Uma aposentada de 75 anos foi vítima de um golpe seguido de furto dentro de sua própria casa, na cidade de Avellaneda, província de Santa Fé, na Argentina. O caso envolve Elsa Marchetti, esposa do empresário Filiberto Braida.
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O crime ocorreu na terça-feira. O suspeito abordou a vítima na porta de casa e afirmou ter sido enviado pelo marido dela. Disse que Braida a aguardava no banco e que havia urgência de uma transferência para “proteger” o dinheiro, alegando ainda que ele estava “nervoso”.
Com base nessa narrativa, que combinava senso de urgência e risco financeiro, o homem convenceu a vítima a agir rapidamente. Assim, Elsa permitiu que ele entrasse na residência.
Já dentro do imóvel, o criminoso pediu um item de limpeza, com o objetivo de distrair a vítima. Enquanto ela foi buscar um esfregão, ele se dirigiu a um quarto, arrombou um armário e pegou todo o dinheiro. Segundo a vítima, foram levados cerca de US$ 400 mil (aproximadamente R$ 2 milhões) entre dólares e pesos argentinos.
A ação foi executada em poucos minutos.
Após o crime, o suspeito fugiu em um patinete elétrico. Ele estava com o rosto descoberto, vestia camiseta preta, calça clara e óculos, e levava um boné preto pendurado no guidão.
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Reprodução
Câmeras de segurança registraram a fuga e parte do trajeto, indicando que ele seguiu em direção ao norte da cidade. As imagens podem ajudar na identificação do autor.
Investigação
A investigação está a cargo da Polícia de Investigações (PDI), com atuação da Unidade Fiscal de Reconquista. Os agentes analisam imagens de câmeras públicas e privadas e trabalham na reconstrução da rota de fuga.
O caso foi inicialmente classificado como roubo, mas pode ser reclassificado como fraude agravada, devido ao uso de engano para obter acesso à residência e facilitar a subtração do dinheiro.
O empresário Filiberto Braida afirmou que a esposa foi manipulada pelo criminoso.
— Fizeram uma lavagem cerebral nela — disse.
Ele chegou em casa cerca de 20 minutos depois do horário habitual, após não encontrar o telefone, o que permitiu que o suspeito agisse sem interrupções. Ao comentar o episódio, Braida também afirmou:
— Talvez esse cara me matasse.
O caso reúne características típicas de um tipo de “golpe da confiança”, em que o criminoso se passa por alguém ligado à vítima, cria uma situação de urgência e explora a credibilidade para viabilizar o crime.
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Com base nessa narrativa, que combinava senso de urgência e risco financeiro, o homem convenceu a vítima a agir rapidamente. Assim, Elsa permitiu que ele entrasse na residência.
Já dentro do imóvel, o criminoso pediu um item de limpeza, com o objetivo de distrair a vítima. Enquanto ela foi buscar um esfregão, ele se dirigiu a um quarto, arrombou um armário e pegou todo o dinheiro. Segundo a vítima, foram levados cerca de US$ 400 mil (aproximadamente R$ 2 milhões) entre dólares e pesos argentinos.
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Ele chegou em casa cerca de 20 minutos depois do horário habitual, após não encontrar o telefone, o que permitiu que o suspeito agisse sem interrupções. Ao comentar o episódio, Braida também afirmou:
— Talvez esse cara me matasse.
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