Com necessidade de definir palanques para a eleição de outubro, escolher novos ministros para os lugares dos que sairão para disputar a eleição e encontrar uma estratégia para responder à queda nas pesquisas de intenção de voto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desistiu de viajar para a posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast. O governo anunciou que o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, irá representar Lula na cerimônia.
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Quem é: Kast, o presidente eleito de ultradireita com um plano ‘implacável’ para governar o Chile
Simpatizante da ditadura militar de Augusto Pinochet, Kast fez campanha com uma plataforma de direita. O novo presidente do Chile convidou para a sua posse o senador e pré-candidato a presidente pelo PL, Flávio Bolsonaro, que confirmou presença.
De acordo com um integrantes do Itamaraty, o ideal para a diplomacia brasileira seria que Lula fosse, inclusive para demarcar sua condição de estadista em contraste com os bolsonaros. Mas a decisão de desistir da viagem levou em conta que Lula seria minoria em um cenário em que Flávio estaria cercado de líderes de direita mundial. A avaliação é que até a eleição não há mais espaço para conciliação com a direita mundial.
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Lula também tinha acertado que iria ao Chile, mas desistiu. Auxiliares do governo brasileiro, inclusive, já haviam se deslocado para a cidade de Valparaíso, onde acontecerá a posse.
Desde o fim de semana, aliados do presidente brasileiro discutem internamente os impactos da pesquisa Datafolha, que mostrou um cenário de empate técnico entre Lula e Flávio nas simulações de segundo turno para a disputa presidencial.
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De maneira pouco usual, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) não divulgou a agenda de compromissos de Lula nesta terça-feira.
O presidente brasileiro também precisa acertar os palanques para a eleição de outubro. Ainda não estão certos, por exemplo, quem serão os candidatos de Lula para o governo e Senado em Minas e São Paulo, os dois maiores colégios eleitorais do país.
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