A jornalista americana Shelly Kittleson, de 49 anos, sequestrada em Bagdá por uma milícia aliada ao Irã, foi libertada após uma semana em cativeiro, segundo autoridades iraquianas e o próprio grupo responsável, o Kataib Hezbollah. A soltura ocorreu sob a condição de que ela deixe imediatamente o Iraque.
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Em comunicado divulgado no aplicativo Telegram, o chefe de segurança da milícia, Abu Mujahid Al-Asaf, confirmou a decisão: “Autoridade de segurança Abu Mujahid al-Asaf, em nome de Deus, o Altíssimo, e em apreciação das posições patrióticas do primeiro-ministro cessante, decidiu libertar a ré americana, Shelley Kittleson, sob a condição de que ela deixe o país imediatamente”.
De acordo com o site iraquiano The New Region, a jornalista foi identificada como Shelly Kittleson, uma repórter independente com ampla atuação no Oriente Médio
Reprodução: X
O dirigente acrescentou: “Esta iniciativa não será repetida no futuro; estamos em um estado de guerra travado pelo inimigo sionista-americano contra o Islã, e em tais situações muitas considerações são desconsideradas”.
Segundo duas autoridades de segurança do Iraque, a libertação foi resultado de uma negociação que incluiu a soltura de membros do Kataib Hezbollah que estavam presos. O grupo também afirmou que pretende divulgar um vídeo “ilustrando o papel [de Kittleson] e suas atividades no Iraque”.
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Correspondente com mais de uma década de atuação no Oriente Médio, Kittleson já cobriu conflitos em países como Afeganistão, Iraque e Síria. Sua captura mobilizou forças de segurança iraquianas em uma operação de busca e levou o governo dos Estados Unidos a intensificar esforços diplomáticos por sua libertação.
O sequestro ocorreu em meio ao aumento das tensões envolvendo grupos armados alinhados ao Irã na região. O Kataib Hezbollah, considerado uma das milícias mais poderosas do Iraque e ligado à Força Quds da Guarda Revolucionária iraniana, tem protagonizado ataques frequentes contra alvos americanos no país e em nações vizinhas, incluindo investidas com foguetes e drones.
Em março, diante da escalada de violência, a Embaixada dos Estados Unidos em Bagdá recomendou que todos os cidadãos americanos deixassem o Iraque imediatamente, citando ataques a instalações civis e governamentais ligadas aos EUA e a seus aliados.
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Este foi o segundo sequestro de estrangeiros atribuído ao grupo. Em 2023, a milícia raptou Elizabeth Truskov, estudante de doutorado com dupla nacionalidade israelense e russa, mantida refém por mais de dois anos.
Classificado por Washington como organização terrorista estrangeira desde 2009, o Kataib Hezbollah integra a linha de frente das ações de retaliação relacionadas ao conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, ampliando o clima de insegurança na região.
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Reprodução: X
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