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O cientista político Juliano Medeiros é o próximo convidado do programa DR com Demori. Na entrevista, o historiador analisa a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e o cenário para as eleições de 2026. Além disso, ele defende a importância da agenda climática. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira (9), na TV Brasil.

Diretor do Instituto Futuro, iniciativa voltada à renovação das ideias progressistas e ao combate à desigualdade social, Juliano Medeiros tem uma trajetória política ligada aos movimentos sociais. Foi presidente nacional do PSOL entre 2017 e 2023.

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Por isso, comenta que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro não representa o fim “do bolsonarismo no país”. “Vai se reinventar. Talvez a extrema direita assuma outro nome […], mas a verdade é que é um marco importante, porque, em outros países, as instituições não conseguiram dar essa resposta”, diz.

 


São Paulo SP 27/11/2025 Historiador e cientista político, Juliano Medeiros, convidado do programa DR com Demori na Empresa Brasil de Comunicação (EBC).Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Historiador e cientista político Juliano Medeiros é o convidado do programa DR com Demori – Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A agenda climática também fez parte da conversa desta edição do DR com Demori. Ao programa, Juliano Medeiros comenta a dificuldade de trazer o tema ao debate político. “Eu não vejo nenhum outro caminho para combater a desigualdade social que não seja enfrentando a crise climática. Nós temos uma oportunidade, mas, para isso, é preciso pensar um pouquinho fora da caixa”, afirma.

Após a exibição na TV Brasil, o DR com Demori também fica disponível, na íntegra, no YouTube e no aplicativo da TV Brasil Play. O programa é transmitido em áudio, simultaneamente, na Rádio MEC, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de podcast no Spotify.

Sobre o programa

O programa Dando a Real com Leandro Demori, ou simplesmente DR com Demori, traz personalidades para um bate-papo direto e aprofundado na tela da TV Brasil.

Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes; a deputada federal Erika Hilton; o ex-ministro José Dirceu, o ator Caio Blat, a cantora Zélia Duncan; e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Saiba aqui como sintonizar.

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O presidente da China ofereceu ajuda para a reconstrução da Venezuela após os dois terremotos que atingiram o país na quarta-feira e deixaram pelo menos 235 mortos e 4.300 feridos. A informação foi divulgada nesta sexta-feira pela mídia estatal chinesa.
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Xi enviou uma “mensagem de condolências” à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, informou a agência Xinhua. A oferta ocorre enquanto socorristas e voluntários seguem procurando sobreviventes entre os escombros em cidades como Caracas e La Guaira, a região mais atingida pelo desastre.
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AFP
Segundo o balanço mais recente divulgado pelas autoridades venezuelanas, mais de 200 pessoas ainda permanecem presas sob os escombros.
Os terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, ocorreram com menos de um minuto de intervalo na quarta-feira. O segundo foi o mais forte registrado na Venezuela desde 1900, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Desde então, mais de 130 réplicas foram registradas.
A Venezuela começou a receber reforços internacionais para as operações de busca e resgate. Socorristas de El Salvador e do México já desembarcaram em Caracas. Veículos de imprensa venezuelanos também informaram a chegada de equipes e suprimentos enviados pelo Chile e de um grupo de socorristas da Suíça.
Os Estados Unidos anunciaram ajuda de US$ 150 milhões e enviaram dois navios de guerra, aeronaves de transporte e helicópteros para apoiar as operações. Além disso, um general do Comando Sul, Kevin J. Jarrard, também chegou a Caracas para supervisionar a participação americana nas ações de assistência humanitária.
As autoridades de Mianmar incineraram nesta sexta-feira dezenas de toneladas de drogas apreendidas, avaliadas em cerca de US$ 525 milhões (R$ 2,5 bilhões, na cotação atual), e acusaram grupos rebeldes de impulsionar o tráfico de entorpecentes no país asiático.
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A operação foi realizada por ocasião do Dia Internacional contra o Abuso e o Tráfico Ilícito de Drogas. Em uma área industrial nos arredores de Yangon, a maior cidade do país, densas colunas de fumaça preta se ergueram da fogueira onde os entorpecentes foram destruídos. O incêndio foi controlado pelos bombeiros após cerca de 30 minutos.
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Segundo as autoridades, a quantidade de drogas destinada à destruição em diferentes cidades foi o dobro da registrada no ano passado.
— A metanfetamina representa a maior parte das apreensões. São mais de 28 toneladas — afirmou à imprensa Aung Myat Soe, agente da divisão antidrogas.
Governo culpa grupos rebeldes
O ministro do Interior, Nyunt Win Swe, afirmou que grupos rebeldes têm ampliado sua participação no narcotráfico.
— Aproveitam os períodos de incerteza política para ampliar sua participação no tráfico de drogas.
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Segundo o ministro, essas atividades fortalecem os grupos insurgentes.
— Essas atividades não apenas prolongam a existência dos grupos insurgentes, como também representam uma ameaça permanente à estabilidade de nossa nação.
Em janeiro, a junta militar anunciou a descoberta de três grandes laboratórios de metanfetamina nas colinas do estado de Shan, a menos de 200 quilômetros da fronteira com a China.
Segundo as autoridades, os complexos tinham o tamanho de pequenas aldeias e contavam com estradas, áreas residenciais e infraestrutura própria de fornecimento de energia elétrica e água.
Analistas avaliam que a guerra civil iniciada após o golpe militar de 2021 permitiu que diferentes grupos envolvidos no conflito passassem a lucrar com o narcotráfico.
Além da produção de drogas, a mineração sem regulamentação e os centros dedicados a golpes virtuais também cresceram durante o período de instabilidade que se seguiu à derrubada do governo democraticamente eleito de Aung San Suu Kyi.
Um homem de 24 anos foi preso na Argentina acusado de matar a própria mãe e enterrar o corpo no quintal da casa da família, em Castelar, na região oeste da Grande Buenos Aires. Carlos Ignacio Costa Martínez já estava detido por tentativa de homicídio contra o próprio pai quando confessou o crime a um amigo, o que levou as autoridades a localizarem o corpo da vítima.
Após a confissão, a Promotoria determinou uma busca emergencial na residência. No local, encontraram o corpo de Graciela Martínez, de 54 anos, enterrado nos fundos da casa e coberto por sacos de lixo, segundo a agência Noticias Argentinas.
Com a descoberta, Carlos Ignacio Costa Martínez será indiciado por homicídio qualificado.
A área foi isolada para os trabalhos periciais, conduzidos por especialistas da Divisão de Crime Organizado da polícia da província de Buenos Aires, responsáveis pela coleta de vestígios e pela análise da cena do crime.
Outro caso semelhante
O crime ocorreu cerca de dois meses depois de outro parricídio registrado na mesma região da Grande Buenos Aires.
Em Ramos Mejía, cidade próxima a Haedo, um homem de 57 anos matou a própria mãe, Amelia Nora Pérez, de 80 anos.
Inicialmente, Leonardo Ariel Messina Pérez afirmou à polícia que havia encontrado a mãe morta ao voltar do trabalho e acionado o serviço de emergência. Os investigadores, porém, identificaram inconsistências em seu depoimento.
Posteriormente, ele confessou ter cometido o homicídio com as próprias mãos.
O corpo da vítima foi encontrado no banheiro da residência da família, localizada na rua Alsina, número 200, no centro de Ramos Mejía, no município de La Matanza.
Um tribunal da cidade de Magdeburgo, na Alemanha, condenou nesta sexta-feira à prisão perpétua o saudita Taleb Jawad al Abdulmohsen, de 51 anos, pelo ataque que matou seis pessoas e deixou mais de 300 feridos ao lançar um veículo contra um mercado de Natal no fim de 2024.
O Tribunal de Magdeburgo considerou que o crime teve gravidade excepcional, o que torna muito difícil uma eventual concessão de liberdade antecipada.
O condenado, que é psiquiatra, acompanhou a leitura da sentença algemado em um compartimento de uma sala construída especialmente para o julgamento.
O ataque ocorreu em 20 de dezembro de 2024, quando Abdulmohsen avançou com um BMW X3, um SUV compacto de mais de 340 cavalos de potência, contra a praça Alter Markt, onde funcionava o mercado de Natal da cidade.
Segundo as autoridades, o veículo chegou a cerca de 50 km/h antes de atingir a multidão. Um menino de 9 anos e cinco mulheres com idades entre 45 e 75 anos morreram.
Ataque provocou debate sobre imigração
O atentado reacendeu o debate sobre imigração na Alemanha. As autoridades, no entanto, destacaram o perfil “islamofóbico” do condenado, que manifestava hostilidade ao islã nas redes sociais e demonstrava simpatia pelo partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD).
Abdulmohsen chegou à Alemanha como refugiado em 2006. Em uma ocasião, foi multado por fazer ameaças.
Segundo ele, as autoridades alemãs não protegiam adequadamente os sauditas que deixavam seu país por motivos religiosos ou políticos e, ao mesmo tempo, eram excessivamente generosas com refugiados muçulmanos do Oriente Médio.
Acusado admitiu que dirigia o carro
Durante os oito meses de julgamento, Abdulmohsen fez declarações consideradas confusas, em alguns momentos marcadas por teorias da conspiração, e realizou uma greve de fome.
Ele admitiu ter planejado o ataque e reconheceu que dirigia o veículo alugado, mas negou ter atropelado intencionalmente as pessoas que estavam no mercado de Natal.
O promotor Matthias Böttcher afirmou que o condenado não demonstrou “qualquer arrependimento”.
Um psiquiatra que participou do processo diagnosticou Abdulmohsen com transtorno de personalidade narcisista. A perícia, porém, concluiu que ele era penalmente responsável por seus atos.
Um general do Comando Sul (Southcom) dos Estados Unidos chegou a Caracas nesta quinta-feira para supervisionar a participação americana nas operações de resposta aos terremotos que atingiram a Venezuela e deixaram pelo menos 235 mortos. Segundo o Exército dos Estados Unidos, o envio ocorre após o governo interino de Delcy Rodríguez solicitar formalmente ajuda a Washington.
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O major-general dos Fuzileiros Navais Kevin J. Jarrard, principal representante do Comando Sul em campo, ficará responsável por coordenar as ações das Forças Armadas americanas em apoio às operações humanitárias.
Segundo comunicado do Comando Sul, o militar “está trabalhando em estreita colaboração com seus parceiros para planejar, coordenar e conduzir” as operações com o objetivo de salvar vidas e prestar assistência às áreas afetadas.
A nota também informa que as forças americanas utilizarão aeronaves de asa fixa e de asa rotativa para realizar transporte especializado, além de apoiar a avaliação dos danos e a distribuição de ajuda humanitária.
O comunicado foi acompanhado por uma fotografia que mostra representantes venezuelanos recebendo Jarrard em um local não informado.
Anteriormente, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que mobilizou imediatamente o Departamento de Guerra, por determinação do presidente Donald Trump, para atuar em conjunto com o Departamento de Estado no apoio à Venezuela.
Outros países também enviam equipes
Além dos Estados Unidos, outros países anunciaram ou iniciaram o envio de ajuda humanitária e equipes de resgate.
Segundo Delcy Rodríguez, 188 socorristas de El Salvador e equipes de resgate do México já chegaram ao país para reforçar as operações de busca e salvamento.
A emissora TeleSur informou a chegada de socorristas e suprimentos enviados pelo Chile.
Já a emissora estatal VTV noticiou o desembarque de um grupo de 80 socorristas da Suíça, acompanhado de 18 toneladas de suprimentos, na Base Aérea El Libertador, no estado de Aragua.
O número de brasileiros desaparecidos na guerra da Ucrânia mais que dobrou em seis meses, segundo dados atualizados informados pelo Ministério das Relações Exteriores ao GLOBO. O novo balanço aponta 86 nacionais desaparecidos, ante 41 registrados anteriormente, além de 33 mortes confirmadas, frente às 16 contabilizadas no levantamento anterior. A atualização ocorre em meio ao caso do paraense Herik Ferreira Soares, de 23 anos, capturado por forças militares russas após, segundo seu próprio relato, ter sido enganado por uma promessa de trabalho.
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Herik, natural de Castanhal, no Pará, teve o caso revelado após a divulgação de um vídeo em que aparece chorando e relata que viajou para a Ucrânia acreditando que trabalharia em uma função de apoio, distante das áreas de combate. Segundo ele, no entanto, acabou sendo enviado para a linha de frente, em desacordo com o que havia sido prometido.
— Eles mentiram para mim e me enviaram para a linha de frente, para um confronto intenso. Não era isso que tinham prometido. Meu serviço não era de combatente. — afirma.
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Ao GLOBO, o Itamaraty confirmou que acompanha o caso e informou que, por meio da Embaixada do Brasil em Moscou, mantém contato com a família do brasileiro e presta assistência consular. A representação diplomática também está em contato com as autoridades russas em busca de informações adicionais sobre sua situação.
No vídeo, Herik relata arrependimento pela decisão de participar do conflito e afirma que a experiência o fez mudar de opinião sobre o recrutamento de estrangeiros. Segundo ele, latino-americanos, incluindo brasileiros, colombianos, peruanos e argentinos, acabam sendo utilizados como força de combate e tratados como “descartáveis” na guerra.
Em um dos trechos mais emocionantes da gravação, o paraense envia uma mensagem à mãe e pede perdão por não ter seguido os conselhos da família. Ele também faz um alerta para que outros brasileiros não aceitem propostas semelhantes.
— Me perdoa por não ter escutado o que a senhora disse e por ter voltado para esse inferno. Pense bem antes de vir para cá e perder algo muito maior, que é a sua família. Não compensa vir atrás de dinheiro sujo, um dinheiro que não vale a pena. Não deixe a segurança da sua família para participar de uma guerra que não é sua. — diz.
O caso reforça os alertas emitidos pelo governo brasileiro sobre o recrutamento de cidadãos para atuar em conflitos armados no exterior. O Ministério das Relações Exteriores recomenda que brasileiros recusem ofertas de trabalho ou convites para integrar forças estrangeiras e destaca que pessoas alistadas podem enfrentar dificuldades para deixar os combates. Segundo a pasta, a assistência consular nesses casos pode ser limitada pelas obrigações assumidas no momento do recrutamento.
Em nota, o Itamaraty afirmou que a atuação consular em situações envolvendo brasileiros engajados em forças armadas de terceiros países possui especificidades inerentes às circunstâncias do conflito e às obrigações contraídas no ato do alistamento. Por razões de privacidade, o ministério não divulga detalhes sobre a assistência prestada aos cidadãos atendidos.
O que parecia ser o resgate de um cão abandonado acabou se tornando um caso de proteção da vida selvagem. Uma família do município de Algeciras, em Huila, região andina da Colômbia, descobriu que o animal que haviam cuidado durante semanas era, na verdade, um filhote de raposa, que agora está passando por um processo de reabilitação para retornar ao seu habitat natural.
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A história começou em uma área rural de Algeciras, onde o pequeno animal foi encontrado sozinho e desprotegido. Acreditando ser um filhote abandonado, eles decidiram levá-lo para casa para cuidados como alimentação e abrigo. Assim foi feito durante cerca de um mês.
No entanto, com o passar dos dias, eles observaram mudanças em suas características físicas, como o crescimento das unhas, a aparência da pelagem, o formato do rosto e a estrutura óssea, além de um comportamento alimentar que chamou a atenção.
Família resgata filhote pensando ser de cachorro e descobre que era uma raposa; animal é cuidado pela Corporação Autônoma Regional de Alto Magdalena (CAM), na Colômbia
Reprodução / FAcebook / CAM
Diante dessas discrepâncias, a família buscou orientação da Corporação Autônoma Regional de Alto Magdalena (CAM). Após examinarem o animal, os profissionais confirmaram que não se tratava de um cachorro, mas sim de um filhote de raposa com menos de três meses de idade.
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O espécime foi transferido para o Centro de Trânsito de Animais Selvagens da CAM em Neiva, ainda na região andina, onde recebeu desparasitação, avaliação veterinária e avaliação biológica para iniciar seu processo de recuperação.
Família resgata filhote pensando ser de cachorro e descobre que era uma raposa; animal é cuidado pela Corporação Autônoma Regional de Alto Magdalena (CAM), na Colômbia
Reprodução / FAcebook / CAM
Processo de reabilitação
Atualmente, a fêmea permanece em um espaço projetado para estimular o desenvolvimento de seus comportamentos naturais.
Segundo a CAM, o filhote se alimenta de forma independente com uma dieta composta por frutas, ovos, frango e corações, de acordo com suas necessidades nutricionais.
Família resgata filhote pensando ser de cachorro e descobre que era uma raposa; animal é cuidado pela Corporação Autônoma Regional de Alto Magdalena (CAM), na Colômbia
Reprodução / FAcebook / CAM
Ao atingir a fase juvenil, ela será transferida para o Centro de Cuidados e Avaliação da Vida Selvagem em Teruel, onde continuará sua reabilitação com o objetivo de poder retornar ao seu habitat natural.
Apelo para proteger a vida selvagem
A CAM lembrou que, se uma pessoa encontrar um filhote de animal selvagem, deve evitar alimentá-lo, manuseá-lo ou levá-lo para casa.
A recomendação é informar imediatamente as autoridades ambientais para que o espécime receba os cuidados adequados e aumente suas chances de retornar à natureza.
As companhias aéreas japonesas cancelaram mais de 100 voos nesta sexta-feira devido à aproximação de duas tempestades tropicais intensas, elevando os alertas em todo o arquipélago asiático devido ao risco de inundações e deslizamentos de terra. A poderosa tempestade Mekkhala, que perdeu força após atingir a categoria de tufão, está produzindo rajadas de vento de até 144 km/h, segundo meteorologistas, que já registraram fortes chuvas em algumas áreas do sul e oeste do Japão.
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Espera-se que o sistema meteorológico passe perto das ilhas de Kyushu e Shikoku durante o fim de semana e possivelmente convirja com a tempestade tropical Higos, que também está se formando mais ao sul, no Pacífico.
Isso pode levar ao fenômeno atmosférico conhecido como efeito Fujiwhara, que ocorre quando duas tempestades interagem, complicando ainda mais a previsão de seus movimentos e intensidade.
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A Japan Airlines e a All Nippon Airways cancelaram 70 e 50 voos, respectivamente, com origem e destino nas regiões sul de Okinawa e Kagoshima. A região de Kyoto recomendou a evacuação de milhares de moradores, alertando para o risco de deslizamentos de terra.
Tanto Kyoto quanto Osaka anunciaram que os níveis de água nos principais rios estavam subindo e que os moradores deveriam ficar atentos a possíveis inundações.
As Forças Armadas japonesas também cancelaram o voo inaugural de uma aeronave de transporte V-22 Osprey para a Ilha de Miyako, que fazia parte de exercícios conjuntos com os Estados Unidos, segundo a agência de notícias japonesa Kyodo News.
Uma operação de controle ambiental no sul da Flórida, Estados Unidos impressionou agentes ambientais e o público que viu a captura de uma cobra de 5 metros. Além da fêmea gigante, um marco inédito: 177 pítons-birmanesas invasoras foram retiradas de uma área de cerca de 518 quilômetros quadrados no Condado de Collier, entre novembro de 2025 e abril de 2026. Juntas, as serpentes somaram aproximadamente 3,7 toneladas (8.080 libras), o maior volume já removido em uma única temporada pelo programa da Conservancy of Southwest Florida, responsável pela operação.
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Esta grande fêmea cpesava cerca de 69 quilos (153 libras) e media cerca de 5,1 metros (17 pés) de comprimento. Como resultado da operação, cerca de 4.100 ovos de píton também foram retirados do ecossistema antes da eclosão.
O resultado representa a primeira temporada de remoção próxima a quatro toneladas desde o início do programa, em 2013, e estabeleceu um novo recorde para a iniciativa voltada ao combate da espécie invasora nos Everglades. Mas o trabalho para chegar até estes números foram árduos para os especialistas.
Segundo a organização, os trabalhos utilizaram uma estratégia baseada em ciência para localizar as cobras durante o período reprodutivo. Pesquisadores monitoraram 40 machos previamente marcados, conhecidos como “cobras-espiãs”, para identificar fêmeas em reprodução. O foco principal foi a captura de fêmeas grávidas, que carregavam, em média, 70 ovos cada.
“Esses esforços de manejo baseados na ciência estão inibindo a reprodução local de pítons. Com a manutenção da pressão, esperamos ver esses números de remoção diminuírem ao longo do tempo”, afirmou o biólogo Ian Bartoszek, responsável pelo projeto, em comunicado divulgado pela Conservancy of Southwest Florida.
Conservancy of Southwest Florida removeu 177 pítons na Flórida; espécie é invasora na região e ameaça o equilíbrio do ecossistema local
Reprodução / Conservancy of Southwest Florida
As pítons-birmanesas não são nativas da Flórida e suspeita-se que se estabeleceram na região após terem sido introduzidas por proprietários de animais exóticos. Sem predadores naturais relevantes, a espécie se espalhou pelos Everglades e passou a influenciar o comportamento da fauna local. Cerca de uma em cada quatro das fêmeas de píton capturadas pela instituição continha restos de cervos-de-cauda-branca.
“Cada píton removida reduz a pressão sobre o ecossistema.”, declarou Rob Moher, presidente da Conservancy of Southwest Florida.
Desde a criação do programa, em 2013, a organização afirma ter removido mais de 1.750 pítons da região monitorada.
Conservancy of Southwest Florida removeu 177 pítons na Flórida; espécie é invasora na região e ameaça o equilíbrio do ecossistema local
Reprodução / Conservancy of Southwest Florida
O número de mortos pelos dois terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira subiu para pelo menos 235, e foi confirmado que há estrangeiros entre os falecidos. Abaixo, o que se sabe até o momento sobre a identidade das vítimas estrangeiras dos terremotos:
Ajuda: resgatadas sem os pais, crianças são atendidas em Caracas após terremotos
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Um cidadão português
O Ministério das Relações Exteriores de Portugal confirmou a primeira morte de um cidadão português nos terremotos. O homem foi resgatado com vida dos escombros, mas morreu a caminho do hospital, informou o ministério na sexta-feira.
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Dois brasileiros
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, país que faz fronteira com a Venezuela, informou na quinta-feira que dois de seus cidadãos — um homem e uma mulher — morreram na tragédia. O governo anunciou assistência consular para as famílias, disse o ministério.
Um ítalo-venezuelano
Um homem nascido em Caracas em 1970, com cidadania venezuelana e italiana, morreu após o desabamento de um prédio no estado de La Guaira, anunciou o Ministério das Relações Exteriores da Itália nesta quinta-feira. Roma estima que haja aproximadamente 170 mil pessoas com passaporte italiano na Venezuela.
Resgatadas sem os pais, crianças são atendidas em Caracas após terremotos
Federico Parra/AFP
Dois chineses
Dois cidadãos chineses foram confirmados entre as vítimas do terremoto na tarde desta quinta-feira, informou a agência de notícias estatal chinesa Xinhua, citando a embaixada em Caracas.
A embaixada emitiu um comunicado em sua conta oficial no WeChat, aconselhando os cidadãos chineses na Venezuela a “tomarem precauções contra desastres secundários causados ​​por tremores secundários e novos terremotos”.

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