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A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou a suspensão das evacuações de pacientes da Faixa de Gaza após a morte de um funcionário ligado à entidade nesta segunda-feira.
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“A OMS lamenta profundamente confirmar que um funcionário contratado para trabalhar para a Organização em Gaza foi morto hoje”, publicou o Diretor-Geral da agência, Tedros Adhanom Ghebreyesus, no X.
Outros dois funcionários da OMS estavam presentes no momento do incidente, mas escaparam ilesos, acrescentou.
“Após o incidente, a OMS suspendeu hoje a evacuação médica planejada de pacientes de Gaza para o Egito via Rafah. As evacuações médicas permanecerão suspensas até novo aviso.”
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Tedros afirmou que “as autoridades competentes” estão investigando o incidente, sem fornecer mais detalhes.
“Pedimos a proteção de civis e trabalhadores humanitários”, acrescentou em sua publicação.
Israel e Hamas acusam-se mutuamente de violar o cessar-fogo que entrou em vigor em 10 de outubro na Faixa de Gaza, após dois anos de guerra.

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Nesta quinta-feira, um incêndio atingiu o shopping Plaza Fiesta Las Palmas, localizado na cidade de Los Mochis, no noroeste do México, causando a morte de seis pessoas e deixando mais de 40 feridas, 38 das quais precisaram ser levadas para diversos hospitais da região.
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Segundo informações não oficiais publicadas pelo jornal local Milenio, o incêndio começou por volta das 14h na área da cozinha de uma das lojas do shopping. As autoridades afirmaram que os prejuízos materiais chegam a milhões.
As investigações iniciais determinaram que o fogo se alastrou rapidamente devido à proximidade com as lojas de roupas e brinquedos, que alimentaram as chamas com materiais altamente inflamáveis.
Outro detalhe relatado pela mídia local foi que vários comerciantes e clientes do shopping center relataram que o sistema interno de combate a incêndio não foi acionado.
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O incêndio mobilizou o Corpo de Bombeiros e a Polícia Municipal. Devido à magnitude do fogo, forças estaduais e federais também se uniram aos esforços para conter as chamas.
As autoridades informaram que pelo menos seis pessoas morreram, mais de 40 ficaram feridas e 38 foram hospitalizadas. Segundo testemunhas, a coluna de fumaça podia ser vista de vários pontos da cidade.
O diretor do Instituto de Proteção Civil do Estado de Sinaloa, Roy Navarrete Cuevas, afirmou que, no local, “bombeiros e equipes de emergência continuam as operações de remoção e resfriamento em diversas áreas do shopping center para extinguir completamente o incêndio”.
As autoridades indicaram que, até o momento, não há confirmação de outras pessoas presas dentro do shopping center; no entanto, as buscas continuarão assim que as condições permitirem a entrada de equipes especializadas com total segurança.
Assim, a Procuradoria-Geral da República (FGE) divulgou listas de feridos e os hospitais onde foram atendidos, solicitando o apoio da população para compartilhar as informações a fim de ajudar as famílias a localizar seus entes queridos.
Por fim, a prefeita Claudia Sheinbaum enviou uma missão de ligação e coordenação após o incêndio na loja, liderada pela Coordenação Nacional de Proteção Civil (CNPC).
Dessa forma, o governo federal mexicano mantém a coordenação com as autoridades estaduais e municipais para determinar as causas da tragédia.
A rede de televisão americana ABC acusou a Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) de violar seus direitos de liberdade de expressão, preparando potencialmente o terreno para uma longa e importante batalha judicial entre a emissora e o governo de Donald Trump. A empresa afirmou, em um documento enviado à agência, que os reguladores tiveram um “efeito inibidor” sobre a liberdade de expressão ao tentar punir conteúdos políticos dos quais discordavam. O documento, tornado público na sexta-feira, é a defesa mais agressiva feita por uma rede de televisão desde que o presidente americano iniciou, no ano passado, uma campanha prolongada para enquadrar organizações de mídia.
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A postura representa uma mudança marcante para a ABC. A emissora, controlada pela The Walt Disney Co., adotou inicialmente um tom de conformidade com Trump ao encerrar, em dezembro de 2024, um processo por difamação movido pelo presidente mediante o pagamento de US$ 15 milhões (cerca de R$ 73,4 milhões, na cotação atual). Muitos especialistas jurídicos consideravam improvável que Trump vencesse o caso nos tribunais.
O documento foi protocolado em nome de uma única afiliada da ABC em Houston e envolve uma disputa regulatória considerada menor sobre o programa de entrevistas “The View”. Mas, em sinal da importância do caso, o texto foi assinado por um dos mais experientes advogados de litígios perante a Suprema Corte dos EUA, Paul D. Clement, que atuou como procurador-geral no governo do presidente George W. Bush.
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O documento responde a uma ação tomada pela FCC no início deste ano, questionando se “The View”, tradicional programa matinal da ABC, estaria sujeito a antigas regras federais que exigem que programas de entretenimento da TV aberta concedam espaço equivalente a candidatos que disputam o mesmo cargo. O programa mistura entrevistas com políticos e celebridades, conduzidas por um grupo de apresentadoras frequentemente críticas a Trump.
Brendan Carr, presidente da comissão indicado por Trump, sugeriu publicamente que “The View”, que tecnicamente faz parte da divisão de jornalismo da ABC, não deveria se qualificar para uma exceção prevista pelas regras de “tempo igual”, aplicada a programas reconhecidos oficialmente como jornalísticos pela agência. Mas o documento da ABC revelou pela primeira vez a intensidade dos esforços da agência contra a emissora, incluindo pedidos extensos de documentos e informações sobre suas operações e linha editorial.
A exceção já foi concedida a muitos talk shows ao longo dos anos. No entanto, Carr apresentou uma nova interpretação da regra em janeiro, sugerindo que programas demais passaram a assumir, de forma indevida, que tinham direito à isenção.
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A FCC não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Segundo o documento da ABC, a FCC ordenou que a emissora afiliada da rede em Houston, KTRK-TV, apresentasse um pedido formal perguntando se “The View” se qualificava para a exceção. A agência sugeriu que, caso o programa não estivesse isento, a emissora deveria ter registrado documentos formais exigidos pelas regras de “tempo igual” em fevereiro, quando “The View” recebeu James Talarico, candidato democrata ao Senado pelo Texas.
A ABC afirmou que a exigência representou um excesso regulatório, porque “The View” já havia recebido sua própria isenção jornalística da agência em 2002. Segundo a empresa, a exceção nunca havia sido contestada nos 24 anos desde então, permanecendo válida.
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A emissora classificou a exigência da FCC para que solicitasse novamente a exceção como “sem precedentes, além da autoridade da comissão e contraproducente em relação ao objetivo declarado da comissão de incentivar a liberdade de expressão e o debate político aberto”.
“Algumas pessoas podem não gostar de certos — ou até da maioria — dos pontos de vista expressos em “The View” ou programas semelhantes. Essa discordância, no entanto, não pode justificar o uso de processos regulatórios para restringir essas opiniões”, acrescentou a ABC.
A emissora destacou ainda que a agência questionou talk shows críticos ao presidente, como “The View”, mas não programas de rádio favoráveis ao governo, como os comandados pelos comentaristas conservadores Glenn Beck e Mark Levin. O documento também chama atenção para o momento das investigações, realizadas antes das eleições legislativas de meio de mandato nos EUA.
Carr assumiu a presidência da FCC em 2025, prometendo aplicar padrões de “interesse público” centenários, incluindo regras como a do “tempo igual”, após um longo período de flexibilização iniciado na era Reagan.
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Essas regras se aplicam principalmente à televisão e ao rádio abertos, têm alcance limitado sobre a TV a cabo e não se estendem à internet. Carr acusou as três redes de televisão mais antigas do país — ABC, NBC e CBS — de exibirem um viés liberal que poderia violar os padrões de interesse público, gerando críticas de advogados, democratas e até alguns republicanos.
A ABC foi o principal alvo das medidas. No início de seu mandato, Carr abriu uma investigação sobre práticas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) em afiliadas da ABC, apuração que continua em andamento.
Em setembro, Carr ameaçou impor sanções à emissora por causa de uma piada feita pelo apresentador Jimmy Kimmel sobre o homem acusado de assassinar Charlie Kirk. Os comentários provocaram indignação entre Trump e seus apoiadores. A ABC respondeu suspendendo o programa de Kimmel por alguns dias, mas ele voltou ao ar após uma onda de protestos de fãs e defensores da liberdade de expressão.
Desde então, a pressão aumentou. A FCC passou a investigar “The View” e, há duas semanas, tomou a medida altamente incomum de revisar as licenças das oito emissoras locais pertencentes à ABC anos antes do vencimento.
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A revisão ocorreu após outra piada de Kimmel que irritou o presidente, embora Carr tenha afirmado que a medida se devia ao fato de a ABC estar “enrolando” a agência na investigação sobre DEI e “não sendo totalmente transparente”.
A ABC contestou a descrição feita por Carr em seu documento desta semana. A empresa afirmou ter cumprido todas as exigências da agência dentro dos prazos, fornecendo cerca de 11 mil documentos em resposta a dezenas de solicitações.
O documento, porém, sugere que a ABC considera uma contestação judicial mais ampla às regras históricas, argumentando que elas estão ultrapassadas e são injustas diante da ampla oferta atual de meios de comunicação, a maioria sem qualquer obrigação ligada ao chamado interesse público.
O texto também retomou alertas feitos por republicanos, incluindo os do senador Ted Cruz, do Texas, ao afirmar que “se o governo puder discriminar com base no ponto de vista em uma administração republicana, haverá pouco que impeça que faça o mesmo quando os democratas estiverem no poder”.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um cessar-fogo de três dias entre a Ucrânia e a Rússia, com início neste sábado, dizendo esperar que isso possa levar a um acordo de longo prazo para pôr fim à guerra. A Rússia havia anunciado anteriormente um cessar-fogo unilateral de dois dias para marcar o Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial, em 9 de maio, no sábado. A Ucrânia havia declarado anteriormente que também ofereceu uma trégua, mas que esta foi ignorada por Moscou.
“Esperemos que seja o começo do fim de uma guerra muito longa, mortal e difícil”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social, especificando que a trégua incluiria particularmente “uma troca de prisioneiros de 1.000 detidos de cada país”. “Este pedido foi feito diretamente por mim, e agradeço muito a concordância do presidente Vladimir Putin e do presidente Volodymyr Zelensky”, disse o presidente dos EUA.
Pouco depois do anúncio do americano, o presidente ucraniano afirmou que um cessar-fogo entre os dias 9 e 11 de maio “deve ser estabelecido” e que Kiev recebeu sinal verde de Moscou para uma grande troca de prisioneiros. “Durante o período do desfile, a partir das 10h (4h em Brasília), horário de Kiev, do dia 9 de maio de 2026), a área da Praça Vermelha ficará excluída do plano de utilização de armamento ucraniano”, diz um decreto publicado no site da Presidência.
Kiev anteriormente afirmou que Moscou havia ignorado uma proposta ucraniana para interromper os combates no início desta semana — uma contraproposta para um cessar-fogo de curto prazo. Zelensky havia interpretado a proposta como um teste para saber se o Kremlin estava realmente disposto a proporcionar uma breve trégua na guerra que já dura quatro anos.
A Rússia ameaçou lançar um ataque massivo no centro de Kiev caso a Ucrânia interrompesse o desfile do Dia da Vitória, instando repetidamente diplomatas estrangeiros a deixarem a capital ucraniana com antecedência.
Nas ruas de Kiev, antes do anúncio de Trump, alguns minimizaram as ameaças russas.
— Nada de novo vai acontecer — disse Vasyl Kobzar, um funcionário de banco de 40 anos, à AFP. — Estou preocupado, mas infelizmente isso já se tornou rotina.
Combates continuam
Rússia e Ucrânia trocaram ataques nesta sexta-feira, antes do anúncio de Trump. A Força Aérea da Ucrânia afirmou que a Rússia disparou 67 drones durante a noite — o menor número em quase um mês.
“Apesar do cessar-fogo declarado, o inimigo não reduziu a intensidade das operações de ataque”, disse Zelensky, acrescentando que a Ucrânia estava respondendo na mesma moeda.
A Rússia afirmou ter abatido mais de 400 drones ucranianos — 100 deles com alvos em Moscou — desde a meia-noite, e que suas tropas estavam “respondendo simetricamente”. Um drone ucraniano matou um homem de 41 anos e sua filha de 15 anos na parte da região de Kherson, na Ucrânia, ocupada pela Rússia, informou o governo apoiado por Moscou.
Zelensky também elogiou um ataque ucraniano a um depósito de petróleo na região de Yaroslavl, a cerca de 200 quilômetros a nordeste de Moscou.
Cerca de 13 aeroportos no sul da Rússia foram fechados nesta sexta-feira depois que um drone ucraniano atingiu um centro de navegação aérea na cidade de Rostov-on-Don, informou o Ministério dos Transportes de Moscou. Mais tarde, o Ministério afirmou que os voos foram parcialmente restabelecidos.
Putin, por sua vez, convocou uma reunião do conselho de segurança para discutir o ataque, classificando-o como um “ato de natureza terrorista” que poderia colocar em risco a aviação civil.
Em atualização.
A exploração espacial pode estar prestes a vivenciar uma mudança de paradigma sem precedentes, já que uma equipe de pesquisadores, liderada pelo cosmólogo Marcelo de Oliveira Souza, descobriu uma metodologia que permite o uso de dados orbitais preliminares de asteroides próximos da Terra como modelos geométricos para projetar trajetórias interplanetárias de alta velocidade para Marte. De acordo com o estudo publicado na revista científica Acta Astronautica, essa abordagem técnica permitiria que uma missão de ida e volta ao Planeta Vermelho fosse concluída em apenas 153 dias, um tempo significativamente menor do que os três anos normalmente exigidos pelos perfis de missão convencionais.
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A descoberta não sugere que estamos diante de uma iminente limpeza do horizonte marciano, mas sim altera fundamentalmente a forma como os astrônomos interpretam dados orbitais que antes eram descartados. A origem dessa descoberta está no asteroide 2001 CA21. Ao analisar os cálculos orbitais iniciais desse corpo celeste, De Oliveira Souza, pesquisador da Universidade Estadual do Norte do Rio de Janeiro, detectou que suas trajetórias preliminares traçavam uma espécie de portal secreto que se cruzava com as zonas de influência orbital da Terra e de Marte durante a oposição de outubro de 2020. Embora medições subsequentes tenham refinado a órbita do asteroide, o valor científico do estudo reside em demonstrar que essas trajetórias iniciais, frequentemente consideradas ruído na comunidade astronômica, funcionam como um mapa estrutural para identificar corredores de transferência rápida.
A pesquisa analisou três janelas de oposição marciana: 2027, 2029 e 2031. A partir dessa análise, 2031 emergiu como a oportunidade mais promissora para a realização desse tipo de missão. Nessa configuração geométrica, uma espaçonave poderia partir da Terra em 20 de abril de 2031, chegar a Marte em 23 de maio, permanecer na superfície por 30 dias e iniciar sua viagem de retorno em 20 de setembro. Essa jornada total de 153 dias representa um avanço significativo na astrodinâmica. Há também uma opção considerada energeticamente mais viável, que exigiria um total de 226 dias, com velocidades iniciais de 16,5 km/s.
Para validar essas rotas, os cientistas utilizaram um solucionador de problemas de Lambert, uma ferramenta clássica em mecânica orbital, que restringiu a inclinação da espaçonave ao plano de referência do asteroide. O valor dessa técnica reside em sua capacidade de servir como um filtro de seleção antes da realização de simulações complexas de n-corpos. No entanto, os autores do estudo são cautelosos em relação aos desafios tecnológicos atuais. A rota ultrarrápida, que completaria a jornada em apenas 33 dias, exigiria velocidades de partida de 32,5 km/s e uma velocidade de chegada a Marte de 108.000 km/h. Esses números superam em muito as capacidades dos atuais sistemas de pouso e proteção térmica, colocando essa abordagem em um âmbito puramente teórico que exigiria propulsão nuclear térmica ou elétrica avançada.
A pesquisa de De Oliveira Souza conclui que esse método de ancoragem plana é uma ferramenta metodológica valiosa. A equipe acadêmica enfatizou que essa técnica não altera a trajetória física do asteroide nem seu risco de impacto, mas sim aproveita a geometria existente no sistema solar. Esse atalho sugere que Marte não está tão distante quanto calculávamos anteriormente, mas sim que talvez estivéssemos observando o céu com as ferramentas erradas. A possibilidade de reutilizar informações de corpos menores como uma bússola interplanetária poderia acelerar os planos de exploração a longo prazo, desde que a tecnologia de propulsão consiga atingir os marcos energéticos que essas novas trajetórias exigem para garantir a segurança de uma tripulação humana.

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), informou nesta sexta-feira (8) que promulgou a Lei da Dosimetria. A decisão deve ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

“Nos termos da Constituição Federal, compete ao Presidente do Senado Federal promulgar a lei quando o Presidente da República não o faz no prazo constitucional de 48 horas”, informou, por meio de nota, o senador Alcolumbre.

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A Lei da Dosimetria reduz as penas para os condenados por tentativa de golpe de Estado no Brasil no contexto dos atos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, inconformados com o resultado das eleições de 2022, depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, pedindo um golpe militar e a deposição do presidente eleito democraticamente.

O projeto de lei foi vetado na íntegra pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que alegou que o texto viola o interesse público ao reduzir penas de crimes contra a democracia. Porém, Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Lula

Ao todo, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou 1,4 mil pessoas por crimes contra a democracia, sendo 431 penas de prisão, 419 penas alternativas e outros 552 acordos de não persecução penal.

De acordo com levantamento do STF, o maior grupo de condenados é formado por 404 réus que receberam penas de um ano de prisão, número equivalente a 28% do total de condenações.

Em seguida, foram registradas 213 condenações a 14 anos de prisão, representando 15,19% do total.

A pena mais alta foi aplicada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, único condenado a 27 anos e três meses de prisão. Para se beneficiar da redução das penas, os condenados devem ingressar com um pedido para recalcular a pena no Supremo.

Clique aqui e leia mais sobre o PL da Dosimetria na Agência Brasil

Entenda

O PL da Dosimetria determina que os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão no uso da pena mais grave em vez da soma de ambas as penas.

O foco do projeto é uma mudança no cálculo das penas, “calibrando a pena mínima e a pena máxima de cada tipo penal, bem como a forma geral de cálculo das penas”.

Tais mudanças devem beneficiar condenados pelo 8 de janeiro, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, além dos militares Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; e Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Forças americanas disseram ter disparado contra dois petroleiros de bandeira iraniana e os deixado fora de serviço enquanto estes tentavam violar o bloqueio aos portos do Irã, informou o Exército dos Estados Unidos nesta sexta-feira. O ataque ocorreu após a Marinha do Irã afirmar ter apreendido um petroleiro chinês em uma operação no Mar de Omã. Segundo Teerã, a embarcação teria tentado “interromper as exportações de petróleo e os interesses nacionais” do país. Os incidentes ocorreram após uma troca de ataques durante a noite anterior, que gerou temores de um colapso no cessar-fogo, e em meio à expectativa pela resposta do Irã à proposta de paz dos EUA.
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O Comando Central dos EUA (Centcom) afirmou que um caça F/A-18 Super Hornet utilizou munições de precisão contra os dois navios para impedi-los de prosseguir para o Irã, enquanto a mídia iraniana relatava “confrontos esporádicos” com embarcações americanas no Estreito de Ormuz.
Antes dos ataques americanos, a agência de notícias estatal da República Islâmica deu mais detalhes sobre a apreensão do petroleiro chinês. Segundo Teerã, a embarcação transportava petróleo iraniano, mas procurou “explorar as condições regionais”, tendo sido escoltada até a costa sul do Irã, onde foi entregue às autoridades. Segundo a nota, o petroleiro chamado Ocean Koi/Jin Li pertence à empresa Ocean Kudos Shipping, de Xangai, que já havia sido sancionada pelos Estados Unidos em fevereiro por suposto envolvimento no transporte de produtos petrolíferos iranianos.
A mídia estatal divulgou um vídeo que parecia mostrar pelo menos duas pequenas embarcações se aproximando de um navio-tanque na escuridão. O vídeo mostrava homens armados embarcando na embarcação e hasteando a bandeira iraniana.
Em meio à escalada no Estreito de Ormuz, a China alertou nesta sexta-feira sobre o aumento das hostilidades e disse estar preocupada com o número de embarcações e tripulantes retidos na região. Segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, havia tripulantes chineses a bordo de um outro petroleiro, o JV Innovation, atingido por um drone do Irã na segunda-feira, enquanto aguardava autorização para atravessar o estreito. De acordo com o porta-voz, não houve vítimas no ataque ao navio, de bandeira das Ilhas Marshall.
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Proposta de paz
Os incidentes ocorreram depois que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse que Washington espera receber a resposta de Teerã à proposta americana de paz ainda nesta sexta-feira. Rubio afirmou que o Irã não deve controlar o Estreito de Ormuz, onde ocorreram os confrontos, mas acrescentou:
— Estamos esperando uma resposta deles hoje em algum momento… Espero que seja uma proposta séria, de verdade.
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O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, disse nesta sexta-feira que a proposta ainda estava “em análise e, assim que uma decisão final for tomada, certamente será anunciada”, de acordo com a agência de notícias Isna.
Entretanto, duas fontes sauditas disseram à AFP que Teerã se recusou a permitir que os militares dos EUA usassem seu espaço aéreo ou bases para uma operação que visasse abrir passagem para a navegação comercial no estreito estratégico.
Na noite anterior, o Centcom afirmou que o Irã havia lançado mísseis, drones e pequenas embarcações contra três navios de guerra americanos que transitavam pelo Estreito de Ormuz, mas que nenhum foi atingido e que as forças americanas destruíram as ameaças e retaliaram contra bases terrestres no Irã.
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O comando militar central do Irã, Khatam al-Anbiya, rebateu, afirmando que o confronto eclodiu quando embarcações americanas alvejaram um petroleiro iraniano que se dirigia ao estreito, e acusou o inimigo de atingir áreas civis.
Os ataques atingiram Bandar Khamir e Sirik — cidades no lado iraniano do estreito — bem como a ilha de Qeshm, segundo informações, que alegam que o ataque foi realizado com a cooperação de “alguns países da região”.
Baqaei acusou os EUA de uma “violação flagrante do direito internacional e de um descumprimento do cessar-fogo”, mas afirmou que as forças iranianas “desferiram um ‘grande tapa’ no inimigo”.
Questionado em Washington na quinta-feira se o cessar-fogo com o Irã ainda estava em vigor após o confronto, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse:
— Sim, está. Eles brincaram conosco hoje. Nós os derrotamos.
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O Irã não nomeou os aliados regionais dos EUA que acusou de cooperar com os ataques, embora os Emirados Árabes Unidos tenham afirmado que foram forçados a interceptar uma série de drones e mísseis iranianos.
“Os sistemas de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos interceptaram dois mísseis balísticos e três drones lançados do Irã, resultando em três feridos com ferimentos moderados”, publicou o Ministério da Defesa dos Emirados no X.
Após o início da guerra em 28 de fevereiro, o Irã fechou em grande parte o Estreito de Ormuz, e os EUA posteriormente impuseram seu próprio bloqueio aos portos iranianos. Segundo a Organização Marítima Internacional da ONU, cerca de 1.500 navios e 20 mil tripulantes internacionais estão atualmente presos na região do Golfo devido ao conflito.
No domingo, Trump anunciou o “Projeto Liberdade”, uma operação naval dos EUA destinada a reabrir o estreito à navegação comercial, mas abandonou o projeto na terça-feira em favor do retorno às negociações.
De acordo com o New York Times, a decisão de pausar a iniciativa veio após pressão da Arábia Saudita, que não concordou com o uso de seu território e espaço aéreo durante a operação. O jornal afirma que os sauditas — apesar de suas rusgas com Teerã — temiam uma nova escalada do conflito e o retorno dos ataques contra os países árabes do Golfo Pérsico, que causaram danos no reino.
Com agências internacionais.
O Pentágono divulgou nesta sexta-feira o que chamou de arquivos “novos, nunca vistos antes” sobre óvnis, apresentando a medida como um exemplo do compromisso do departamento — que expulsou repórteres no início deste ano — com a transparência. Foram mais de 160 arquivos publicados até o momento, mas espera-se que outros sejam divulgados gradualmente.
“Esses arquivos, ocultos por trás de classificações, há muito alimentam especulações justificadas — e é hora de o povo americano vê-los por si mesmo”, disse o secretário de Defesa, Pete Hegseth, em um comunicado. “Nenhum outro presidente ou administração na história cumpriu esse nível de transparência sobre U.A.P.s”, disse, referindo-se ao que o Departamento de Defesa agora chama de fenômenos anômalos não identificados, mas que a maioria das pessoas chama de óvnis, ou objetos voadores não identificados.
A coleção está sendo “armazenada”, segundo o comunicado, em war.gov/ufo.
Os arquivos iniciais são imagens estáticas borradas que podem mostrar qualquer coisa. Em uma delas, um conjunto de pontos aparece na tela. Em outra, há alguns objetos de formato estranho.
Em 2017, o New York Times informou que o Pentágono tinha um programa secreto e sigiloso, iniciado em 2007, que investigava episódios relatados por militares que afirmavam ter encontrado o que pareciam ser objetos espaciais. Desde então, parlamentares pressionam o governo para que torne públicos seus trabalhos sobre óvnis.
Em atualização.
Uma enfermeira escolar de 64 anos foi condenada no Reino Unido após esfaquear repetidamente o ex-marido ao descobrir que ele havia sacrificado os dois dachshunds da família sem avisá-la. O caso aconteceu em Norfolk, no leste da Inglaterra, e foi julgado no Tribunal da Coroa de Norwich, nessta semana. Claire Bridger admitiu ter causado lesões corporais graves com intenção, mas foi absolvida da acusação de tentativa de homicídio.
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Segundo o tribunal, Claire e Keith Bridger estiveram juntos por 37 anos e eram casados havia 30, até a separação em abril do ano passado. De acordo com o depoimento da enfermeira, o rompimento ocorreu de forma repentina, durante um café da manhã com as duas filhas do casal. Após a separação, ela passou a se afastar do trabalho, recebeu medicação e ficou hospedada na casa de parentes por algumas semanas, afirmando que estava emocionalmente abalada.
O ataque após a revelação
Claire mantinha forte vínculo com os dois cães resgatados da família, a quem chamava de “minhas meninas”. Antes de viajar para Londres para visitar familiares, ela deixou os animais sob os cuidados de Keith. Segundo seu relato, uma das filhas chegou a avisá-la de que, caso ela não voltasse para casa, os cachorros poderiam ser sacrificados por serem difíceis de controlar, já que eram descritos como barulhentos e agressivos.
No dia 17 de julho do ano passado, ao retornar para buscar seus pertences, Claire foi até a nova casa do ex-marido e o encontrou na entrada da garagem. Em depoimento, afirmou que perguntou diversas vezes onde estavam os cães e, após insistir, ouviu de Keith: “Os cachorros estão mortos. Eu mandei sacrificá-los”. Ela disse ter ficado em choque e afirmou não se lembrar claramente do que aconteceu em seguida.
Keith relatou ao tribunal que a ex-esposa ficou “quase histérica”, gritando repetidamente: “Você matou meus cachorros”. Segundo ele, logo depois foi atacado com uma faca. A vítima sofreu ferimentos graves com risco de morte, incluindo um pulmão perfurado, recebeu transfusão de sangue ainda no atendimento dos paramédicos e teve o tórax selado antes de ser levado ao hospital.
Durante a investigação, quando a polícia chegou ao local, Claire, coberta de sangue, teria dito a um agente: “Eu sou uma mulher má”. Um especialista psiquiátrico ouvido no processo afirmou que uma combinação de consumo de álcool e forte excitação emocional pode ter provocado um episódio de amnésia no momento do ataque. O detetive Cameron Brown declarou que Keith sofreu ferimentos extremamente graves e classificou o episódio como “uma experiência incravelmente traumática”, destacando a força da vítima durante a recuperação.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, assumiu nesta sexta-feira a responsabilidade pelo mal desempenho do Partido Trabalhista britânico nas eleições locais, que registraram crescimento da sigla de extrema direita Reform UK. Os resultados, ainda em fase de apuração, apontam um avanço da legenda liderada pelo ativista anti-imigração Nigel Farage, e recuo dos trabalhistas mesmo em redutos históricos, pouco menos de dois anos após o retorno da centro-esquerda ao poder — em um governo marcado por crises internas. Starmer voltou a afirmar que não vai renunciar após o novo revés.
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— Os resultados são duros, muito duros, e não há como amenizar isso. Perdemos representantes brilhantes do Partido Trabalhista em todo o país, pessoas que dedicaram tanto às suas comunidades, tanto ao nosso partido — disse Starmer em um pronunciamento em Londres. Ele acrescentou pouco depois em uma entrevista à rede britânica SkyNews: — Os eleitores enviaram uma mensagem sobre o ritmo da mudança, sobre como querem que suas vidas melhorem. Fomos eleitos para enfrentar esses desafios. E eu não vou abandonar esses desafios e lançar o país no caos.
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As eleições locais, que colocaram cerca de 16 mil cargos em conselhos municipais e prefeituras em disputa no Reino Unido, eram o primeiro grande desafio eleitoral para Starmer desde julho de 2024, quando liderou seu partido na vitória e encerrou 19 anos de governo do Partido Conservador. Embora grandes cidades como Londres, Liverpool, Manchester e Birmingham não tenham aberto disputa para a prefeitura neste pleito, os resultados apontam um avanço do antissistema Reform UK em vários redutos trabalhistas no norte da Inglaterra e nas Midlands (centro da Inglaterra).
‘Mudança histórica’
Enquanto apenas 40 das 136 autoridades locais inglesas haviam divulgado os resultados, a liderança da sigla anti-imigração e eurocética era clara, com mais de 350 cadeiras garantidas em assembleias locais. Os trabalhistas, em sentido contrário, tinham perdido 245 assentos, segundo uma contagem da BBC.
— Estamos assistindo a uma mudança histórica na política britânica — declarou Farage durante um pronunciamento em Londres. — Somos competitivos em todas as regiões do país. Somos o partido mais nacional, viemos para ficar.
Os resultados parciais das eleições celebradas na quinta-feira incluem apenas a Inglaterra. A apuração dos votos mal começou no País de Gales e na Escócia. As pesquisas já haviam previsto uma derrota dos trabalhistas e um avanço expressivo do Reform UK.
O líder do Reform UK, Nigel Farage, posa com um sorvete em Walton-on-the-Naze, no leste da Inglaterra, após votar nas eleições locais
Chris Radburn/AFP
Liderança sob pressão
O frustrante resultado nas eleições locais pressiona Starmer, cuja popularidade despencou após uma série de crises internas durante seu governo. Um dos casos mais emblemáticos, que levou aliados a pedirem sua renúncia, envolve a nomeação de Peter Mandelson, um trabalhista cujos laços com o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein já era conhecido, como embaixador em Washington.
Entre as fileiras trabalhistas, lideranças do partido sugeriram que uma troca no comando poderia criar uma condição mais favorável para a continuidade do governo. Fontes ouvidas por jornais britânicos sugeriram que o secretário de Segurança Energérica Ed Miliband, representante por Doncaster North, poderia substituir Starmer — que rejeitou a alegação e disse ter recebido apoio do aliado.
Na oposição, o encolhimento trabalhista também foi apontado como um clamor por mudança. A líder conservadora Kemi Badenoch afirmou em um discurso em Westminster que o Partido Conservador estava “voltando” — embora a sigla tenha perdido mais de 170 cadeiras em cargos locais, segundo os resultados de momento. O líder dos Liberais Democratas, Ed Davey, afirmou que os resultados mostram que seu partido é o único forte o suficiente para enfrentar o Reform UK.
— Estou muito orgulhoso dos milhares de militantes Liberais Democratas que lutaram arduamente para conter o Reform e manter suas políticas divisivas longe de nossas comunidades. Mostramos que podemos enfrentar Nigel Farage e vencer, assumindo o controle de Portsmouth e Stockport, apesar do Reform ter investido tudo o que tinha nessas eleições — afirmou Davey. — O Partido Trabalhista e os Conservadores estão enfrentando perdas de proporções catastróficas porque as pessoas estão, com razão, fartas da situação deplorável em que se encontram no país. (Com AFP)
Um grande incêndio florestal atinge a zona de exclusão de Chernobyl, no norte da Ucrânia, após a queda de um drone, informaram nesta sexta-feira autoridades locais, que afirmam não ter detectado aumento nos níveis de radioatividade.
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“Um incêndio começou na quinta-feira no território da reserva de Chernobyl após a queda de um drone”, informou a administração da área que circunda, em um raio de 30 quilômetros, a usina nuclear acidentada de mesmo nome.
Segundo a administração da reserva, o fogo segue ativo e já afeta uma área de 1.100 hectares. Rajadas de vento e o terreno de difícil acesso vêm dificultando o trabalho das equipes de combate às chamas.
Imagens divulgadas pela administração da zona de exclusão mostram colunas densas de fumaça subindo sobre a floresta, além da circulação de caminhões de bombeiros e ambulâncias por estradas da região.
As autoridades não informaram se o drone que caiu era russo ou ucraniano. Os dois países trocam ataques com dezenas de drones quase diariamente desde o início da guerra.
“O nível de radiação na área afetada pelo incêndio permanece dentro dos limites normais”, assegurou a administração da reserva.
Os serviços de emergência da Ucrânia também informaram, em mensagem publicada no Telegram, que nenhum aumento da radioatividade foi detectado no país.
Área segue marcada pela pior catástrofe nuclear da história
A zona de exclusão de Chernobyl foi criada após a explosão, em abril de 1986, de um dos reatores da usina — acidente considerado a pior catástrofe nuclear da história.
Centenas de milhares de moradores foram evacuados da região, posteriormente transformada em reserva natural. Décadas depois, grande parte do território segue altamente contaminada.
Chernobyl voltou ao centro das atenções no início da guerra na Ucrânia. As forças russas ocuparam a usina no primeiro dia da invasão em larga escala, em fevereiro de 2022, e permaneceram no local por cerca de um mês, antes de se retirarem após fracassarem na ofensiva para tomar Kiev.
A usina está localizada a cerca de 130 quilômetros da capital ucraniana e a aproximadamente 20 quilômetros da fronteira com Belarus.

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