Um homem de 45 anos foi acusado de homicídio culposo no Reino Unido após autoridades concluírem que o suposto abuso doméstico exercido por ele contribuiu para o suicídio de uma mulher em 2020, em um caso considerado raro pela Justiça britânica.
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Seyhan Assaf compareceu neste sábado ao tribunal de magistrados de Bromley, em Londres, acusado de homicídio culposo e de exercer comportamento coercitivo ou controlador contra Gillian Morand, de 36 anos. A mulher morreu em março de 2020, no sudeste da capital inglesa, e a morte havia sido inicialmente classificada como suicídio.
Segundo a polícia metropolitana de Londres, denúncias posteriores de abuso doméstico sofrido pela vítima levaram à abertura de uma nova investigação sobre o caso. A apuração concluiu que o comportamento do suspeito ao longo do relacionamento pode ter contribuído para a morte de Morand.
Durante a audiência, Assaf confirmou apenas seu nome, data de nascimento e endereço. Ele foi mantido sob custódia e deverá comparecer novamente à Justiça no dia 7 de abril, desta vez no tribunal criminal Old Bailey, em Londres.
Promotores afirmam que há evidências suficientes para levar o caso adiante e que a acusação atende ao interesse público. Processos desse tipo são incomuns no país, já que estabelecer um vínculo direto entre abuso doméstico e suicídio da vítima costuma ser juridicamente complexo. A polícia também pediu que qualquer pessoa que tenha conhecido Gillian Morand ou tido contato com ela na década anterior à morte procure as autoridades para ajudar nas investigações.
Casos que buscam responsabilizar agressores por suicídios ligados a violência doméstica têm recebido atenção crescente no Reino Unido, diante de alertas de especialistas de que muitas mortes de mulheres nessas circunstâncias podem estar subnotificadas ou não investigadas adequadamente.
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