A Guarda Revolucionária do Irã prometeu na manhã deste domingo que vai matar o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. “Se este criminoso assassino de crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e matá-lo com toda a força”, declarou o grupo em seu site, Sepah News.
Na quinta-feira, Netanyahu fez ameaças veladas contra Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã, e contra o chefe do Hezbollah, Naim Qassem, durante sua primeira entrevista coletiva desde o início da guerra no Oriente Médio. “Eu não emitiria apólices de seguro de vida para nenhum dos líderes da organização terrorista… Não pretendo dar aqui uma mensagem exata sobre o que estamos planejando ou o que vamos fazer.”
Ainda no sábado, o Irã atacou a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, capital do Iraque. Um jornalista da AFP relatou ter ouvido explosões e visto uma nuvem de fumaça preta se elevar sobre o prédio da missão diplomática.
Duas autoridades de segurança disseram à agência que o complexo foi atingido por um drone. Outros relatos indicaram que o ataque pode ter envolvido um míssil que atingiu um heliponto dentro do complexo e destruiu o sistema de defesa aérea da embaixada, segundo uma fonte de segurança iraquiana citada pela al-Jazeera. Não houve registro de feridos.
A declaração ocorre em meio à guerra regional iniciada em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram um ataque conjunto contra o Irã. O conflito já levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, principal rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás do mundo, provocando forte alta nos preços.
Na quinta-feira, Netanyahu fez ameaças veladas contra Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã, e contra o chefe do Hezbollah, Naim Qassem, durante sua primeira entrevista coletiva desde o início da guerra no Oriente Médio. “Eu não emitiria apólices de seguro de vida para nenhum dos líderes da organização terrorista… Não pretendo dar aqui uma mensagem exata sobre o que estamos planejando ou o que vamos fazer.”
Ainda no sábado, o Irã atacou a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, capital do Iraque. Um jornalista da AFP relatou ter ouvido explosões e visto uma nuvem de fumaça preta se elevar sobre o prédio da missão diplomática.
Duas autoridades de segurança disseram à agência que o complexo foi atingido por um drone. Outros relatos indicaram que o ataque pode ter envolvido um míssil que atingiu um heliponto dentro do complexo e destruiu o sistema de defesa aérea da embaixada, segundo uma fonte de segurança iraquiana citada pela al-Jazeera. Não houve registro de feridos.
A declaração ocorre em meio à guerra regional iniciada em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram um ataque conjunto contra o Irã. O conflito já levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, principal rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás do mundo, provocando forte alta nos preços.








