O Papa Leão XIV celebrou o acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã como um “sinal de esperança viva”, durante a audiência semanal realizada na Praça São Pedro, na manhã desta quarta-feira, e afirmou que “apenas voltando à mesa de negociações será possível pôr fim à guerra”.
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“Depois destas últimas horas de grande tensão para o Oriente Médio e o mundo inteiro, recebo com satisfação, e como um sinal de esperança viva, o anúncio de uma trégua imediata de duas semanas”, declarou o Papa americano.
Na noite desta terça-feira, o Pontífice, que tem se posicionado contra a guerra no Oriente Médio, criticou as ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre ‘uma civilização inteira morrer esta noite’ caso o Irã não chegasse a um acordo.
A República Islâmica foi atacada pela primeira vez em 28 de fevereiro pelos EUA e por Israel. Desde então, os três países estavam em um confronto que havia se expandido para os países vizinhos do Oriente Médio.
Apelo em Domingo de Páscoa
Em sua primeira missa de Páscoa, o Papa Leão XIV fez um apelo direto “àqueles que têm o poder” de desencadear guerras para que “escolham a paz”, ao mesmo tempo em que denunciou a “indiferença” diante dos conflitos, disse no último domingo.
Diante de milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Pontífice conduziu a celebração sob clima festivo, com flores, cantos litúrgicos e sinos, mas com o pano de fundo da guerra no Oriente Médio, que marcou toda a Semana Santa.
Durante a tradicional bênção “urbi et orbi”, Leão XIV criticou a naturalização da violência.
— Estamos nos acostumando à violência, nos resignando a ela e nos tornando indiferentes. Indiferentes à morte de milhares de pessoas. Indiferentes às sequelas do ódio e divisão que semeiam os conflitos — afirmou, mencionando também os impactos econômicos e sociais das guerras.
Sem citar diretamente países ou regiões — rompendo com uma prática comum de seus antecessores —, o Papa reforçou o apelo por responsabilidade das lideranças globais.
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A República Islâmica foi atacada pela primeira vez em 28 de fevereiro pelos EUA e por Israel. Desde então, os três países estavam em um confronto que havia se expandido para os países vizinhos do Oriente Médio.
Apelo em Domingo de Páscoa
Em sua primeira missa de Páscoa, o Papa Leão XIV fez um apelo direto “àqueles que têm o poder” de desencadear guerras para que “escolham a paz”, ao mesmo tempo em que denunciou a “indiferença” diante dos conflitos, disse no último domingo.
Diante de milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Pontífice conduziu a celebração sob clima festivo, com flores, cantos litúrgicos e sinos, mas com o pano de fundo da guerra no Oriente Médio, que marcou toda a Semana Santa.
Durante a tradicional bênção “urbi et orbi”, Leão XIV criticou a naturalização da violência.
— Estamos nos acostumando à violência, nos resignando a ela e nos tornando indiferentes. Indiferentes à morte de milhares de pessoas. Indiferentes às sequelas do ódio e divisão que semeiam os conflitos — afirmou, mencionando também os impactos econômicos e sociais das guerras.
Sem citar diretamente países ou regiões — rompendo com uma prática comum de seus antecessores —, o Papa reforçou o apelo por responsabilidade das lideranças globais.










