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O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, fará nesta quarta-feira sua primeira apresentação ao Congresso americano sobre a guerra no Oriente Médio, em um momento em que os esforços para pôr fim ao conflito seguem travados e as negociações de paz com Teerã enfrentam um novo impasse.
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O secretário de Defesa, alvo de críticas da oposição democrata pela pouca informação fornecida sobre o conflito, responderá às perguntas dos integrantes da Comissão de Forças Armadas da Câmara dos Representantes ao lado de Dan Caine, chefe do Estado-Maior dos Estados Unidos.
O depoimento de Hegseth, uma das figuras mais controversas do governo Donald Trump, ocorre enquanto Washington demonstra ceticismo em relação à proposta iraniana para reabrir o estreito de Ormuz, rota crucial para o transporte global de hidrocarbonetos que Teerã bloqueou após o início da guerra, há dois meses, desencadeada por ataques lançados contra o país pelos Estados Unidos e por Israel.
Vários funcionários americanos não desmentiram informações da CNN e do jornal The Wall Street Journal, segundo as quais Trump vê com desconfiança a oferta iraniana, mesmo com o frágil cessar-fogo em vigor entre as partes.
Durante um jantar de Estado na Casa Branca na terça-feira, Trump disse ao rei Charles III, do Reino Unido, e a outros convidados que Teerã havia sido “derrotado militarmente”.
Mas Amir Akraminia, porta-voz do Exército iraniano, afirmou na terça-feira à televisão estatal que a república islâmica não considera “que a guerra tenha terminado” e declarou que Teerã “não confia nos Estados Unidos”.
Proposta iraniana esbarra em exigências de Washington
A mais recente proposta de Teerã, transmitida pelo mediador Paquistão e analisada por Trump e seus assessores em uma reunião na segunda-feira, estabelece linhas vermelhas que incluem o sensível programa nuclear iraniano e o estreito de Ormuz, segundo a agência de notícias Fars.
De acordo com as reportagens, o plano também contemplaria um afrouxamento do controle iraniano sobre o estreito e o levantamento, por Washington, do bloqueio aos portos iranianos enquanto prosseguem negociações mais amplas.
O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que a oferta iraniana era “melhor” do que imaginavam, mas questionou se os funcionários por trás dela tinham autoridade, após Israel matar altos dirigentes da república islâmica.
Rubio, em entrevista à Fox News, afirmou que as exigências de Washington para reabrir Ormuz são “voltar a como deveria ser”, retomando a situação anterior aos ataques dos Estados Unidos e de Israel em 28 de fevereiro.
— Eles são muito bons negociadores — disse Rubio, acrescentando que qualquer acordo final precisaria ser “um que os impeça definitivamente de buscar uma arma nuclear”.
Por sua vez, o porta-voz do Ministério da Defesa iraniano, Reza Talaei Nik, advertiu que Washington “deve abandonar suas exigências ilegais e irracionais”.
— Os Estados Unidos já não estão em condições de impor sua política às nações independentes — afirmou, segundo a televisão estatal.
O Catar, aliado de Washington que foi alvo de ataques iranianos apesar de seu papel como mediador, advertiu para a possibilidade de um “conflito congelado” caso não seja encontrada uma solução definitiva.
Os preços do petróleo dispararam após o alerta de Doha e as reportagens indicando que Trump dificilmente aceitaria a proposta iraniana. O barril do Brent, referência global, está acima do nível alcançado antes de ambas as partes anunciarem o cessar-fogo no início de abril, em torno de 112 dólares, enquanto o WTI americano superou os 100 dólares na terça-feira pela primeira vez em duas semanas. Ambos os contratos operavam com leve alta nesta quarta-feira.
Ataques no Líbano mantêm outra frente da guerra aberta
A violência persiste no Líbano, outra frente do conflito, apesar de uma trégua recentemente estendida entre Israel e Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã que arrastou o país para a guerra ao lançar foguetes contra Israel.
Pela primeira vez desde o início do cessar-fogo, o Exército libanês afirmou na terça-feira que um ataque israelense teve como alvo suas tropas, deixando dois soldados feridos no sul do país.
O Exército israelense havia advertido moradores de mais de uma dúzia de vilarejos e cidades para evacuarem imediatamente, alegando que a “violação do cessar-fogo” por parte do Hezbollah o obrigava a agir.
Oito pessoas, entre elas três socorristas, morreram em ataques israelenses no sul do Líbano.
Apesar de manter a ocupação de uma faixa de território ao longo da fronteira, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, afirmou que seu país “não tem ambições territoriais no Líbano”.
Um homem de 50 anos levou os restos mortais da própria irmã até uma agência bancária no estado de Odisha, no leste da Índia, para tentar sacar 20 mil rúpias (cerca de R$ 1 mil) depositadas em nome dela. O caso aconteceu nesta segunda-feira (27) e ganhou repercussão após vídeos mostrarem Jeetu Munda caminhando com o esqueleto da irmã, Kalara Munda, de 56 anos, pelas ruas da região rural de Keonjhar.
É #FATO: homem desenterra irmã e leva esqueleto ao banco para sacar dinheiro na Índia
Segundo veículos locais como India Today, Telegraph India e Hindustan Times, Kalara morreu há cerca de dois meses após uma doença. O dinheiro na conta era resultado da venda de gado. Como não havia outros herdeiros legais e o beneficiário registrado também havia morrido, Jeetu tentava acessar o valor como único sucessor.
Assista:
Homem desenterra irmã e leva esqueleto ao banco para sacar dinheiro na Índia
Ele afirmou que foi várias vezes à agência de Maliposi do Odisha Grameen Bank, ligado ao Indian Overseas Bank (IOB), mas não conseguiu sacar o dinheiro por não apresentar a documentação exigida. Segundo ele, funcionários pediram que levasse a titular da conta. “Embora eu lhes dissesse que ela havia falecido, eles não me deram ouvidos”, disse ao India Today. Sem entender o processo formal, ele decidiu desenterrar os restos mortais da irmã e levá-los ao banco.
Homem leva esqueleto da irmã ao banco para provar morte e sacar dinheiro na Índia; caso é #FATO
Reprodução/X
Ele conseguiu sacar o dinheiro?
A polícia foi chamada e informou que houve falha de comunicação. O inspetor Kiran Prasad Sahu afirmou que Jeetu, descrito como analfabeto e morador de comunidade tribal, não compreendia o procedimento legal para sacar dinheiro de uma conta de pessoa falecida. Após o episódio, a polícia e a administração local prometeram ajudar na emissão da certidão de óbito e na liberação do valor. O esqueleto foi enterrado novamente sob supervisão policial.
Nesta terça-feira (28), o Indian Overseas Bank publicou um esclarecimento no X e negou que funcionários tenham exigido a presença física da correntista morta. “Contrariando certos relatos da mídia, os funcionários do banco não exigiram a presença física de um cliente falecido para saque”, afirmou.
Segundo o banco, saques por terceiros só podem ser feitos com autorização formal e, em caso de morte, é necessária a apresentação de documentos válidos, principalmente a certidão de óbito. A instituição informou que o pagamento será processado com prioridade assim que a documentação for apresentada.
Publicação do Indian Overseas Bank
Captura de tela
Cientistas implantaram dispositivos que liberavam cocaína e substâncias derivadas da droga em salmões juvenis para investigar um problema crescente nos rios e lagos do mundo: a contaminação da água por resíduos de entorpecentes descartados no esgoto. O resultado repercutiu após a publicação da pesquisa em 20 de abril, chamando a atenção pela reação dos peixes ao principal metabólito do entorpecente: eles nadaram até 1,9 vez mais por semana e se afastaram mais do ponto de soltura do que os animais não contaminados.
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A pesquisa, publicada na revista Current Biology, acompanhou 105 salmões do Atlântico em um lago natural na Suécia, o Vättern. Os animais receberam implantes de liberação lenta com cocaína, com benzilecgonina — principal produto da decomposição da droga no organismo e no ambiente, como é encontrado em águas poluídas — ou com nenhuma substância, no caso do grupo de controle. Depois, foram monitorados por telemetria acústica durante oito semanas.
Segundo os pesquisadores, o objetivo não era “drogar” os peixes de forma artificial, mas sim simular a exposição contínua a compostos que já têm sido detectados em ambientes aquáticos, principalmente em regiões urbanas abastecidas por sistemas de esgoto insuficientes para remover contaminantes químicos.
Pesquisador segura cápsulas de liberação lenta — algumas contendo cocaína, outras com um composto gerado quando o organismo metaboliza a droga — do tipo implantado em dezenas de salmões de 2 anos
Jörgen Wiklund via The New York Times
Os dados mostraram que a benzilecgonina provocou efeitos ainda maiores do que a própria cocaína. Os salmões expostos ao metabólito se deslocaram até 12,3 quilômetros a mais do que os peixes não expostos, ampliando sua área de circulação no lago.
Impactos ambientais
Para os cientistas, essa mudança de comportamento pode trazer impactos ecológicos relevantes. Ao gastar mais energia nadando e se deslocando para áreas incomuns, os peixes podem encontrar habitats inadequados, ficar mais vulneráveis a predadores e comprometer o crescimento e a alimentação.
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A bióloga Rachel Ann Hauser-Davis, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que não participou do estudo, mas lidera pesquisas semelhantes no Brasil, avaliou que a pesquisa representa um avanço importante por mostrar efeitos em ambiente natural, e não apenas em laboratório. Ela ponderou, porém, que o uso de implantes de liberação lenta não reproduz perfeitamente a forma como a contaminação ocorre na natureza.
Os autores alertam que o problema pode atingir outras espécies aquáticas. Estudos anteriores, como o da Fiocruz, já identificaram efeitos de drogas ilícitas e medicamentos em enguias, crustáceos e até tubarões. A conclusão é que resíduos humanos lançados nos cursos d’água podem alterar cadeias alimentares e dinâmicas populacionais de forma ainda pouco compreendida.
Além da poluição química, o salmão do Atlântico já enfrenta pressões como mudanças climáticas, perda de habitat e barragens. Para os pesquisadores, a contaminação por cocaína e seus derivados pode se somar a esses fatores e agravar a situação da espécie.
O presidente da Guiana, Irfaan Ali, reclamou nesta terça-feira do broche com um mapa da Venezuela usado por sua homóloga, Delcy Rodríguez, durante visitas oficiais a dois países caribenhos que incluem o território disputado de Essequibo. A área de 160 mil km² está no centro de uma disputa centenária entre Caracas e Georgetown, que foi reacendida em 2015, quando a empresa americana ExxonMobil descobriu vastas reservas de petróleo na região.
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Rodríguez assumiu o cargo de presidente interina após a captura de Nicolás Maduro em uma operação militar dos EUA em janeiro. Como vice-presidente, ela era responsável pelo caso Essequibo perante a Corte Internacional de Justiça (CIJ). Durante suas duas visitas oficiais às ilhas de Granada e Barbados, Rodríguez usou um broche de ouro com o contorno de um mapa da Venezuela.
Ali considerou “profundamente lamentável” que essas reuniões apresentassem a “exibição proeminente de símbolos” que afirmam a reivindicação territorial da Venezuela sobre a área disputada. Em uma carta enviada à Comunidade do Caribe (CARICOM), o líder guianense destacou que a Venezuela não pode tentar normalizar, por meio de símbolos, mapas, legislação, nomeações ou demonstrações oficiais, uma questão que permanece sem solução.
Presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez usou broche representando o território de Essequibo anexado ao seu país durante visita a Granada
Daniela Millan/ Presidência da Venezuela/AFP
Georgetown está pedindo à mais alta corte das Nações Unidas que ratifique as fronteiras estabelecidas em uma sentença arbitral de 1899, que a Venezuela não reconhece. Caracas está recorrendo ao Acordo de Genebra, que assinou em 1966, antes da independência da Guiana do Reino Unido. Esse acordo anulou a decisão de 1899 e lançou as bases para uma solução negociada.
“Usar as plataformas da CARICOM para projetar ou promover uma reivindicação territorial contra um Estado-membro corre o risco de ser interpretado como aquiescência ou tolerância”, escreveu Ali.
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O broche que “o obceca nada mais é do que a expressão de uma verdade histórica, fortemente validada desde o Acordo de Genebra de 1966, muito antes deste espetáculo midiático”, escreveu o Ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, no Telegram.
“Vocês sabem que o Presidente da Guiana está causando um escândalo porque eu sempre uso o broche com o mapa da Venezuela, o único mapa que conheço. Agora eles se incomodam até com a minha forma de me vestir”, respondeu Rodríguez mais tarde durante um evento político em Carabobo, norte da Venezuela. “Estaremos na Corte Internacional de Justiça nos próximos dias para reafirmar nossa posição histórica”, acrescentou.
A CARICOM respondeu em um comunicado que eventos oficiais em países membros “não devem ser usados, direta ou indiretamente, para promover ou dar a impressão de legitimar reivindicações”. Rodríguez governa sob pressão dos Estados Unidos, aliado da Guiana. Washington garante que defenderá Georgetown em caso de conflito com a Venezuela. O presidente defende uma “negociação de boa fé” para resolver a disputa territorial.
Nas últimas horas, veio à tona que o bilionário indiano Anant Ambani ofereceu ao governo da Colômbia a transferência de 80 hipopótamos, herança do narcotraficante Pablo Escobar, para seu próprio centro de resgate de animais selvagens no oeste da Índia. Essa oferta surge depois de o Governo Nacional, através do Ministério do Meio Ambiente, ter anunciado um plano de eutanásia para esses animais, juntamente com um protocolo técnico que define como capturá-los, sedá-los e sacrificá-los.
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“Esses 80 hipopótamos não escolheram onde nasceram, nem criaram as circunstâncias que enfrentam agora. São seres vivos e sencientes, e se tivermos a oportunidade de salvá-los por meio de uma solução segura e humana, temos a responsabilidade de tentar”, disse o magnata em um comunicado divulgado na terça-feira (28).
No entanto, a proposta do magnata indiano é, por ora, impossível de ser implementada. O motivo foi explicado pelo Ministério do Meio Ambiente: embora uma das alternativas para evitar a morte desses animais seja a sua realocação para outros países, essa opção depende da aceitação formal do pedido por essas nações e da concessão das licenças necessárias.
Há 15 dias, o órgão falou sobre a negativa de países de receber esses animais. O ministério explicou que submeteu o pedido para a Índia, além de Equador, Peru, Filipinas, México, República Dominicana e África do Sul. No entanto, todos responderam negativamente devido a barreiras legais, técnicas e orçamentárias que impedem o seu desenvolvimento.
O México manifestou interesse, por meio de um santuário privado, em receber até dez indivíduos, mas a autoridade ambiental do país citou uma restrição legal à importação de espécies exóticas invasoras. Nas Filipinas, o Zoológico Global retirou sua oferta em agosto de 2024 devido aos altos custos de transporte.
Com relação à Índia, o Ministério do Meio Ambiente explicou que o contato foi feito por meio de canais diplomáticos e que a comunicação com o governo indiano foi estabelecida em 9 de abril de 2026. No entanto, nenhuma resposta foi recebida até o momento.
As Filipinas, por sua vez, manifestaram interesse em receber 15 indivíduos, e o Ministério do Meio Ambiente do país autorizou a transferência de cinco. No entanto, o zoológico que os receberia desistiu devido aos altos custos.
Refúgio de espécies Anant Ambani
O santuário de espécies de Anant Amban, conhecido como Vantara, tem estado no centro de uma controvérsia devido a queixas de grupos de direitos dos animais que questionam tanto a legalidade da aquisição de alguns espécimes quanto as condições de seus cuidados.
O centro, um megaprojeto que abrange mais de 1.400 hectares em Jamnagar, na Índia, é apresentado pela família Ambani como um santuário de reabilitação e conservação da vida selvagem. No entanto, os críticos o descreveram como uma espécie de “coleção particular de vaidade”.
Em agosto de 2025, a Suprema Corte da Índia ordenou uma avaliação independente após alegações de aquisições ilegais e possíveis casos de abuso animal. Um mês depois, em setembro, o tribunal superior rejeitou as alegações com base em relatórios de uma Equipe Especial de Investigação (EEI), que concluiu que as instalações atendiam a altos padrões de bem-estar animal e estavam em conformidade com as regulamentações vigentes.
Apesar da decisão judicial, organizações e grupos internacionais como o Mongabay mantiveram o escrutínio sobre a Vantara, especialmente no que diz respeito à importação de espécies incluídas nos Apêndices I e II da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES), questionando se as licenças servem estritamente a fins de conservação ou se poderiam facilitar a coleta privada.
Desafios do crescimento populacional desenfreado
O crescimento contínuo da população de hipopótamos tem gerado preocupações sobre seus efeitos nos ecossistemas, na biodiversidade e nas comunidades locais. A espécie, originária da África, é exótica no país latino-americano, e não tem predadores naturais, o que fez com que não houvesse impeditivo para sua reprodução. Os hipopótamos são o terceiro maior mamífero terrestre do mundo, podendo chegar a três metros de comprimento e um peso próximo de 3,2 toneladas, e têm uma expectativa de vida média de até 50 anos.
Atualmente, a distribuição dessa população abrange aproximadamente 43.342 quilômetros quadrados, principalmente na bacia do rio Magdalena e nos complexos pantanosos da depressão de Momposina. A maior concentração de indivíduos encontra-se em Napolés, com 114 exemplares, e em Cocorná, com 31, embora também estejam presentes em outros municípios. Nestas áreas, foram relatados impactos como restrições à circulação em estradas rurais, ataques a embarcações e perdas de gado.
O governo colombiano tem pensado em alternativas para tentar frear o crescimento populacional. Intervenções em hipopótamos, no entanto, têm se mostrado um desafio, tanto quando dizem respeito à esterilização, como ao sacrifício de alguns dos exemplares.
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A recente proposta de Anant Ambani de transferir dezenas de hipopótamos de Pablo Escobar para a Índia colocou seu nome novamente no centro das discussões internacionais. Além da controvérsia, o episódio despertou a curiosidade sobre a vida de um dos herdeiros mais influentes da Ásia.
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A ideia de realocar cerca de 80 espécimes, que atualmente habitam a Colômbia e se tornaram um problema ambiental, gerou debates entre especialistas e autoridades. Enquanto alguns consideram a iniciativa viável, outros alertam para os riscos ecológicos e logísticos de uma operação dessa magnitude.
Mas o interesse não se limita a esta proposta. Anant Ambani faz parte de uma das famílias mais poderosas do mundo, com uma fortuna construída ao longo de décadas que hoje tem impacto em múltiplos setores econômicos. Ele é filho de Mukesh Ambani, presidente do conglomerado Reliance Industries, uma empresa com negócios que vão da energia às telecomunicações. Esse grupo empresarial tem sido fundamental para o crescimento econômico da Índia nos últimos anos.
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Embora tenha mantido um perfil mais discreto do que outros membros de sua família, Anant começou a assumir responsabilidades dentro da empresa e a participar de decisões estratégicas, consolidando seu papel no império.
Seu nome também tem sido tendência devido à sua vida pessoal, especialmente após seu casamento com Radhika Merchant, um evento que se tornou um dos mais comentados globalmente por sua magnitude e extravagância, com um custo estimado em quase US$ 580 milhões. A celebração reuniu figuras de destaque como Mark Zuckerberg, Bill Gates e a cantora Rihanna, além de líderes empresariais, figuras políticas e celebridades internacionais, demonstrando o alcance social e econômico da família Ambani.
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As festividades incluíram cerimônias tradicionais, apresentações musicais e encontros exclusivos em locais meticulosamente planejados, com uma logística que refletia um alto nível de planejamento e recursos. O evento atraiu a atenção da mídia por seu impacto cultural e econômico, consolidando sua posição como uma vitrine de influência e poder.
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O estilo de vida da família Ambani também se reflete em sua residência principal, Antilia, uma imponente mansão localizada em Mumbai e de propriedade de Mukesh Ambani. Este arranha-céu particular possui 27 andares e mais de 600 funcionários, além de comodidades como helipontos, salas de entretenimento e áreas exclusivas. Considerada uma das casas mais caras do mundo, seu custo de construção ultrapassou US$ 1 bilhão.
A isso se soma uma marcada preferência por itens de luxo, incluindo peças exclusivas e valiosas. Entre elas, acessórios como um broche em forma de leão cravejado de esmeraldas e diamantes, avaliado em aproximadamente US$ 3 milhões, além de relógios de coleção de marcas como Patek Philippe, cujos modelos podem chegar a custar entre US$ 3 e US$ 6 milhões. Sua coleção também inclui veículos de luxo como o Rolls-Royce Phantom VII Series II, com preço superior a US$ 600 mil, além de celebrações privadas com artistas internacionais, viagens em aeronaves exclusivas e acesso a espaços projetados exclusivamente para sua comitiva, refletindo um estilo de vida que transcende o convencional.
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No entanto, por trás dessa opulência, existe uma história empresarial que começou com Dhirubhai Ambani, que fundou uma empresa têxtil na década de 1970 antes de expandir para a indústria petroquímica, lançando as bases para o império atual.
Após sua morte em 2002, o controle do conglomerado passou para seus filhos, o que levou a uma disputa interna que terminou com a divisão dos negócios. Mukesh Ambani assumiu a liderança de áreas-chave como energia e refino, enquanto seu irmão mais novo, Anil Ambani, manteve setores como telecomunicações e infraestrutura.
Ao longo dos anos, Mukesh consolidou sua posição à frente da Reliance Industries, impulsionando uma expansão significativa para novos mercados, particularmente com o lançamento de serviços digitais que transformaram o acesso à internet no país. Esse crescimento não apenas fortaleceu a fortuna da família, mas também posicionou a empresa como um ator-chave na economia global.
O Pentágono chegou a um acordo para aumentar o uso da inteligência artificial do Google em operações sigilosas, informaram diversos veículos de imprensa dos Estados Unidos nesta terça-feira. A notícia surge em um momento em que as Forças Armadas dos EUA buscam reduzir sua dependência da IA ​​da Anthropic, após a empresa se recusar a permitir que seus modelos fossem usados ​​para vigilância em massa no país ou em operações letais com armas militares autônomas. O Google não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da AFP.
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Em fevereiro, Trump instruiu seu governo a cessar o uso da tecnologia da Anthropic depois que o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, classificou a empresa como um “risco” para a cadeia de suprimentos de segurança nacional, uma classificação normalmente reservada para organizações de países rivais. A Anthropic levou o caso à justiça.
Após a crise da Anthropic, sua rival OpenAI chegou a um acordo com o governo para integrar suas interfaces de IA para uso nesse contexto operacional. Os acordos do Pentágono com fornecedores de tecnologia incluem apenas o uso de ferramentas de IA de maneiras permitidas por lei, segundo relatos.
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Em 2018, após pressão de seus próprios funcionários, o Google se retirou do Projeto Maven, um programa do Pentágono que visava integrar inteligência artificial às operações com drones. Mas, nos últimos anos, o Google passou por uma mudança estratégica, reconstruindo seus negócios militares e competindo por contratos de computação em nuvem para a defesa.
Por trás do uniforme das Forças Especiais dos Estados Unidos, o sargento Gannon Ken Van Dyke levava uma rotina que ia muito além das operações militares. Ele é apontado por investigadores como alguém que lucrou mais de US$ 400 mil (cerca de R$ 2 milhões) com apostas baseadas em informações confidenciais sobre a queda do presidente venezuelano Nicolás Maduro e foi apresentado a um juiz às 13h desta terça-feira em um tribunal federal de Nova York. A audiência pode marcar a formalização das acusações criminais contra o militar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O fim da lei de anistia na Venezuela, anunciado na semana passada pela presidente interina, Delcy Rodríguez, frustrou a expectativa de libertação em massa no país e terminou com número limitado de beneficiados, além de forte reação de organizações de direitos humanos. Segundo o governo, 8.616 pessoas foram alcançadas pela medida em dois meses. A maioria, no entanto, já respondia em liberdade e estava submetida a restrições judiciais. Apenas 314 presos deixaram efetivamente a prisão — número que entidades independentes estimam em cerca de 110, de acordo com o jornal El País. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Ucrânia e Rússia estão em guerra há pouco mais de quatro anos. O tema já se tornou comum no Leste Europeu, mas algumas imagens ainda chamam a atenção, muitas vezes usadas inclusive para engajar a população no apoio para o conflito. Na última terça-feira (28), o Comando de Operações Especiais das Forças Armadas da Ucrânia divulgou um vídeo em que drones sobrevoam centro de mísseis russos na Crimeia.
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“Na noite de 28 de abril, drones das unidades de ataque médio do CSO atingiram o local de armazenamento dos complexos de mísseis operacionais-táticos de Iskander. O equipamento escondido estava localizado no território da antiga base de mísseis perto da vila de Ovra žky, 40 quilômetros a leste da ocupada Simferopol. A partir daí, os foguetes poderiam chegar à linha de frente ou nas cidades traseiras da Ucrânia em minutos. Seguidores do Movimento de Resistência gravaram repetidamente os lançamentos de mísseis inimigos a partir deste local. O SSO continua com ações assimétricas para a demolição estratégica do inimigo para liderar uma guerra contra a Ucrânia”, informou o comunicado das forças militares, nas redes sociais.
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Simferopol é um território na península da Crimeia e o local tem um simbolismo especial para a guerra. Ela fica ao sul da Ucrânia e pertencia ao país até 2014, quando o mandatário russo Vladimir Putin anexou a região, após um referendo não reconhecido por Kiev e pela comunidade internacional. A anexação da Rússia provocou uma onda de sanções internacionais, que foram drasticamente endurecidas desde o início da ofensiva russa na Ucrânia, em fevereiro de 2022..
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Genya Savilov/AFP
Atualmente, a questão expansionista é central na guerra, já que a Rússia controla parte significativa da Ucrânia e não aceita acordo que não envolva a expansão de suas fronteiras. Por outro lado, o presidente Volodymyr Zelensky também não aceita perder esses territórios para os vizinhos. A questão da Crimeia é trazida pelos ucranianos nas negociações, para afirmar que os ímpetos expansionistas de Moscou e de Putin vão além deste conflito.
Presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante reunião no Kremlin
Alexander Zemlianichenko / POOL / AFP

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