O acidente com um avião militar de reabastecimento dos Estados Unidos no oeste do Iraque matou seis integrantes da Força Aérea americana, entre eles duas mulheres. A aeronave caiu na quinta-feira (12) durante uma missão de combate em apoio às operações americanas relacionadas ao conflito com o Irã, segundo o Comando Central dos EUA.
Entenda: Queda de avião militar dos EUA deixa seis mortos e eleva para 13 as baixas americanas na guerra; grupo pró-Irã reivindica ação
Leia também: Militares dos EUA afirmam que avião de reabastecimento caiu no Iraque em suposto acidente
Entre as vítimas estão a capitã Ariana Savino, de 31 anos, natural do estado de Washington, e a sargento técnica Ashley Pruitt, de 34 anos, de Bardstown, no Kentucky. Ambas integravam a tripulação do KC-135 Stratotanker, modelo utilizado para reabastecer bombardeiros e caças em pleno voo e garantir a continuidade das operações aéreas.
Homenagens e relatos das famílias
Savino servia na 6ª Ala de Reabastecimento Aéreo, baseada na Base Aérea de MacDill, na Flórida. Em comunicado à imprensa, familiares afirmaram encontrar algum consolo no fato de que ela morreu “fazendo o que mais amava: voar”. Segundo o texto, a capitã “iluminava qualquer lugar por onde passava” e era conhecida por sua energia e entusiasmo.
Formada pelo programa de Treinamento de Oficiais da Reserva da Força Aérea da Universidade Central de Washington, Savino ingressou na ativa em 2017 e foi promovida a capitã em 2021. Ao longo da carreira, acumulou mais de 300 horas de voo em combate e atuou em bases na Geórgia e no Mississippi. A família destacou ainda que ela buscava inspirar jovens — especialmente mulheres e minorias — a seguir carreira na aviação. Parentes planejam criar uma bolsa de estudos na área para manter o legado da militar.
A morte de Ashley Pruitt também provocou comoção. A sargento técnica, mãe de uma menina de três anos, deixou, segundo pessoas próximas, “um vazio inimaginável para sua família, amigos e colegas da Força Aérea”.
Os outros quatro militares mortos foram identificados como o major John A. Klinner, de 33 anos; o capitão Seth R. Koval, de 38; o capitão Curtis J. Angst, de 30; e o sargento técnico Tyler H. Simmons, de 28.
Circunstâncias do acidente
De acordo com autoridades americanas, o avião caiu em “espaço aéreo amigo” após um incidente envolvendo uma segunda aeronave militar dos EUA, que conseguiu pousar em segurança. Um grupo iraniano chegou a reivindicar responsabilidade pela queda, mas o governo americano afirmou que se tratou de um acidente.
O episódio elevou para 13 o número de militares dos Estados Unidos mortos no atual conflito envolvendo o Irã. Até agora, pelo menos quatro aeronaves americanas foram perdidas.
A queda do KC-135 também afetou a capacidade operacional das forças americanas na região, já que esse tipo de aeronave é essencial para manter bombardeiros e caças em missão por longos períodos.
No domingo à noite, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, descreveu os seis tripulantes como “heróis americanos”. Apesar de o presidente Donald Trump ter afirmado na semana passada que a guerra “terminaria em breve”, dez caças F-35A da Força Aérea americana pousaram neste fim de semana na base aérea de Lakenheath, no Reino Unido, em escala rumo a bases militares dos EUA no Oriente Médio.
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Entre as vítimas estão a capitã Ariana Savino, de 31 anos, natural do estado de Washington, e a sargento técnica Ashley Pruitt, de 34 anos, de Bardstown, no Kentucky. Ambas integravam a tripulação do KC-135 Stratotanker, modelo utilizado para reabastecer bombardeiros e caças em pleno voo e garantir a continuidade das operações aéreas.
Homenagens e relatos das famílias
Savino servia na 6ª Ala de Reabastecimento Aéreo, baseada na Base Aérea de MacDill, na Flórida. Em comunicado à imprensa, familiares afirmaram encontrar algum consolo no fato de que ela morreu “fazendo o que mais amava: voar”. Segundo o texto, a capitã “iluminava qualquer lugar por onde passava” e era conhecida por sua energia e entusiasmo.
Formada pelo programa de Treinamento de Oficiais da Reserva da Força Aérea da Universidade Central de Washington, Savino ingressou na ativa em 2017 e foi promovida a capitã em 2021. Ao longo da carreira, acumulou mais de 300 horas de voo em combate e atuou em bases na Geórgia e no Mississippi. A família destacou ainda que ela buscava inspirar jovens — especialmente mulheres e minorias — a seguir carreira na aviação. Parentes planejam criar uma bolsa de estudos na área para manter o legado da militar.
A morte de Ashley Pruitt também provocou comoção. A sargento técnica, mãe de uma menina de três anos, deixou, segundo pessoas próximas, “um vazio inimaginável para sua família, amigos e colegas da Força Aérea”.
Os outros quatro militares mortos foram identificados como o major John A. Klinner, de 33 anos; o capitão Seth R. Koval, de 38; o capitão Curtis J. Angst, de 30; e o sargento técnico Tyler H. Simmons, de 28.
Circunstâncias do acidente
De acordo com autoridades americanas, o avião caiu em “espaço aéreo amigo” após um incidente envolvendo uma segunda aeronave militar dos EUA, que conseguiu pousar em segurança. Um grupo iraniano chegou a reivindicar responsabilidade pela queda, mas o governo americano afirmou que se tratou de um acidente.
O episódio elevou para 13 o número de militares dos Estados Unidos mortos no atual conflito envolvendo o Irã. Até agora, pelo menos quatro aeronaves americanas foram perdidas.
A queda do KC-135 também afetou a capacidade operacional das forças americanas na região, já que esse tipo de aeronave é essencial para manter bombardeiros e caças em missão por longos períodos.
No domingo à noite, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, descreveu os seis tripulantes como “heróis americanos”. Apesar de o presidente Donald Trump ter afirmado na semana passada que a guerra “terminaria em breve”, dez caças F-35A da Força Aérea americana pousaram neste fim de semana na base aérea de Lakenheath, no Reino Unido, em escala rumo a bases militares dos EUA no Oriente Médio.








