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Pelo menos 15 pessoas migrantes morreram depois que o barco em que se deslocavam colidiu com uma embarcação da guarda costeira grega na noite de terça-feira, perto da ilha de Quios, segundo novo balanço divulgado nesta quarta-feira pelas autoridades.
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O incidente ocorreu ao largo da costa oriental de Quios, ilha situada no mar Egeu próxima à Turquia.
De acordo com a guarda costeira, a patrulha emitiu sinais sonoros e luminosos a uma lancha que se deslocava “em alta velocidade e sem luzes de navegação, com passageiros estrangeiros a bordo”, mas ela “não obedeceu” e “deu meia-volta”. Em seguida, a lancha colidiu com o patrulheiro da guarda costeira e “naufragou”.
Quatorze pessoas foram encontradas mortas no mar, entre elas três mulheres. Uma quarta mulher, que estava entre os 25 feridos levados ao hospital de Quios, acabou morrendo, informaram os guarda-costas.
Colisão entre barco de migrantes e embarcação da guarda costeira deixa ao menos 15 mortos na Grécia
AFP
Entre os feridos há 11 crianças. Dois membros da guarda costeira também ficaram feridos e foram encaminhados ao mesmo hospital, indicou a corporação.
Até o momento, não se sabe quantos migrantes estavam a bordo da lancha. Nesta quarta-feira, segue em curso uma operação de resgate na costa de Quios para localizar possíveis desaparecidos.
Todos os anos, um grande número de pessoas tenta atravessar o Mediterrâneo para chegar à Europa.
No início de dezembro, 17 pessoas foram encontradas mortas após o naufrágio de uma embarcação ao largo de Creta, no sul do país, e outras 15 foram dadas como desaparecidas.
A agência da ONU para refugiados afirmou, em novembro, que mais de 1.700 pessoas morreram ou desapareceram em 2025 nas rotas migratórias rumo à Europa, tanto no Mediterrâneo quanto no Atlântico, ao largo da costa da África Ocidental.
Segundo a Agência Internacional para as Migrações, cerca de 33 mil migrantes morreram ou desapareceram no Mediterrâneo desde 2014.

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Thiago Cristino / Câmara dos Deputados
Sessão do Plenário da Câmara dos Deputados

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar nesta quarta-feira (20) a Medida Provisória 1334/26, que reajusta o piso salarial dos professores da educação básica.

O texto foi aprovado ontem em comissão mista. Os parlamentares mantiveram o aumento de 5,4% em 2026, na comparação com 2025 – com isso, o piso passa de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 para os profissionais com carga de trabalho de 40 horas semanais, inclusive os temporários.

A MP está em vigor desde janeiro, mas precisa ser aprovada pelos plenários da Câmara e do Senado antes de 1º de junho para se transformar, de fato, em lei.

Outras propostas em pauta
Os deputados também podem analisar o Projeto de Lei 1625/26, do Poder Executivo, que tipifica como crime a elevação, sem justa causa, do preço de bens de utilidade pública. O relator da proposta é o deputado Merlong Solano (PT-PI).

Outro destaque da pauta é o Projeto de Lei 699/23, do Senado, que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). O texto tem a relatoria do deputado Júnior Ferrari (PSD-PA).

Também pode ser votado o Projeto de Lei 2951/24, do Senado, que altera normas sobre seguro rural. O relator é o deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR).

Na área ambiental, consta da pauta o Projeto de Lei 2486/26, que altera os limites da Floresta Nacional do Jamanxim e cria a Área de Proteção Ambiental do Jamanxim, no Pará. O texto é de autoria do deputado Isnaldo Bulhões Jr.(MDB-AL) e tem relatoria do deputado José Priante (MDB-PA).

Os parlamentares ainda podem votar projetos sobre acesso à informação, incentivos à economia criativa, medidas administrativas ambientais e reconhecimento da cidade de Jaguariúna (SP) como “Capital Country do Brasil”.

 

O presidente da China, Xi Jinping, e seu homólogo russo, Vladimir Putin, exaltaram nesta quarta-feira a força da parceria entre os dois países ao assinarem acordos para aprofundar a cooperação estratégica, em meio às tensões provocadas pelas guerras na Ucrânia e no Irã. Durante o encontro, Xi também fez uma crítica velada aos Estados Unidos ao alertar para o risco de o mundo “regredir à lei da selva”. O movimento ocorre em meio ao aumento da pressão de Washington no cenário internacional.
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Durante o encontro em Pequim, os líderes firmaram um pacto para ampliar a coordenação bilateral e acompanharam a assinatura de cerca de 40 acordos em áreas como comércio, tecnologia e infraestrutura ferroviária. Apesar do avanço, um projeto-chave de gasoduto não foi mencionado.
— Construímos um sistema estável de comércio mútuo que está protegido de influências externas e de tendências negativas dos mercados globais — disse Putin, ao lado de Xi, após as conversas entre as delegações.
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Xi afirmou anteriormente que os dois países trabalham para aprofundar a confiança política e a coordenação estratégica.
As discussões no Grande Salão do Povo incluíram o Oriente Médio, segundo a agência estatal Xinhua. O líder chinês afirmou que a crise no Golfo está em um “momento crítico” e reforçou o apelo por um cessar-fogo no conflito iniciado com o bombardeio do Irã por EUA e Israel e que se espalhou pela região. Horas antes, o presidente americano, Donald Trump — que esteve com Xi em Pequim na semana passada — ameaçou retomar ataques ao Irã nos próximos dias como parte de um esforço para alcançar um acordo que encerre a guerra.
— Um cessar-fogo abrangente é imperativo, retomar a guerra é ainda mais inaceitável, e aderir às negociações é particularmente importante — afirmou Xi.
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A reunião ocorre após Trump dizer que adiou um bombardeio planejado contra o Irã a pedido de aliados do Golfo, elevando as incertezas sobre um possível retorno às hostilidades. Teerã, por sua vez, resiste às pressões para abandonar remanescentes de seu programa nuclear após semanas de ataques.
Xi recebeu Putin na Praça da Paz Celestial com honras de Estado, repetindo o protocolo adotado dias antes com Trump. Houve salva de 21 tiros, execução dos hinos nacionais e recepção por crianças com bandeiras dos dois países.
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Putin afirmou que a relação bilateral atingiu um nível “sem precedentes” e a classificou como modelo de parceria. A visita marca os 25 anos do tratado de amizade e cooperação entre Rússia e China.
— Na atual situação tensa no cenário internacional, nossa estreita cooperação é especialmente necessária — disse o russo, ao chamar Xi de “querido amigo” e destacar o papel da Rússia como fornecedora confiável de energia. Putin também ressaltou a força dos laços econômicos entre os países, citando um volume de comércio bilateral de US$ 240 bilhões (cerca de R$ 1,2 trilhão) no último ano.
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Xi, por sua vez, defendeu que os dois países priorizem estratégias de longo prazo e contribuam para um sistema de governança global “mais justo e razoável”, em crítica velada à hegemonia dos EUA.
— O unilateralismo e o hegemonismo são profundamente prejudiciais, e o mundo corre o risco de voltar à lei da selva — afirmou.
Os líderes, que compartilham a defesa de uma ordem mundial multipolar, ainda participariam de um encontro informal durante um chá, considerado pelo Kremlin um dos momentos centrais da visita. Esta é a 25ª viagem de Putin à China.
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Entre os temas na agenda das conversas estava o gasoduto Power of Siberia 2. Segundo o Kremlin, os parâmetros principais do projeto já foram definidos, embora detalhes ainda estejam em negociação. O projeto, no entanto, não foi mencionado publicamente pelos líderes durante a assinatura dos acordos.
Putin também deve se reunir separadamente com o primeiro-ministro chinês, Li Qiang.
A Rússia aposta que a instabilidade no mercado energético, agravada pelo conflito no Oriente Médio e pelo fechamento do Estreito de Ormuz, aumente a margem de negociação com a China sobre os preços do gás.
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Autoridades e empresas russas dos setores de energia, tecnologia e defesa — como Gazprom, Rosatom e Roscosmos — integram a comitiva, enquanto a mídia estatal chinesa destaca cooperação em áreas que vão de agricultura a inteligência artificial.
Sob pressão econômica, Moscou depende cada vez mais do comércio com Pequim para mitigar os efeitos das sanções ocidentais impostas após a invasão da Ucrânia. Segundo a Bloomberg, mais de 90% da tecnologia sancionada importada pela Rússia passa pela China. Pequim nega fornecer armas para o conflito e afirma manter controle rigoroso sobre exportações de uso dual.
Analistas da Bloomberg Economics avaliam que a parceria é estratégica para ambos os países, sobretudo em comércio e segurança, e sustentada por uma visão comum de ordem mundial multipolar. Ainda assim, para Alex Kokcharov e Adam Farrar, especialistas em geoteainda existem limites na relação e uma crescente assimetria, com a Rússia atuando cada vez mais como parceira subordinada.
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Apesar de considerar Moscou um aliado importante para contrabalançar a influência dos EUA, a China evita se associar diretamente aos riscos da guerra na Ucrânia, em uma tentativa de preservar sua imagem internacional como fator de estabilidade.
Essa estratégia ajuda a explicar as ambiguidades da posição chinesa: o país não condena a invasão russa, mas mantém o discurso em defesa da soberania, da integridade territorial e da ordem internacional baseada na ONU — princípios que entram em tensão com as demandas de Moscou.
— Putin não poderia continuar a travar a guerra na Ucrânia sem o apoio sistemático que a China vem fornecendo à máquina de guerra russa — afirma Henrietta Levin, pesquisadora do Center for Strategic and International Studies. — Em Pequim, a expectativa é que o líder russo busque mais apoio material e financeiro para contornar sanções ocidentais.
O desaparecimento de um ganso conhecido pelos moradores de uma vila no interior da Inglaterra mobilizou a comunidade local e levou à prisão de duas pessoas suspeitas de envolvimento no caso. O animal, chamado Gandalf, vivia havia cerca de dois anos em Basted Millpond, área próxima à aldeia de Borough Green, no condado de Kent, ao lado de outro ganso apelidado de Ryan Gosling.
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Segundo relatos de testemunhas, Gandalf teria sido colocado à força no porta-malas de uma perua preta na noite de 12 de maio, por volta das 19h. O caso gerou comoção entre moradores da região, que passaram a fazer campanhas nas redes sociais e até oferecer recompensas por informações que levassem ao paradeiro do animal.
Nesta segunda-feira (18), a polícia de Kent informou ter prendido um homem e uma mulher, ambos na faixa dos 20 anos, sob suspeita de crueldade contra animais. Os dois foram liberados sob fiança enquanto as investigações continuam. Até o momento, Gandalf não foi encontrado.
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Os dois gansos eram figuras conhecidas em Borough Green e em vilas vizinhas, atraindo famílias e visitantes à área do lago. Moradores afirmam que os animais se tornaram parte da rotina da comunidade.
Em entrevista à ITV, a moradora Jane Sewell-Watts disse que o desaparecimento causou forte impacto emocional na região.
— É uma área comunitária, as pessoas gostam da vida selvagem local. Eles trouxeram muita felicidade para as pessoas e agora isso. É devastador — afirmou.
O dono de um pub local, Benjamin McConnachie, chegou a oferecer 400 libras — cerca de R$ 3 mil — por informações que ajudassem a encontrar o responsável pelo desaparecimento.
— Todo mundo adora esses gansos. Pessoas de várias vilas vêm visitá-los com os filhos. Nunca aconteceu nada parecido aqui — disse ele.
A polícia segue pedindo que qualquer pessoa com informações sobre o caso entre em contato com as autoridades.
As autoridades da Áustria abriram uma investigação formal contra dois suspeitos ligados às denúncias dos chamados “safáris humanos” durante o cerco de Sarajevo, um dos episódios mais brutais da Guerra da Bósnia nos anos 1990.
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Segundo o Ministério da Justiça austríaco, um cidadão austríaco e um segundo indivíduo ainda não identificado passaram oficialmente a ser investigados por possível participação nos supostos “tours de franco-atiradores” realizados durante o conflito.
Segundo o jornal inglês The Sun, as acusações envolvem alegações de que turistas ricos estrangeiros teriam pago combatentes sérvios para atirar deliberadamente contra civis nas ruas de Sarajevo durante o longo cerco imposto à cidade entre 1992 e 1996.
O Ministério da Justiça confirmou que a investigação foi aberta em 25 de abril e classificou o caso como relacionado a possíveis crimes de guerra extremamente graves. A iniciativa foi impulsionada pela ex-ministra da Justiça austríaca Alma Zadic, do Partido Verde, que vem pressionando por aprofundamento das apurações.
— Essas alegações dizem respeito aos mais graves crimes de guerra e devem ser investigadas minuciosamente. Não pode haver espaço para impunidade — afirmou Zadic ao Parlamento austríaco.
Segundo ela, a ideia de estrangeiros pagando para matar civis — incluindo mulheres grávidas e crianças — representa “uma crueldade quase inimaginável”.
Acusações ganharam força após documentário
As denúncias sobre os chamados “safáris humanos” ganharam projeção internacional em 2022, após o lançamento do documentário “Sarajevo Safari”, do cineasta esloveno Miran Zupanic.
O filme reuniu depoimentos de testemunhas e ex-integrantes de serviços de inteligência que alegam ter visto estrangeiros ricos participando de operações de tiros contra civis durante o conflito nos Bálcãs.
Segundo relatos, os participantes seriam oriundos de países como Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Rússia, Canadá e Estados Unidos.
Listas de preços para matar civis
As acusações mais chocantes envolvem supostas “listas de preços” utilizadas pelos grupos armados. Segundo documentos e relatos citados pelo jornal The Times e pelo livro “Pay and Shoot”, do jornalista croata Domagoj Margetic, diferentes valores eram cobrados conforme o perfil das vítimas.
Homens e mulheres adultos teriam custado cerca de 80 mil marcos alemães da época. Mulheres jovens valeriam mais. Já mulheres grávidas seriam consideradas “alvos premium”, chegando a 110 mil marcos. Há ainda testemunhos afirmando que crianças também eram deliberadamente escolhidas como alvos.
A Itália já havia aberto investigação semelhante no ano passado. Promotores italianos chegaram a interrogar um ex-caminhoneiro de 80 anos e outro suspeito em fevereiro.
O caso também voltou aos holofotes após a divulgação de imagens antigas que supostamente mostrariam o presidente sérvio Aleksandar Vucic segurando um rifle em posições estratégicas durante o cerco.
Vučić enfrenta acusações recorrentes sobre possível envolvimento em atos de violência durante a guerra, embora negue participação em crimes.
O cerco de Sarajevo durou quase quatro anos e é considerado o mais longo da guerra moderna. Durante o conflito, mais de 10 mil pessoas morreram em consequência de bombardeios e ataques de franco-atiradores realizados contra civis na capital da Bósnia e Herzegovina.A principal avenida da cidade ficou conhecida mundialmente como “Sniper Alley” (“Alameda dos Atiradores”), devido à frequência dos ataques.

A Comissão Especial que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais e do fim da escala 6×1 adiou, para próxima segunda-feira (25), a apresentação do parecer do relator, o deputado Leo Prates (Republicanos-PB). Pelo cronograma original, o relator divulgaria seu texto nesta quarta-feira (20).

O adiamento ocorre em meio à pressão de setores do empresariado e de partidos da oposição e do chamado centrão, que reúne legendas da direita tradicional, para incluir uma regra de transição de 10 anos, com redução do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os trabalhadores e exclusão de categorias consideradas essenciais.

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O relator Leo Prates informou que precisa de mais tempo para negociar a regra de transição, mas que a data votação do texto, previsto para o dia 26 de maio na Comissão, está mantida.

“Se tivesse a definição, o relatório seria apresentado amanhã [dia 20]. Mas ainda não há. Há diálogos sobre, sem dúvida alguma. São pontos a serem esclarecidos, são pontos a serem acordados, mas o sentimento, sem dúvida alguma, em especial, digo ao trabalhador, é que é pensando em você”, afirmou Prates.

 


Brasília -DF- 28/04/2026 – PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, DEPUTADO HUGO MOTTA APRESENTA O PRESIDENTE DA COMISSÃO ESPECIAL DA PEC 6X1. DEPUTADO ALENCAR SANTANADA E O RELATOR, DEPUTADO, LEO PRATES. DA PEC 6X1. Lula Marques/Agência Brasil.

Brasília -DF- 28/04/2026 – Relator deputado Leo Prates diz que precisa de mais tempo para negociar a regra de transição. Foto-arquivo Lula Marques/Agência Brasil. – Lula Marques/Agência Brasil.

O adiamento foi definido após reunião do relator, na noite dessa terça-feira (19), com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o líder do governo na Casa, deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

Emendas ao projeto

Uma das emendas apresentadas pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS), que conta com assinatura de 176 deputados, afirma que o fim da escala 6×1 só entraria em vigor dez anos após a promulgação da emenda constitucional. A sugestão ainda exclui da redução da jornada trabalhadores considerados “essenciais”. 

“Sendo consideradas [essenciais] aquelas cuja interrupção possa comprometer a preservação da vida, da saúde, da segurança, da mobilidade, do abastecimento, da ordem pública ou da continuidade de infraestruturas críticas, serão definidas por lei complementar e terão jornada máxima de quarenta e quatro horas semanais”, diz o texto da emenda.

Além disso, a emenda reduz de 8% para 4% a contribuição patronal ao FGTS e isenta temporariamente a contribuição das empresas à Previdência Social, que atualmente é de 20% sobre o salário.

Confirma aqui a lista de deputados que apoiam a emenda, o que inclui, principalmente, parlamentares do PL (61), PP (32), União (23), Republicanos (17) e MDB (13)

O governo tem defendido uma proposta sem regra de transição e sem redução de salário. O relator, Prates, tem defendido uma posição intermediária com uma transição entre 2 a 4 anos de duração, segundo revelou para o jornal Folha de São Paulo.

A outra emenda apresentada à PEC 221 de 2019, de autoria Tião Medeiros (PP-PR), com apoio de 171 deputados, também prevê uma transição de 10 anos, além de excluir da redução da jornada de 44 para 40 horas trabalhadores de setores considerados “essenciais”. 

Um jardineiro morreu asfixiado após ficar preso sob o tronco de uma árvore que caiu sobre seu trailer durante uma forte tempestade na região da Cornualha, no sudoeste da Inglaterra. O caso aconteceu na noite de 8 de janeiro, durante a passagem da tempestade Goretti, que provocou ventos de até 145 km/h e deixou milhares de imóveis sem energia elétrica.
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James Southey, de 50 anos, estava dentro do trailer onde morava, em uma fazenda desativada em Mawgan, perto de Helston, quando a árvore foi arrancada pela raiz e desabou sobre a estrutura. Segundo o inquérito conduzido pelas autoridades locais, o homem permaneceu preso sob o tronco durante toda a noite. O corpo dele foi encontrado apenas na manhã seguinte.
A autópsia concluiu nesta semana que Southey morreu por asfixia causada pela compressão do peito provocada pelo peso da árvore. Pai de dois filhos, ele não conseguiu escapar após o impacto.
Tentativa de resgate foi dificultada pela tempestade
O agricultor Martin Williams, proprietário da fazenda onde Southey vivia, afirmou em depoimento lido no tribunal que ouviu um estrondo semelhante a um trovão pouco depois de faltar energia na propriedade.
“Minha esposa olhou pela janela e percebeu que não conseguia mais ver a luz da lareira nem o contorno da árvore. Foi quando pensamos que ela tivesse caído”,relatou.
Williams disse que correu até o trailer, mas encontrou o acesso bloqueado pelo tronco.
“Eu gritava por James, mas não havia resposta. Quebrei a janela do quarto e entrei, mas a estrutura estava completamente destruída”, afirmou.
Os serviços de emergência foram acionados, mas não conseguiram chegar até a vítima naquela noite devido às condições climáticas severas, além da presença de fios elétricos e botijões de gás próximos ao local.
Segundo o arborista Robert Blythman, ouvido durante o inquérito, a árvore aparentava estar saudável, mas tinha raízes rasas por não ser uma espécie nativa da região. O solo encharcado pelas chuvas também teria contribuído para que ela fosse arrancada.
A tempestade Goretti provocou danos generalizados em toda a Cornualha, deixando cerca de 50 mil residências sem energia e bloqueando estradas após a queda de milhares de árvores.
A assistente do legista de Cornwall, Emma Hillson, registrou a morte como acidental. Segundo ela, não houve indícios de responsabilidade de terceiros no caso.
Duas crianças francesas foram encontradas sozinhas no fim da tarde de terça-feira em uma estrada que liga Alcácer do Sal à Comporta, em Portugal. Segundo as autoridades, há indícios de que os menores tenham sido abandonados.
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Os meninos, de três e cinco anos, estavam sem qualquer documento de identificação, de acordo com informações publicadas pelo jornal português Correio da Manhã.
Segundo o relato, um morador encontrou as crianças por volta das 19h30 em uma área isolada da estrada.
Após localizar os menores, ele acionou imediatamente a Guarda Nacional Republicana (GNR). As crianças foram levadas ao posto da corporação em Alcácer do Sal.
A GNR também entrou em contato com a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), responsável pelo acompanhamento do caso.
Segundo a imprensa portuguesa, as autoridades portuguesas trabalham agora para identificar os menores e esclarecer as circunstâncias em que eles foram deixados no local.
Os corpos dos dois últimos mergulhadores italianos desaparecidos em uma caverna subaquática nas Maldivas foram recuperados nesta quarta-feira (20), encerrando uma operação de buscas marcada por condições extremas e pela morte de um militar local envolvido no resgate. O grupo havia desaparecido na quinta-feira (14) durante uma expedição no atol de Vaavu, no arquipélago asiático.
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Segundo o porta-voz da Presidência das Maldivas, Mohameed Hussain Shareef, a retirada dos corpos foi realizada por três mergulhadores finlandeses especializados em operações técnicas, com apoio da guarda costeira e da polícia local. Os corpos serão encaminhados a um necrotério para identificação antes do processo de repatriação para a Itália.
— Depois disso, vamos coordenar com o governo italiano e iniciar o processo de repatriação dos corpos — afirmou Shareef, que também agradeceu aos especialistas finlandeses pelo “profissionalismo e liderança” durante a operação.
Os quatro corpos haviam sido localizados na segunda-feira a aproximadamente 60 metros de profundidade, região considerada duas vezes além do limite legal para mergulho recreativo nas Maldivas. Um dos corpos, de um instrutor de mergulho italiano, já havia sido encontrado fora da caverna. Outros dois foram retirados na terça-feira.
Operação enfrentou risco elevado
As autoridades locais afirmaram que os corpos estavam na parte mais profunda da caverna e praticamente juntos. A missão chegou a ser temporariamente interrompida após a morte de um mergulhador militar das Maldivas durante uma tentativa considerada arriscada de resgate. A causa da morte ainda é investigada, mas colegas relataram a possibilidade de narcose por nitrogênio ou complicações relacionadas à descompressão em grandes profundidades.
Shareef afirmou à agência Associated Press que a caverna já havia sido explorada anteriormente por especialistas locais e estrangeiros, mas destacou que as condições no local eram particularmente difíceis.
— Havia terreno complicado, correntes fortes e baixa visibilidade — disse o porta-voz, acrescentando que também havia alerta de mau tempo na região no momento da expedição.
As autoridades investigam agora se os mergulhadores adotaram todas as medidas de segurança necessárias. Embora a expedição tivesse autorização oficial, o governo afirmou que não sabia exatamente qual caverna seria explorada e que ao menos dois dos mortos não estavam incluídos na lista de pesquisadores apresentada previamente.
A operação contou com apoio da organização Divers’ Alert Network Europe, que enviou mergulhadores especializados em cavernas e mergulho técnico. Segundo a entidade, a equipe utilizou rebreathers de circuito fechado — equipamento que recicla o gás exalado e permite permanência prolongada em profundidade —, tecnologia usada em missões consideradas de alto risco.
Um dia de folga de estudantes do último ano do ensino médio terminou em cenas de violência e pânico na praia municipal de Narragansett, no estado de Rhode Island, nos Estados Unidos. Três pessoas foram esfaqueadas durante uma série de confusões registradas na tarde desta terça-feira (19), provocando correria entre centenas de adolescentes e banhistas. Vídeos da briga circulam nas redes sociais e mostram grupos trocando agressões enquanto diversas pessoas filmavam a movimentação com celulares.
Segundo o Departamento de Polícia de Narragansett, equipes de emergência foram acionadas por volta das 15h04 após relatos de múltiplos esfaqueamentos na praia, localizada a cerca de 51 quilômetros de Providence. As três vítimas receberam atendimento ainda no local e foram levadas para um hospital da região. O estado de saúde delas não foi divulgado.
Confira:
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De acordo com o chefe de polícia Kyle Rekas, em entrevista ao jornal local The Providence Journal, os esfaqueamentos ocorreram em meio a diferentes incidentes registrados ao longo do dia na praia. A fuga em massa dos frequentadores gerou novos tumultos e pequenos distúrbios, segundo as autoridades. A polícia informou ainda que dois adultos foram presos por conduta desordeira, resistência à prisão e obstrução da justiça, embora as detenções não tenham relação direta com os ataques a faca.
Praia conhecida pela tranquilidade
O episódio chamou atenção por ocorrer em um dos balneários mais conhecidos da região, frequentemente citado por veículos especializados em turismo como um destino familiar e tranquilo. Antes do caso, a praia costumava aparecer nas manchetes por listas de melhores praias ou por alertas envolvendo tubarões na costa.
Nas redes sociais, moradores e frequentadores reagiram com indignação diante da violência.
“É absolutamente inacreditável que tenha havido um esfaqueamento na praia de Narragansett hoje. Deveríamos poder ir à praia com nossos filhos sem nos preocupar com violência”,escreveu um usuário.
Outro internauta afirmou que a cidade “está se transformando numa terra sem lei”, enquanto um terceiro lamentou que a praia, antes conhecida por ser um lugar pacífico, tenha se tornado palco de agressões.
A praia de Narragansett Town só deve iniciar oficialmente sua temporada de funcionamento em 25 de maio. O acesso ao local custa US$ 12, e as regras do balneário incluem proibição de bebidas alcoólicas, música alta e linguagem considerada obscena. Segundo o site imobiliário Zillow, o valor médio das casas na região gira em torno de US$ 850 mil.
Uma mulher de 56 anos morreu após cair em um bueiro aberto em Midtown Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos, durante a madrugada desta terça-feira. O acidente aconteceu na esquina da East 52nd Street com a Quinta Avenida, em frente à mansão Cartier, uma das áreas mais movimentadas e luxuosas da cidade. A vítima foi identificada como Donike Gocaj, moradora de Briarcliff Manor, no condado de Westchester.
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Segundo a polícia, ela havia estacionado seu SUV na noite de segunda-feira e, ao sair do veículo, caiu cerca de três metros em uma abertura de serviço que estava sem tampa.
A concessionária Con Edison informou que analisou imagens de câmeras de segurança e concluiu que a tampa pode ter sido deslocada por um caminhão de múltiplos eixos que fez uma conversão da Quinta Avenida para a East 52nd Street.
Segundo a empresa, o veículo passou pelo local 12 minutos antes de Gocaj estacionar o carro nas proximidades.
— Estamos revisando os detalhes e, embora isso seja raro, tampas de bueiro podem ser deslocadas por veículos pesados. Nossos pensamentos permanecem com a família dela, e a segurança continua sendo nossa principal prioridade — afirmou Anne Marie Corbalis, porta-voz da Con Edison.
Autoridades municipais afirmaram que a Con Edison tinha uma autorização de obra ativa no quarteirão, embora nenhum serviço estivesse sendo realizado no momento da queda.
Jeremy Edwards, porta-voz da prefeitura de Nova York, declarou que a cidade trabalha em conjunto com a concessionária para investigar o caso.
— Todas as perguntas precisam ser feitas e respondidas para que nenhum nova-iorquino viva uma tragédia como essa novamente — afirmou.
Testemunha ouviu vítima gritar: ‘Estou morrendo’
O acidente foi presenciado por Carlton Wood, diretor de segurança contra incêndio do hotel Lotte New York Palace. Segundo ele, a mulher desapareceu poucos segundos depois de sair do carro.
— Ela deu alguns passos e simplesmente desapareceu. Aconteceu muito rápido — relatou.
Wood afirmou que correu até o local após ouvir Gocaj gritando repetidamente: “Estou morrendo.”
Segundo o relato, o buraco estava sem qualquer sinalização e a tampa havia sido deslocada para o lado. Wood disse que a vítima estava sentada em uma poça d’água, com as pernas esticadas à frente.
Ele afirmou ter se afastado para ligar para a emergência enquanto outras pessoas tentavam ajudar usando lanternas.
Um homem chegou a tentar descer na abertura para que Gocaj pudesse se segurar em suas pernas, mas a profundidade impediu o resgate. Outra pessoa levou uma escada, mas ela também não alcançava a vítima.
A polícia respondeu à ocorrência às 23h19. Segundo The New York Times, quando os socorristas chegaram, Gocaj já estava inconsciente e sem reação.
Ela foi retirada do buraco cerca de 20 minutos depois. Wood relatou que a vítima saiu “em silêncio”, “imóvel” e “coberta de fuligem”.
— Eu esperava ouvir comemorações quando a tirassem dali — afirmou: — Achei que haveria sinal de positivo.
Os socorristas realizaram compressões torácicas antes de levá-la ao NewYork-Presbyterian/Weill Cornell Medical Center, onde ela foi declarada morta.
Cidade enfrenta histórico de problemas com bueiros
Donike Gocaj também utilizava o nome Donika nas redes sociais. Ela deixa uma filha, um filho e dois netos pequenos.
A Con Edison informou possuir cerca de 285 mil poços de manutenção, caixas de serviço e galerias subterrâneas em Nova York e nos subúrbios. O local da queda era utilizado para transporte de vapor.
Segundo a imprensa local, tampas de bueiro desaparecidas são um problema recorrente na cidade. Dados indicam que o Departamento de Proteção Ambiental recebeu mais de 700 solicitações neste ano relacionadas a estruturas do sistema de esgoto.
A reportagem relembra outros episódios envolvendo galerias subterrâneas na cidade, como a morte de um homem em situação de rua encontrado em um poço de manutenção em 2019, a queda de um homem em uma galeria infestada de ratos em 2020 e uma explosão em um poço de manutenção na Times Square em 2022.
Carlton Wood afirmou ter decidido falar publicamente para evitar especulações de que a vítima estivesse distraída no momento do acidente.
— Só quero que a família dela entenda que isso foi um acidente absurdo — declarou: 1 Se ela tivesse estacionado alguns metros adiante, talvez nada disso tivesse acontecido.

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