Mediador na guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio, o Paquistão pediu a Donald Trump que aumente o prazo estabelecido pelo presidente americano para que os iranianos fechem um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, por onde passavam um quinto do petróleo comercializado no Mundo. O apelo foi feito diretamente pelo primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif. Na manhã desta terça-feira (7), Trump foi às redes sociais e fez graves ameaças contra o país persa, afirmando que ‘uma civilização inteira vai morrer esta noite’. O presidente havia afirmado que aguardaria até a noite deste dia 7 de abril como ultimato, depois de já ter postergado a data em 48 horas.
Em resposta, o embaixador do Irã na Organização das Nações Unidas (ONU), Amir-Saeid Iravani, disse que as ameaças “constituem incitação a crimes de guerra e potencial genocídio” e que Teerã irá tomar “medidas recíprocas imediatas e proporcionais” se os Estados Unidos lançarem os ataques devastadores prometidos.
A reunião do Conselho de Segurança trouxe ainda uma proposta do Bahrein, outro mediador do conflito, para reabrir o Estreito de Ormuz que encorajava os países “interessados na utilização do Estreito de Ormuz a coordenarem esforços, de natureza defensiva e compatíveis com as circunstâncias, para contribuir na segurança da navegação”. No entanto, ela foi rejeitada, depois de China e Rússia vetarem a proposta. Ambos os países são membros permanentes do Conselho, o que lhes confere o poder de veto. 11 países foram a favor da proposta, Paquistão e Colômbia se abstiveram.
Trump também havia dito que poderia destruir todas as pontes do Irã em questão de horas e reduzir todas as usinas de energia a escombros, além de “ameaçar apagar o país do mapa”. Também nesta terça (7), jovens começaram a formar correntes humanas em torno de usinas de energia e outros alvos potenciais dos Estados Unidos, como pontes e outros alvos essenciais não militares.
Durante a escalada do conflito entre os países, a oposição também tem se posicionado internamente nos Estados Unidos, com um discurso que alarmou tantos os americanos como a população mundial. Representantes do Partido Democrata usaram falas de Trump e do vice-presidente JD Vance para afirmar que há indício de uso de armas nucleares na guerra no Oriente Médio.
*Matéria em atualização
Em resposta, o embaixador do Irã na Organização das Nações Unidas (ONU), Amir-Saeid Iravani, disse que as ameaças “constituem incitação a crimes de guerra e potencial genocídio” e que Teerã irá tomar “medidas recíprocas imediatas e proporcionais” se os Estados Unidos lançarem os ataques devastadores prometidos.
A reunião do Conselho de Segurança trouxe ainda uma proposta do Bahrein, outro mediador do conflito, para reabrir o Estreito de Ormuz que encorajava os países “interessados na utilização do Estreito de Ormuz a coordenarem esforços, de natureza defensiva e compatíveis com as circunstâncias, para contribuir na segurança da navegação”. No entanto, ela foi rejeitada, depois de China e Rússia vetarem a proposta. Ambos os países são membros permanentes do Conselho, o que lhes confere o poder de veto. 11 países foram a favor da proposta, Paquistão e Colômbia se abstiveram.
Trump também havia dito que poderia destruir todas as pontes do Irã em questão de horas e reduzir todas as usinas de energia a escombros, além de “ameaçar apagar o país do mapa”. Também nesta terça (7), jovens começaram a formar correntes humanas em torno de usinas de energia e outros alvos potenciais dos Estados Unidos, como pontes e outros alvos essenciais não militares.
Durante a escalada do conflito entre os países, a oposição também tem se posicionado internamente nos Estados Unidos, com um discurso que alarmou tantos os americanos como a população mundial. Representantes do Partido Democrata usaram falas de Trump e do vice-presidente JD Vance para afirmar que há indício de uso de armas nucleares na guerra no Oriente Médio.
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