A remoção das minas no Estreito de Ormuz pode levar até seis meses, o que impactaria os preços globais dos hidrocarbonetos, afirmou o Pentágono durante uma apresentação confidencial ao Congresso dos Estados Unidos, informou o The Washington Post nesta quarta-feira. Essa hidrovia, crucial para o transporte de petróleo bruto, está praticamente fechada desde o início da guerra em 28 de fevereiro, desencadeada por ataques aéreos dos EUA e de Israel contra o Irã.
Leia mais: Irã descarta reabrir Estreito de Ormuz após apreensão de navios
Veja também: entenda o acordo nuclear com o Irã firmado por Obama, alvo de ataques de Trump, poderia ter evitado guerra
The Washington Post cita três autoridades anônimas que afirmam que “parlamentares foram informados de que o Irã pode ter colocado 20 ou mais minas dentro e ao redor do Estreito de Ormuz”. De acordo com uma apresentação de um oficial da Defesa, “algumas foram colocadas na água remotamente, usando tecnologia GPS”, o que dificulta sua detecção. Outras teriam sido lançadas usando “pequenas embarcações”.
Um porta-voz do Pentágono, no entanto, considerou as informações do jornal americano “imprecisas”. Em todo caso, há poucas informações confiáveis sobre a desminagem do estreito, por onde, antes da guerra, passavam 20% dos hidrocarbonetos do mundo.
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A Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, alertou em meados de abril sobre uma “zona de perigo” de 1.400 km² onde poderiam estar presentes minas. Na semana passada, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Teerã, “com a ajuda dos Estados Unidos, removeu ou está removendo todas as suas minas marítimas”. Mas a República Islâmica não confirmou essa informação.
Diversos países “não beligerantes” declararam-se dispostos a realizar uma “missão neutra” para garantir a segurança no Estreito de Ormuz. Segundo Teerã, os navios precisam de autorização para entrar ou sair do Golfo por essa rota, enquanto os Estados Unidos mantêm um bloqueio aos portos iranianos desde 13 de abril.
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