Na terceira semana da guerra contra o Irã, o secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, não deu prazos para o fim da operação militar, que produziu impactos globais, mas disse que o cumprimento dos objetivos estabelecidos pelo presidente Donald Trump “está dentro do cronograma”. Com críticas à imprensa, Hegseth repetiu argumentos e números, e usou retóricas religiosas para defender o conflito no Oriente Médio.
— A decisão final caberá ao presidente, quando diremos: “Conseguimos o que precisávamos em nome do povo americano para garantir nossa segurança”. Portanto, não, não há prazo definido. Mas estamos no caminho certo — disse Hegseth, em entrevista coletiva no Pentágono.
Trump disse em várias ocasiões que o conflito poderia durar “entre quatro e seis semanas”, mas a assessores demonstrou certa surpresa com a resiliência iraniana e com a disposição do regime em atacar não apenas Israel, parceira dos EUA na guerra, mas também as monarquias árabes no Golfo Pérsico e fechar o Estreito de Ormuz.
A crise fez com que o preço do barril disparasse, e demonstrou que os americanos não são capazes de manter a passagem aberta ou de conter Teerã militarmente. Na entrevista coletiva, Hegseth e o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, declararam que o volume de mísseis e drones lançados pelo Irã “caiu 90%” desde o início da guerra, um percentual repetido em outras declarações à imprensa. O que se vê ao redor do Golfo Pérsico, contudo, são ataques recorrentes contra infraestruturas energéticas, militares e civis.
— Eles entraram nessa luta com muitas armas — reconheceu Caine. — É por isso que continuamos sendo agressivos e assertivos.
Hegseth declarou que 7 mil alvos foram destruídos dentro do Irã, incluindo na Ilha de Kharg, principal terminal de transporte de petróleo e gás do país. Segundo Caine, todas as capacidades militares na área foram eliminadas, sem dar detalhes. Ele ainda afirmou que as aeronaves americanas realizam ataques em posições mais ao leste, reforçando a fragilidade das defesas aéreas locais. Anunciando que a maior série de bombardeios desde o início do conflito acontecerá nesta quinta-feira — outra declaração repetida —, o secretário da Guerra declarou que a Marinha iraniana sofreu danos extensos, e que a frota de 11 submarinos não está mais operacional.
— Estamos vencendo de forma decisiva e nos nossos termos — declarou. — Não temos medo de ir atrás de ninguém e matar qualquer um, e já matamos muitos deles.
Em atualização
— A decisão final caberá ao presidente, quando diremos: “Conseguimos o que precisávamos em nome do povo americano para garantir nossa segurança”. Portanto, não, não há prazo definido. Mas estamos no caminho certo — disse Hegseth, em entrevista coletiva no Pentágono.
Trump disse em várias ocasiões que o conflito poderia durar “entre quatro e seis semanas”, mas a assessores demonstrou certa surpresa com a resiliência iraniana e com a disposição do regime em atacar não apenas Israel, parceira dos EUA na guerra, mas também as monarquias árabes no Golfo Pérsico e fechar o Estreito de Ormuz.
A crise fez com que o preço do barril disparasse, e demonstrou que os americanos não são capazes de manter a passagem aberta ou de conter Teerã militarmente. Na entrevista coletiva, Hegseth e o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, declararam que o volume de mísseis e drones lançados pelo Irã “caiu 90%” desde o início da guerra, um percentual repetido em outras declarações à imprensa. O que se vê ao redor do Golfo Pérsico, contudo, são ataques recorrentes contra infraestruturas energéticas, militares e civis.
— Eles entraram nessa luta com muitas armas — reconheceu Caine. — É por isso que continuamos sendo agressivos e assertivos.
Hegseth declarou que 7 mil alvos foram destruídos dentro do Irã, incluindo na Ilha de Kharg, principal terminal de transporte de petróleo e gás do país. Segundo Caine, todas as capacidades militares na área foram eliminadas, sem dar detalhes. Ele ainda afirmou que as aeronaves americanas realizam ataques em posições mais ao leste, reforçando a fragilidade das defesas aéreas locais. Anunciando que a maior série de bombardeios desde o início do conflito acontecerá nesta quinta-feira — outra declaração repetida —, o secretário da Guerra declarou que a Marinha iraniana sofreu danos extensos, e que a frota de 11 submarinos não está mais operacional.
— Estamos vencendo de forma decisiva e nos nossos termos — declarou. — Não temos medo de ir atrás de ninguém e matar qualquer um, e já matamos muitos deles.
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