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Um passeio de pesca no gelo terminou em tragédia neste domingo (18) no lago Chaumont, no norte do estado de Nova York. Bryan LaPlante, de 33 anos, morreu após conseguir retirar o filho de seis anos da água gelada depois que a moto de neve em que estavam caiu em um buraco no gelo. Michael Booth, de 48 anos, que os acompanhava, também não resistiu. As informações foram confirmadas por autoridades locais.
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Segundo relato de um parente à WWNY, LaPlante conseguiu erguer o filho para fora da água, mas não teve forças para se salvar. O pai dele, Patrick LaPlante, de 51 anos, foi ao lago após o grupo não retornar para casa e tentou socorrer o filho, chegando a cair no gelo. Ele conseguiu sair, mas não encontrou Bryan nem Booth naquele momento.
Resgate e investigação
O menino de seis anos não foi localizado no local do acidente. Pouco depois, reapareceu sozinho, após caminhar cerca de três quilômetros desde o lago. O avô e o neto foram levados ao Hospital Clifton-Fine, onde receberam atendimento por hipotermia. Mais tarde, equipes de resgate encontraram Bryan LaPlante e Michael Booth inconscientes na água; ambos foram encaminhados ao hospital, mas morreram, segundo as autoridades.
O diretor dos Serviços de Emergência do Condado de St. Lawrence, Richard Rusaw, informou que havia equipamentos de pesca flutuando nos buracos abertos no gelo. A investigação sobre as circunstâncias das mortes segue em andamento.
Em uma publicação no Facebook, a irmã de Bryan, Paige LaPlante, afirmou que ele “morreu salvando seu filho”. Ela acrescentou que Booth orientou a criança a seguir a lua para encontrar o caminho de volta para casa, chamando todos os envolvidos de heróis.
No dia do acidente, Clifton registrou neve fraca e nevoeiro gelado, com temperatura em torno de 25°F (cerca de -4°C). A região enfrenta condições severas de inverno: partes de Nova York receberam mais de 60 centímetros de neve na semana passada, e a previsão indica a chegada de uma onda de frio ártico ao nordeste dos Estados Unidos, com novos episódios de neve entre domingo e segunda-feira, segundo serviços meteorológicos locais.
Uma criança de cinco anos foi detida pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) ao regressar da escola, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos. O caso foi revelado pelo jornal britânico The Guardian e gerou críticas de autoridades educacionais e defensores de direitos de imigrantes.
Após 100 anos de poluição, porto histórico de Boston volta a permitir pesca de mariscos para consumo direto
O menino, identificado como Liam Ramos, aluno do pré-escolar do distrito escolar de Columbia Heights, subúrbio de Minneapolis, foi abordado por agentes federais na terça-feira, juntamente com o pai, no momento em que chegavam à própria residência.
Segundo o distrito escolar, pai e filho foram levados posteriormente para um centro de detenção no estado do Texas. A abordagem ocorreu logo após a criança desembarcar do transporte escolar.
Em comunicado, a diretora do agrupamento, Zena Stenvik, afirmou que a ação causou forte impacto na comunidade escolar. Segundo ela, um dos agentes retirou a criança do carro e pediu que batesse à porta da casa para verificar se havia outras pessoas no interior.
— Um agente retirou Liam do carro, levou-o até a porta de casa e pediu que batesse para ver se havia mais alguém, basicamente usando uma criança de cinco anos como isca — afirmou.
Stenvik disse ainda que tentou assumir temporariamente a custódia da criança para evitar sua detenção, mas o pedido foi recusado pelos agentes.
— Por que deter uma criança de cinco anos? Não podem dizer que essa criança é classificada como um criminoso violento — declarou.
Família tem pedido de asilo ativo
De acordo com o advogado da família, Marc Prokosch, tanto o pai quanto o filho entraram legalmente nos Estados Unidos e possuem um processo de asilo em andamento. Segundo ele, não existe qualquer ordem de deportação contra os dois.
— A família fez tudo o que era exigido pelas regras. Não vieram ilegalmente. Não são criminosos — afirmou o advogado.
Um dos portos mais emblemáticos da Nova Inglaterra começa a virar a página de um passado marcado pela poluição. Partes do porto de Boston foram reclassificadas para permitir a pesca recreativa de mariscos destinados ao consumo humano direto, algo que não ocorria há mais de cem anos, segundo anúncio do governo de Massachusetts, nesta semana.
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Desde 1925, moradores estavam proibidos de colher mariscos sem que o produto passasse antes por um processo de purificação industrial. Agora, trechos das águas em Winthrop, Hingham e Hull atingiram padrões de qualidade suficientes para autorizar o consumo direto, resultado de um amplo projeto multimilionário de recuperação ambiental. Em comunicado, a Divisão de Pesca Marinha afirmou que a medida representa um ganho significativo não apenas para os moradores dessas cidades, mas também para outros interessados na pesca recreativa no estado.
Reabertura histórica e desafios locais
Apesar do avanço, a liberação não será imediata. Cada município ainda precisa criar um plano de gestão e um sistema de licenciamento antes de autorizar oficialmente a pesca de mariscos, informou o jornal The Boston Globe. Até então, apenas poucas licenças comerciais eram concedidas, e os mariscos precisavam ser enviados a fábricas especializadas para purificação — um processo caro e altamente regulado, disponível em poucas unidades.
Com a reclassificação, segundo o próprio departamento estadual, essa exigência deixa de ser necessária, permitindo que um recurso público abundante chegue diretamente à população. Ainda assim, o anúncio divide opiniões. Jim Malinn, gerente geral do tradicional restaurante Union Oyster House, disse ao The Boston Globe que a principal barreira será a percepção do público. Embora considere a possibilidade de comprar mariscos do porto, ele afirma que só o faria se os produtos cumprissem os rigorosos padrões do estabelecimento, que mantém registros sanitários por até 90 dias.
A desconfiança também apareceu nas redes sociais, com moradores questionando como esses produtos seriam recebidos nos cardápios da cidade. Outros reagiram com ironia ao imaginar frutos do mar “colhidos no quintal” de Boston.
Há, porém, entusiasmo no setor. Jeremy Sewell, proprietário do restaurante Row 34, afirmou à Boston 25 News que a reclassificação pode impulsionar a economia local e atrair turistas. Para ele, a retomada da pesca de mariscos é parte da identidade costeira da região. “Se você mora no litoral e pode colher mariscos legalmente e levá-los para a mesa da sua família, isso é incrível”, disse.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou formalmente a criação do Conselho da Paz, iniciativa americana para a resolução de conflitos internacionais, nesta quinta-feira, em um evento à margem do Fórum Econômico de Davos, na Suíça. A organização, criada no contexto das negociações entre Israel e Hamas sobre a Faixa de Gaza, porém, não deve ficar restrito ao Oriente Médio.
— Estamos aqui diante de uma grande oportunidade. Vai acontecer. Terminar décadas de sofrimentos, de guerra, e uma paz gloriosa para a região. Para o mundo. Eu chamo o mundo de região. E teremos paz no mundo, e será um grande legado para todos nós — afirmou o presidente americano.
O conselho recém-criado terá uma composição permanente que custará US$ 1 bilhão. Trump será o presidente da organização — encargo que disse ter recebido com “grande honra” —, que contará com a participação de outros líderes mundiais.
Em Davos, subiram ao palco líderes e representantes de 19 países: Argentina, Arábia Saudita, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Bulgária, Catar, Cazaquistão, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Jordânia, Kosovo, Marrocos, Mongólia, Paquistão, Paraguai, Turquia e Uzbequistão.
— Estamos verdadeiramente honrados com a presença de vocês hoje — disse Trump, referindo-se aos líderes como “muito populares, na maioria dos casos”.
O número de países signatários ao novo órgão ficou aquém da expectativa anunciada por autoridades do governo americano, ouvidas em anonimato para comentar sobre o tema nos últimos dias. Uma fonte ouvida pela rede americana CNN havia estimado que 35 países deveriam aderir à iniciativa.
A principal ausência ficou por parte dos países europeus — envolvidos em uma disputa com Trump por causa dos avanços sobre a Groenlândia. A ministra das Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper, afirmou que o país não estará entre os signatários do conselho neste momento, citando uma série de preocupações, incluindo uma entrada da Rússia.
— Este é um tratado jurídico que levanta questões muito mais amplas, e também nos preocupa que o presidente [da Rússia, Vladimir] Putin faça parte de um órgão que fala sobre paz quando ainda não vimos nenhum indício de que se comprometerá com a paz na Ucrânia — disse a chanceler.
*matéria em atualização
A morte de um imigrante cubano em um centro de detenção de El Paso neste mês foi considerada homicídio, de acordo com um relatório de autópsia divulgado na quarta-feira pelo escritório do médico legista do condado.
Morte de cubano sob custódia do ICE deve ser classificada como homicídio após médico legista identificar ‘asfixia’
O detento, Geraldo Lunas Campos, de 55 anos, ficou inconsciente enquanto era contido fisicamente por agentes da lei em 3 de janeiro, no centro de detenção do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) chamado Campo East Montana, segundo o relatório. Equipes médicas de emergência tentaram reanimá-lo, mas ele foi declarado morto no local.
A autópsia listou a causa da morte como “asfixia por compressão do pescoço e tronco”. O relatório também descreveu os ferimentos que sofreu na cabeça e no pescoço, incluindo ruptura de vasos sanguíneos na parte frontal e lateral do pescoço, bem como nas pálpebras.
A determinação do Instituto Médico Legal não indica necessariamente culpabilidade criminal. Trata-se de uma classificação de como uma pessoa morreu, não de uma determinação legal de culpa.
A morte do Sr. Lunas Campos trouxe um novo escrutínio ao centro de detenção neste mês, após o The Washington Post ter noticiado o episódio na semana passada . Sua família afirma que ele foi morto pelos guardas da instituição, citando uma testemunha que disse ter visto os guardas estrangulando o até a morte. A família está preparando um processo por homicídio culposo, segundo seu advogado, Will Horowitz.
“Ele estava sendo abusado, espancado e estrangulado até a morte”, disse Jeanette Pagan Lopez, mãe de dois dos filhos de Lunas Campos, ao The New York Times na semana passada. Na quarta-feira, Pagan Lopez afirmou que ainda não tinha visto o laudo da autópsia.
Autoridades federais apresentaram uma versão diferente sobre a morte de Lunas Campos. Em um comunicado à imprensa de 9 de janeiro , afirmaram que ele morreu em 3 de janeiro após sofrer um mal súbito, mas, após a publicação do artigo do Washington Post, descreveram sua morte como suicídio.
Em um comunicado enviado por e-mail na quarta-feira, um funcionário do Departamento de Segurança Interna reiterou que Lunas Campos tentou suicídio, afirmando que ele “resistiu violentamente à equipe de segurança” que tentou salvá-lo e que os paramédicos tentaram reanimá-lo. O funcionário não respondeu às perguntas sobre o relatório da autópsia.
Juntamente com a autópsia, o Gabinete do Médico Legista do Condado de El Paso divulgou um relatório toxicológico, que indicou que Lunas Campos tinha histórico de transtorno bipolar e ansiedade. O relatório identificou a presença de trazodona e hidroxizina, dois medicamentos prescritos que podem ser usados ​​para tratar depressão e ansiedade.
Na terça-feira, a família entrou com uma petição junto a um juiz federal para impedir a deportação de duas pessoas que, segundo eles, testemunharam a morte ou os momentos que a antecederam. A família afirmou na petição que um colega detento viu guardas estrangulando o Sr. Lunas Campos até a morte e que outro detento o viu lutar com os guardas antes de falecer.
Ambos os detidos receberam notificações de deportação. Os filhos pediram ao tribunal que suspendesse as deportações para que as testemunhas pudessem depor no processo de homicídio culposo movido pela família.
Segundo autoridades federais, Lunas Campos foi preso em julho passado em Rochester, Nova York, e transferido para a unidade prisional de El Paso em setembro. Ele já havia sido condenado por pelo menos 10 crimes, incluindo porte ilegal de arma, direção imprudente e furto de pequeno valor, desde que entrou nos Estados Unidos em 1996, disseram as autoridades.
Lunas Campos é uma das três pessoas que estavam sob custódia no Campo East Montana e morreram desde a inauguração da instalação em agosto, na base militar de Fort Bliss, em El Paso. Em 3 de dezembro, Francisco Gaspar-Andres, de 48 anos, da Guatemala, morreu cerca de duas semanas após ser internado em um hospital de El Paso, disseram as autoridades. Um laudo de autópsia indica que ele morreu de complicações de uma doença hepática relacionada ao álcool.
Em 14 de janeiro, Victor Manuel Diaz, de 36 anos, natural da Nicarágua, morreu em um “presumido suicídio”, segundo autoridades federais, que afirmaram que a causa oficial da morte estava sob investigação. A autópsia de Diaz estava sendo realizada no Centro Médico do Exército William Beaumont, e não no Instituto Médico Legal, de acordo com Tricia McLaughlin, porta-voz do Departamento de Segurança Interna.
Um quarto escuro, úmido e tomado por sujeira. Foi nesse espaço que uma mulher identificada como K viveu por mais de 25 anos, mantida em cativeiro dentro de uma casa em Tewkesbury, no condado de Gloucestershire, na Inglaterra. As condições do local vieram a público pela primeira vez após a divulgação de imagens captadas pela câmera corporal de policiais, exibidas durante o julgamento no Tribunal da Coroa de Gloucester. A sentença está prevista para o mês de fevereiro.
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Segundo a acusação, Amanda Wixon, de 56 anos, acolheu K ainda adolescente, em 1996, sob a justificativa de ajudar a família da jovem, descrita no tribunal como parte de sua “família extensa”, que atravessava dificuldades. O que se seguiu, de acordo com o processo, foi um longo período de exploração, isolamento e violência física e emocional. O juiz Ian Lawrie KC descreveu o caso como tendo um “quê de Dickens”, ao ressaltar a vulnerabilidade da vítima e a dinâmica de abuso instalada ao longo de décadas.
Um cativeiro invisível
As imagens mostram o único espaço que K tinha como refúgio: um quarto sem pintura, com um colchão sujo e cobertores em estado precário, onde a polícia precisou usar lanterna para enxergar. Embaixo do travesseiro, um agente encontrou um bilhete com números de telefone e algumas moedas escondidas, indícios da tentativa silenciosa de buscar ajuda. “Roupa de cama absolutamente imunda”, comenta um policial durante a gravação, que também registra a dificuldade de respiração no ambiente fechado e insalubre.
A vítima foi mantida em condições horríveis
Divulgação/Polícia de Gloucestershire
De acordo com o tribunal, K era obrigada a realizar tarefas domésticas e cuidar dos filhos e dos animais de Wixon. Alimentava-se apenas uma vez por dia, com sobras, e tinha acesso restrito à cozinha. As janelas eram cobertas para impedir qualquer contato visual com o exterior, e vizinhos relataram que mal sabiam da existência dela. Quando foi resgatada, em março de 2021, a vítima apresentava sinais claros de negligência, desnutrição e medo, segundo relato dos policiais.
Quando os policiais chegaram à residência, encontraram K em estado desesperador
Divulgação/Polícia de Gloucestershire
Wixon foi presa no local e posteriormente considerada culpada por crimes como cárcere privado, agressão e obrigar uma pessoa a realizar trabalho forçado ou obrigatório. Em sua fala ao júri, o juiz afirmou que cabia aos jurados decidir se a acusada havia agido por altruísmo ou se explorou “uma criança vulnerável e indefesa”. Desde o resgate, assistentes sociais informaram que K recuperou peso, passou a estudar matemática e inglês em uma faculdade local e participa de atividades esportivas. A sentença de Wixon está prevista para o próximo mês.
Uma adolescente de 13 anos morreu após ser atingida na cabeça por um coice de um cavalo enquanto ajudava a conduzir animais de um piquete para o estábulo, segundo concluiu um inquérito realizado em East Sussex, no sul da Inglaterra. O acidente ocorreu em uma fazenda na cidade de Lewes, e a morte foi considerada acidental pelas autoridades.
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Maci Williams auxiliava na movimentação de um grupo de cavalos quando um deles, identificado como Amir, teria se assustado e reagido. A adolescente caiu ao chão diante da mãe, Caroline, que pediu para que todos se mantivessem abaixados enquanto os animais ainda se agitavam. Após os cavalos serem afastados, a mãe tentou reanimar a filha. Maci foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte, em 28 de fevereiro.
Circunstâncias do acidente
Durante a audiência, foi informado que Amir havia pulado uma cerca e se aproximado de um grupo de éguas em outro campo, possivelmente por estarem no cio. Enquanto cavaleiros reuniam os animais, Maci seguia atrás com seu pônei, Susie, e outro cavalo, Lulu. O susto do animal desencadeou a reação que atingiu a jovem.
O Executivo de Saúde e Segurança informou ao inquérito que equipamentos de proteção, como capacetes e coletes, geralmente não são usados quando a pessoa não está montando. Caroline declarou que a filha tinha longa convivência com cavalos e estava habituada ao manejo. Disse ainda que Maci enfrentava dificuldades na escola e lidava com ansiedade, encontrando na equitação uma forma de aliviar o estresse.
Ao encerrar o caso, a assistente do legista de East Sussex, Fiona King, afirmou que se tratou de “um acidente sem responsáveis”, acrescentando que “são acontecimentos trágicos que, às vezes, envolvem cavalos”.
Três pessoas morreram após um tiroteio ocorrido na tarde de quinta-feira em Lake Cargelligo, cidade rural do estado australiano de Nova Gales do Sul, informou a polícia local. As vítimas são duas mulheres e um homem.
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Os serviços de emergência foram acionados por volta das 16h40 (horário local), após relatos de disparos na cidade, localizada a cerca de 610 quilômetros a oeste de Sydney. Uma quarta pessoa, um homem, foi socorrida em estado grave e encaminhada a um hospital da região.
Em comunicado, a polícia de Nova Gales do Sul orientou os moradores a permanecerem dentro de casa enquanto as buscas continuam. Segundo o jornal Sydney Morning Herald, as autoridades acreditam que o atirador esteja entrincheirado na cidade e armado.
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O episódio ocorre em meio a um momento de comoção nacional. A Austrália ainda se recupera de um ataque a tiros ocorrido no mês passado durante uma celebração da comunidade judaica, que deixou 15 mortos e dezenas de feridos. Nesta quinta-feira, o país observou um dia nacional de luto em homenagem às vítimas do massacre de Bondi Beach, classificado pelas autoridades como um ato terrorista.
As luzes da aurora boreal foram registradas a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) pelo cosmonauta russo Sergey Kud-Sverchkov, da agência espacial Roscosmos, durante a intensa tempestade solar que atingiu a Terra nesta semana. As imagens mostram o fenômeno iluminando a atmosfera com tons vibrantes, especialmente o vermelho — cor menos comum nesse tipo de evento.
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— Durante a tempestade mais forte de ontem em duas décadas, havia muito brilho vermelho. Parecia que estávamos literalmente navegando dentro daquela luz — escreveu Kud-Sverchkov em seu canal no Telegram, em publicação feita no dia 20 de janeiro.
Veja o momento:
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A aurora boreal ocorre quando partículas carregadas emitidas pelo Sol, em alta velocidade, atingem o campo magnético da Terra e colidem com gases da atmosfera, como oxigênio e nitrogênio. Esse choque libera energia em forma de luz, criando os conhecidos véus coloridos no céu, geralmente visíveis em regiões de altas latitudes.
O evento desta semana chamou atenção de cientistas e agências espaciais pela sua intensidade. Conforme já havia sido alertado ontem por centros de monitoramento espacial, a tempestade solar foi classificada como a mais forte registrada em cerca de 20 anos, resultado de uma série de erupções solares e ejeções de massa coronal ocorridas nos últimos dias.
Embora o verde seja a cor mais comum das auroras — resultado da interação com o oxigênio em altitudes mais elevadas —, tempestades mais potentes ampliam o espectro de cores visíveis. Tons de vermelho e rosa, como os registrados por Kud-Sverchkov, surgem quando partículas atingem camadas mais altas da atmosfera ou quando o fenômeno se intensifica.
As autoridades venezuelanas libertaram Rafael Tudares, genro de Edmundo González Urrutia — candidato que afirma ter derrotado o presidente Nicolás Maduro nas contestadas eleições presidenciais de 2024. A informação foi confirmada pela família na madrugada desta quinta-feira.
“Rafael voltou para casa”, escreveu a mulher, Mariana González, na rede social X. Segundo ela, a libertação encerra um período de mais de um ano de prisão.
Tudares havia sido condenado à pena máxima de 30 anos de prisão, sob acusações de terrorismo.
Julgamento ‘clandestino’
Em dezembro de 2025, a família de Bracho havia denunciado um julgamento “clandestino” na Venezuela, quase um ano após o homem ter sido detido. A prisão que ocorreu pouco antes da posse de Nicolás Maduro, em janeiro. Os familiares de Rafael Tudares Bracho permaneceu sem qualquer contato com ele.
Em janeiro de 2025, Tudares foi levado por homens encapuzados enquanto acompanhava os dois filhos à escola, segundo relatou à época o próprio González Urrutia, que afirma ter vencido as eleições presidenciais de julho de 2024 e vive atualmente no exílio. 
Em junho, o governo venezuelano informou que Tudares Bracho responderia por crimes de terrorismo, conspiração, associação para delinquir e legitimação de capitais. 
A eleição que garantiu a Maduro um terceiro mandato foi proclamada sem a divulgação dos resultados detalhados, uma vez que o governo venezuelano alegou ter sofrido um ataque hacker. A oposição, por sua vez, denunciou fraude e publicou atas de votação em um site.

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