Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Uma explosão registrada na madrugada desta quinta-feira no condado de Xing’an, na região autônoma de Guangxi Zhuang, no sul da China, deixou sete mortos e 17 feridos, segundo informações divulgadas pelas autoridades locais. As causas do incidente ainda são desconhecidas e seguem sob investigação policial.
Investigação: Modelo de 26 anos morre durante sessão de fotos em pedreira proibida na Índia
Momento de tensão: Vídeo mostra resgate de criança pendurada em janela acima de rua movimentada em Londres
De acordo com um comunicado da polícia, a explosão ocorreu por volta da 1h40, no horário local, na Rua Lingxiang, em Xing’an.
Após o incidente, autoridades da cidade de Guilin e do próprio condado de Xing’an se deslocaram até a área atingida para coordenar as operações de resgate e prestar apoio às equipes mobilizadas no local.
As ações contam com a participação da polícia, do Corpo de Bombeiros, de profissionais de saúde e de equipes especializadas em resposta a emergências.
Initial plugin text
Segundo as autoridades, quatro varreduras completas já foram realizadas na área afetada pela explosão.
Os 17 feridos foram encaminhados para hospitais da região. De acordo com os órgãos locais, todos apresentam quadro estável e não correm risco de morte.
As operações de busca, atendimento às vítimas e avaliação dos danos permanecem em andamento.
Investigação tenta esclarecer o que provocou a explosão
A polícia continua trabalhando para identificar a causa exata do incidente. As investigações preliminares descartaram a hipótese de que a explosão tenha sido provocada por um vazamento em um gasoduto, uma das possibilidades inicialmente consideradas pelas autoridades. Até o momento, porém, a origem da explosão que atingiu o condado de Xing’an não foi oficialmente determinada.
O caso segue sob apuração enquanto equipes de emergência permanecem mobilizadas na região afetada.
A morte do modelo Divyanshu Joshi, de 26 anos, durante uma sessão de fotos em uma pedreira abandonada no estado de Kerala, na Índia, desencadeou uma investigação policial e ampliou o debate sobre protocolos de segurança na indústria da moda no país.
Momento de tensão: Vídeo mostra resgate de criança pendurada em janela acima de rua movimentada em Londres
Café à beira-mar é demolido às pressas na Califórnia após risco de colapso de píer; moradores acompanham destruição de marco local
Segundo as autoridades, Joshi morreu afogado após cair em uma área inundada de uma pedreira desativada há mais de duas décadas, localizada no distrito de Ernakulam. O acesso do público ao local era proibido, e a região de Mudakuzha era conhecida pelo alto grau de periculosidade.
O caso, ocorrido em 28 de maio, também gerou controvérsias sobre as circunstâncias do acidente e as medidas adotadas pela equipe responsável pela produção.
À medida que o episódio ganhou repercussão nas redes sociais, surgiram questionamentos sobre a escolha da locação e versões divergentes sobre os procedimentos de segurança adotados durante o ensaio.
De acordo com reportagem publicada pela Mint Lounge em 1º de junho, o boletim de ocorrência foi registrado com base em uma denúncia apresentada por Rajeev Neelakantan, integrante da Rubberband Productions, produtora sediada em Kochi que havia sido contratada por uma empresa têxtil de Nova Déli para viabilizar o trabalho.
Polícia investiga uso de pedreira sem autorização
As investigações também buscam esclarecer se a produção foi realizada de forma irregular, de acordo com o jornal Hindustan Times.
Shimy Varghese, presidente do conselho local, e o próprio Rajeev Neelakantan afirmaram à Mint que não houve autorização administrativa para acessar a pedreira nem para realizar gravações no local.
As circunstâncias do acidente também estão no centro das apurações.
Segundo as autoridades, Divyanshu escorregou durante as filmagens e caiu em uma região profunda da pedreira, descrita como uma formação em espiral semelhante a uma pirâmide invertida. Equipes de resgate localizaram o corpo a aproximadamente nove metros de profundidade.
A polícia tenta esclarecer quais falhas logísticas ocorreram, por que a equipe escolheu uma pedreira considerada perigosa e como se deu a utilização de uma locação sem autorização oficial.
Relatos sobre tentativa de resgate entram em conflito
Outro ponto sob investigação envolve os acontecimentos imediatamente após a queda do modelo.
Em comunicado citado pela Mint Lounge, a Kartik Research afirmou que o fundador da empresa, Kartik Kumra, tentou socorrer o funcionário.
Segundo a marca, ele “entrou na água pessoalmente para procurar Divyanshu, mas não conseguiu encontrá-lo”, enquanto integrantes da equipe acionavam os serviços de emergência.
A versão, no entanto, foi contestada pela polícia.
— Ninguém pulou no lago depois que Joshi caiu — afirmou Sarin AS, chefe da delegacia de Kodanad.
Empresa lamenta morte e rebate informações
Após cobranças por responsabilização nas redes sociais, a Kartik Research divulgou uma nota lamentando a morte do colaborador e contestando parte das informações que circulavam publicamente.
A empresa afirmou que Divyanshu estava em Kerala exclusivamente para participar de uma campanha comercial sazonal e que ele “não estava envolvido em nenhuma atividade relacionada à natação como parte da produção”.
“Estamos devastados pela perda do nosso querido colega e amigo, Divyanshu Joshi, que faleceu em 28 de maio de 2026. Nos últimos dois anos, Divyanshu liderou nossa loja em Déli com carinho, dedicação e generosidade. Ele era profundamente querido por sua equipe e fará muita falta a todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo e trabalhar ao seu lado”, declarou a Kartik Research.
Em outro trecho do posicionamento, a marca afirmou:
“À medida que relatos imprecisos sobre essa tragédia continuam circulando, gostaríamos de esclarecer que Divyanshu estava em Kerala como parte de uma sessão de fotos sazonal e não participava de nenhuma atividade relacionada à natação como parte da produção. Alguns relatos públicos distorceram as circunstâncias do incidente. Compartilhamos esse esclarecimento para que o foco permaneça em honrar sua vida e memória”.
A empresa informou ainda que não fará novos comentários sobre o caso.
Morador de Nova Delhi, Divyanshu Joshi conciliava a carreira de modelo com a função de responsável pela loja da Kartik Research na capital indiana.
Sua morte expôs fragilidades estruturais enfrentadas por profissionais do setor da moda na Índia e alimentou discussões sobre a necessidade de protocolos mais rigorosos em ensaios fotográficos e campanhas publicitárias.
O episódio também levantou questionamentos sobre até que ponto a busca por cenários visualmente impactantes pode estar sendo priorizada em detrimento da segurança das pessoas envolvidas nas produções.
As Forças Armadas dos EUA confirmaram nesta quinta-feira que bombardearam um terceiro navio-petroleiro no Golfo Pérsico, por supostamente tentar furar o bloqueio americano a portos iranianos, aumentando ainda mais a tensão em toda a região desde o abate de um helicóptero Apache pelas forças de Teerã. Três marinheiros de nacionalidade indiana morreram em decorrência dos ataques americanos às embarcações civis, em meio à mais recente troca de hostilidades. Fontes afirmaram que os países rivais estão promovendo esforços em reservado para um acordo provisório, embora a liderança iraniana tenha advertido em público que o frágil cessar-fogo vigente se tornou “praticamente irrelevante” diante das novas hostilidades, e decretou o fechamento total do Estreito de Ormuz.
Tensão entre aliados: Guerra contra o Irã estremece relação entre Trump e Netanyahu e expõe divergências entre EUA e Israel
Entenda o contexto: EUA lançam mais ataques contra o Irã em segundo dia de retaliação por derrubada de helicóptero americano
Em um comunicado nesta quinta, o Comando Central dos EUA (Centcom) confirmou ter realizado um ataque contra o petroleiro Jalveer, de bandeira de Guiné-Bissau, acusando uma tentativa de cruzar o Golfo de Omã com petróleo iraniano. A confirmação veio pouco depois do Ministério das Relações Exteriores da Índia acusar os EUA de atacarem a embarcação, a terceira com tripulação indiana a ser alvejada nos últimos dias. Além do Jalveer, foram atingidos os cargueiros Marivex e Settebello — este último, onde três tripulantes foram mortos.
Initial plugin text
Délhi convocou o vice-chefe da missão da Embaixada dos EUA na capital indiana para apresentar um “forte protesto” pelo ataque que vitimou os trabalhadores. A Marinha Mercante indiana descreveu as mortes dos nacionais indianos como uma “perda irreparável”.
A retomada dos ataques cruzados entre EUA e Irã e a confirmação de dano entre civis de países alheios ao conflito provocaram uma forte reação de atores internacionais, que pediram contenção. A China revelou “sérias preocupações” com a recente escalada, enquanto Rússia e Turquia pediram para que os dois países retomassem os esforços de paz. No mesmo sentido, a Arábia Saudita pediu uma desescalada e a volta do diálogo intermediado por Catar e Paquistão. Um porta-voz da diplomacia paquistanesa, no entanto, deu uma declaração afirmando ser “difícil permanecer otimista” diante das agressões renovadas.
A trégua entre Washington e Teerã, que foi desrespeitada em diversos momentos ao longo dos últimos meses, foi quebrada pela última vez na terça-feira, quando a Casa Branca acusou os militares iranianos de derrubarem um helicóptero americano perto da costa de Omã. Em resposta, o Pentágono autorizou disparos contra o território iraniano, que danificaram infraestruturas civis, incluindo centrais do sistema de abastecimento de água, que afetaram 200 mil pessoas.
O Irã retaliou com ataques contra posições americanas em países do Golfo, que a liderança em Teerã já havia afirmado considerar alvos legítimos em meio às hostilidades. A Guarda Revolucionária do Irã disse ter atingido alvos na Jordânia e no Bahrein, além de ter disparado contra posições no Kuwait. As autoridades do regime deram declarações em tom combativo nesta quinta.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã emitiu um comunicado nesta quinta-feira afirmando que o cessar-fogo com os EUA se tornava “praticamente irrelevante” considerando os últimos fatos, enquanto a Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico — agência criada pelo regime iraniano no intuito de supervisionar o Estreito de Ormuz — afirmou que o tráfego pela via marítima ficaria completamente bloqueado até nova ordem.
“Devido às tensões provocadas pela agressão das forças americanas na região e ao anúncio feito na noite de ontem pelas Forças Armadas iranianas, o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até nova ordem”, anunciou a agência, que anteriormente havia aberto a possibilidade de tráfego de navios, desde que em coordenação com Teerã.
*Matéria em atualização
Keiko Fujimori conhece bem a derrota: disputou e perdeu três vezes a eleição presidencial no Peru. Mas agora, aos 51 anos, a filha do ex-presidente autoritário Alberto Fujimori pode estar diante de sua melhor chance de chegar ao poder. Candidata de direita, Keiko enfrenta o esquerdista Roberto Sánchez no segundo turno presidencial, sob o legado ambivalente de seu falecido pai, que governou com mão de ferro na década de 1990 e ainda divide os peruanos.
Peru: Com 98,2% das urnas apuradas, Keiko Fujimori retoma liderança e abre vantagem mínima sobre Sánchez
0,1% de vantagem: Entenda como votos rurais e do exterior podem definir vitória para Keiko ou Sánchez no Peru
Após uma virada impulsionada pelos votos dos peruanos que vivem no exterior, Keiko retomou a liderança na disputa eleitoral do Peru na noite de quarta-feira. Com 98,2% das urnas apuradas, a filha do ex-presidente Alberto Fujimori aparece com 50,002% dos votos válidos, contra 49,999% do esquerdista Roberto Sánchez, segundo dados do Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE).
Em um país acostumado à instabilidade política e que teve oito presidentes desde 2016, Keiko não precisa fazer grande esforço para se projetar nacionalmente. Seu sobrenome é conhecido em todos os cantos do Peru.
— É uma “marca” que está bem posicionada, gostem ou não — afirma o cientista político Jorge Aragón, acrescentando que a quarta tentativa da candidata pode ser a que a levará finalmente à Presidência.
Sobrenome com sombras e luzes
Formada em Administração nos Estados Unidos, Keiko se apresenta como uma política profissional. Foi parlamentar, liderou o partido Força Popular e cresceu nos corredores do poder. Aos 19 anos, já era uma figura presente no governo do pai e convivia com chefes de Estado e líderes internacionais.
Figura central da política peruana, Alberto Fujimori governou o país em um período turbulento. Derrotou a insurgência do grupo maoísta Sendero Luminoso e os guerrilheiros do MRTA, controlou a hiperinflação, mas também foi condenado por corrupção e violações de direitos humanos.
Acusado de omitir contribuições: MP do Peru pede mais de 5 anos de prisão para candidato de esquerda por fraude eleitoral
Durante décadas, Keiko não conseguiu se desvencilhar das luzes e sombras associadas ao sobrenome Fujimori, que lhe garante uma base fiel de eleitores e uma ampla rede de contatos, mas também forte rejeição. Milhões de peruanos se recusam a votar em integrantes da família de origem japonesa, fator que já contribuiu para suas três derrotas presidenciais consecutivas.
— Sinto falta dele. Mas aonde quer que eu vá, as pessoas me lembram e me contam histórias — disse ela em entrevista à AFP na véspera da eleição, acrescentando: — Nos últimos 25 anos, fomos governados por governos antifujimoristas, [exceto Alan García (2006-2011)]. Todos os demais se dedicaram a insultar, a gerar ódio e divisão entre os peruanos.
Esta é a primeira eleição disputada por Keiko sem a presença do pai, que morreu em 2024. Em meio à onda de criminalidade que hoje figura entre as principais preocupações dos peruanos, ela decidiu apostar no legado de Alberto Fujimori sob a bandeira da “ordem”, afirmando que os peruanos querem um Fujimori de volta ao poder.
— Aqui estou — disse. — A esquerda leva à pobreza e ao caos. Com a força que meu pai teve para derrotar o Sendero Luminoso e o MRTA, vamos acabar com os criminosos.
Seus críticos, no entanto, atribuem a ela parte da instabilidade política do país, apontando a influência exercida pelo Força Popular no Congresso e sua capacidade de construir alianças parlamentares.
Initial plugin text
‘Filha abençoada’
Pessoas próximas a descrevem como alguém perseverante, determinada e disciplinada. À AFP, seu candidato a vice-presidente, Miki Torres, disse que “cada golpe que Keiko recebeu na vida não a quebrou; deixou-a ainda mais forte do que qualquer um poderia imaginar”.
Papa Leão XIV: Apto a votar nas eleições presidenciais do Peru, Pontífice não vai às urnas mas fica isento de multa, entenda
A trajetória política de Keiko também inclui mais de um ano de prisão preventiva enquanto era investigada por suposta lavagem de dinheiro no escândalo de corrupção da Odebrecht. Vista por muitos anos como uma figura combativa, ela tenta agora suavizar sua imagem e se apresentar de forma mais conciliadora.
— Ao longo da minha carreira política também cometi erros. Aprendi com eles, mas me levantei com muito mais força — disse durante um debate presidencial.
Keiko, cujo nome significa em japonês “filha abençoada” ou “afortunada”, ficou conhecida popularmente como “a chinesa”, apelido que recebeu ainda na escola por causa dos olhos puxados. Mãe de duas filhas, de 18 e 16 anos, e divorciada de um americano, ela afirmou em uma entrevista biográfica que aprender a ser mãe foi mais difícil do que disputar a Presidência.
Resta saber se, após quatro tentativas, será lembrada apenas como a filha de Alberto Fujimori ou por sua própria trajetória política.
— Tenho uma meta difícil de alcançar, e espero alcançá-la — disse à AFP.
Um tradicional café à beira-mar da Califórnia foi demolido de forma emergencial nesta semana após engenheiros concluírem que a estrutura corria risco iminente de desabar no Oceano Pacífico. A destruição do Chit Chat Café, localizado sobre o Píer Municipal de Pacifica, cidade costeira a cerca de 25 quilômetros ao sul de San Francisco, mobilizou moradores e gerou repercussão na comunidade, que via o local como um símbolo da região há mais de três décadas.
Momento de tensão: vídeo mostra resgate de criança pendurada em janela acima de rua movimentada em Londres
Jovem morre após cavalo cair sobre ela semanas depois de realizar sonho de abrir fazenda nos EUA
Na manhã desta segunda-feira (8), escavadeiras derrubaram o prédio depois que uma avaliação técnica apontou graves danos estruturais no píer. Segundo autoridades municipais, os danos severos foram encontrados próximos ao ponto que conecta o píer ao continente. Diante do cenário, a cidade declarou estado de emergência local e interditou áreas de praia próximas por razões de segurança.
Despedida de um símbolo da comunidade
Inaugurado nos anos 1990, o Chit Chat era frequentado por pescadores, turistas e observadores de baleias. Na hora da demolição, dezenas de moradores acompanharam a cena da base do píer. Imagens compartilhadas nas redes sociais registraram o momento em que máquinas destruíram o característico telhado hexagonal e as paredes alaranjadas do estabelecimento.
Os proprietários Branden Jenkins e Ginger Davis disseram ao jornal San Francisco Chronicle que receberam pouco aviso antes da demolição. Segundo eles, engenheiros da prefeitura interditaram o imóvel após considerá-lo inseguro.
Durante a retirada de pertences, Davis lamentou as perdas. — Estamos perdendo tudo o que há lá dentro, tanto em termos sentimentais quanto monetários — afirmou.
O fechamento mobilizou moradores e clientes, que iniciaram uma campanha de arrecadação online para ajudar os empresários. Até terça-feira, a iniciativa já havia reunido mais de US$ 19 mil. A segunda unidade do café, localizada em outra região de Pacifica, continuará funcionando.
A situação também evidencia um problema crescente na costa da Califórnia. Pacifica está entre as cidades mais afetadas pela erosão costeira e pela elevação do nível do mar, fenômenos que vêm comprometendo imóveis e infraestruturas próximas ao oceano. Construído em 1973 e avançando mais de 300 metros mar adentro, o Píer Municipal de Pacifica sofreu sucessivos danos provocados por tempestades e pela corrosão da água salgada nos últimos anos.
Autoridades locais afirmam que o próximo passo será reforçar a seção mais afetada da estrutura para evitar novos desabamentos. Segundo a prefeitura, já existe um contrato para obras de recuperação financiadas com quase US$ 1 milhão da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). Ainda assim, a prefeita Christine Boles reconheceu que os custos continuam aumentando e que a recuperação completa do píer pode chegar a US$ 19 milhões. Enquanto isso, o futuro de uma das atrações mais conhecidas da cidade permanece incerto.
A candidata de direita Keiko Fujimori retomou a liderança na disputa presidencial do Peru na noite de quarta-feira, após uma virada impulsionada pelos votos dos peruanos que vivem no exterior. Com 98,2% das urnas apuradas, a filha do ex-presidente Alberto Fujimori aparece com 50,002% dos votos válidos, contra 49,999% do esquerdista Roberto Sánchez, segundo dados do Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE).
0,1% de vantagem: Entenda como votos rurais e do exterior podem definir vitória para Keiko ou Sánchez no Peru
Contexto: Boca de urna aponta empate técnico entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez no Peru
A diferença entre os dois candidatos é inferior a mil votos e, apenas horas antes, Sánchez mantinha vantagem de cerca de 27 mil votos. Foi a chegada de novas atas, especialmente do exterior, que alterou o cenário da disputa. Se a tendência se mantiver, a líder do partido Força Popular poderá se tornar a primeira mulher eleita presidente do país nas urnas.
O voto dos peruanos residentes fora do país tem sido decisivo na reta final da apuração. Historicamente mais inclinado à direita, esse eleitorado deu ampla vantagem a Fujimori em países como Estados Unidos e Espanha. Nos EUA, onde vive cerca de 30% dos imigrantes peruanos, a candidata recebeu 76,5% dos votos. Na Espanha, segundo principal destino da diáspora peruana, obteve 60,1%. O mesmo pode ocorrer na Argentina, onde ela teve, até o momento, 61,3% dos votos.
Keiko Fujimori: Obstinada herdeira de um clã que disputa sua quarta eleição no Peru
Apesar da mudança na liderança, o resultado segue indefinido. A autoridade eleitoral informou que a proclamação do vencedor dependerá da revisão das atas contestadas e da conclusão da contagem dos votos restantes. Segundo a ONPE, o processo será lento e complexo, o que pode adiar a proclamação do próximo presidente até meados de julho. Ainda assim, Fujimori afirmou estar “otimista e prudente” diante da evolução da apuração e disse que respeitará o resultado final.
— Vamos esperar os números oficiais, mas sem dúvida, quando a contagem aumenta, sobretudo das atas que estão chegando do exterior, isso nos dá muito, muito ânimo — declarou à imprensa, pedindo também que Sánchez mantenha o compromisso de aceitar o resultado da eleição. — É preciso agir com muita cautela e responsabilidade. O importante é o que indicam as atas. Os fatos valem mais do que as narrativas.
As palavras da candidata, no entanto, provocaram uma onda de comentários nas redes sociais. Muitos lembraram que, nas eleições de 2021, o Força Popular promoveu uma estratégia jurídica para anular cerca de 200 mil votos em regiões andinas onde Pedro Castillo havia obtido ampla vantagem. Além disso, a lembrança da fraude eleitoral de 2000, ocorrida no governo de Alberto Fujimori, ainda paira sobre a política peruana. E, nos últimos processos eleitorais, Keiko contestou resultados oficiais e denunciou uma fraude que jamais comprovou.
‘Vivemos com medo’: Com alto índice de homicídios, insegurança é pauta decisiva para eleição presidencial no Peru
Sánchez, por sua vez, elevou o tom da disputa. Embora inicialmente tenha dado sinais de que desistiria de contestar o resultado, depois reivindicou o direito de seus apoiadores de se mobilizarem. Porta-vozes do partido Juntos pelo Peru anunciaram uma marcha nacional para sexta-feira, com encerramento na Praça San Martín. Ele também citou a existência de “manobras e vontades para distorcer a democracia” e denunciou que simpatizantes de seu partido, que haviam montado acampamentos diante da sede do Júri Nacional de Eleições para “defender a vitória do povo”, foram retirados à força do local.
— Defender uma vitória popular e o voto é um direito constitucional. Há uma convocação espontânea, e as pessoas têm esse direito. A democracia se defende — afirmou.
Além dos votos ainda pendentes, a Justiça Eleitoral precisará analisar 1.635 atas observadas, equivalentes a cerca de 1,7% do total. Em uma disputa decidida por poucas centenas de votos, a revisão desses documentos pode ser determinante para o resultado final.
Uma missão de observação eleitoral da União Europeia afirmou que o segundo turno transcorreu de forma “tranquila e ordenada”, apesar da forte polarização. Mesmo assim, o historiador José Ragas expressou dúvidas sobre o compromisso democrático da líder de direita, resumindo um dos principais temores do antifujimorismo:
“Vocês acreditam que, depois de disputar quatro eleições ao longo de quinze anos, ser a única presidente de seu partido, mudar as regras do jogo, ocupar instituições, contar com o apoio de boa parte da elite e utilizar o capital político de sua família, Keiko Fujimori ficará apenas cinco anos no cargo e entregará o poder em 2031?”, escreveu.
Esta é a quarta tentativa de Keiko Fujimori de chegar à Presidência. Já Sánchez disputa pela primeira vez o cargo máximo do país. O vencedor sucederá o presidente interino José María Balcázar em um mandato de cinco anos a partir de 28 de julho.
(Com AFP)
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o resgate de uma criança que ficou pendurada na janela de um prédio acima de uma rua movimentada em Ilford, no leste de Londres. As imagens, gravadas por um pedestre, nesta quarta-feira (10), registram os momentos de tensão vividos por testemunhas que acompanhavam a cena do lado de fora de uma loja de penhores na Ilford High Road.
Jacaré ganha prêmio de ‘delegado do ano’ após atacar suspeito que fugia da polícia em pântano nos EUA
Quem diria? Lulu da Pomerânia vira cão policial no Japão e deixa grandões para trás em seleção
No vídeo, a menina aparece agarrada ao parapeito enquanto tenta se manter em segurança. Uma multidão se reúne na calçada ao perceber o risco, observando sem poder intervir diretamente. Em determinado momento, uma mulher surge por uma janela localizada em um andar inferior e passa a chamar pela menina, enquanto pessoas no local tentam organizar um resgate.
Assista:
Initial plugin text
Resgate em poucos segundos
Pouco depois, um homem sem camisa se posiciona abaixo da criança ao lado de um policial que havia acabado de chegar ao local. Quando a menina perde o apoio e cai, os dois conseguem amortecer a queda e colocá-la em segurança. O gesto provoca aplausos e gritos de alívio entre os presentes. Em seguida, a criança é devolvida ao interior do prédio por uma janela inferior.
Segundo a Polícia Metropolitana de Londres, os agentes foram acionados às 15h23 de terça-feira após relatos de preocupação com a segurança de uma criança que estava escalando o parapeito de uma janela.
No vídeo, a criança aparece agarrada ao parapeito enquanto tenta se manter em segurança
Redes Sociais
— A menina foi resgatada e levada para um local seguro às 15h32 por um policial que estava no local e por um membro do público. Ela não sofreu nenhum ferimento — informou um porta-voz da corporação.
De acordo com a polícia, o resgate foi concluído apenas nove minutos após a chegada dos agentes. Apesar do susto e da grande mobilização de testemunhas e socorristas, ninguém ficou ferido. As imagens do salvamento rapidamente repercutiram nas redes sociais, impressionando internautas pela rapidez da ação e pelo desfecho sem vítimas.
Uma jovem de 25 anos morreu em Massachusetts, nos Estados Unidos, poucas semanas depois de concretizar o sonho de comprar uma fazenda para criar cavalos. Chloe Smith sofreu um acidente fatal durante um passeio a cavalo na sexta-feira (5) e não resistiu aos ferimentos.
Americana desaparecida encontrada morta no México estava grávida; família relata relação ‘tóxica’ com pai dos sete filhos
Incêndio destrói pequeno zoológico e mata todos os animais na Inglaterra
Segundo o site Itemlive, Chloe cavalgava com amigos quando foi inesperadamente arremessada da sela. Na sequência, o cavalo caiu sobre ela. O animal também morreu após sofrer uma grave lesão no pescoço.
Moradora de Swampscott, Chloe foi levada às pressas para o UMass Memorial Medical Center, onde morreu poucas horas depois, cercada por familiares e amigos. De acordo com seu obituário, ela havia acabado de alcançar um dos principais objetivos de sua vida: adquirir uma fazenda com estábulo para abrigar seus cavalos.
Sonho realizado pouco antes da tragédia
A jovem tinha se mudado para a propriedade apenas uma semana antes do acidente. No local, cuidava de 18 animais e se dedicava integralmente à paixão que cultivava desde a infância. Familiares relataram que Chloe também se destacava em competições de hipismo e gostava de ensinar equitação a novos praticantes.
“Numa cruel ironia do destino, ela acabara de alcançar o que mais desejava”, dizia o obituário, que acrescenta que a jovem “partiu muito antes da hora”.
Em entrevista ao Itemlive, a mãe, Abbe Smith, destacou o amor da filha pelos cavalos.
— Ela adorava. Ela amava tudo relacionado a cavalos — afirmou à imprensa local.
Sobre a nova propriedade, a mãe contou que Chloe planejava passar o resto da vida no local.
— Ela disse que queria morar lá pelo resto da vida. Ela queria se casar lá.
Os irmãos também lembraram da dedicação da jovem aos animais. Andrew Smith afirmou que a irmã ficou radiante ao abrir o próprio estábulo há poucas semanas. Já Hayley Gray a descreveu como alguém que nunca recusava uma aventura.
A última publicação de Chloe nas redes sociais mostrava a jovem praticando hipismo e compartilhando orientações técnicas sobre um exercício com obstáculos. Ela era a caçula de quatro irmãos.
Dois chineses da minoria uigur foram condenados à pena de morte nesta quinta-feira por serem considerados responsáveis pelo pior atentado da história da Tailândia, que deixou 20 mortos e mais de 100 feridos em um santuário hindu em Bangcoc, em 2015.
O ataque ocorreu poucas semanas depois de a junta militar que governava a Tailândia deportar à força 109 uigures para a China, onde essa minoria muçulmana enfrenta repressão cultural e religiosa, segundo organizações de defesa dos direitos humanos.
O episódio alimentou a hipótese de um ato de vingança contra o país do Sudeste Asiático, que à época era uma importante rota de passagem para uigures que fugiam da China e cujas autoridades buscavam estreitar relações com Pequim.
Após um longo processo judicial, atrasado pela pandemia de Covid-19 e pela dificuldade em encontrar tradutores, Yusufu Mieraili e Bilal Mohammed foram considerados culpados por instalar explosivos no santuário hindu de Erawan, localizado no centro do distrito comercial de Bangcoc.
A carga explosiva, aparentemente escondida em uma mochila, destruiu o local, que estava lotado de fiéis e turistas em 17 de agosto de 2015.
Diversos turistas chineses morreram no atentado, o mais mortal já registrado na Tailândia.
“Os dois homens cometeram um crime contra a segurança nacional e a segurança pública da Tailândia”, afirmou um dos quatro juízes responsáveis pelo caso, acrescentando que existem “provas suficientes” para condená-los.
Os dois acusados negam as acusações e vão recorrer da decisão, informou o advogado de defesa.
“Não fiz nada de errado”, disse Yusufu Mieraili, chorando, após a divulgação do veredito.
Os uigures são uma minoria de origem turcomana procedente de Xinjiang, a região mais ocidental da China.
Organizações não governamentais e países ocidentais acusam Pequim de promover violações em massa dos direitos humanos na região, incluindo a detenção de cerca de um milhão de uigures e integrantes de outras minorias muçulmanas. A China rejeita essas acusações.
Uma americana que estava desaparecida desde fevereiro após deixar os Estados Unidos com os sete filhos foi encontrada morta no sul do México, em um caso que mobiliza autoridades dos dois países e levanta questionamentos sobre sua relação com o pai das crianças. Makala Pendley, de 30 anos, foi localizada nesta segunda-feira perto da cidade de Zinacantán, no estado mexicano de Chiapas, com ferimentos na cabeça. Segundo o promotor Jorge Luis Llaven Abarca, a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico. A família confirmou ainda que ela estava grávida.
Entenda: Americana desaparecida desde fevereiro é encontrada morta no México; sete filhos são localizados em segurança
Enquanto a investigação avança, os sete filhos do casal, com idades entre 1 e 12 anos, foram encontrados vivos e em segurança no México. As autoridades mexicanas assumiram a custódia das crianças, que devem retornar em breve para Indianápolis, cidade onde a família vivia.
Desaparecimento, disputa pela guarda e prisão do pai
O desaparecimento de Pendley havia sido comunicado em fevereiro por uma assistente social do Departamento de Serviços Infantis de Indiana. Meses depois, a polícia de Indianápolis informou que a mulher e os filhos haviam sido localizados no México, encerrando oficialmente o caso de desaparecimento. Pouco tempo depois, porém, veio a notícia da morte.
Um familiar afirmou ao jornal Indianapolis Star que Joseph Jude Butler Jr., pai das sete crianças, foi detido pela polícia mexicana. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre seu possível envolvimento no caso.
Registros judiciais consultados pelo jornal mostram que Pendley e Butler estavam envolvidos em disputas relacionadas à guarda dos filhos e ao reconhecimento de paternidade. A irmã da vítima, Maurica Lambert, afirmou que os dois mantinham um relacionamento marcado por idas e vindas desde a adolescência.
— Eles tinham um relacionamento tóxico e intermitente desde que ela tinha 16 anos — disse Lambert ao Indianapolis Star.
Apesar da detenção do pai das crianças, a irmã afirmou ter ficado surpresa com a informação.
— Pensei que fosse outra pessoa. Ainda acho que é outra pessoa. Jamais me passaria pela cabeça que pudesse ser ele. Nunca tive esse tipo de sensação vinda dele — declarou à FOX59.
Corpo encontrado em vala
Segundo familiares, o corpo de Pendley foi encontrado nu em uma vala. Os investigadores acreditam que ela já estava morta entre oito e 12 horas quando foi localizada. As autoridades mexicanas informaram que procuram um ou mais suspeitos e afirmaram que o caso será tratado com “tolerância zero à violência feminicida”.
A prima da vítima, Jami Dowdy, disse à emissora News13 que a família não sabe como Pendley chegou ao México e que as buscas por ela duraram meses. Já Lambert descreveu a irmã como uma mãe dedicada aos filhos.
— Como mães, todas nós temos nossos dias ruins. Mas ela era uma boa mãe. Colocava os filhos acima de tudo — afirmou.
Abalada pela confirmação da morte, ela resumiu o impacto da notícia:
— É o pior dia da minha vida. Sinto como se uma parte de mim tivesse morrido.
A expectativa da família é que os sete irmãos retornem aos Estados Unidos nos próximos dias, juntamente com o corpo da mãe. O gabinete do senador americano Todd Young informou que poderá auxiliar no processo de repatriação.

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress