Com 27 anos de atuação no Brasil e no exterior, o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) foi o escolhido como vencedor do Faz Diferença 2026 na categoria Mundo. A premiação reconhece a trajetória da instituição na promoção do debate sobre temas centrais da agenda internacional e sua contribuição para aproximar o Brasil de discussões globais.
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Fundado por diplomatas e empresários, o Cebri se consolidou como um dos principais think tanks do país, atuando na articulação entre academia, setor produtivo, setor público e sociedade civil. Ao longo de quase três décadas, a instituição tem se dedicado a discutir a inserção do Brasil no mundo, acompanhando transformações geopolíticas e econômicas que redesenham o cenário internacional.
— Esse prêmio é um marco importante para o Cebri. É a consagração da ideia que motivou os fundadores, entre os quais destaco Luiz Felipe Lampreia e Daniel Klabin, há 28 anos, de que havia espaço, ao lado da competência do Itamaraty, para discussão de assuntos de relações internacionais pela sociedade civil — afirma José Pio Borges, presidente do Conselho Curador do Cebri. — Essa necessidade ficou patente quando temas como mudança climática, transição energética, transformação digital e saúde, entre outros, que não se caracterizavam como de política externa stricto sensu, passaram a dominar a agenda de relações internacionais.
Nos últimos anos, o centro de estudos passou por um processo de expansão, buscando ampliar parcerias internacionais na Europa e nas Américas. A inauguração de uma nova sede no Rio de Janeiro, em 2025, marcou essa nova fase. A estrutura conta com auditório com capacidade para 100 pessoas, espaços adaptáveis para reuniões e mesas-redondas e área de trabalho para mais de 50 funcionários. Uma nova ampliação, com conclusão prevista para 2027, pretende criar 20 quartos para acomodar pesquisadores visitantes.
A instituição teve, ainda, participação de destaque em agendas como o G20 e a COP30, e contribuiu para a articulação entre centros de pensamento de diferentes países. Entre os temas prioritários discutidos pelo think tank estão a transição energética, as mudanças climáticas e as relações estratégicas do Brasil com potências como Estados Unidos e China. Ele também promove debates sobre questões sensíveis da política externa e do desenvolvimento nacional, buscando influenciar a formulação de políticas públicas.
— No Cebri, a sociedade civil está representada por sua equipe, conselheiros, fellows, associados e parceiros. A todos eles cabe o mérito dessa premiação — conclui Pio Borges.
O Cebri foi escolhido pelo voto popular e pelos jurados da categoria: Luiz Rivoiro (diretor da sucursal de São Paulo), Leda Balbino (editora de Mundo), Guga Chacra (colunista do GLOBO em Nova York) e irmã Rosita Milesi (vencedora na categoria em 2024).
Jurados desta categoria: Luiz Rivoiro (diretor da sucursal de São Paulo); Leda Balbino (editora de Mundo); Guga Chacra (colunista do GLOBO em Nova York) e Irmã Rosita Milesi (vencedora na categoria em 2024).
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Fundado por diplomatas e empresários, o Cebri se consolidou como um dos principais think tanks do país, atuando na articulação entre academia, setor produtivo, setor público e sociedade civil. Ao longo de quase três décadas, a instituição tem se dedicado a discutir a inserção do Brasil no mundo, acompanhando transformações geopolíticas e econômicas que redesenham o cenário internacional.
— Esse prêmio é um marco importante para o Cebri. É a consagração da ideia que motivou os fundadores, entre os quais destaco Luiz Felipe Lampreia e Daniel Klabin, há 28 anos, de que havia espaço, ao lado da competência do Itamaraty, para discussão de assuntos de relações internacionais pela sociedade civil — afirma José Pio Borges, presidente do Conselho Curador do Cebri. — Essa necessidade ficou patente quando temas como mudança climática, transição energética, transformação digital e saúde, entre outros, que não se caracterizavam como de política externa stricto sensu, passaram a dominar a agenda de relações internacionais.
Nos últimos anos, o centro de estudos passou por um processo de expansão, buscando ampliar parcerias internacionais na Europa e nas Américas. A inauguração de uma nova sede no Rio de Janeiro, em 2025, marcou essa nova fase. A estrutura conta com auditório com capacidade para 100 pessoas, espaços adaptáveis para reuniões e mesas-redondas e área de trabalho para mais de 50 funcionários. Uma nova ampliação, com conclusão prevista para 2027, pretende criar 20 quartos para acomodar pesquisadores visitantes.
A instituição teve, ainda, participação de destaque em agendas como o G20 e a COP30, e contribuiu para a articulação entre centros de pensamento de diferentes países. Entre os temas prioritários discutidos pelo think tank estão a transição energética, as mudanças climáticas e as relações estratégicas do Brasil com potências como Estados Unidos e China. Ele também promove debates sobre questões sensíveis da política externa e do desenvolvimento nacional, buscando influenciar a formulação de políticas públicas.
— No Cebri, a sociedade civil está representada por sua equipe, conselheiros, fellows, associados e parceiros. A todos eles cabe o mérito dessa premiação — conclui Pio Borges.
O Cebri foi escolhido pelo voto popular e pelos jurados da categoria: Luiz Rivoiro (diretor da sucursal de São Paulo), Leda Balbino (editora de Mundo), Guga Chacra (colunista do GLOBO em Nova York) e irmã Rosita Milesi (vencedora na categoria em 2024).
Jurados desta categoria: Luiz Rivoiro (diretor da sucursal de São Paulo); Leda Balbino (editora de Mundo); Guga Chacra (colunista do GLOBO em Nova York) e Irmã Rosita Milesi (vencedora na categoria em 2024).









