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Dois trens colidiram de frente na manhã desta quinta-feira entre as localidades dinamarquesas de Hillerød e Kagerup, a cerca de 40 quilômetros ao norte de Copenhague, em um incidente que deixou 17 pessoas feridas, cinco delas em “estado crítico”.
A polícia classificou o caso como “um grave acidente” e informou que todos os passageiros foram evacuados. “Dois trens colidiram, e houve uma grande mobilização da polícia e dos serviços de emergência”, diz comunicado.
O oficial Morten Pedersen afirmou que ainda não é possível “fornecer, por enquanto, detalhes sobre as causas do acidente”.
Colisão frontal entre trens deixa ao menos 17 feridos na Dinamarca
AFP
Segundo o porta-voz dos serviços de emergência, Tim Simonsen, “recebemos o alerta exatamente às 06h30” (04h30 GMT). “Trata-se de uma colisão frontal e há feridos entre os passageiros”, afirmou.
A prefeita do município vizinho de Gribskov, Trine Egetved, informou que parte das vítimas foi levada de helicóptero para hospitais da região.
Área isolada e investigação em andamento
A área foi isolada pelas autoridades. Imagens divulgadas pela imprensa mostram as locomotivas destruídas após o impacto.
“Esse trem é utilizado por muitos moradores de Gribskov, trabalhadores e estudantes. Os serviços de emergência trabalham sem parar e estamos tentando esclarecer o que aconteceu e garantir que todos recebam a ajuda necessária”, escreveu a prefeita em redes sociais.
Colisão frontal entre trens deixa ao menos 17 feridos na Dinamarca
AFP
Acidentes ferroviários são raros na Dinamarca. Em 2019, uma colisão envolvendo um trem de passageiros deixou oito mortos e 16 feridos. Em agosto de 2025, uma pessoa morreu após um trem atingir um veículo agrícola.

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Um fragmento descartado de um foguete da SpaceX, deixado à deriva no espaço após uma missão lunar no início de 2025, pode colidir com a Lua no segundo semestre deste ano. A previsão foi apresentada em um novo relatório assinado pelo astrônomo Bill Gray, especialista em rastreamento de objetos próximos da Terra e desenvolvedor do software Project Pluto.
Segundo o estudo, o objeto, o estágio superior de 13,8 metros de um foguete Falcon 9, deverá atingir a superfície lunar em 5 de agosto, por volta das 2h44 da manhã no horário de Brasília. A colisão estaria prevista para ocorrer na região próxima à cratera Einstein, localizada na fronteira entre a face visível e a face oculta da Lua.
Apesar da possibilidade de impacto, Gray afirma que não há qualquer risco para missões em andamento ou para a própria Lua.
— Não representa nenhum perigo para ninguém, embora evidencie um certo descuido sobre como os equipamentos espaciais descartados, o chamado lixo espacial, são tratados — afirmou o astrônomo no relatório divulgado nos últimos dias.
O que está em rota de colisão
O estágio superior pertence a um Falcon 9 lançado no início de 2025 para transportar duas espaçonaves lunares: o módulo Blue Ghost, desenvolvido pela empresa privada Firefly Aerospace, e o módulo Hakuto-R, da empresa japonesa ispace.
O Blue Ghost conseguiu pousar com sucesso na Lua em março daquele ano. Já o Hakuto-R perdeu contato com a Terra e acabou caindo na superfície lunar em junho.
Desde então, o estágio descartado permaneceu orbitando o sistema Terra-Lua. Segundo Gray, o objeto foi observado mais de mil vezes por levantamentos astronômicos ao longo do último ano, permitindo cálculos mais precisos sobre sua trajetória.
“O movimento do lixo espacial é, em sua maior parte, bastante previsível; ele simplesmente se move sob a influência da gravidade da Terra, da Lua, do Sol e dos planetas”, explicou o pesquisador. Ele ressalta que a pressão da radiação solar pode alterar levemente a rota, mas dificilmente mudará de forma significativa o local ou o horário da colisão.
Nova cratera e alerta para o futuro
Embora o clarão do impacto deva ser fraco demais para ser observado da Terra, mesmo com telescópios de grande porte, o evento pode gerar uma nova cratera que poderá ser estudada posteriormente por cientistas.
Gray calcula que os destroços deverão atingir a Lua a cerca de 8.700 km/h, aproximadamente sete vezes a velocidade do som na Terra. O valor científico, segundo ele, estaria justamente na análise da marca deixada na superfície lunar.
Não é a primeira vez que o astrônomo faz esse tipo de previsão. Em 2022, ele antecipou corretamente a queda de outro fragmento de foguete na Lua, acertando o horário com margem de poucos segundos e a localização com diferença de apenas alguns quilômetros. Na ocasião, ele inicialmente atribuiu o objeto a um Falcon 9, mas depois foi identificado que se tratava de um propulsor chinês.
O novo relatório ainda não passou por revisão formal em revista científica, embora Gray tenha solicitado a outros astrônomos que analisassem seus cálculos.
O caso também reforça um debate crescente sobre o gerenciamento de lixo espacial. Embora atualmente não exista infraestrutura humana permanente na Lua que possa ser atingida, esse cenário pode mudar rapidamente.
Os Estados Unidos planejam ampliar a frequência de missões lunares com o programa Programa Artemis, incluindo as missões Artemis IV e V previstas a partir de 2028. A China também anunciou a meta de levar seus primeiros taikonautas à superfície lunar até 2030.
Com a perspectiva de bases permanentes próximas ao polo sul lunar e um aumento no tráfego de espaçonaves, especialistas defendem que agências espaciais e empresas privadas adotem medidas mais rigorosas para evitar que estágios de foguetes abandonados permaneçam em órbita da Terra e da Lua.
A alternativa mais segura, segundo pesquisadores, seria redirecionar esses equipamentos para órbitas solares, reduzindo o risco de futuras colisões em um espaço cada vez mais disputado.
Uma família do condado de Surrey, no Reino Unido, abriu uma vaga inusitada para contratar um acompanhante residente para o cachorro da casa, com salário anual de 60 mil libras — cerca de R$ 405 mil na cotação atual, ou, aproximadamente, R$ 33,75 mil por mês. O posto também oferece moradia gratuita em um chalé dentro da propriedade e despesas pagas.
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Segundo o anúncio, a função é de tempo integral e leva o título de “Live-In Dog Companion and Estate Assistant” (Acompanhante residente de cachorro e assistente da propriedade). A jornada prevista é de 9h às 18h, de domingo a quinta-feira, com flexibilidade conforme a presença da família no local.
Entre as atribuições estão alimentar o animal, cuidar da higiene, supervisionar a rotina diária e administrar a agenda do cachorro, como levá-lo ao veterinário, tosadores ou adestradores. O profissional também deverá ajudar a manter a casa organizada quando os proprietários estiverem fora, colaborar com tarefas domésticas leves, cozinhar eventualmente, receber entregas e resolver demandas externas.
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No anúncio, os empregadores afirmam buscar uma pessoa “calma, confiável e atenciosa”, capaz de garantir presença constante na propriedade e zelar pelo bem-estar do cão e pela segurança da residência. Também pedem perfil discreto e respeito à privacidade da família.
A repercussão da vaga foi imediata. De acordo com a consultoria Achieve Hospitality, responsável pelo recrutamento, milhares de inscrições foram recebidas em poucos dias, e o processo foi encerrado para novas candidaturas.
Em comunicado, a empresa informou: “Recebemos milhares de candidaturas, por isso não estamos mais aceitando novas inscrições para esta posição”.
Uma pesquisa publicada em março pela revista Nature concluiu que a única coisa mais rápida que a luz é a própria escuridão.
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O estudo foi conduzido pelo Instituto Tecnológico de Technion-Israel. Segundo os pesquisadores, pontos escuros conhecidos como “vórtices ópticos” ou “singularidades de fase” se movimentam com mais rapidez que a luz. À medida que uma onda de luz viaja pelo espaço, ela oscila e se torce — no centro dessa torção, os picos e vales da onda de luz se cancelam, criando manchas escuras que, sob certas condições, ultrapassam a própria onda de luz.
O físico Ido Kaminer, que conduziu a pesquisa, afirma que a descoberta revela leis universais da natureza compartilhadas por todos os tipos de ondas, desde ondas sonoras e fluxos de fluidos até sistemas complexos como supercondutores.
“Singularidades de fase não carregam energia ou informação e, portanto, podem ‘se mover’ superluminalmente sem quebrar a causalidade”, escreveram os físicos, que ressaltaram o não carregamento de não carregam massa, energia ou informação por esses vórtices, portanto, eles não violam as regras de Einstein sobre a Teoria da Relatividade. A conclusão confirma uma previsão que data da década de 1970.
Para alcançar essa conclusão, os estudiosos construíram um sistema de microscopia exclusivo que lhes permitiu observar vórtices ópticos em nitreto de boro hexagonal, uma forma bidimensional de cerâmica que pode ser usada para converter luz em quase-partículas, que são uma mistura de luz e matéria chamadas polaritons. Os polaritons se movem relativamente devagar — cerca de 100 vezes mais lentamente que a velocidade da luz.
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Com essa velocidade, a equipe conseguiu observar, usando telescópios ultrarrápidos, como singularidades com cargas opostas se aproximavam e se aceleravam mutuamente a velocidades superluminais, ou seja, mais rápidas que a luz, antes de serem aniquiladas.
A técnica desenvolvida no experimento pode ser usada para investigar fenômenos ultrarrápidos e microscópicos em áreas além da física, como química e biologia, além de abrir caminhos para novas formas de codificação de informação quântica em materiais. Segundo os pesquisadores, o método também ajuda a revelar leis universais que regem diferentes tipos de ondas e sistemas complexos da natureza.
Um alto comandante militar iraniano afirmou neste sábado que a retomada do conflito armado com os Estados Unidos é “provável”, considerando o impasse nas negociações e as críticas do presidente Donald Trump à mais recente proposta de diálogo do Irã.
“É provável que o conflito com os Estados Unidos seja retomado, e os fatos demonstram que os Estados Unidos não respeitam nenhuma promessa ou acordo”, disse Mohammad Jafar al-Asadi, vice-inspetor do Comando Militar Central Khatam al-Anbiya, citado pela agência de notícias iraniana Fars.
Rubén Rocha Moya, governador mexicano do partido governista, acusado pelos Estados Unidos de ligações com o narcotráfico, anunciou no fim desta sexta-feira que se afastará temporariamente do cargo para facilitar as investigações da Procuradoria-Geral da República. O governador do estado de Sinaloa, no noroeste do México, próximo ao ex-presidente de esquerda Andrés Manuel López Obrador, denunciou as acusações da Procuradoria-Geral da República, que solicitou sua prisão para fins de extradição, como “falsas e maliciosas”.
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“Informo ao povo de Sinaloa que hoje apresentei ao Congresso Estadual meu pedido de afastamento temporário do cargo de governador”, disse ele em um comunicado divulgado em vídeo no YouTube pouco antes da meia-noite.
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Nesta sexta, a presidente Claudia Sheinbaum havia dito que nenhum “governo estrangeiro” pode intervir no México. A Procuradoria-Geral da República de Nova York revelou na quarta-feira que solicitou a prisão e extradição de Rocha Moya, do partido Morena e aliado próximo do ex-presidente Andrés Manuel López Obrador.
Um senador, um prefeito e outros sete funcionários também são acusados ​​de supostos vínculos com o cartel de Sinaloa para distribuir “enormes quantidades de narcóticos nos Estados Unidos”. Sem mencionar explicitamente os Estados Unidos ou a acusação, Sheinbaum afirmou nesta sexta-feira, em um evento público no estado de Chiapas, no sul do país, que seu governo defende o princípio da soberania.
“Nenhum governo estrangeiro pode entrar em nosso território. Porque aqui temos homens e mulheres mexicanos que defendem nossa pátria. É por isso que qualquer governo estrangeiro se chocará com nossos princípios”, enfatizou ela.
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A acusação contra Rocha, um senador, um prefeito e outros sete funcionários abalou o partido governista no México, já que é a primeira vez que autoridades de alto escalão são acusadas de envolvimento com o narcotráfico. Na quinta-feira, Sheinbaum rejeitou categoricamente as acusações e pediu aos Estados Unidos que apresentassem provas “irrefutáveis”.
O Ministério Público dos EUA solicitou que as autoridades mexicanas prendam os dez políticos, uma etapa anterior ao processo de extradição. A Procuradoria-Geral da República do México já havia começado a analisar o caso, mas nesta sexta-feira recusou-se a prosseguir com as prisões por falta de provas.
“Não há referência, razão, fundamento ou prova que nos permita entender por que a prisão preventiva é urgente”, disse Raúl Jiménez, da Divisão de Assuntos Internacionais da Procuradoria-Geral da República, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira.
Ele indicou que, por meio do Ministério das Relações Exteriores do México, solicitará aos Estados Unidos “todas as provas, argumentos, relatórios e documentos necessários” referentes ao caso, a fim de avaliar se há provas suficientes contra os políticos citados pela Procuradoria-Geral dos EUA. Caso as autoridades mexicanas encontrem motivos para prender Rocha Moya, um processo legislativo deverá ser concluído para revogar a imunidade parlamentar da qual ele goza como governador.
O caso Rocha Moya surge em um momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, exige resultados do México no combate ao narcotráfico, e enquanto ambos os países, juntamente com o Canadá, revisam o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (USMCA).
O Ministério Público do Peru abriu, nesta sexta-feira, uma investigação sobre suposto tráfico de pessoas, após denúncias de uma rede transnacional que recrutava peruanos com falsas ofertas de emprego para enviá-los à frente de batalha russa na Ucrânia, informou o Ministério Público. Ex-militares e policiais foram recrutados nas redes sociais por meio de ofertas de emprego enganosas para trabalhar como agentes de segurança e em outras funções na Rússia.
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De acordo com informações fornecidas à polícia, “as vítimas teriam sido levadas para a Rússia e, uma vez em solo estrangeiro, forçadas a participar de operações de combate no contexto do conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia”, indicou um comunicado.
“Procuradores especializados ordenaram imediatamente a abertura de processo preliminar pelo suposto crime contra a dignidade humana, especificamente tráfico de pessoas e tráfico de pessoas agravado”, afirmou o comunicado.
O advogado das famílias, Percy Salinas, informou ao Canal N que 13 peruanos morreram no conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia. Salinas afirmou que, desde outubro, cerca de 600 peruanos viajaram para a Rússia atraídos por promessas de salários entre US$ 2.000 e US$ 3.000 por mês (de R$ 9,9 mil a R$ 14,9 mil, aproximadamente).
A Embaixada da Rússia no Peru emitiu um comunicado nesta quinta-feira reconhecendo que alguns peruanos assinaram contratos para servir nas Forças Armadas russas, alegando que essas foram decisões voluntárias respeitadas pela lei russa.
Por sua vez, o Ministério das Relações Exteriores do Peru informou em comunicado que, na terça-feira, solicitou formalmente informações urgentes ao encarregado de negócios da Embaixada da Rússia em Lima sobre a localização e o estado de saúde dos peruanos que “decidiram servir nas Forças Armadas” daquele país.
Com 27 anos de atuação no Brasil e no exterior, o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) foi o escolhido como vencedor do Faz Diferença 2026 na categoria Mundo. A premiação reconhece a trajetória da instituição na promoção do debate sobre temas centrais da agenda internacional e sua contribuição para aproximar o Brasil de discussões globais.
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Fundado por diplomatas e empresários, o Cebri se consolidou como um dos principais think tanks do país, atuando na articulação entre academia, setor produtivo, setor público e sociedade civil. Ao longo de quase três décadas, a instituição tem se dedicado a discutir a inserção do Brasil no mundo, acompanhando transformações geopolíticas e econômicas que redesenham o cenário internacional.
— Esse prêmio é um marco importante para o Cebri. É a consagração da ideia que motivou os fundadores, entre os quais destaco Luiz Felipe Lampreia e Daniel Klabin, há 28 anos, de que havia espaço, ao lado da competência do Itamaraty, para discussão de assuntos de relações internacionais pela sociedade civil — afirma José Pio Borges, presidente do Conselho Curador do Cebri. — Essa necessidade ficou patente quando temas como mudança climática, transição energética, transformação digital e saúde, entre outros, que não se caracterizavam como de política externa stricto sensu, passaram a dominar a agenda de relações internacionais.
Nos últimos anos, o centro de estudos passou por um processo de expansão, buscando ampliar parcerias internacionais na Europa e nas Américas. A inauguração de uma nova sede no Rio de Janeiro, em 2025, marcou essa nova fase. A estrutura conta com auditório com capacidade para 100 pessoas, espaços adaptáveis para reuniões e mesas-redondas e área de trabalho para mais de 50 funcionários. Uma nova ampliação, com conclusão prevista para 2027, pretende criar 20 quartos para acomodar pesquisadores visitantes.
A instituição teve, ainda, participação de destaque em agendas como o G20 e a COP30, e contribuiu para a articulação entre centros de pensamento de diferentes países. Entre os temas prioritários discutidos pelo think tank estão a transição energética, as mudanças climáticas e as relações estratégicas do Brasil com potências como Estados Unidos e China. Ele também promove debates sobre questões sensíveis da política externa e do desenvolvimento nacional, buscando influenciar a formulação de políticas públicas.
— No Cebri, a sociedade civil está representada por sua equipe, conselheiros, fellows, associados e parceiros. A todos eles cabe o mérito dessa premiação — conclui Pio Borges.
O Cebri foi escolhido pelo voto popular e pelos jurados da categoria: Luiz Rivoiro (diretor da sucursal de São Paulo), Leda Balbino (editora de Mundo), Guga Chacra (colunista do GLOBO em Nova York) e irmã Rosita Milesi (vencedora na categoria em 2024).
Jurados desta categoria: Luiz Rivoiro (diretor da sucursal de São Paulo); Leda Balbino (editora de Mundo); Guga Chacra (colunista do GLOBO em Nova York) e Irmã Rosita Milesi (vencedora na categoria em 2024).
O bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos no Estreito de Ormuz passou a limitar a estratégia de guerrilha adotada pelo Irã no conflito, ao reduzir sua capacidade de pressionar o mercado de energia e contornar sanções. Diante das dificuldades, Teerã tenta retomar negociações e enviou uma proposta a Washington por meio de mediadores do Paquistão nos últimos dias, segundo a agência estatal Irna. A iniciativa ocorre em meio ao agravamento da crise provocada pela ofensiva americana contra portos iranianos, adotada semanas após o início da guerra. A medida interrompeu as exportações de petróleo do país e ampliou a pressão sobre a economia, de acordo com o Wall Street Journal. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Pouco antes da meia-noite de 23 de março, um carro vazio foi incendiado no bairro judeu de Antuérpia, na Bélgica, quebrando o silêncio da noite. A polícia prendeu rapidamente dois adolescentes. Horas depois, imagens borradas do incêndio criminoso apareceram on-line, mostrando uma pessoa derramando líquido em um carro e uma segunda pessoa ateando fogo. No vídeo, um grupo até então desconhecido reivindica a autoria do ataque. O grupo, que se autodenomina Harakat Ashab al-Yamin al-Islamiyya, também assumiu a responsabilidade por uma série de outros ataques na Europa, incluindo um ocorrido na quarta-feira, no qual duas pessoas foram esfaqueadas em uma área judaica de Londres. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Em uma região marcada predominantemente por climas áridos e semiáridos, com alguns dos índices pluviométricos mais baixos do mundo registrados anualmente, os recursos hídricos são uma questão-chave nos territórios palestinos em Gaza e na Cisjordânia. Dois anos e meio após o início da guerra entre Israel e Hamas, organizações internacionais afirmam que o abastecimento tem sido um dos alvos, com um forte impacto sobre a população civil. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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