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Devido ao amplo aparato policial contra a imigração ilegal, que provocou graves incidentes em cidades como Los Angeles e Minneapolis, a oposição democrata conseguiu paralisar durante meses as operações de órgãos como a polícia de Imigração e Controle Alfandegário (ICE) e a Patrulha de Fronteira. Mas esses protestos não alteraram o cronograma das obras na fronteira, explicou Scott no evento.
“A barreira fronteiriça básica estará pronta por volta do fim de 2027, em toda parte”, garantiu. “Os únicos lugares onde não estamos erguendo a muralha são aqueles em que decidimos conscientemente que não precisamos dela”, explicou, citando como exemplo parques naturais muito acidentados e isolados, em estados como o Novo México.
“Estamos construindo cerca de seis milhas [quase 10 km] por dia, já construímos aproximadamente 110 milhas [cerca de 177 km] desde o começo do governo”, enumerou. “Estamos adiantados em relação ao cronograma e abaixo do orçamento.”
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Toda a parte do rio Grande (rio Bravo, no México), com mais de 2.000 km de extensão entre os dois países, contará com suas próprias barreiras físicas. O objetivo do muro, que alguns observadores inicialmente consideravam um sucesso limitado, é impedir não apenas a passagem de pessoas em situação irregular, mas também de narcóticos. Em ambos os casos, indicadores oficiais mostram uma queda significativa no contrabando.
A Patrulha de Fronteira não libera nenhum imigrante em situação irregular dentro do país há um ano, afirmou recentemente o presidente Trump. Mas o aumento das barreiras físicas acarreta outros perigos, como túneis e drones, reconheceu Scott.
“Estamos vendo drones que voam ao longo do rio Grande, monitorando e gravando nosso pessoal”, explicou. E os cartéis “também estão introduzindo drogas com drones”, disse.









