado novos ataques contra alvos do Hezbollah no sul do Líbano nesta quinta-feira (14), poucas horas antes do início de negociações mediadas pelos Estados Unidos entre os dois países, em Washington. Segundo os militares, as ofensivas tiveram como alvo “instalações terroristas do Hezbollah” em diferentes áreas da região, após alertas de evacuação serem emitidos para várias aldeias do sul libanês.
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A nova ofensiva ocorre em meio ao frágil cessar-fogo firmado após meses de confrontos na fronteira e reforça o temor de uma escalada mais ampla. Apesar da trégua, um ataque israelense também atingiu um carro em uma importante rodovia que liga Beirute ao sul do país, na região de Jiyeh, a cerca de 20 quilômetros da capital libanesa, segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano. O episódio reacendeu a tensão em uma área considerada estratégica para o deslocamento entre o sul e a capital.
Nos últimos dias, os bombardeios israelenses já haviam deixado ao menos 13 mortos no sul do Líbano, incluindo dois socorristas que atendiam vítimas de um ataque anterior em Nabatieh e uma pessoa ferida que eles tentavam resgatar, de acordo com o Ministério da Saúde libanês. Beirute afirma que, desde o cessar-fogo de 17 de abril, ao menos 380 pessoas morreram em ataques intensificados, enquanto o líder do Hezbollah, Naim Qassem, prometeu transformar o campo de batalha em um “inferno” para as forças israelenses.
A escalada no Líbano ocorre paralelamente ao impasse entre Estados Unidos e Irã, que mantém o Estreito de Ormuz sob forte pressão e amplia a instabilidade regional. Avaliações de inteligência americana citadas pelo The New York Times apontam que Teerã ainda preserva parte significativa de sua capacidade de mísseis, enquanto países como Austrália, França e Reino Unido articulam missões defensivas para proteger a navegação e conter possíveis ataques na região.
O cenário também já provoca efeitos econômicos globais. Com o estreito praticamente fechado ao tráfego de petroleiros, os preços do petróleo avançaram fortemente, com o barril do Brent subindo para US$ 107,77 e o WTI para US$ 102,18. Nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor atingiu o maior nível em três anos, enquanto o Pentágono elevou para quase US$ 29 bilhões a estimativa de custo da guerra com o Irã, ampliando a pressão política sobre o presidente Donald Trump.
O presidente Volodymyr Zelensky afirmou na quinta-feira que a Rússia lançou centenas de drones e dezenas de mísseis contra a Ucrânia durante a noite, em um ataque que matou uma pessoa, e alertou que outras vítimas podem estar soterradas sob os escombros.
“Durante a noite, os russos lançaram mais de 670 drones e 56 mísseis contra a Ucrânia”, escreveu Zelensky em uma publicação nas redes sociais, acrescentando que “essas definitivamente não são as ações de quem acredita que a guerra está chegando ao fim. É importante que os parceiros não se calem sobre este ataque.”
O presidente chinês, Xi Jinping, disse a uma delegação de executivos de empresas americanas que a China “se abrirá ainda mais” para o mundo, durante seu encontro na quinta-feira em Pequim com o presidente dos EUA, Donald Trump.
“A China abrirá ainda mais suas portas para o mundo exterior… As empresas americanas desfrutarão de perspectivas ainda mais promissoras na China”, disse o líder asiático, segundo a mídia estatal chinesa.
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, e o CEO da Tesla, Elon Musk, estão entre os executivos que viajaram para a gigante asiática com Trump.
O telescópio espacial James Webb, da Nasa, conseguiu obter a análise mais detalhada já feita da superfície de um exoplaneta rochoso fora do Sistema Solar. O alvo foi o LHS 3844 b, também chamado de Kua’kua (que significa borboleta, em língua indígena costa-riquenha), um planeta com características semelhantes às de Mercúrio, sem atmosfera detectável e submetido a temperaturas extremas.
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A descoberta foi publicada na revista científica “Nature Astronomy” em 4 de maio e chamou atenção dos astrônomos por permitir, pela primeira vez, um estudo direto da geologia superficial de um exoplaneta rochoso. Segundo os pesquisadores, a composição escura e basáltica da superfície lembra a de Mercúrio e da Lua.
O LHS 3844 b é classificado como uma “super-Terra”, categoria usada para planetas rochosos maiores que a Terra. De acordo com dados da Nasa, ele possui cerca de 2,3 vezes a massa do nosso planeta e um raio aproximadamente 30% maior. O planeta orbita uma estrela anã vermelha do tipo M e completa uma volta ao redor dela em apenas meio dia terrestre — cerca de 11 horas.
Sua distância em relação à estrela é extremamente pequena: 0,00624 unidade astronômica, o equivalente a menos de 1% da distância entre a Terra e o Sol.
Por causa dessa proximidade, o planeta é travado gravitacionalmente, mantendo sempre a mesma face voltada para a estrela. Isso cria um contraste térmico severo entre os dois lados: enquanto a face iluminada pode atingir cerca de 725°C, o lado escuro permanece extremamente frio.
Os cientistas afirmam que não há evidências de atmosfera significativa. A ausência de gases capazes de redistribuir calor ajuda a explicar a diferença extrema de temperatura entre os hemisférios. Sem proteção atmosférica e sem água líquida, o planeta é considerado totalmente inabitável.
Um ataque generalizado da Rússia contra Kiev e a região ao entorno durante a noite deixou pelo menos uma pessoa morta e 16 feridas, anunciaram as autoridades da capital ucraniana nesta quinta-feira. “Neste momento, temos 16 pessoas feridas no ataque. Infelizmente, uma pessoa morreu”, disse Timur Tkachenko, chefe da administração militar de Kiev, na plataforma de mensagens Telegram.
Jornalistas da AFP ouviram várias explosões e disparos antiaéreos durante a noite. O ataque afetou seis distritos da capital, bem como outros seis na região ao redor, de acordo com as autoridades militares.
O prefeito da cidade, Vitali Klitschko, afirmou que a Rússia atacou Kiev com “drones e mísseis balísticos”. Vários edifícios foram danificados, de acordo com imagens captadas por jornalistas da AFP e o balanço oficial.
Após uma trégua de três dias em comemoração ao fim da Segunda Guerra Mundial, os ataques diários da Rússia contra cidades ucranianas foram retomados na manhã de terça-feira. Na quarta-feira, Moscou lançou pelo menos 800 drones contra o país, segundo o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.
Até janeiro, quase 15 mil civis ucranianos haviam sido mortos e 40,6 mil ficaram feridos desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro de 2022, de acordo com um relatório da Missão de Monitoramento dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia, publicado naquele ano.
2025 foi o ano mais letal depois de 2022, com mais de 2,5 mil civis mortos, segundo o relatório.
Benjamin Netanyahu estava errado na sua estratégia para conter o programa nuclear iraniano e na sua estratégia para derrubar o regime de Teerã. Maior responsável pelo cenário atual no Oriente Médio, o premier israelense passou anos sabotando quem discordava dele. Com Donald Trump na Casa Branca, conseguiu levar adiante suas vontades tanto no primeiro como no segundo mandato do republicano. Todos nós observamos agora o resultado fracassado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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