O cessar-fogo de duas semanas entre Estados Unidos e Irã, anunciado pouco antes do prazo estabelecido pelo presidente Donald Trump, provocou uma série de reações internacionais, com apoio à trégua e apelos por uma solução definitiva para o conflito no Oriente Médio.
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O acordo ocorre após mais de um mês de confrontos iniciados em 28 de fevereiro, com ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, e amplia a pressão internacional por uma solução diplomática duradoura, diante dos impactos econômicos e do risco de escalada regional.
Nações Unidas
O secretário-geral da ONU, António Guterres, saudou o acordo, mas defendeu o respeito ao direito internacional e a necessidade de avançar rumo a uma paz duradoura. “O secretário-geral saúda com satisfação o anúncio de um cessar-fogo de duas semanas por parte dos Estados Unidos e do Irã”, afirmou seu porta-voz, Stéphane Dujarric.
Ele acrescentou que o chefe da ONU “faz um chamado a todas as partes no conflito atual no Oriente Médio para que cumpram suas obrigações sob o direito internacional e respeitem os termos do cessar-fogo, a fim de abrir caminho para uma paz duradoura e global na região”.
Paquistão
O primeiro-ministro Shehbaz Sharif, cujo país atuou como mediador, afirmou que o cessar-fogo é “imediato” e abrangente, incluindo o Líbano. “Tenho o prazer de anunciar que a República Islâmica do Irã e os Estados Unidos da América, junto com seus aliados, acordaram um cessar-fogo imediato em todas as partes, incluindo o Líbano e outros lugares, COM EFEITO IMEDIATO”, disse.
O gabinete do primeiro-ministro israelense, no entanto, afirmou que o acordo “não inclui o Líbano”.
Emirados Árabes Unidos
O assessor presidencial Anwar Gargash afirmou que seu país “saiu vitorioso de uma guerra que sinceramente havíamos tentado evitar”.
Egito
Em conversa com o enviado americano Steve Witkoff, o chanceler Badr Abdelatty agradeceu a decisão de “dar uma oportunidade à diplomacia e iniciar um processo sério de negociação entre iranianos e americanos”.
Turquia
A chancelaria turca afirmou que “o cessar-fogo temporário deve ser plenamente aplicado no terreno” e pediu que “todas as partes respeitem o acordo alcançado”.
Iraque
O governo iraquiano declarou que “recebe com satisfação” a trégua, mas defendeu um “diálogo sério e sustentável” entre as partes.
Facções armadas pró-Irã no país anunciaram a suspensão por duas semanas de ataques a “bases inimigas”.
China
“A China dá as boas-vindas ao anúncio das partes sobre a conclusão de um acordo de cessar-fogo”, disse a porta-voz Mao Ning, acrescentando que o país seguirá atuando pela paz na região.
União Europeia
A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, afirmou que a trégua cria uma oportunidade para reduzir ameaças, interromper ataques e retomar negociações.
Ela também destacou que o estreito de Ormuz deve “ser reaberto ao trânsito” de mercadorias.
Alemanha e França
O chanceler alemão Friedrich Merz defendeu que o objetivo agora deve ser negociar um fim duradouro da guerra e garantir a liberdade de navegação no estreito de Ormuz.
O presidente francês Emmanuel Macron classificou o anúncio como “algo muito bom” e disse desejar que a trégua inclua o Líbano.
Espanha
O chanceler José Manuel Albares considerou “inaceitável” que Israel mantenha combates no Líbano. O presidente do governo, Pedro Sánchez, classificou a trégua como “uma boa notícia”.
Japão
O governo japonês pediu “medidas concretas” para reduzir a tensão e garantir a navegação segura no estreito de Ormuz, rota essencial para o petróleo.
“Esperamos que se alcance um acordo definitivo por meio da diplomacia o mais rápido possível”, afirmou o porta-voz Minoru Kihara.
Coreia do Sul
A Coreia do Sul saudou o cessar-fogo e expressou expectativa de que ele permita a passagem segura de navios e contribua para a estabilidade regional.
Austrália
O governo australiano afirmou que deseja que a trégua seja respeitada e alertou para os impactos econômicos e humanos de uma guerra prolongada.
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Nações Unidas
O secretário-geral da ONU, António Guterres, saudou o acordo, mas defendeu o respeito ao direito internacional e a necessidade de avançar rumo a uma paz duradoura. “O secretário-geral saúda com satisfação o anúncio de um cessar-fogo de duas semanas por parte dos Estados Unidos e do Irã”, afirmou seu porta-voz, Stéphane Dujarric.
Ele acrescentou que o chefe da ONU “faz um chamado a todas as partes no conflito atual no Oriente Médio para que cumpram suas obrigações sob o direito internacional e respeitem os termos do cessar-fogo, a fim de abrir caminho para uma paz duradoura e global na região”.
Paquistão
O primeiro-ministro Shehbaz Sharif, cujo país atuou como mediador, afirmou que o cessar-fogo é “imediato” e abrangente, incluindo o Líbano. “Tenho o prazer de anunciar que a República Islâmica do Irã e os Estados Unidos da América, junto com seus aliados, acordaram um cessar-fogo imediato em todas as partes, incluindo o Líbano e outros lugares, COM EFEITO IMEDIATO”, disse.
O gabinete do primeiro-ministro israelense, no entanto, afirmou que o acordo “não inclui o Líbano”.
Emirados Árabes Unidos
O assessor presidencial Anwar Gargash afirmou que seu país “saiu vitorioso de uma guerra que sinceramente havíamos tentado evitar”.
Egito
Em conversa com o enviado americano Steve Witkoff, o chanceler Badr Abdelatty agradeceu a decisão de “dar uma oportunidade à diplomacia e iniciar um processo sério de negociação entre iranianos e americanos”.
Turquia
A chancelaria turca afirmou que “o cessar-fogo temporário deve ser plenamente aplicado no terreno” e pediu que “todas as partes respeitem o acordo alcançado”.
Iraque
O governo iraquiano declarou que “recebe com satisfação” a trégua, mas defendeu um “diálogo sério e sustentável” entre as partes.
Facções armadas pró-Irã no país anunciaram a suspensão por duas semanas de ataques a “bases inimigas”.
China
“A China dá as boas-vindas ao anúncio das partes sobre a conclusão de um acordo de cessar-fogo”, disse a porta-voz Mao Ning, acrescentando que o país seguirá atuando pela paz na região.
União Europeia
A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, afirmou que a trégua cria uma oportunidade para reduzir ameaças, interromper ataques e retomar negociações.
Ela também destacou que o estreito de Ormuz deve “ser reaberto ao trânsito” de mercadorias.
Alemanha e França
O chanceler alemão Friedrich Merz defendeu que o objetivo agora deve ser negociar um fim duradouro da guerra e garantir a liberdade de navegação no estreito de Ormuz.
O presidente francês Emmanuel Macron classificou o anúncio como “algo muito bom” e disse desejar que a trégua inclua o Líbano.
Espanha
O chanceler José Manuel Albares considerou “inaceitável” que Israel mantenha combates no Líbano. O presidente do governo, Pedro Sánchez, classificou a trégua como “uma boa notícia”.
Japão
O governo japonês pediu “medidas concretas” para reduzir a tensão e garantir a navegação segura no estreito de Ormuz, rota essencial para o petróleo.
“Esperamos que se alcance um acordo definitivo por meio da diplomacia o mais rápido possível”, afirmou o porta-voz Minoru Kihara.
Coreia do Sul
A Coreia do Sul saudou o cessar-fogo e expressou expectativa de que ele permita a passagem segura de navios e contribua para a estabilidade regional.
Austrália
O governo australiano afirmou que deseja que a trégua seja respeitada e alertou para os impactos econômicos e humanos de uma guerra prolongada.










