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As principais escolas particulares de Nova York planejam cobrar mais de US$ 70 mil neste ano (cerca de R$ 364 mil) apenas em mensalidades, um valor que supera o de muitas universidades de elite dos Estados Unidos, à medida que repassam os custos de despesas crescentes, incluindo os salários dos professores. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a redução da jornada de trabalho será feita de forma colaborativa, com o governo federal atento às demandas específicas de cada setor econômico, de forma a beneficiar a sociedade como um todo.

A declaração foi feita após Lula ter recebido, em São Paulo, uma pauta de reivindicações da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), nesta terça-feira (19), durante a abertura do Encontro Internacional da Indústria da Construção (Enic).

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“Não se escondam de fazer qualquer proposta para nós. A construção civil é imprescindível para o futuro deste país. Em qualquer momento histórico, ela é quem gera emprego com mais facilidade. É ela quem pode fazer as coisas acontecerem”, disse o presidente.

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Especificidades de cada categoria

Na sequência, Lula disse que o governo estará atento às reivindicações relacionadas à redução da escala 6 por 1, que possibilitará, aos trabalhadores brasileiros, ter dois dias de descanso semanal.

“A jornada de trabalho vai ser aplicada levando em conta a especificidade de cada categoria. Ninguém vai impor isso na marra. É preciso respeitar a realidade de cada categoria, de cada profissão, de cada setor econômico, para fazer as coisas resultarem no benefício que nós queremos para a sociedade brasileira”, disse ele, na tentativa de transmitir segurança aos empresários do setor.

“Não fiquem assustados com o fim da escala 6 por 1. Isso é algo necessário, porque hoje o povo quer mais tempo para ficar em casa; quer mais tempo para o lazer; quer mais tempo para estudar e para namorar. Isso normal porque a sociedade tem avançado muito, com os avanços tecnológicos”, acrescentou.

Dirigindo-se aos empresários da construção civil, Lula disse que precisa deles para gerar empregos, bem como para construir casas e tocar obras de infraestrutura. “E vocês precisam de mim para fazer financiamento. É uma mão de duas vias. Eu dou e recebo, e vocês dão e recebem, porque, se não for assim, não funciona”.

 

O conselheiro-geral do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, Brian Morrissey, deixou o cargo na segunda-feira, poucas horas após o governo do presidente americano, Donald Trump, anunciar a criação de um fundo de US$ 1,776 bilhão (cerca de R$ 8,8 bilhões) de “anti-instrumentalização”, que pode beneficiar aliados políticos do presidente, segundo pessoas familiarizadas com a decisão. O mecanismo foi apresentado como uma forma de permitir que supostas vítimas de uso político do sistema judicial busquem compensação.
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A renúncia de Morrissey acontece sete meses após ele ser confirmado pelo Senado. O advogado não respondeu aos pedidos de comentário.
— Morrissey serviu ao Tesouro dos EUA com honra e integridade. Desejamos a ele o melhor em seus próximos empreendimentos — afirmou um porta-voz do Tesouro.
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Em sua carta de renúncia, ele disse ser grato por ter trabalhado com Trump e com o secretário do Tesouro, Scott Bessent.
O Departamento de Justiça criou o fundo para indenizar pessoas que alegam ter sido alvo indevido do governo de Joe Biden — entre elas apoiadores de Trump e ex-integrantes de sua equipe. O grupo inclui também participantes da invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021. A medida, considerada sem precedentes, poderia permitir ao governo pagar apoiadores com dinheiro público por meio do Departamento de Justiça, que está sob seu controle.
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O procurador-geral interino, Todd Blanche, afirmou que a iniciativa cria “um processo legal para que vítimas sejam ouvidas e possam buscar reparação”.
O Tesouro será responsável por depositar US$ 1,776 bilhão em uma conta controlada por um grupo selecionado por Blanche. Os recursos virão do Judgment Fund, um fundo de financiamento sem limite definido usado pelo governo federal para pagar acordos judiciais sem necessidade de aprovação do Congresso.
Ainda não está claro quem poderá receber os recursos do fundo. A iniciativa, no entanto, reforça uma narrativa adotada por Trump desde o retorno ao poder: a de que órgãos de investigação foram “instrumentalizados” contra ele e seus aliados durante o governo Biden.
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Uma comissão composta por cinco membros, que ainda não foram anunciados, administrará o fundo, informou o Departamento de Justiça. Trump terá poder para demitir qualquer um dos integrantes.
A medida provocou reação imediata de democratas e entidades de fiscalização, que classificaram o fundo como incomum e potencialmente ilegal. Críticos afirmam que a medida pode direcionar recursos públicos a aliados do presidente e abrir espaço para alegações infundadas de perseguição.
— Trata-se de um esquema para retirar recursos públicos e transformá-los em um caixa paralelo — afirmou o deputado Jamie Raskin, principal democrata no Comitê Judiciário da Câmara.
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A criação do fundo faz parte de um acordo para encerrar uma ação de US$ 10 bilhões (R$ 50 bilhões), movida por Trump contra a Receita Federal americana (IRS), vinculada ao Departamento do Tesouro. No processo, ele acusava o órgão de não ter evitado o vazamento de suas informações fiscais durante seu primeiro mandato. Reportagens mostraram que o então presidente pagou apenas US$ 750 (cerca de R$ 3,7 mil) em imposto federal no ano em que assumiu o cargo e não pagou nada em outros períodos.
Segundo o Departamento de Justiça, o próprio Trump não receberá nenhum pagamento, mas um pedido formal de desculpas.
O presidente desistiu da ação contra o IRS na segunda-feira após questionamentos de um juiz sobre a legalidade de processar uma agência que ele próprio controla.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, desembarcou nesta terça-feira em Pequim para a 25ª visita oficial à China em seu mandato, com uma pauta extensa e complexa para discutir com o líder chinês, Xi Jinping. Desde um projeto bilionário para ampliar a oferta de gás russo ao mercado chinês, passando pelo contexto geopolítico atual — como as duas guerras que envolvem os dois países direta e indiretamente — até o desejo de Moscou de reafirmar a “amizade sem limites”. Mas a viagem também é marcada pelo crescente desequilíbrio entre as duas nações, e pela passagem recente de outro protagonista global por Pequim, o presidente dos EUA, Donald Trump.
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Tal como o líder americano, a delegação russa inclui alguns pesos pesados da economia: presidentes de gigantes do setor de energia (Rosneft e Gazprom), de grandes bancos locais (VTB e Sberbank), além dos chefes das agências de desenvolvimento, de energia nuclear e exploração espacial. A presidente do Banco Central Russo, Elvira Nabiullina — a principal arquiteta do modelo econômico que blindou o país das sanções —, oito ministros e cinco vice-primeiros-ministros integram o grupo.
Dias antes, a delegação de Trump que esteve na China incluiu empresários e formuladores de políticas públicas, mas o Kremlin diz que não passa de coincidência.
— Não estamos competindo com ninguém em nossas delegações e estamos desenvolvendo nossa própria relação independente e multifacetada com a República Popular da China, que nós, e nossos amigos chineses, chamamos de parceria estratégica privilegiada e especial — disse o secretário de Imprensa da Presidência russa, Dmitry Peskov, na segunda-feira.
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Um ponto crucial é destravar o projeto de um novo gasoduto russo, o Força da Sibéria 2, com capacidade planejada de até 50 bilhões de m³ de gás natural por ano, o que dobraria a oferta aos chineses. O plano foi tema das últimas quatro viagens de Putin ao país, mas apenas em setembro do ano passado as engrenagens começaram a se mover, quando a iniciativa foi incluída em um memorando oficial. Em março, os chineses confirmaram o início de “trabalhos preparatórios para a rota central do gasoduto russo-chinês”, como parte de seu plano quinquenal (até 2030), sem mencionar o projeto pelo nome.
Nos mais de 10 anos que se passaram desde que o Força da Sibéria 2 foi apresentado, houve mais questões do que certezas em Pequim. O risco de incrementar a dependência energética dos russos, a diferença entre o que a Rússia queria cobrar e o que a China queria pagar (a demanda mais recente era de US$ 50 por mil m³, quase dez vezes menos do que o cobrado dos europeus) e os investimentos atrasaram a batida do martelo.
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Alexander KAZAKOV / POOL / AFP
O que poucos contavam era como o governo de Donald Trump ajudaria a quebrar o impasse. Os bombardeios americanos contra centrais nucleares iranianas, em junho passado, e a “Operação Fúria Épica”, lançada em fevereiro, causaram o maior choque energético em décadas, e serviram de plataforma para os russos se credenciarem como fornecedores estáveis de petróleo e gás.
— Tradicionalmente, a China encara sua segurança energética sob a ótica da limitação do fornecimento por gasoduto a no máximo 25% do mercado e tem se mostrado relutante em depender excessivamente de Moscou — disse Laurent Ruseckas, diretor executivo de gás global da S&P Global, ao The Moscow Times. — Mas, no contexto da crise atual, ter um fornecimento maior por gasoduto pode parecer mais positivo do que negativo.
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Em entrevista à agência Interfax, Yuri Ushakov, assessor de Putin, declarou que os líderes vão discutir o tema em Pequim, sem antecipar se darão um “passo mais sério”, como o anúncio público do gasoduto (como anseia o Kremlin). Para analistas, são pequenas as chances de que o Força da Sibéria 2 comece a operar antes de 2030.
— Tendo como pano de fundo a crise no Oriente Médio, a Rússia mantém o papel de fornecedora confiável de recursos energéticos, e a China, o de consumidora responsável — acrescentou.
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Desde a declaração conjunta emitida às margens dos Jogos Olímpicos de Inverno em Pequim, em fevereiro de 2022, na qual Rússia e China declararam que “amizade entre os dois Estados não tem limites”, e que “não existem áreas de cooperação ‘proibidas’”, os laços bilaterais ganharam corpo econômico e político.
Com a invasão à Ucrânia, naquele mesmo fevereiro, a Rússia se viu sob sanções poucas vezes vistas na História moderna, e a China surgiu como um parceiro crucial para manter o esforço de guerra e apoiar os pilares econômicos. As trocas comerciais praticamente dobraram em volume, em comparação com o período pré-2022, e moedas nacionais — o rublo e, especialmente, o iuan — foram usadas em 99% dos pagamentos, confirmou o ministro das Finanças, Anton Siluanov, em 2025
Mas os números escondem um desequilíbrio: ao mesmo tempo em que Moscou se apresenta, como definiu Ushakov, como um fornecedor confiável de commodities energéticas, o país se tornou dependente da tecnologia chinesa, incluindo dos chamados bens de “uso duplo”, que podem ser empregados na indústria civil e na construção de armamentos, mísseis e, mais recentemente, drones.
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Para especialistas, um cenário que pode ganhar corpo na forma de valores, sem compromissos mais abrangentes, como uma participação mais direta da China na Ucrânia. Hoje, as tropas de Putin não conseguem mais avançar por terra como antes, e suas instalações militares e de energia estão à mercê dos drones ucranianos.
— Putin precisa disso mais do que Xi. A Rússia agora é o parceiro júnior e dependente, após a desastrosa guerra de Putin na Ucrânia — disse Timothy Ash, pesquisador da Chatham House, à rede al-Jazeera. — Assim como Trump foi pedir favores a Pequim, Putin também fará o mesmo. A China tem todas as cartas na manga.
Segundo o jornal britânico Financial Times, Xi disse a Trump que Putin pode, “no fim das contas” , se arrepender da decisão de ter invadido a Ucrânia. As fontes acrescentaram que o tom usado pelo líder chinês foi mais duro do que o usado no passado para se referir ao conflito. Os dois ainda discutiram o conflito no Irã, para o qual a China defende um plano de cinco pontos até agora ignorado por Washington. Como a Rússia, os iranianos são grandes fornecedores de petróleo para os chineses.
Embora os envolvidos prefiram evitar o tema, as visitas de Trump e Putin à China estão intimamente conectadas pelas guerras sem solução, e, em algo caro a Pequim, demonstram como hoje os chineses estão dando as cartas, e como estão dispostos a transitar entre os diferentes campos geopolíticos, sem deixar de impor suas visões de mundo.
— A visita de Trump teve como objetivo estabilizar a relação bilateral mais importante do mundo; a visita de Putin visa tranquilizar um parceiro estratégico de longa data — disse Wang Zichen, vice-secretário-geral do think tank Centro para a China e a Globalização, à Associated Press. — Para a China, essas duas vertentes não são mutuamente exclusivas.
Dois cidadãos norte-americanos foram presos após invadirem a jaula de Punch, um filhote de macaco-japonês que viralizou nas redes sociais por aparecer carregando um orangotango de pelúcia, em um zoológico nos arredores de Tóquio. O caso ocorreu neste domingo, no zoológico da cidade de Ichikawa, perto de Tóquio, no Japão.
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Segundo a CNN, um dos homens pulou para dentro da área do animal enquanto o outro filmava a ação.
A administração do zoológico informou que registrou um boletim de ocorrência por danos nesta segunda-feira, e afirmou que adotará medidas para evitar novos episódios semelhantes.
Um dos suspeitos, de 24 anos, afirmou ser estudante universitário. Ele é acusado de escalar a cerca da área destinada ao macaco. O segundo homem, de 27 anos, disse ser cantor. Os dois negaram as acusações.
A polícia informou que nenhum animal ficou ferido durante a invasão. De acordo com a imprensa japonesa, os dois foram detidos sob suspeita de obstrução forçada de estabelecimento comercial.
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Punch vive no zoológico de Ichikawa e ganhou popularidade nas redes sociais após ser transferido, em janeiro deste ano, para uma jaula compartilhada com outros macacos.
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Desde então, o zoológico passou a publicar atualizações frequentes sobre o filhote.
O animal chamou atenção pelo forte apego a um orangotango de pelúcia, que costuma carregar consigo.
Segundo o zoológico, Punch teve dificuldades para interagir com outros macacos após ter sido abandonado pela mãe, situação que ajudou a impulsionar a repercussão da história nas redes sociais.
Ainda de acordo com a instituição, o filhote continua apegado ao brinquedo, mas vem melhorando a convivência com os outros animais do grupo.
Um especialista local em mergulho classificou como “acidente anunciado” a tragédia que matou cinco mergulhadores italianos em uma caverna submersa nas Maldivas, após uma expedição a mais de 50 metros de profundidade. Segundo ele, a terceira câmara da chamada “Caverna dos Tubarões”, onde os corpos foram encontrados, era considerada perigosa até mesmo por profissionais experientes.
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Em entrevista exclusiva ao tabloide britânico Daily Mail, o ex-mergulhador militar Shafraz Naeem afirmou que já visitou o complexo subaquático “inúmeras vezes”, mas nunca entrou na terceira câmara por razões de segurança. O acidente aconteceu na quinta-feira (14), quando cinco italianos desapareceram após mergulharem na região de Thinwana Kandu, conhecida localmente como “Caverna dos Tubarões”.
O corpo do instrutor local Gianluca Benedetti, que liderava o grupo, foi encontrado na sexta-feira próximo à passagem de entrada da caverna, a cerca de 60 metros de profundidade. Os demais integrantes foram localizados apenas na segunda-feira, presos no fundo da terceira câmara, em uma área de escuridão total, por uma equipe de mergulhadores finlandeses especializados em operações técnicas de resgate.
— A caverna é implacável. É fechada, completamente escura e só se consegue ver onde a luz aponta — afirmou Naeem ao jornal britânico. — Se algo dá errado, você não consegue simplesmente subir à superfície como em um mergulho comum.
Além de Benedetti, morreram Monica Montefalcone, professora associada de ecologia da Universidade de Gênova; sua filha, Giorgia Sommacal; o biólogo marinho Federico Gualtieri; e a pesquisadora Muriel Oddenino.
Falta de preparo e riscos extremos
Segundo Naeem, o grupo utilizava equipamentos recreativos, inadequados para mergulho técnico em cavernas profundas. Nas Maldivas, o limite permitido para mergulho recreativo é de 30 metros, enquanto a entrada da caverna fica a cerca de 50 metros abaixo da superfície.
O especialista afirmou ainda que não foram encontradas cordas-guia, conhecidas como “fio de Ariadne”, consideradas essenciais em mergulhos de caverna para orientar os mergulhadores em ambientes escuros e confinados. Para ele, a ausência desse recurso reforça a hipótese de falhas graves de planejamento e segurança.
— Pessoas sem treinamento específico para mergulho em cavernas ou sem o equipamento adequado tendem a sofrer narcose por nitrogênio. A partir daí, tudo começa a piorar — disse.
A narcose por nitrogênio é um efeito causado pela pressão em grandes profundidades, capaz de comprometer o julgamento, provocar ansiedade e desorientação. Especialistas também investigam a possibilidade de toxicidade por oxigênio, fenômeno que pode ocorrer quando a mistura respiratória usada no cilindro se torna inadequada para profundidades elevadas.
O presidente da Sociedade Italiana de Medicina Subaquática e Hiperbárica, Alfonso Bolognini, afirmou ao tabloide que uma crise hiperóxica ou um episódio de pânico dentro da caverna podem ter desencadeado a tragédia. Segundo ele, a baixa visibilidade e a agitação da água tornam qualquer erro potencialmente fatal em ambientes confinados.
Resgate teve nova morte
As operações de busca também terminaram em tragédia para as equipes de resgate. O mergulhador militar Mohamed Mahudhee morreu após sofrer doença descompressiva durante os trabalhos na região. Amigo próximo de Mahudhee, Naeem criticou a decisão das autoridades locais de enviá-lo para uma operação de alto risco sem, segundo ele, treinamento e equipamentos técnicos adequados.
A equipe responsável por localizar os corpos foi enviada pela Divers’ Alert Network Europe (DAN Europe), organização especializada em emergências de mergulho. Segundo a entidade, os profissionais utilizaram sistemas avançados de respiração conhecidos como “rebreathers”, capazes de reciclar o gás respiratório e prolongar o tempo de permanência em profundidade.
A tragédia também levantou questionamentos sobre a fiscalização do turismo de mergulho nas Maldivas. Naeem afirmou ao Daily Mail que algumas operadoras locais são conhecidas por promover mergulhos profundos acima dos limites permitidos para atrair turistas interessados em observar tubarões e outras espécies marinhas.
A empresa italiana responsável pela viagem negou ter autorizado uma descida além do limite legal permitido no país. Em declaração ao jornal italiano Corriere della Sera, representantes da operadora disseram que o plano original previa apenas uma expedição científica para coleta de amostras de corais em profundidades consideradas padrão.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados retoma nesta terça-feira (19) o debate sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

Os parlamentares analisam a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição 32/15. Se acolhida, a medida ainda terá de ser discutida por uma comissão especial.

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Na última quarta-feira (13), a comissão realizou audiência pública sobre o tema, que dividiu a opinião dos participantes. Na ocasião, o relator da proposta, deputado Coronel Assis (PL-MT), citou pesquisa recente que aponta que 90% dos brasileiros defendem a redução da maioridade penal.

Para o parlamentar, é preciso dar uma resposta ao clamor social. Ele argumenta ainda que a Constituição permite a mudança.

“O caminho mais técnico e equilibrado é manter a regra geral de inimputabilidade até os 18 anos e criar uma exceção para jovens de 16 e 17 anos em crimes de extrema gravidade”.

Na proposta, Coronel Assis prevê ainda a manutenção de garantias para os jovens, como o cumprimento de penas em unidades separadas dos adultos, procedimentos processuais específicos e a proibição de penas cruéis.

Já o advogado e membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ariel de Castro Alves, defende que a proposta é “oportunista e demagógica”, com fins eleitoreiros às vésperas do pleito deste ano.

“Os parlamentares sabem sobre a inconstitucionalidade da proposta baseada na supressão de direitos fundamentais dos adolescentes de responderem por seus atos com base no ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente], e não pelo Código Penal”, disse, ao citar que o critério de maioridade penal aos 18 anos é adotado pela muitas nações.

“Reduzir a idade penal seria como reconhecer a incapacidade do Estado em educar e incluir socialmente seus adolescentes. Quando o Estado, a sociedade e as famílias excluem, o crime acaba incluindo”, completou, ao classificar a proposta como ilusória e com o objetivo de ludibriar a opinião pública.

Números

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indicam que o país registra cerca de 12 mil adolescentes em unidades de internação ou em privação de liberdade – menos de 1% dos 28 milhões de jovens nessa faixa etária, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

*Com informações da Agência Senado

As Forças Armadas do Irã ameaçaram nesta terça-feira abrir novas frentes de guerra contra os EUA se o conflito de alta-intensidade entre os dois países for retomado. A indicação ocorre um dia depois de o presidente americano, Donald Trump, revelar que interrompeu de última hora planos para bombardear Teerã, a pedido de aliados no Golfo, o que encerraria de fato o cessar-fogo vigente há cerca de 40 dias. A falta de progresso nas negociações diplomáticas e a tensão constante entre autoridades aumentou o nível de preparo de estrategistas militares nos dois países, que projetam planos de guerra para uma renovação das hostilidades — no caso iraniano, incluindo uma vasta gama de respostas, incluindo uma iniciativa para capacitar civis a usarem fuzis.
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— Se o inimigo for tolo o suficiente para cair na armadilha sionista mais uma vez e lançar uma nova agressão contra o nosso amado Irã, nós vamos abrir novas frentes, com novos equipamentos e novos métodos — afirmou o porta-voz militar iraniano Mohammad Akraminia, citado pela agência de notícias ISNA nesta terça.
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A avaliação de especialistas é de que o Irã se preparou para um conflito prolongado na primeira fase da guerra, estimando que pudesse durar cerca de três meses. A leitura inicial fez com que Teerã limitasse o uso de mísseis para sustentar semanas de ataques contra Israel e alvos regionais, segundo o especialista em questões de segurança iraniana do Instituto Alemão para Assuntos Internacionais e de Segurança, Hamidreza Azizi, em entrevista ao New York Times.
Em contraste, se a guerra recomeçar, a leitura da liderança iraniana é de uma mudança no perfil dos combates, “curtos, porém de alta intensidade”, incluindo ataques coordenados e pesados contra a infraestrutura energética do Irã. A repercussão disso na prática, avalia Azizi, seria o disparo de dezenas ou centenas de mísseis por dia para “enfrentar efetivamente o inimigo e também mudar os cálculos do outro lado”.
O impacto imediato seria maior para países árabes do Golfo Pérsico, como Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Arábia Saudita e Catar, bombardeados na primeira fase da guerra. Os danos no caso de uma ação mais direcionada e intensa poderiam, no entanto, ter uma dimensão diferente, sobretudo para o setor energético do país — o que aprofundaria a crise de fornecimento de petróleo e gás, que já é uma ferramenta de pressão econômica usada pelo Irã.
Autoridades iranianas e analistas alinhados ao governo têm feito ameaças e declarações agressivas a países da região, sobretudo contra os Emirados Árabes, que abriga bases militares americanas e, de acordo com relatos recentes, teria realizado ataques secretos contra Teerã durante a ofensiva.
— Certamente devemos fazer os Emirados voltarem à era de andar de camelo, e podemos fazer isso — disse Mehdi Kharatian, analista próximo às forças de segurança iranianas, em uma entrevista em podcast no mês passado. — Se necessário, ocuparemos Abu Dhabi.
Por mais hiperbólicas que sejam essas declarações, elas refletem correntes importantes de pensamento dentro da liderança da Guarda Revolucionária Islâmica, segundo Ali Alfoneh, pesquisador sênior do Arab Gulf States Institute.
“A ameaça de retaliação iraniana contra grandes produtores de petróleo continua sendo um dos poucos fatores que restringem o comportamento dos EUA em relação ao Irã”, escreveu o pesquisador.
O vice-presidente executivo do Quincy Institute, Trita Parsi, apontou em uma publicação na rede social X que o objetivo da retaliação poderia ser causar dano máximo não apenas ao setor energético, mas a data centers do país, em meio às ambições de Abu Dhabi de se tornar um hub de inteligência artificial alinhado aos EUA.
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O outro estreito
Enquanto o controle do Estreito de Ormuz continua sendo um ponto controverso nas negociações de cessar-fogo, estrategistas militares iranianos avaliam estender suas operações de bloqueio ao tráfego naval no Oriente Médio para além da principal via comercial. Em caso de uma nova escalada, Teerã poderia tentar exercer controle sobre o Estreito de Bab el-Mandeb, que conecta o Mar Vermelho e o Golfo de Áden, com ajuda das milícias Houthis do Iêmen.
A avaliação dos analistas é de que se o governo iraniano acreditar que o controle sobre Ormuz está ameaçado — uma vez que os EUA trataram publicamente sobre a intenção de liberar a passagem com o emprego das Forças Armadas —, uma solução seria ampliar as ações ofensivas no segundo estreito, fazendo os americanos terem que se dividir em duas frentes marítimas.
Kharatian disse na entrevista em podcast do mês passado que, se os EUA atacarem a infraestrutura econômica iraniana, o Irã retaliará limitando o tráfego em Bab el-Mandeb. A manobra em si, porém, pode ser difícil de realizar, uma vez que os aliados no Iêmen têm reagido com cautela aos combates mais recentes, com analistas atribuindo isso a cálculos de estoques militares disponíveis cada vez menores.
Estreitos de Ormuz e Bab el-Mandeb
Editoria de Arte
Treinamento civil
Mesmo sem o retorno de fato das hostilidades, o regime iraniano usa a sombra da ameaça americana para manter a mobilização em setores populares, mantendo a população civil engajada para o caso de necessidade de uma resistência patriótica. Em Teerã, treinamentos para capacitar civis ao uso de fuzis AK-47 foram vistos nas últimas semanas.
Autoridades instalaram estandes de treinamento militar por toda Teerã para ensinar ao público o básico do manuseio de armas, buscando preparar a sociedade iraniana para a possibilidade de um combate corpo a corpo, embora as ofensivas ao país tenham se concentrado em ataques aéreos até o momento. Na Praça Haft-e Tir, nos últimos dias, um soldado da Guarda Revolucionária do Irã ensinou por quase meia hora um grupo de iranianos a montar e desmontar um fiz AK-47, além de demonstrar diferentes tipos de munição.
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— A resposta das pessoas, de homens e mulheres, tem sido extraordinária. É totalmente voluntária — disse Nasser Sadeghi, soldado responsável por um dos treinamentos realizados no estande da Praça Haft-e Tir. — O objetivo é promover a cultura do martírio e da vingança pelo sangue do líder. Se Deus quiser, nos próximos dias, dependendo do que as autoridades superiores considerarem apropriado, outras armas também serão incluídas no treinamento.
Entre os participantes, havia homens com pouca experiência militar prévia, bem como mulheres vestidas com chador, algumas com faixas na cabeça e nos pulsos com a bandeira iraniana. Crianças e adolescentes também foram vistos posando para fotos com fuzis descarregados.
— Se Deus quiser, poderemos usá-la contra a agressão inimiga, caso um dia eles tenham más intenções contra esta terra — disse Fardin Abbasi, um funcionário público de 40 anos, após participar de um dos treinamentos.
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Mahnaz, uma mulher de 39 anos mãe de três filhos, disse que aprender a usar armas se tornou necessário nas circunstâncias atuais.
— Na minha opinião, nessas circunstâncias que os EUA criaram para nós, onde não poupam mulheres, crianças, jovens ou idosos, é nosso dever humano pelo menos aprender a atirar e a manusear armas — disse ela em entrevista à agência de notícias AFP. — Para que, se necessário, possamos usá-las com facilidade.
Perto dos estandes de treinamento, outros postos ofereciam chá, serviços de aconselhamento psicológico e assistência médica, enquanto alto-falantes transmitiam discursos, cânticos e homenagens a comandantes militares mortos. A televisão estatal iraniana também abraçou a iniciativa, chegando a convidar um membro da Guarda Revolucionária para ensinar um apresentador de televisão a mirar e disparar um fuzil de assalto. (Com AFP e NYT)
Uma turista de 33 anos morreu após ser esmagada por dois elefantes durante uma confusão em um acampamento turístico no estado de Karnataka, no sul da Índia, neste domingo (18). O caso aconteceu no Dubare Elephant Camp, atração conhecida por permitir contato próximo entre visitantes e os animais.
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Segundo informações divulgadas por veículos locais e internacionais, a mulher acompanhava uma atividade de banho dos elefantes às margens do rio Cauvery quando dois exemplares começaram a se enfrentar repentinamente. Durante a briga, ela acabou atingida e prensada pelos animais.
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A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. As autoridades indianas abriram investigação para apurar as circunstâncias do acidente e avaliar se houve falhas nos protocolos de segurança do local.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento de tensão durante a confusão entre os elefantes. As imagens passaram a ser compartilhadas com alertas de conteúdo sensível devido à gravidade da cena.
O Dubare Elephant Camp é um dos destinos turísticos mais conhecidos de Karnataka e oferece atividades como alimentação, banho e interação com elefantes treinados. O local recebe visitantes de diferentes regiões da Índia e também turistas estrangeiros.
Casos envolvendo ataques ou acidentes com elefantes são recorrentes no país, especialmente em áreas onde há contato frequente entre humanos e os animais. Autoridades ambientais indianas costumam reforçar orientações de segurança em atrações turísticas ligadas à vida selvagem.
O órgão interno de fiscalização e controle do Pentágono anunciou uma investigação sobre os ataques das Forças Armadas dos EUA contra lanchas supostamente ligadas ao tráfico de drogas no Oceano Pacífico e no Caribe — operações que já mataram 192 pessoas, segundo as estimativas oficiais, e que são parte da política de combate ao “narcoterrorismo” lançada pelo presidente Donald Trump. O órgão vai avaliar se a ofensiva seguiu as diretrizes de seleção de alvos em meio às alegações de que os ataques foram ilegais e correspondem a execuções extrajudiciais.
“O escopo desta avaliação inclui o processo conjunto para embarcações selecionadas como alvo na área de responsabilidade do Comando Sul dos EUA, como parte da Operação Lança do Sul”, informou o escritório do Inspetor-Geral independente do Pentágono, em comunicado à Bloomberg News.
O objetivo da avaliação é determinar se o Pentágono seguiu um processo de seis fases chamado Ciclo Conjunto de Seleção de Alvos (Joint Targeting Cycle, em inglês), escreveu Bryan T. Clark, inspetor-geral assistente, em um memorando de 11 de maio enviado ao general Joseph Donovan, líder do Comando Sul dos EUA, e a Bradley Hansell, subsecretário de inteligência e segurança. A investigação foi iniciada pelo próprio órgão e não em resposta a um pedido do Congresso, informou a agência.
“Realizaremos a avaliação no Pentágono e na sede do Comando Sul [e] poderemos identificar locais adicionais durante a avaliação”, disse Clark.
(Com Bloomberg e AFP)
*Matéria em atualização
Imagens que circulam nas redes sociais após a tragédia nas Maldivas mostram o interior da chamada “caverna dos tubarões”, onde cinco mergulhadores italianos morreram durante uma expedição submarina no atol de Vaavu. O vídeo, gravado dentro da caverna Thinwana Kandu, revela corredores estreitos, sinuosos e escuros no complexo submerso onde os corpos foram localizados a cerca de 49 metros de profundidade.
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Quatro das vítimas, a professora de ecologia Monica Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal, o biólogo marinho Federico Gualtieri e a pesquisadora Muriel Oddenino, foram encontrados nesta segunda-feira por uma equipe finlandesa especializada em resgates de mergulho profundo. Gianluca Benedetti, o quinto integrante do grupo, havia sido localizado anteriormente, próximo à entrada da caverna. Segundo Ahmed Shaam, porta-voz do governo das Maldivas, os corpos estavam “bem no interior da caverna, no terceiro segmento”, praticamente juntos.
Assista:
Vídeo reforça mistério sobre tragédia
As imagens da caverna ajudaram a ampliar os questionamentos sobre o que teria acontecido durante o mergulho. O local, situado a cerca de 60 milhas da capital Malé, possui aproximadamente 60 metros de extensão e é dividido em três câmaras. No vídeo, um mergulhador atravessa passagens apertadas enquanto a estrutura aparece praticamente sem vida marinha, exceto pela presença de uma arraia.
As autoridades ainda investigam as causas da tragédia, mas diferentes hipóteses surgiram nos últimos dias. Uma delas envolve as condições climáticas adversas registradas na região. Um alerta amarelo de mau tempo havia sido emitido na véspera da expedição, com ventos de até 48 km/h atingindo o arquipélago. O marido de Monica, Carlo Sommacal, afirmou ao jornal La Repubblica que a mergulhadora era extremamente experiente e não teria ignorado os riscos deliberadamente.
— Ela jamais teria colocado a vida da filha ou das outras pessoas em risco por imprudência. Alguma coisa aconteceu lá embaixo — disse
Caverna dos Tubarões nas Maldivas
YouTube/MERGULHADORES DO NEVA
Outro ponto investigado é a profundidade da operação. Posteriormente, foi revelado que o iate Duke of York, de onde o grupo partiu, não possuía autorização para mergulhos acima de 30 metros. Os italianos, no entanto, foram encontrados a cerca de 160 pés de profundidade, o equivalente a quase 49 metros. Especialistas também levantaram dúvidas sobre o tipo de equipamento utilizado no mergulho.
As operações de recuperação dos corpos continuam sendo consideradas extremamente perigosas. No sábado, um mergulhador militar das Maldivas morreu durante a tentativa de resgate, vítima de doença descompressiva, elevando para seis o número total de mortos no caso. Equipamentos especializados enviados pelo Reino Unido e pela Austrália estão sendo usados na operação, que inclui scooters subaquáticas e cilindros capazes de reciclar o ar.

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