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O presidente americano, Donald Trump, foi recebido com pompa na noite desta quarta-feira (manhã de quinta-feira no horário local) pelo mandatário chinês, Xi Jinping, para o aguardado encontro entre os líderes em Pequim, que poderá definir a próxima etapa da rivalidade entre as duas maiores potências mundiais. Espera-se que Trump e Xi discutam a guerra no Irã, o comércio, Taiwan e outros pontos de discórdia durante a cúpula, que durará dois dias.
Análise: Trump chega a China, que vê cada vez mais os Estados Unidos como um império em declínio
Comércio, Irã, IA e Taiwan: Em visita à China, Trump leva pautas espinhosas para discussões com Xi
Xi cumprimentou Trump no opulento Grande Salão do Povo pouco depois das 10h (23h em Brasília), numa recepção grandiosa que contradiz as profundas tensões entre as maiores economias do mundo. Ambos estavam no centro enquanto uma banda militar chinesa tocava o hino nacional americano, “The Star-Spangled Banner”, e em seguida o hino nacional chinês, ao som de disparos de canhão.
Crianças em idade escolar, vestindo roupas coloridas e agitando bandeiras dos EUA e da China, pulavam e gritavam “bem-vindos, bem-vindos” enquanto Trump e Xi passavam por elas na praça.
Nos breves discursos dos líderes no início da reunião, Xi disse a Trump que estava “feliz” em recebê-lo em um momento em que o mundo se encontra numa “encruzilhada”. O americano, por sua vez, disse que Washington e Pequim terão “um futuro fantástico juntos.”
— Devemos ser parceiros em vez de adversários, alcançar o sucesso uns para os outros, prosperar juntos e forjar um caminho correto para que os principais países da nova era convivam em harmonia — acrescentou Xi.
Trump é recebido por Xi Jinping em Pequim
Brendan SMIALOWSKI / AFP
Depois da recepção no opulento Grande Salão do Povo, os dois líderes também participarão de um banquete de Estado no salão à noite, e Trump visitará o histórico Templo do Céu, um Patrimônio Mundial da Unesco, onde os imperadores da China oravam por boas colheitas.
O presidente dos EUA chegou para a cúpula a bordo do Air Force One na noite de quarta-feira, acompanhado por importantes CEOs, incluindo Jensen Huang, da Nvidia, e Elon Musk, da Tesla — símbolos dos acordos comerciais que Trump espera fechar.
Na ocasião, ele foi recebido com tapete vermelho, com 300 jovens chineses em uniformes brancos gritando “bem-vindo” e acenando em uníssono com pequenas bandeiras chinesas e americanas enquanto ele descia os degraus do avião presidencial, erguendo o punho em sinal de comemoração.
Na sexta-feira, Trump e Xi devem tomar chá e almoçar juntos antes de o presidente americano retornar a Washington.
Trump e Xi Jinping se reúnem em Pequim
Brendan SMIALOWSKI / AFP
Trump e Xi se encontraram pela última vez em outubro, na Coreia do Sul, onde concordaram em suspender uma desgastante guerra comercial na qual os EUA impuseram tarifas de três dígitos sobre produtos chineses e Pequim ameaçou restringir o fornecimento global de terras raras.
Muita coisa mudou desde então. Trump está agora envolvido em uma guerra com o Irã, o parceiro mais próximo da China no Oriente Médio, que levou a uma crise energética global e desviou recursos militares americanos da Ásia. A guerra também esgotou os estoques de munição dos EUA, levantando dúvidas entre alguns analistas chineses sobre a capacidade dos Estados Unidos de defender Taiwan, um parceiro próximo de Washington.
Xi, por sua vez, enfrenta seus próprios desafios ao lidar com um crescimento econômico mais lento, preços de energia mais altos e a possibilidade de uma recessão global que prejudicaria a economia chinesa, dependente das exportações.
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‘Um grande abraço’
Trump afirmou que espera um “grande abraço” de Xi, apostando no que acredita ser uma forte relação pessoal com o líder chinês, a quem elogiou dizendo que governa a China com “mão de ferro”. No topo da sua lista de desejos estarão acordos comerciais nas áreas de agricultura, aviação e outros temas.
A bordo do Air Force One, a caminho de Pequim, Trump prometeu nas redes sociais pressionar Xi para que ele “abrisse” a China para empresas americanas “para que essas pessoas brilhantes possam fazer sua mágica”.
O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou na quarta-feira que “acolhe com satisfação” a visita de Trump e que “a China está pronta para trabalhar com os Estados Unidos… para expandir a cooperação e administrar as diferenças”.
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Mas Trump está lidando com uma China diferente e mais ousada do que aquela que visitou há nove anos, com uma série de tensões comerciais e geopolíticas não resolvidas entre os dois países. A guerra com o Irã, em particular, ameaçou enfraquecer a posição de Trump nas negociações com Xi, tendo-o já forçado a adiá-las, inicialmente previstas para março.
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Trégua tarifária?
A guerra comercial latente entre os dois países também estará no topo da agenda, depois que as tarifas abrangentes de Trump no ano passado desencadearam uma série de retaliações que ultrapassaram os 100%. Trump e Xi devem discutir a prorrogação da trégua tarifária de um ano, alcançada durante o último encontro entre os dois líderes, embora um acordo esteja longe de ser certo.
Sobre Taiwan, outra questão que tem prejudicado as relações bilaterais, Trump disse na segunda-feira que conversaria com Xi sobre a venda de armas americanas para a democracia autônoma reivindicada pela China. Isso representaria um afastamento da insistência histórica dos EUA em não consultar Pequim sobre seu apoio à ilha, e será acompanhado de perto por Taipei e pelos aliados dos EUA na região.
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Os controles da China sobre as exportações de terras raras, a rivalidade na área de inteligência artificial e a tumultuada relação comercial entre os países também estão entre os temas que devem ser abordados pelos dois chefes de Estado.
Ambos os lados procurarão sair da cúpula com quaisquer vitórias possíveis, ao mesmo tempo que buscam estabilizar uma relação frequentemente tensa entre Pequim e Washington, que tem implicações globais.
Trump também espera sair com uma data definida para uma visita recíproca de Xi aos Estados Unidos ainda em 2026, para demonstrar sua boa relação com seu homólogo chinês.
Com AFP e New York Times.

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O presidente Volodymyr Zelensky afirmou na quinta-feira que a Rússia lançou centenas de drones e dezenas de mísseis contra a Ucrânia durante a noite, em um ataque que matou uma pessoa, e alertou que outras vítimas podem estar soterradas sob os escombros.
“Durante a noite, os russos lançaram mais de 670 drones e 56 mísseis contra a Ucrânia”, escreveu Zelensky em uma publicação nas redes sociais, acrescentando que “essas definitivamente não são as ações de quem acredita que a guerra está chegando ao fim. É importante que os parceiros não se calem sobre este ataque.”
O presidente chinês, Xi Jinping, disse a uma delegação de executivos de empresas americanas que a China “se abrirá ainda mais” para o mundo, durante seu encontro na quinta-feira em Pequim com o presidente dos EUA, Donald Trump.
“A China abrirá ainda mais suas portas para o mundo exterior… As empresas americanas desfrutarão de perspectivas ainda mais promissoras na China”, disse o líder asiático, segundo a mídia estatal chinesa.
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, e o CEO da Tesla, Elon Musk, estão entre os executivos que viajaram para a gigante asiática com Trump.
O telescópio espacial James Webb, da Nasa, conseguiu obter a análise mais detalhada já feita da superfície de um exoplaneta rochoso fora do Sistema Solar. O alvo foi o LHS 3844 b, também chamado de Kua’kua (que significa borboleta, em língua indígena costa-riquenha), um planeta com características semelhantes às de Mercúrio, sem atmosfera detectável e submetido a temperaturas extremas.
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A descoberta foi publicada na revista científica “Nature Astronomy” em 4 de maio e chamou atenção dos astrônomos por permitir, pela primeira vez, um estudo direto da geologia superficial de um exoplaneta rochoso. Segundo os pesquisadores, a composição escura e basáltica da superfície lembra a de Mercúrio e da Lua.
O LHS 3844 b é classificado como uma “super-Terra”, categoria usada para planetas rochosos maiores que a Terra. De acordo com dados da Nasa, ele possui cerca de 2,3 vezes a massa do nosso planeta e um raio aproximadamente 30% maior. O planeta orbita uma estrela anã vermelha do tipo M e completa uma volta ao redor dela em apenas meio dia terrestre — cerca de 11 horas.
Sua distância em relação à estrela é extremamente pequena: 0,00624 unidade astronômica, o equivalente a menos de 1% da distância entre a Terra e o Sol.
Por causa dessa proximidade, o planeta é travado gravitacionalmente, mantendo sempre a mesma face voltada para a estrela. Isso cria um contraste térmico severo entre os dois lados: enquanto a face iluminada pode atingir cerca de 725°C, o lado escuro permanece extremamente frio.
Os cientistas afirmam que não há evidências de atmosfera significativa. A ausência de gases capazes de redistribuir calor ajuda a explicar a diferença extrema de temperatura entre os hemisférios. Sem proteção atmosférica e sem água líquida, o planeta é considerado totalmente inabitável.
Um ataque generalizado da Rússia contra Kiev e a região ao entorno durante a noite deixou pelo menos uma pessoa morta e 16 feridas, anunciaram as autoridades da capital ucraniana nesta quinta-feira. “Neste momento, temos 16 pessoas feridas no ataque. Infelizmente, uma pessoa morreu”, disse Timur Tkachenko, chefe da administração militar de Kiev, na plataforma de mensagens Telegram.
Jornalistas da AFP ouviram várias explosões e disparos antiaéreos durante a noite. O ataque afetou seis distritos da capital, bem como outros seis na região ao redor, de acordo com as autoridades militares.
O prefeito da cidade, Vitali Klitschko, afirmou que a Rússia atacou Kiev com “drones e mísseis balísticos”. Vários edifícios foram danificados, de acordo com imagens captadas por jornalistas da AFP e o balanço oficial.
Após uma trégua de três dias em comemoração ao fim da Segunda Guerra Mundial, os ataques diários da Rússia contra cidades ucranianas foram retomados na manhã de terça-feira. Na quarta-feira, Moscou lançou pelo menos 800 drones contra o país, segundo o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.
Até janeiro, quase 15 mil civis ucranianos haviam sido mortos e 40,6 mil ficaram feridos desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro de 2022, de acordo com um relatório da Missão de Monitoramento dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia, publicado naquele ano.
2025 foi o ano mais letal depois de 2022, com mais de 2,5 mil civis mortos, segundo o relatório.
Benjamin Netanyahu estava errado na sua estratégia para conter o programa nuclear iraniano e na sua estratégia para derrubar o regime de Teerã. Maior responsável pelo cenário atual no Oriente Médio, o premier israelense passou anos sabotando quem discordava dele. Com Donald Trump na Casa Branca, conseguiu levar adiante suas vontades tanto no primeiro como no segundo mandato do republicano. Todos nós observamos agora o resultado fracassado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O bebê no colo de Nesma tem o sorriso e os olhos curiosos da mãe, e nada dos três paramilitares que a violentaram em um estupro coletivo cometido há dois anos na capital do Sudão. O bebê Yasser é uma das milhares de crianças nascidas de sobreviventes de estupros nos três anos de combates entre o exército do Sudão e as Forças de Apoio Rápido (FAR), um grupo paramilitar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O governo de Donald Trump promoverá neste domingo o “Rededicate 250: National Jubilee of Prayer, Praise & Thanksgiving”, um festival religioso de nove horas no National Mall, em Washington DC, que integra as celebrações dos 250 anos da independência dos Estados Unidos. Segundo os organizadores, a iniciativa pretende “reafirmar as raízes cristãs” e promover uma “renovação espiritual” no país. Especialistas em religião e História dos EUA, porém, consideram o festival incomum e sem precedentes recentes pelo tamanho, pela presença de autoridades do governo e pela defesa explícita de uma identidade nacional ligada ao protestantismo conservador. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O governo da Venezuela anunciou o início de um processo “abrangente e ordenado” de reestruturação de sua dívida soberana e da estatal petrolífera PDVSA.
“Essa decisão tem um objetivo central: colocar a economia a serviço do povo venezuelano e liberar o país do peso da dívida acumulada”, afirmou a Vice-Presidência de Economia, em comunicado divulgado na quarta-feira na rede social X.
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O comunicado do governo da presidente interina, Delcy Rodríguez, não traz detalhes adicionais sobre o processo.
A nação rica em petróleo deve cerca de US$ 100 bilhões em títulos, incluindo juros acumulados, que estão em default desde 2017. A dívida total, incluindo empréstimos bilaterais e comerciais, é estimada em US$ 170 bilhões.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, criticou nesta quarta-feira (13) a possibilidade de haver compensação econômica a empresas para aprovar o fim da escala 6×1, aquela em que o empregado trabalha seis dias seguidos por apenas um de descanso.

Setores empresariais também pedem que o fim da escala, com redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, seja implantado de forma gradativa.

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“A gente tem visto um debate sobre compensações. Neste caso, gente, elas não são razoáveis. Alguém chegou a propor compensação para as empresas quando há aumento de salário mínimo no Brasil? Não, não seria razoável. Se alguém propusesse isso talvez fosse alvo de chacota. Se o impacto econômico, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada [Ipea], é semelhante [ao aumento do salário mínimo], por que nós vamos falar agora de compensação, de bolsa patrão?”, questionou Boulos durante participação em uma audiência pública na comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1 e redução da jornada semanal.

“Quer dizer, o trabalhador reduz a jornada, ganha dois dias para poder descansar, uma coisa humana, uma pauta que nem deveria ser partidarizada como está, deveria ser defendida pelo conjunto das forças políticas deste país, [mas] aí, esse próprio trabalhador, por meio dos seus impostos, tem que financiar uma compensação? Não tem razoabilidade”, acrescentou.

A audiência pública também contou com a presença de Rick Azevedo, fundador do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT) e atualmente vereador na cidade do Rio de Janeiro. Azevedo contou que, durante 12 anos, trabalhou em supermercado, farmácia, posto de gasolina, shopping e call center, sempre na escala 6×1.

“Eu sei exatamente o que o trabalhador e a trabalhadora brasileira passam constantemente nessa escala desumana”, afirmou.

“Como é que vocês acham que uma mãe de família, um pai de família, um jovem, conseguem viver nessa escala, conseguem ter dignidade nessa escala? Por anos, passei não me sentindo gente, não me sentindo pertencente à sociedade, não sentia capaz”, pontuou o ativista, que é reconhecido como um dos responsáveis por ter impulsionado a pauta nos últimos anos.

Rick Azevedo também criticou a possibilidade de compensações a empresários e de período de transição para a implantação da redução da escala.

“A escala 6×1 existe desde que a CLT foi fundada e estamos com essa pauta na boca da sociedade desde 2023. O fim da escala 6×1 já era para ter acontecido”, afirmou.

Mais cedo, ministros do governo Lula e lideranças da Câmara dos Deputados acordaram que a PEC do fim da escala 6×1 vai propor uma alteração constitucional simples para prever descanso remunerado de dois dias por semana, por meio da escala 5×2, e redução da jornada semanal das atuais 44 para 40 horas.

Ficou acordado também que, além da PEC, será aprovado o projeto de lei (PL) com urgência constitucional enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para dar celeridade à pauta. No caso do PL, ficou definido que ele vai tratar de temas específicos de algumas categorias, além servir para ajustar a atual legislação à nova PEC.

Com isso, faltaria apenas decidir se haverá alguma compensação para os empresários e se haverá período de transição, segundo o deputado federal Alencar Santana (PT-SP), presidente da comissão especial da PEC.

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Chinaglia condenou a ajuda financeira do Banco Master ao filme

O pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para ajudar a financiar o filme biográfico do ex-presidente Jair Bolsonaro, gerou debate na sessão do Plenário desta quarta-feira (13).

Deputados de diferentes partidos voltaram a defender a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para analisar a atuação do Banco Master e as relações de Vorcaro com pessoas públicas. O próprio senador Flávio Bolsonaro defendeu a instalação da CPI.

Líderes e outros deputados, principalmente da base do governo, criticaram a ação de Flávio Bolsonaro, enquanto o líder da oposição defendeu o senador. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio confirmou o pedido de ajuda financeira a Vorcaro, mas negou irregularidades.

Vorcaro está preso e é investigado por fraudes financeiras bilionárias. Segundo a imprensa, pelo menos R$ 61 milhões teriam sido transferidos a pedido de Flávio entre fevereiro e maio de 2025. O senador teria solicitado e cobrado os repasses diretamente a Vorcaro, como revelam mensagens e áudio de setembro de 2025.

O líder da maioria, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), lembrou que o áudio de Flávio Bolsonaro foi enviado dois dias antes da prisão de Vorcaro pela Polícia Federal. “O que um homem decente, um pré-candidato à República faria? Deveria ter devolvido e feito ali um movimento devolvendo o dinheiro, dizendo: ‘Eu não sabia; portanto, eu não aceito’. Jamais. Jamais. Pegou o dinheiro”, criticou Chinaglia.

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
Cabo Gilberto Silva: não há irregularidade no pedido do senador

Porém, o líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), disse que não há nenhuma irregularidade no pedido do senador. “Quem tiver culpa no cartório que pague. Independentemente de quem quer que seja. Até, então, não existe nada de ilegal”, disse. Segundo Gilberto Silva, não há nada de imoral no pedido divulgado, mas ele defendeu que haja investigação para esclarecer os fatos.

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