Uma mulher de 35 anos foi presa em Columbus, no estado de Ohio (EUA), sob suspeita de contaminar o cateter intravenoso do próprio filho enquanto ele estava internado. Tiffany Le Sueur foi detida nesta segunda-feira (9) após funcionários do Nationwide Children’s Hospital afirmarem tê-la visto injetando uma “substância estranha” no acesso venoso do bebê com o uso de uma seringa.
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De acordo com registros do Tribunal do Condado de Franklin, ela foi formalmente acusada de crime de terceiro grau por colocar criança em perigo, com agravantes de tortura e abuso cruel. A denúncia criminal, obtida pelo jornal Columbus Dispatch, detalha que a sequência de fatos teve início na sexta-feira (6), quando a equipe médica identificou indícios de possível abuso infantil e acionou a Unidade de Abuso Físico do Departamento de Polícia de Columbus.
Imagens de segurança e prisão no hospital
Segundo os autos, a polícia determinou que as visitas ao hospital passariam a ser monitoradas para garantir a segurança da criança. Dois dias depois, câmeras de segurança teriam registrado Le Sueur entrando em um banheiro com um copo e saindo com o que aparentava ser matéria fecal. Conforme o depoimento de um detetive incluído na denúncia, ela teria, em seguida, utilizado uma seringa para introduzir o material na linha intravenosa conectada à mão esquerda do bebê.
A mãe foi presa ainda nas dependências do hospital. A equipe médica prestou atendimento imediato à criança, cujo estado de saúde não foi divulgado pelo Nationwide Children’s Hospital, em razão das leis federais de privacidade médica nos Estados Unidos.
Nas redes sociais, Le Sueur havia publicado, em 24 de janeiro, uma imagem que aparentava mostrar um de seus filhos hospitalizado. Segundo seus perfis, ela tem quatro filhos e perdeu um bebê prematuro em 2022.
Le Sueur compareceu ao tribunal em 9 de fevereiro e permanece detida no Centro de Detenção James A. Karnes, conforme registros judiciais. No dia seguinte, um juiz estipulou fiança de US$ 250 mil e determinou, como condições para eventual liberdade provisória, a proibição de portar armas de fogo, consumir álcool ou drogas e manter contato com menores. A próxima audiência está marcada para 19 de fevereiro. Até o momento, não há informação sobre a constituição de defesa no processo.
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Imagens de segurança e prisão no hospital
Segundo os autos, a polícia determinou que as visitas ao hospital passariam a ser monitoradas para garantir a segurança da criança. Dois dias depois, câmeras de segurança teriam registrado Le Sueur entrando em um banheiro com um copo e saindo com o que aparentava ser matéria fecal. Conforme o depoimento de um detetive incluído na denúncia, ela teria, em seguida, utilizado uma seringa para introduzir o material na linha intravenosa conectada à mão esquerda do bebê.
A mãe foi presa ainda nas dependências do hospital. A equipe médica prestou atendimento imediato à criança, cujo estado de saúde não foi divulgado pelo Nationwide Children’s Hospital, em razão das leis federais de privacidade médica nos Estados Unidos.
Nas redes sociais, Le Sueur havia publicado, em 24 de janeiro, uma imagem que aparentava mostrar um de seus filhos hospitalizado. Segundo seus perfis, ela tem quatro filhos e perdeu um bebê prematuro em 2022.
Le Sueur compareceu ao tribunal em 9 de fevereiro e permanece detida no Centro de Detenção James A. Karnes, conforme registros judiciais. No dia seguinte, um juiz estipulou fiança de US$ 250 mil e determinou, como condições para eventual liberdade provisória, a proibição de portar armas de fogo, consumir álcool ou drogas e manter contato com menores. A próxima audiência está marcada para 19 de fevereiro. Até o momento, não há informação sobre a constituição de defesa no processo.










