O Ministério Público do Peru abriu, nesta sexta-feira, uma investigação sobre suposto tráfico de pessoas, após denúncias de uma rede transnacional que recrutava peruanos com falsas ofertas de emprego para enviá-los à frente de batalha russa na Ucrânia, informou o Ministério Público. Ex-militares e policiais foram recrutados nas redes sociais por meio de ofertas de emprego enganosas para trabalhar como agentes de segurança e em outras funções na Rússia.
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De acordo com informações fornecidas à polícia, “as vítimas teriam sido levadas para a Rússia e, uma vez em solo estrangeiro, forçadas a participar de operações de combate no contexto do conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia”, indicou um comunicado.
“Procuradores especializados ordenaram imediatamente a abertura de processo preliminar pelo suposto crime contra a dignidade humana, especificamente tráfico de pessoas e tráfico de pessoas agravado”, afirmou o comunicado.
O advogado das famílias, Percy Salinas, informou ao Canal N que 13 peruanos morreram no conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia. Salinas afirmou que, desde outubro, cerca de 600 peruanos viajaram para a Rússia atraídos por promessas de salários entre US$ 2.000 e US$ 3.000 por mês (de R$ 9,9 mil a R$ 14,9 mil, aproximadamente).
A Embaixada da Rússia no Peru emitiu um comunicado nesta quinta-feira reconhecendo que alguns peruanos assinaram contratos para servir nas Forças Armadas russas, alegando que essas foram decisões voluntárias respeitadas pela lei russa.
Por sua vez, o Ministério das Relações Exteriores do Peru informou em comunicado que, na terça-feira, solicitou formalmente informações urgentes ao encarregado de negócios da Embaixada da Rússia em Lima sobre a localização e o estado de saúde dos peruanos que “decidiram servir nas Forças Armadas” daquele país.
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“Procuradores especializados ordenaram imediatamente a abertura de processo preliminar pelo suposto crime contra a dignidade humana, especificamente tráfico de pessoas e tráfico de pessoas agravado”, afirmou o comunicado.
O advogado das famílias, Percy Salinas, informou ao Canal N que 13 peruanos morreram no conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia. Salinas afirmou que, desde outubro, cerca de 600 peruanos viajaram para a Rússia atraídos por promessas de salários entre US$ 2.000 e US$ 3.000 por mês (de R$ 9,9 mil a R$ 14,9 mil, aproximadamente).
A Embaixada da Rússia no Peru emitiu um comunicado nesta quinta-feira reconhecendo que alguns peruanos assinaram contratos para servir nas Forças Armadas russas, alegando que essas foram decisões voluntárias respeitadas pela lei russa.
Por sua vez, o Ministério das Relações Exteriores do Peru informou em comunicado que, na terça-feira, solicitou formalmente informações urgentes ao encarregado de negócios da Embaixada da Rússia em Lima sobre a localização e o estado de saúde dos peruanos que “decidiram servir nas Forças Armadas” daquele país.









