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Um ataque no sul do Líbano deixou ferido o jornalista britânico Steve Sweeney, correspondente da emissora estatal russa RT, que precisou retirar estilhaços do braço após a explosão de um míssil nas proximidades. O incidente ocorreu enquanto ele gravava uma reportagem em área de conflito.
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As imagens do momento mostram o repórter em frente à câmera quando a explosão acontece a poucos metros de distância. Apesar da proximidade do impacto, Sweeney conseguiu se afastar e recebeu atendimento médico. Segundo a emissora, os ferimentos foram leves, mas exigiram a retirada de fragmentos do braço.
Veja vídeo:
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O cinegrafista que acompanhava o jornalista, Ali Rida, também escapou sem ferimentos graves. Ele afirmou que a equipe foi atingida mesmo estando identificada como imprensa, com coletes e credenciais visíveis, e acusou Israel de ter realizado o ataque de forma deliberada.
Até o momento, o governo israelense não se pronunciou sobre o episódio.
O ataque ocorre em meio à escalada de tensões na região. Nos últimos dias, Israel intensificou operações militares no sul do Líbano e também em Beirute, alegando que os alvos são posições do Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã.
Uma influenciadora austríaca pode ter sido enterrada viva dentro de uma mala após ser vítima de violência, segundo novas informações divulgadas por promotores do caso. A vítima, Stefanie Pieper, de 31 anos, foi encontrada morta em uma área de floresta dias após desaparecer.
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De acordo com as autoridades, o laudo da autópsia não conseguiu determinar com precisão o momento da morte, o que abre a possibilidade de que ela ainda estivesse viva ao ser colocada na mala e enterrada.
— É inteiramente possível que ela ainda estivesse viva quando foi colocada na mala — afirmou um porta-voz da promotoria.
Stefanie desapareceu em novembro, após não comparecer a um ensaio fotográfico, o que levou colegas a acionarem a polícia. Dias depois, o corpo foi localizado dentro de uma mala enterrada em uma área de mata na Eslovênia, próximo à fronteira com a Áustria.
O principal suspeito é o ex-namorado da vítima, também de 31 anos. Ele foi preso inicialmente na Eslovênia e, após ser extraditado para a Áustria, confessou o crime e indicou o local onde o corpo estava escondido.
Segundo as investigações, a influenciadora apresentava sinais de estrangulamento e lesões no rosto. Peritos, no entanto, não descartam que parte dos ferimentos tenha ocorrido enquanto ela ainda estava dentro da mala, possivelmente tentando escapar.
Antes de desaparecer, Stefanie teria enviado mensagens a amigos relatando a presença de uma pessoa suspeita nas proximidades de seu apartamento. O suspeito permanece em prisão preventiva e pode enfrentar pena de prisão perpétua caso seja condenado. O julgamento está previsto para ocorrer ainda este ano.
Stefanie Pieper era conhecida nas redes sociais por conteúdos de moda e beleza, com cerca de 50 mil seguidores.
O Brasil anunciou na quarta-feira que está enviando ajuda humanitária a Cuba, que enfrenta crise econômica e pressão crescente do presidente dos EUA, Donald Trump. O governo comunista de Cuba confirmou que está em negociações com os EUA, que interromperam o fornecimento de petróleo essencial à ilha, provocando apagões em todo o país, ao mesmo tempo em que pressionam outras nações a interromper o uso de médicos e profissionais de saúde cubanos, em uma tentativa de restringir outra importante fonte de receita e divisas.
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— Estamos fazendo várias doações, seja de remédios, seja de alimentos — afirmou Gisela Padovan, secretária de América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores, a jornalistas, acrecsentando que o Brasil busca proteger os cubanos de dificuldades adicionais. — São doações de caráter humanitário.
Remessas de medicamentos, incluindo tratamentos para tuberculose e outros fármacos essenciais, chegaram por via aérea nos últimos dias, acrescentou Padovan.
A assistência alimentar tem se mostrado mais complexa do ponto de vista logístico, e passa pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA), da ONU. O Brasil está doando 20 mil toneladas de arroz, 150 toneladas de feijão, 150 toneladas de arroz polido e 500 toneladas de leite em pó, segundo Padovan.
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Os esforços do Brasil se alinham a medidas recentes do México, onde a presidente Claudia Sheinbaum enviou toneladas de itens básicos a Cuba — embora, sob pressão dos EUA, tenha suspendido os embarques de petróleo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará no sábado da cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), em Bogotá, Colômbia. Em 2024, o Brasil firmou parceria com os Emirados Árabes Unidos para enviar leite em pó, arroz, soja e milho à ilha.
A Promotoria norueguesa pediu, nesta quarta-feira, uma pena de sete anos e sete meses de prisão para Marius Borg Høiby, filho da princesa herdeira Mette-Marit, julgado por estupros e agressões a quatro mulheres.
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— O estupro pode deixar sequelas duradouras e destruir vidas — argumentou o promotor Sturla Henriksbø no penúltimo dia do julgamento no tribunal de Oslo. — Pode ser algo que a vítima carregue por toda a vida — justificou.
Høiby, filho de uma relação de sua mãe anterior ao casamento com o príncipe herdeiro Haakon, permanece sob custódia durante o julgamento, onde enfrenta 40 acusações que podem totalizar 16 anos de prisão. O homem de 29 anos admite alguns atos, mas nega as acusações mais graves, em particular os supostos estupros de quatro mulheres que não tinham condições de reagir. Vestido com jeans e uma camisa polo azul de mangas curtas que deixava à mostra suas tatuagens, Høiby, que não é formalmente membro da família real, permaneceu impassível ao ouvir a pena solicitada contra ele.
O caso manchou gravemente a imagem da monarquia norueguesa. Tudo começou em 4 de agosto de 2024, quando a polícia prendeu Høiby, suspeito de agredir sua companheira na noite anterior. Após confiscar telefones e computadores, a polícia encontrou filmes e vídeos que documentavam os supostos crimes pelos quais foi acusado.
“Com direito a tudo”
As quatro supostas vítimas de agressão sexual não perceberam que haviam sido estupradas — segundo a acusação — até mais tarde, quando a polícia lhes mostrou as imagens e explicou sua natureza potencialmente criminosa.
Os supostos estupros teriam ocorrido após noites de festa, durante as quais Høiby supostamente consumiu álcool e drogas, e após relações sexuais consensuais. Um desses estupros teria ocorrido no porão da residência do príncipe Haakon e da princesa Mette-Marit, enquanto o casal estava em casa.
Em sua alegação final, o promotor Henriksbø descreveu Høiby como alguém “que acredita ter direito a tudo” e que não se preocupa em consultar suas parceiras sexuais “quando elas adormecem enquanto ele quer mais”.
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Durante o julgamento, Høiby alegou que todas as relações sexuais foram consensuais e que não tinha o hábito de fazer sexo com pessoas adormecidas. Em relação às supostas agressões contra mulheres, o promotor o descreveu como um homem “propenso a acessos de raiva, ciumento e que, especialmente sob o efeito de substâncias, pode perder o controle”.
— Ele pode perder o controle, gritar, atirar telefones, até facas, socar paredes. E ouvimos relatos de estrangulamento, espancamentos e cusparadas — relatou o promotor. — Marius Borg Høiby não é um monstro. Nenhum de nós é. Somos todos seres humanos, com qualidades boas e ruins. Ele não deve ser julgado por quem ele é, mas pelo que fez — enfatizou.
Na sexta-feira, o filho da princesa desabou em lágrimas ao falar da “pressão da mídia” que, segundo ele, o “apagou como pessoa”.
— Não sou mais Marius; sou um monstro. Tornei-me alvo de todo o ódio da Noruega — lamentou.
Høiby também é acusado de transportar 3,5 kg de maconha, fazer ameaças, violar ordens de restrição, danificar propriedade, invadir privacidade e cometer infrações de trânsito.
O jovem alto e loiro passou grande parte do julgamento sentado, desenhando, mascando chiclete ou usando tabaco. Após a declaração da acusação, os representantes das supostas vítimas se pronunciarão e, em seguida, a defesa apresentará suas alegações finais na quinta-feira. O veredicto não é esperado antes de várias semanas, ou mesmo meses.
Na terceira semana da guerra contra o Irã, o secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, não deu prazos para o fim da operação militar, que produziu impactos globais, mas disse que o cumprimento dos objetivos estabelecidos pelo presidente Donald Trump “está dentro do cronograma”. Com críticas à imprensa, Hegseth repetiu argumentos e números, e usou retóricas religiosas para defender o conflito no Oriente Médio.
— A decisão final caberá ao presidente, quando diremos: “Conseguimos o que precisávamos em nome do povo americano para garantir nossa segurança”. Portanto, não, não há prazo definido. Mas estamos no caminho certo — disse Hegseth, em entrevista coletiva no Pentágono.
Trump disse em várias ocasiões que o conflito poderia durar “entre quatro e seis semanas”, mas a assessores demonstrou certa surpresa com a resiliência iraniana e com a disposição do regime em atacar não apenas Israel, parceira dos EUA na guerra, mas também as monarquias árabes no Golfo Pérsico e fechar o Estreito de Ormuz.
A crise fez com que o preço do barril disparasse, e demonstrou que os americanos não são capazes de manter a passagem aberta ou de conter Teerã militarmente. Na entrevista coletiva, Hegseth e o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, declararam que o volume de mísseis e drones lançados pelo Irã “caiu 90%” desde o início da guerra, um percentual repetido em outras declarações à imprensa. O que se vê ao redor do Golfo Pérsico, contudo, são ataques recorrentes contra infraestruturas energéticas, militares e civis.
— Eles entraram nessa luta com muitas armas — reconheceu Caine. — É por isso que continuamos sendo agressivos e assertivos.
Hegseth declarou que 7 mil alvos foram destruídos dentro do Irã, incluindo na Ilha de Kharg, principal terminal de transporte de petróleo e gás do país. Segundo Caine, todas as capacidades militares na área foram eliminadas, sem dar detalhes. Ele ainda afirmou que as aeronaves americanas realizam ataques em posições mais ao leste, reforçando a fragilidade das defesas aéreas locais. Anunciando que a maior série de bombardeios desde o início do conflito acontecerá nesta quinta-feira — outra declaração repetida —, o secretário da Guerra declarou que a Marinha iraniana sofreu danos extensos, e que a frota de 11 submarinos não está mais operacional.
— Estamos vencendo de forma decisiva e nos nossos termos — declarou. — Não temos medo de ir atrás de ninguém e matar qualquer um, e já matamos muitos deles.
Em atualização
Uma estrutura instalada na cidade de Jinan tem chamado a atenção dentro e fora da China. Trata-se de uma bolha inflável gigante que cobre completamente um canteiro de obras, com cerca de 50 metros de altura e área aproximada de 20 mil metros quadrados. A solução, desenvolvida para conter impactos ambientais, ganhou repercussão após vídeos viralizarem nas redes sociais.
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A principal função da bolha é reduzir a dispersão de poeira e minimizar o barulho gerado pelas obras, especialmente em regiões densamente povoadas. O sistema funciona por meio de pressão de ar contínua, mantendo a estrutura inflada sem a necessidade de pilares internos.
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Além de atuar como barreira física, a cúpula também conta com mecanismos de filtragem do ar, contribuindo para diminuir a poluição no entorno. A tecnologia tem sido apontada como uma alternativa para tornar grandes construções menos impactantes em centros urbanos.
A expectativa é que, após a conclusão da obra, a estrutura possa ser desmontada e reutilizada em outros projetos, reforçando o caráter temporário e adaptável da solução.
O FBI abriu uma investigação contra Joe Kent, um oficial antiterrorismo que foi duramente criticado pela Casa Branca após sua renúncia em protesto contra a guerra com o Irã, por possível vazamento de informações confidenciais, de acordo com duas pessoas com conhecimento da situação. A investigação antecedeu a renúncia, na terça-feira, de Kent, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, de acordo com essas pessoas, que falaram sobre a continuidade da investigação sob condição de anonimato.
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A divulgação da investigação, que foi noticiada anteriormente pelo site de notícias americano Semafor, ocorreu após um esforço coordenado do governo de Donald Trump para desacreditar Kent, retratando-o como alguém indigno de confiança e desleal.
O FBI e o Departamento de Justiça, sob a gestão de Trump, frequentemente têm como alvo críticos e inimigos políticos do presidente, realizando investigações criminais, muitas vezes sem provas suficientes para obter ou sustentar uma acusação criminal.
“O Irã não representava nenhuma ameaça iminente à nossa nação”, escreveu Kent em sua carta pública de renúncia ao presidente Trump, que foi enviada enquanto o presidente lidava com as consequências econômicas e geopolíticas da guerra com o Irã.
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Kent, o primeiro membro sênior do governo a renunciar por causa da guerra, afirmou que o ataque ao Irã foi “devido à pressão de Israel e de seu poderoso lobby americano”.
Ele foi entrevistado na quarta-feira por Tucker Carlson, um amigo próximo, em seu popular podcast on-line. Carlson, que ganhou notoriedade por uma entrevista simpática a um supremacista branco no ano passado, tem sido um dos conservadores oponentes da guerra mais visíveis e um crítico ferrenho de Israel.
Os críticos de Kent há muito o acusam de promover uma visão de mundo antissemita e anti-Israel. No entanto, sua renúncia ampliou a divisão entre os republicanos sobre a guerra e a relação dos EUA com Israel. Trump, que como presidente é sensível à mídia de direita, rapidamente repreendeu Kent após sua renúncia, dizendo:
— É bom que ele tenha saído, porque ele disse que o Irã não era uma ameaça.
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Em sua aparição ao lado de Carlson, Kent elogiou efusivamente o presidente e suas políticas anteriores, incluindo atos de agressão contra o Irã, como o assassinato do major-general Qassem Suleimani em 2020 e o bombardeio americano às instalações nucleares iranianas no ano passado.
Mas Kent também reiterou suas alegações de que não havia evidências de um ataque iminente do Irã antes do início da guerra e que os Estados Unidos foram arrastados para o conflito por Israel. Ele pediu a Trump que impedisse Israel de atacar o Irã e que interrompesse o fornecimento de sistemas de defesa a Israel caso o país se recusasse.
— Ele precisa abordar a questão principal — disse Kent. — A questão principal é o que os israelenses estão fazendo. E ele precisa, com muita firmeza, e provavelmente com uma nova equipe de diplomatas, ir até os israelenses e dizer: “Chega. Nós vamos defendê-los. Vamos garantir que mísseis balísticos não sejam lançados sobre vocês. No entanto, vocês não vão mais atacar, porque esta é a nossa guerra”.
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Kent não é um crítico de guerra comum. Ele há muito tempo demonstra uma inclinação por teorias da conspiração, sugerindo, sem provas, que agentes do FBI poderiam ter sido responsáveis ​​por orquestrar o ataque de 6 de janeiro de 2021 ao Capitólio dos EUA. Ele descartou as alegações de interferência russa nas eleições de 2016, afirmando que tais acusações faziam parte da “farsa russa”.
E, em sua aparição com Carlson, os dois promoveram alegações infundadas de que Israel poderia ter estado envolvido em uma tentativa de assassinato de Trump em 2024, bem como no assassinato do comentarista de direita Charlie Kirk no ano passado.
Uma mulher foi presa nos Estados Unidos pelo assassinato de um corretor de imóveis ocorrido há mais de uma década no estado de Iowa, em um caso que permanecia sem solução desde 2011. Kristin Ramsey, de 53 anos, foi detida nesta terça-feira (17) e acusada de homicídio em primeiro grau pela morte de Ashley Okland, segundo a polícia de West Des Moines.
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De acordo com a Unidade de Casos Arquivados do Gabinete do Procurador-Geral de Iowa, Okland foi morto a tiros em 8 de abril de 2011, enquanto trabalhava em uma casa modelo. O crime gerou forte repercussão à época e impactou a comunidade imobiliária local.
Caso que marcou a comunidade
Em coletiva de imprensa, o chefe assistente da polícia de West Des Moines, Jody Hayes, afirmou que a morte provocou “ondas de choque” em todo o estado e continuava a assombrar o setor. Apesar da prisão, autoridades não detalharam quais elementos levaram à identificação de Ramsey como suspeita.
O procurador do condado de Dallas, Matt Schultz, limitou-se a informar que um júri indiciou formalmente a acusada após análise das evidências reunidas no caso.
Segundo Steven Kahn, que era chefe de Ramsey na época do crime, ambos trabalhavam na empresa Rottlund Homes, responsável pela construção da casa onde Okland foi assassinado. Em entrevista à ABC News, ele afirmou ter ficado surpreso com a prisão.
— Ela era a pessoa mais gentil. Estou totalmente chocado — disse Kahn, acrescentando que chegou a se sentar ao lado de Ramsey durante o funeral da vítima. Ele também afirmou não conhecer aspectos da vida pessoal da suspeita e disse não enxergar motivação aparente para o crime.
A irmã de Okland, Brittany Bruce, declarou que a família já havia perdido a esperança de encontrar respostas após tantos anos. Ela agradeceu o trabalho das autoridades e afirmou confiar no andamento do processo.
— Temos plena confiança na capacidade deles de levar isso adiante — disse.
Um gambá-de-cauda-de-escova australiano foi encontrado entre bichinhos de pelúcia em uma loja de presentes do Aeroporto de Hobart, na Tasmânia, nesta quarta-feira (18). O episódio inusitado foi registrado em vídeo por uma funcionária e divulgado pelo perfil do aeroporto no Instagram.
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O animal chamou a atenção de um passageiro ao se movimentar entre os brinquedos expostos em uma prateleira repleta de réplicas de espécies nativas. Entre cangurus, bilbies e dingos, o gambá real se destacava pelos olhos castanhos em movimento, destoando dos itens à venda.
Confira:
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Segundo Liam Bloomfield, gerente de uma loja no aeroporto, uma passageira alertou uma funcionária ao perceber a presença do animal. A funcionária, inicialmente incrédula, acionou a administração do terminal. “Ela ligou e disse: ‘Tem um gambá na loja’”, relatou Bloomfield.
Animal foi retirado sem ferimentos
Antes da remoção, uma funcionária conseguiu filmar o momento em que o gambá permanecia entre os brinquedos. Com o aumento da movimentação no local, o animal se assustou, mas foi retirado em segurança pelos funcionários do aeroporto, sem apresentar ferimentos.
Montagem das imagens que circulam nas redes sociais
Captura de tela/Instagram/@hobart_airport
Segundo a AP, ainda não há informações sobre como o gambá conseguiu acessar a área restrita do terminal nem quanto tempo permaneceu no local. De acordo com Bloomfield, é improvável que o animal tenha sido colocado ali intencionalmente, já que o acesso à área de embarque exige passagem por inspeções de segurança, incluindo raio-X.
O gerente sugeriu, em tom de brincadeira, que o gambá pode ter se aproximado da prateleira na tentativa de se camuflar entre os brinquedos. “Imagino que ele viu os bichinhos e decidiu fazer dali sua casa”, disse.
Uma aposentada de 75 anos foi vítima de um golpe seguido de furto dentro de sua própria casa, na cidade de Avellaneda, província de Santa Fé, na Argentina. O caso envolve Elsa Marchetti, esposa do empresário Filiberto Braida.
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O crime ocorreu na terça-feira. O suspeito abordou a vítima na porta de casa e afirmou ter sido enviado pelo marido dela. Disse que Braida a aguardava no banco e que havia urgência de uma transferência para “proteger” o dinheiro, alegando ainda que ele estava “nervoso”.
Com base nessa narrativa, que combinava senso de urgência e risco financeiro, o homem convenceu a vítima a agir rapidamente. Assim, Elsa permitiu que ele entrasse na residência.
Já dentro do imóvel, o criminoso pediu um item de limpeza, com o objetivo de distrair a vítima. Enquanto ela foi buscar um esfregão, ele se dirigiu a um quarto, arrombou um armário e pegou todo o dinheiro. Segundo a vítima, foram levados cerca de US$ 400 mil (aproximadamente R$ 2 milhões) entre dólares e pesos argentinos.
A ação foi executada em poucos minutos.
Após o crime, o suspeito fugiu em um patinete elétrico. Ele estava com o rosto descoberto, vestia camiseta preta, calça clara e óculos, e levava um boné preto pendurado no guidão.
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Reprodução
Câmeras de segurança registraram a fuga e parte do trajeto, indicando que ele seguiu em direção ao norte da cidade. As imagens podem ajudar na identificação do autor.
Investigação
A investigação está a cargo da Polícia de Investigações (PDI), com atuação da Unidade Fiscal de Reconquista. Os agentes analisam imagens de câmeras públicas e privadas e trabalham na reconstrução da rota de fuga.
O caso foi inicialmente classificado como roubo, mas pode ser reclassificado como fraude agravada, devido ao uso de engano para obter acesso à residência e facilitar a subtração do dinheiro.
O empresário Filiberto Braida afirmou que a esposa foi manipulada pelo criminoso.
— Fizeram uma lavagem cerebral nela — disse.
Ele chegou em casa cerca de 20 minutos depois do horário habitual, após não encontrar o telefone, o que permitiu que o suspeito agisse sem interrupções. Ao comentar o episódio, Braida também afirmou:
— Talvez esse cara me matasse.
O caso reúne características típicas de um tipo de “golpe da confiança”, em que o criminoso se passa por alguém ligado à vítima, cria uma situação de urgência e explora a credibilidade para viabilizar o crime.

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