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O presidente do UFC, Dana White, esteve presente no jantar da Casa Branca, neste sábado, onde um atirador tentou realizar um atentado contra Donald Trump, presidente dos EUA. Após o ocorrido, White contou que recusou o comando, dos agentes de segurança, para se abaixar no momento da confuão, pois ele queria “aproveitar cada minuto”. Reconhecidamente trumpista, White afirmou que a situação foi “incrível”, além de uma “experiência louca e única” .
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Entenda: Trump diz que ‘atirador’ foi preso em Washington; americano foi retirado às pressas de jantar após cinco disparos
Em coletiva de imprensa: Trump diz ter ‘impressão’ de que atirador ‘é um lobo solitário’
Na saída do evento, Dana White explicou para jornalistas o que ele testemunhou.
— Começou a ficar barulhento, mesas sendo viradas, carras correndo com armas gritando para abaixar. Eu não abaixei, foi incrível para c***. Eu literalmente aproveitei cada minuto. Foi uma experiência louca e única — disse Dana White, que estava sentado bem na frente da mesa de Trump.

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O atentado na Casa Branca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado às pressas por agentes do serviço secreto do hotel Washington Hilton na noite deste sábado, após disparos de arma de fogo serem ouvidos durante o jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, que reunia autoridades políticas e repórteres que acompanham o dia a dia do presidente. Uma operação de emergência foi realizada para retirar autoridades do local, que rapidamente foi tomado por agentes com armas em punho. A Polícia Federal dos EUA (FBI) afirmou que um suspeito está sob custódia, enquanto Trump classificou o homem como “um lobo solitário”. Um agente foi alvejado, mas vestia colete à prova de balas.
Os convidados, incluindo autoridades e jornalistas, haviam entrado no salão de eventos para a noite de gala há cerca de cinco minutos, quando uma agitação foi notada na parte de trás da recepção. Um forte barulho foi ouvido e provocou pânico entre os presentes. Um agente do Serviço Secreto gritou: “Disparos efetuados”. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que Trump é alcançado por agentes de segurança, que retiram ele e a primeira-dama, Melania, sob escolta. Relatos publicados pelas redes CBS e BBC, apontam que agentes armados da Equipe de Contra-Ataque (CAT) foram posicionados no salão com armas longas apontadas para o ambiente.
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Trump se manifestou sobre o incidente, inicialmente por meio das redes sociais, e posteriormente em uma coletiva de imprensa na Casa Branca. Em uma reação inicial, o presidente afirmou que o serviço secreto e as forças policiais “fizeram um trabalho fantástico” e que o “atirador foi detido”. Pouco depois, compartilhou a imagem de um homem imobilizado por policiais, sem identificá-lo. O New York Times, citando fontes policiais ouvidas em anonimato, afirmou se tratar de Cole Tomas Allen, de 31 anos, morador de Torrance, Califórnia.
— A minha impressão é que é um lobo solitário — disse Trump na coletiva de imprensa, na qual também se referiu ao suspeito como “uma pessoa doente”. — É sempre chocante quando algo como isso acontece. Já aconteceu outras vezes comigo. Eu ouvi um barulho e achei que tinha caído uma bandeja. Provavelmente eu devia ter abaixado mais rapidamente. Fomos retirados muito rapidamente. O desempenho da polícia foi muito bom. Foi muito rápido.
Trump publicou imagem de homem detido por agentes de segurança após disparos em evento oficial em Washington
Reprodução/Truth Social
Ainda de acordo com Trump, investigadores estavam a caminho da residência do suspeito ainda na noite de sábado. O procurador-geral interino Todd Blanche disse esperar que uma acusação criminal fosse apresentada em breve. Minutos depois, Jeanine Pirro, procuradora federal do Distrito de Columbia, afirmou que o suspeito seria acusado de dois crimes: porte de arma de fogo durante um crime violento e agressão a um agente federal com arma perigosa. A autoridade disse que o réu será apresentado perante o tribunal federal na segunda-feira e que espera que outras acusações sejam feitas posteriormente.
Imagens de câmera de segurança mostram que o homem detido não chegou a passar pelo posto de segurança antes da porta de entrada do salão principal. Agentes de segurança perseguem o homem, que consegue disparar antes de ser imobilizado. Um repórter do Wall Street Journal presente no evento descreveu os protocolos de segurança aos quais os convidados foram submetidos e disse que só era necessário um ingresso de papel para entrar no hotel. Na entrada do salão de baile, havia detectores de metal.
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Testemunhas que presenciaram o momento descrevem a cena com apreensão. O âncora da CNN Wolf Blitzer, disse que estava a poucos metros do confronto e que tiros foram disparados antes que os policiais conseguissem imobilizar o homem. Blitzer descreveu como um policial o agarrou, o derrubou no chão e o protegeu com o próprio corpo. “Eu só vi uma arma grande e ouvi os estrondos”, disse.
O chefe de polícia de Washington, Jeffery Carroll, disse que “um indivíduo atacou um posto de controle do Serviço Secreto” armado com uma espingarda, uma pistola e várias facas. Carroll esclareceu que o suspeito não foi atingido por disparos, mas foi levado a um hospital local para avaliação.
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Enquanto isso, na parte interna do salão, convidados foram pegos de surpresa. Muitos descreveram cenas de desordem e pânico entre os presentes, assustados com a presença dos agentes armados.
“Um agente do Serviço Secreto de smoking me acompanhou até o banheiro masculino momentos antes do início dos tiros no corredor do lado de fora. Ouvimos gritos e o som de pratos quebrando. Saímos correndo do banheiro. Ao virarmos, outros agentes estavam com as armas em punho, apontadas diretamente para nós. Eles começaram a gritar para corrermos pelo corredor e nos abaixarmos”, escreveu o jornalista do New York Times Shawn McCreesh, que estava no evento. “Em seguida, os membros do Gabinete foram retirados um a um. Agentes de smoking circulavam pelo enorme Hilton com metralhadoras, olhando para todos os lados”.
Entre os presentes estavam Scott Bessent, secretário do Tesouro; Tulsi Gabbard, diretora de Inteligência Nacional; Sean Duffy, secretário de Transportes; Robert Kennedy Jr., secretário de Saúde; Karoline Leavitt, secretária de Imprensa; Steven Cheung, diretor de Comunicações da Casa Branca; e Kash Patel, diretor do FBI.
Há um paralelo histórico entre o incidente de sábado e o local em que o evento era realizado: o Washington Hilton é o mesmo hotel em frente ao qual tentaram assassinar o presidente Ronald Reagan, também republicano, em 1981. Trump também foi alvo de atentados recentes. Na campanha de 2024, o republicano foi atingido de raspão por um tiro de fuzil na orelha, em Butler, na Pensilvânia. Meses depois, foi retirado às pressas para um local seguro quando um agente federal atirou contra um homem armado em seu clube de golfe na Flórida.
Questionado sobre o motivo de continuar sofrendo atentados durante a coletiva na Casa Branca, Trump sugeriu que “as pessoas que causam o maior impacto”, citando o ex-presidente Abraham Lincoln, são as que se tornam alvos.
— Detesto dizer que me sinto honrado com isso, mas já fizemos muito — afirmou.
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O presidente americano foi retirado do local do evento em uma limusine por volta das 21h45 (22h45 em Brasília) e seguiu para a Casa Branca. Imagens do local mostram que a segurança foi reforçada, com homens fardados em patrulha nos jardins da residência oficial.
Enquanto isso, organizadores de algumas das festas pós-evento confirmaram que elas seriam realizadas. A festa da revista Time na residência do embaixador suíço ocorrerá, segundo os organizadores. Richard Hudock, porta-voz da MS NOW, escreveu em uma mensagem de texto que o evento no Dupont Underground também acontecerá.
— Embora o evento desta noite não seja como planejamos originalmente, ainda achamos importante proporcionar um espaço para que amigos e colegas estejam juntos — disse ele. (Com NYT e AFP)

A polícia britânica fez um apelo público por informações que possam levar ao paradeiro de Holly Collinson, de 29 anos, desaparecida há pouco mais de um mês. O caso ganhou repercussão nas redes sociais nos últimos dias, ampliando a mobilização por pistas sobre a jovem, vista pela última vez em 25 de março, em um pub na região da Cornualha, no sudoeste da Inglaterra.
Segundo as autoridades, Holly havia viajado para a cidade de Newquay, onde foi vista no pub Central Square. Desde então, não há registro de contato com familiares, o que aumentou a preocupação com sua segurança. O desaparecimento foi oficialmente comunicado à polícia em 10 de abril pela família, que afirma não ter notícias da jovem desde o fim de março.
Confira:
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Natural de Hinckley, Holly é descrita como uma mulher de aproximadamente 1,70 metro de altura, com constituição física esbelta. De acordo com a polícia, ela atualmente usa longos dreadlocks vermelhos e pode estar vestindo um chapéu e um casaco da mesma cor.
Buscas se estendem por diferentes regiões
Desde o registro do desaparecimento, equipes policiais têm conduzido buscas não apenas na Cornualha, mas também em Leicestershire e em outras áreas onde a jovem poderia ter passado. As investigações seguem em andamento, mas até o momento não houve confirmação de seu paradeiro.
As autoridades reforçam o pedido para que qualquer pessoa que tenha visto Holly ou possua informações relevantes entre em contato pelo telefone da polícia, informando o número do incidente 623, registrado em 10 de abril.
A família segue mobilizada e pede colaboração do público, enquanto cresce a apreensão pelo longo período sem notícias da jovem.
Em entrevista à imprensa americana neste domingo, o secretário de Justiça interino dos Estados Unidos, Todd Blanche, disse que o incidente com tiros durante o jantar de correspondentes no Washington Hilton, mostrou que o perímetro de segurança ao redor do presidente americano, Donald Trump, e seus assessores “funcionou bem” para neutralizar rapidamente a ameaça.
— Não podemos esquecer que o suspeito não foi muito longe. Ele mal ultrapassou o perímetro — disse Blanche, que também estava no salão. — O sistema funcionou. Estávamos seguros, o presidente Trump estava seguro.
‘Lobo solitário’, agente baleado e reação internacional: o que se sabe sobre disparos no jantar dos correspondentes da Casa Branca
Veja vídeos e foto do suspeito: Trump deixa jantar com autoridades e jornalistas em Washington após disparos
Blanche reiterou que Allen agiu sozinho e “tinha como alvo pessoas que trabalham no governo, provavelmente incluindo o presidente”. Segundo ele, o suspeito comprou as duas armas que portava no ataque “nos últimos dois anos” e se hospedou no Washington Hilton um ou dois dias antes do jantar.
Ele disse ao programa Meet the Press, da rede americana NBC News, que os investigadores estão analisando relatos de que o suposto atirador montou a arma no hotel.
— Parece que ele, de fato, tinha como alvo pessoas que trabalham no governo, provavelmente incluindo o presidente — afirmou o secretário de Justiça interino.
Horas após os disparos no Washington Hilton, que levaram à retirada às pressas de Trump e de integrantes de seu gabinete do jantar de correspondentes da Casa Branca, o FBI iniciou buscas na casa de Cole Tomas Allen, suspeito pelo ataque, em Torrance, nos arredores de Los Angeles, na madrugada deste domingo. Moradores da região se reuniram nas calçadas enquanto helicópteros policiais sobrevoavam a área e veículos das forças de segurança, com luzes vermelhas e azuis piscando, bloqueavam a rua.
Natural da Califórnia, Allen, segundo o chefe interino da polícia de Washington, Jeffery Carroll, estava armado com facas, uma espingarda e uma pistola e havia se hospedado no Washington Hilton. Carroll ainda afirmou que as autoridades investigam se o alvo era, de fato, o presidente, mas acreditam que o suspeito agiu sozinho.
Em um pronunciamento na Casa Branca, após o incidente, Trump disse que o homem “provavelmente era um atirador solitário” e o classificou como “uma pessoa muito doente”.
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante coletiva de imprensa após o incidente no Washington Hilton
Salwan Georges / The New York Times
— A minha impressão é que é um lobo solitário — disse Trump. — É sempre chocante quando algo como isso acontece. Já aconteceu outras vezes comigo. Eu ouvi um barulho e achei que tinha caído uma bandeja. Provavelmente eu devia ter abaixado mais rapidamente. Fomos retirados muito rapidamente. O desempenho da polícia foi muito bom. Foi muito rápido.
O prefeito de Torrance, George Chen, condenou o ataque, afirmando que as ações do suspeito não refletem os valores da cidade nem de seus moradores.
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— Esta noite, nossa comunidade se une ao país na condenação do incidente violento ocorrido em Washington durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca — disse Chen, classificando a ligação do suspeito com a cidade como “profundamente preocupante”. — Torrance é uma comunidade construída com base no respeito, diversidade, trabalho árduo e segurança pública.
Com o quarteirão em frente à casa do suspeito isolado pela polícia local e agentes do FBI, multidões de moradores se aglomeravam para ver a casa de dois andares, enquanto as autoridades aguardavam um mandado de busca.
Torrance é uma cidade com cerca de 150 mil habitantes, localizada a sudoeste do centro de Los Angeles. Outrora povoada principalmente por operários das indústrias aeroespacial e automotiva, hoje é reconhecida por sua força de trabalho qualificada na área da saúde e por seus profissionais de escritório, além da proximidade com praias populares. O valor médio dos imóveis na cidade ultrapassa US$ 1 milhão (mais de R$ 5 milhões, na cotação atual), embora o bairro ao redor da casa do suspeito fosse um pouco mais modesto.
Disparos no Washington Hilton
Imagens de câmeras de segurança divulgadas por Trump, do hotel Washington Hilton, onde acontecia o jantar anual dos correspondentes da Casa Branca, mostram uma pessoa passando correndo por seguranças, que então se viram e a perseguem. Citando fontes policiais, a rede americana CBS News afirmou que, pelo menos, cinco a oito tiros foram disparados.
Suspeito de ataque durante jantar de Trump foi preso
Reprodução/Redes sociais
Dentro do próprio salão de baile, onde mais de 2 mil pessoas estavam reunidas para o evento, imagens mostraram Trump e a primeira-dama, Melania Trump, em seus lugares em um palco na frente do salão conversando com outros convidados, quando fortes estrondos foram ouvidos à distância.
Eles aparentemente perceberam a comoção na sala e foram retirados às pressas do palco pela segurança, enquanto alguns convidados se abrigaram. Vários agentes do Serviço Secreto correram para o palco, portando armas, enquanto os participantes se abaixavam para se esconder sob as mesas redondas.
Entenda: Trump diz que ‘atirador’ foi preso em Washington; americano foi retirado às pressas de jantar após cinco disparos
A sala foi brevemente isolada, antes de ser anunciado que o evento seria adiado e remarcado. Os participantes foram retirados da sala, e muitos tentaram noticiar os acontecimentos.
Além de Trump e Melania, integrantes da alta cúpula do governo estavam presentes, como o vice-presidente JD Vance e o secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr., que foi visto sendo escoltado por agentes de segurança durante a confusão. Scott Bessent (secretário do Tesouro), Tulsi Gabbard (diretora de inteligência nacional), Sean Duffy (secretário de Transportes) e Karoline Leavitt (secretária de imprensa) também estavam no local.
Quem é o suspeito
A mídia americana citou fontes policiais que identificaram o suspeito como Cole Tomas Allen, de Torrance, Califórnia.
Ele disse às autoridades policiais que queria atirar em funcionários do governo Trump, segundo duas fontes ouvidas pela CBS. Em uma coletiva de imprensa, o chefe interino da polícia de Washington, Jeffery Carroll, disse que o suposto atirador era um hóspede do hotel onde o evento estava ocorrendo e que ele estava “armado com uma espingarda, uma pistola e várias facas”.
Ainda de acordo com as fontes, ele trabalhava para uma empresa de aulas particulares em Torrance chamada C2 Education. Em dezembro de 2024, ele recebeu o prêmio de “Professor do Mês” da empresa.
Jeanine Pirro, procuradora federal pelo estado de Washington, afirmou que o suspeito enfrenta duas acusações: uso de arma de fogo durante crime violento e agressão a agentes federais com arma perigosa.
Horas após os disparos no Washington Hilton, que levaram à retirada às pressas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de integrantes de seu gabinete do jantar de correspondentes da Casa Branca, o FBI iniciou buscas na casa de Cole Tomas Allen, suspeito pelo ataque, em Torrance, nos arredores de Los Angeles, na madrugada deste domingo. Moradores da região se reuniram nas calçadas enquanto helicópteros policiais sobrevoavam a área e veículos das forças de segurança, com luzes vermelhas e azuis piscando, bloqueavam a rua.
‘Lobo solitário’, agente baleado e reação internacional: o que se sabe sobre disparos no jantar dos correspondentes da Casa Branca
Veja vídeos e foto do suspeito: Trump deixa jantar com autoridades e jornalistas em Washington após disparos
Natural da Califórnia, Allen, segundo o chefe interino da polícia de Washington, Jeffery Carroll, estava armado com facas, uma espingarda e uma pistola e havia se hospedado no Washington Hilton. Carroll ainda afirmou que as autoridades investigam se o alvo era, de fato, o presidente, mas acreditam que o suspeito agiu sozinho.
Em um pronunciamento na Casa Branca, após o incidente, Trump disse que o homem “provavelmente era um atirador solitário” e o classificou como “uma pessoa muito doente”.
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante coletiva de imprensa após o incidente no Washington Hilton
Salwan Georges / The New York Times
— A minha impressão é que é um lobo solitário — disse Trump. — É sempre chocante quando algo como isso acontece. Já aconteceu outras vezes comigo. Eu ouvi um barulho e achei que tinha caído uma bandeja. Provavelmente eu devia ter abaixado mais rapidamente. Fomos retirados muito rapidamente. O desempenho da polícia foi muito bom. Foi muito rápido.
O prefeito de Torrance, George Chen, condenou o ataque, afirmando que as ações do suspeito não refletem os valores da cidade nem de seus moradores.
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— Esta noite, nossa comunidade se une ao país na condenação do incidente violento ocorrido em Washington durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca — disse Chen, classificando a ligação do suspeito com a cidade como “profundamente preocupante”. — Torrance é uma comunidade construída com base no respeito, diversidade, trabalho árduo e segurança pública.
Com o quarteirão em frente à casa do suspeito isolado pela polícia local e agentes do FBI, multidões de moradores se aglomeravam para ver a casa de dois andares, enquanto as autoridades aguardavam um mandado de busca.
Torrance é uma cidade com cerca de 150 mil habitantes, localizada a sudoeste do centro de Los Angeles. Outrora povoada principalmente por operários das indústrias aeroespacial e automotiva, hoje é reconhecida por sua força de trabalho qualificada na área da saúde e por seus profissionais de escritório, além da proximidade com praias populares. O valor médio dos imóveis na cidade ultrapassa US$ 1 milhão (mais de R$ 5 milhões, na cotação atual), embora o bairro ao redor da casa do suspeito fosse um pouco mais modesto.
Disparos no Washington Hilton
Imagens de câmeras de segurança divulgadas por Trump, do hotel Washington Hilton, onde acontecia o jantar anual dos correspondentes da Casa Branca, mostram uma pessoa passando correndo por seguranças, que então se viram e a perseguem. Citando fontes policiais, a rede americana CBS News afirmou que, pelo menos, cinco a oito tiros foram disparados.
Suspeito de ataque durante jantar de Trump foi preso
Reprodução/Redes sociais
Dentro do próprio salão de baile, onde mais de 2 mil pessoas estavam reunidas para o evento, imagens mostraram Trump e a primeira-dama, Melania Trump, em seus lugares em um palco na frente do salão conversando com outros convidados, quando fortes estrondos foram ouvidos à distância.
Eles aparentemente perceberam a comoção na sala e foram retirados às pressas do palco pela segurança, enquanto alguns convidados se abrigaram. Vários agentes do Serviço Secreto correram para o palco, portando armas, enquanto os participantes se abaixavam para se esconder sob as mesas redondas.
Entenda: Trump diz que ‘atirador’ foi preso em Washington; americano foi retirado às pressas de jantar após cinco disparos
A sala foi brevemente isolada, antes de ser anunciado que o evento seria adiado e remarcado. Os participantes foram retirados da sala, e muitos tentaram noticiar os acontecimentos.
Além de Trump e Melania, integrantes da alta cúpula do governo estavam presentes, como o vice-presidente JD Vance e o secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr., que foi visto sendo escoltado por agentes de segurança durante a confusão. Scott Bessent (secretário do Tesouro), Tulsi Gabbard (diretora de inteligência nacional), Sean Duffy (secretário de Transportes) e Karoline Leavitt (secretária de imprensa) também estavam no local.
Quem é o suspeito
A mídia americana citou fontes policiais que identificaram o suspeito como Cole Tomas Allen, de Torrance, Califórnia.
Ele disse às autoridades policiais que queria atirar em funcionários do governo Trump, segundo duas fontes ouvidas pela CBS. Em uma coletiva de imprensa, o chefe interino da polícia de Washington, Jeffery Carroll, disse que o suposto atirador era um hóspede do hotel onde o evento estava ocorrendo e que ele estava “armado com uma espingarda, uma pistola e várias facas”.
Ainda de acordo com as fontes, ele trabalhava para uma empresa de aulas particulares em Torrance chamada C2 Education. Em dezembro de 2024, ele recebeu o prêmio de “Professor do Mês” da empresa.
Jeanine Pirro, procuradora federal pelo estado de Washington, afirmou que o suspeito enfrenta duas acusações: uso de arma de fogo durante crime violento e agressão a agentes federais com arma perigosa.
(Com The New York Times)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou solidariedade ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após uma tentativa de ataque registrada durante um jantar com correspondentes em Washington. Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que o Brasil “repudia veementemente” o episódio.
Na mensagem, o presidente brasileiro também estendeu sua solidariedade à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no evento. Segundo ele, episódios de violência política representam uma ameaça direta às instituições democráticas.
“A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, escreveu Lula.
Em atualização
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de outras autoridades do governo, foi retirado às pressas do Jantar dos Correspondentes da Casa Branca na noite de sábado, após relatos de disparos de arma de fogo no local. Na ocasião, um agente do Serviço Secreto, que estava de colete à prova de balas, foi atingido, mas recebeu alta do hospital neste domingo. O suspeito foi posteriormente identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos.
Veja vídeos e foto do suspeito: Trump deixa jantar com autoridades e jornalistas em Washington após disparos
Entenda: Trump diz que ‘atirador’ foi preso em Washington; americano foi retirado às pressas de jantar após cinco disparos
Em um pronunciamento na Casa Branca, após o incidente, Trump disse que o homem que efetuou os disparos “provavelmente era um atirador solitário” e o classificou como “uma pessoa muito doente”. Segundo o presidente, as autoridades realizam buscas no apartamento do suspeito para entender as motivações do crime.
O que aconteceu
Imagens de câmeras de segurança divulgadas por Trump, do hotel Washington Hilton, onde acontecia o jantar anual dos correspondentes da Casa Branca, mostram uma pessoa passando correndo por seguranças, que então se viram e a perseguem. Citando fontes policiais, a rede americana CBS News afirmou que, pelo menos, cinco a oito tiros foram disparados.
Ataque em Washington: o que se sabe sobre o homem preso por abrir fogo no jantar de Donald Trump
Momento em que Trump saiu às pressas do Jantar dos Correspondentes da Casa Branca após relatos de supostos tiros
Reprodução
Dentro do próprio salão de baile, onde mais de 2 mil pessoas estavam reunidas para o evento, imagens mostraram Trump e a primeira-dama, Melania Trump, em seus lugares em um palco na frente do salão conversando com outros convidados, quando fortes estrondos foram ouvidos à distância.
Eles aparentemente perceberam a comoção na sala e foram retirados às pressas do palco pela segurança, enquanto alguns convidados se abrigaram. Vários agentes do Serviço Secreto correram para o palco, portando armas, enquanto os participantes se abaixavam para se esconder sob as mesas redondas.
Initial plugin text
A sala foi brevemente isolada, antes de ser anunciado que o evento seria adiado e remarcado. Os participantes foram retirados da sala, e muitos tentaram noticiar os acontecimentos.
Além de Trump e Melania, integrantes da alta cúpula do governo estavam presentes, como o vice-presidente JD Vance e o secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr., que foi visto sendo escoltado por agentes de segurança durante a confusão. Scott Bessent (secretário do Tesouro), Tulsi Gabbard (diretora de inteligência nacional), Sean Duffy (secretário de Transportes) e Karoline Leavitt (secretária de imprensa) também estavam no local.
Em coletiva de imprensa: Trump diz ter ‘impressão’ de que atirador ‘é um lobo solitário’
O que Trump disse após o tiroteio
Falando da Casa Branca cerca de uma hora após o incidente, o presidente disse que um “homem muito doente” havia sido detido depois de atacar a segurança do hotel Washington Hilton com uma arma “poderosa”.
Trump durante coletiva de imprensa após ataque no jantar com jornalistas correspondentes
KENT NISHIMURA / AFP
— A minha impressão é que é um lobo solitário — disse Trump. — É sempre chocante quando algo como isso acontece. Já aconteceu outras vezes comigo. Eu ouvi um barulho e achei que tinha caído uma bandeja. Provavelmente eu devia ter abaixado mais rapidamente. Fomos retirados muito rapidamente. O desempenho da polícia foi muito bom. Foi muito rápido.
O presidente se referiu a duas tentativas anteriores contra sua vida, incluindo uma durante um comício em Butler, na Pensilvânia, em julho de 2024, e outra enquanto jogava golfe em Palm Beach, em setembro do mesmo ano.
Relembre: Hotel de onde Trump foi retirado após disparos é o mesmo em que Reagan sofreu atentado em 1981
Trump confirmou que um agente dos Estados Unidos foi baleado, mas ressaltou que “passa bem”. Segundo ele, o policial foi salvo por estar usando colete à prova de balas.
— Não vamos deixar que tomem nossa sociedade, ou cancelar eventos. Vamos lutar como nunca — afirmou Trump, que definiu o ocorrido como como um “momento traumático”.
O presidente também foi questionado por jornalistas se o ataque à tiros está ligado à guerra com o Irã e respondeu que “acha que não”. Trump ressaltou que o atentado não vai impedi-lo de sair vitorioso no embate.
Quem é o suspeito
A mídia americana citou fontes policiais que identificaram o suspeito como Cole Tomas Allen, de Torrance, Califórnia.
Suspeito de ataque durante jantar de Trump foi preso
Reprodução/Redes sociais
Ele disse às autoridades policiais que queria atirar em funcionários do governo Trump, segundo duas fontes ouvidas pela CBS. Em uma coletiva de imprensa, o chefe interino da polícia de Washington, Jeffery Carroll, disse que o suposto atirador era um hóspede do hotel onde o evento estava ocorrendo e que ele estava “armado com uma espingarda, uma pistola e várias facas”.
‘Um policial me jogou no chão e pulou em cima de mim’: veja relatos de jornalistas presentes no jantar com Trump
Ainda de acordo com as fontes, ele trabalhava para uma empresa de aulas particulares em Torrance chamada C2 Education. Em dezembro de 2024, ele recebeu o prêmio de “Professor do Mês” da empresa.
Jeanine Pirro, procuradora federal pelo estado de Washington, afirmou que o suspeito enfrenta duas acusações: uso de arma de fogo durante crime violento e agressão a agentes federais com arma perigosa.
Reação internacional
Da Venezuela a Israel, vários líderes internacionais condenaram o incidente. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse estar “chocado pelas cenas de ontem à noite na gala de correspondentes da Casa Branca, em Washington”. “Qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado com a máxima veemência”, escreveu neste domingo em sua conta no X.
“O ataque armado dirigido ao presidente dos Estados Unidos é inaceitável. A violência nunca tem lugar na democracia. Dirijo a Donald Trump todo o meu apoio”, escreveu no X o presidente francês, Emmanuel Macron.
Presidente francês, Emmanuel Macron, fala com a imprensa durante visita ao Memorial da Guerra da Coreia, em Seul
Ludovic Marin/AFP
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que ele e sua esposa, Sara, estão “chocados com a intenção de assassinato” contra o presidente Trump. “Ficamos aliviados porque o presidente e a primeira-dama [Melania Trump] estão sãos e salvos”, escreveu no X.
Leia também: Hotel de onde Trump foi retirado após disparos neste sábado é o mesmo em que Reagan sofreu atentado em 1981
“Rechaçamos a intenção de agressão contra o presidente e sua esposa, Melania, a quem estendemos nossos desejos de boa vontade, assim como aos participantes da gala de correspondentes. A violência nunca será uma opção para quem defendemos as bandeiras da paz”, escreveu em sua conta no X a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.
A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que “a violência política não tem lugar na democracia” após o ocorrido em Washington. Ela disse estar “aliviada” por não haver vítimas entre os participantes da gala anual de correspondentes e destacou que “um evento destinado a homenagear a imprensa livre nunca deveria se transformar em cenário de terror”.
Reagan sofreu atentado em 1981
Mais do que um edifício luxuoso na capital dos EUA, o hotel Washington Hilton voltou a ser palco de um evento traumático para um presidente americano neste sábado. Enquanto o presidente Donald Trump precisou ser retirado às pressas pelo serviço secreto, após disparos de arma de fogo serem ouvidos durante um evento com autoridades e membros da imprensa, o local presenciou anos antes um atentado contra outro republicano: Ronald Reagan, em 1981.
Em 30 de março de 1981, após um discurso no mesmo hotel que sediou os acontecimentos deste sábado, Reagan seguia para sua limusine quando foi surpreendido por John Hinckley Jr., que disparou contra o então presidente, provocando-lhe ferimentos. O republicano precisou passar por cirurgia e teve um pulmão perfurado.
Fotografia de Sebastião Salgado do atentado ao presidente americano Ronald Reagan
Reprodução
Hinckley foi detido no local e levado a julgamento. Seu caso ganhou notoriedade e prendeu a atenção do público pelo crime, supostamente, ter sido cometido com a intenção de impressionar a estrela de Hollywood Jodie Foster, que no ano anterior estrelou o filme “Foxes” (“Gatinhas”, na versão brasileira), e já era reconhecida por seu papel no sucesso “Táxi Driver”.
O atirador escapou de uma condenação por tentativa de magnicídio nos tribunais por alegada insanidade. Ele passou mais de 30 anos em um hospital psiquiátrico em Washington, sendo liberado em 2016 para morar com a mãe idosa na Virgínia, sob condições restritas. Após o falecimento da mãe, em 2022, a justiça americana retirou as últimas medidas contra Hinckley — sob protesto da família de Reagan.
Em 2023, aos 68 anos, Hickley foi tema de uma matéria da revista Fortune ao lançar um álbum de música folk. A publicação destacava que o ex-atirador “construiu um canal no YouTube de moderado sucesso”, com mais de 32 mil seguidores e mais de 40 vídeos dele cantando músicas originais e covers de Bob Dylan a Elvis Presley.
O agente do Serviço Secreto dos EUA que foi baleado na noite de sábado durante o jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, recebeu alta do hospital, de acordo com o chefe de comunicações do Serviço Secreto dos EUA, Anthony Guglielmi. Guglielmi não revelou o nome do agente nem o hospital para onde ele foi levado, mas disse que o colete à prova de balas que ele usava “ajudou a evitar uma possível tragédia”.
Repercussão: Trump diz que ‘atirador’ foi preso em Washington; americano foi retirado às pressas de jantar após cinco disparos
Vídeo: Trump deixa jantar com autoridades e jornalistas em Washington após disparos
Mais cedo, o presidente americano, Donald Trump disse ter conversado com o agente, declarando a repórteres na Casa Branca:
— Ele está muito animado, e dissemos a ele que o amamos e o respeitamos. E ele é um cara muito orgulhoso. Ele tem muito orgulho do que faz.
Trump confirmou que o autor dos tiros foi detido e o classificou como “uma pessoa muito doente”. Segundo o americano, as autoridades realizam buscas no apartamento do suspeito para entender as motivações do crime.
— A minha impressão é que é um lobo solitário — disse Trump. — É sempre chocante quando algo como isso acontece. Já aconteceu outras vezes comigo. Eu ouvi um barulho e achei que tinha caído uma bandeja. Provavelmente eu devia ter abaixado mais rapidamente. Fomos retirados muito rapidamente. O desempenho da polícia foi muito bom. Foi muito rápido.
Segundo o jornal americano The New York Times, o atirador foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, e é morador da Califórnia. A informação foi confirmada por dois agentes que pediram anonimato.
O presidente confirmou que um agente dos Estados Unidos foi baleado, mas ressaltou que “passa bem”. Trump afirmou que o policial foi salvo por estar usando colete à prova de balas.
— Não vamos deixar que tomem nossa sociedade, ou cancelar eventos. Vamos lutar como nunca — afirmou Trump, que definiu o ocorrido como como um “momento traumático”.
O presidente também foi questionado por jornalistas se o ataque à tiros está ligado à guerra com o Irã e respondeu que “acha que não”. Trump ressaltou que o atendado não vai impedi-lo de sair vitorioso no embate.
Tiros em Washington
Uma operação de emergência foi realizada para retirar autoridades do Hotel Washington Hilton, que rapidamente foi tomado por agentes com armas em punho. A Polícia Federal dos EUA (FBI) afirmou que um suspeito está sob custódia.
Os convidados, incluindo autoridades e jornalistas, estavam reunidos no salão de eventos para a noite de gala há cerca de cinco minutos, quando uma agitação foi notada na parte de trás do espaço de recepção. Um forte barulho foi ouvido e provocou pânico entre os presentes. Um agente do Serviço Secreto gritou: “Disparos efetuados”.
Além de Trump e Melania, integrantes da alta cúpula do governo estavam presentes, como o vice-presidente JD Vance e o secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr., que foi visto sendo escoltado por agentes de segurança durante a confusão. Scott Bessent (secretário do Tesouro), Tulsi Gabbard (diretora de inteligência nacional), Sean Duffy (secretário de Transportes) e Karoline Leavitt (secretária de imprensa) também estavam no local.
Trump foi atingido de raspão por um disparo de fuzil em uma tentativa de assassinato durante um comício de campanha em julho de 2024 em Butler, na Pensilvânia. Meses depois, também foi levado às pressas para um local seguro quando um agente federal atirou contra um homem armado em seu clube de golfe na Flórida.
O homem suspeito de ser o responsável pela tentativa de ataque contra o presidente Donald Trump foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos , residente de Torrance, Califórnia. O incidente que levou à sua prisão ocorreu durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca , onde explosões acionaram o protocolo de segurança do Serviço Secreto e forçaram a evacuação do presidente e de outras autoridades. O presidente republicano confirmou a captura do suspeito e compartilhou uma foto dele nas redes sociais.
Allen foi contido perto do salão onde o evento estava acontecendo, e que contava com a presença de Trump, sua esposa Melania e o vice-presidente JD Vance . Nenhum dos funcionários do governo americano ficou ferido.
Segundo a CNN , Allen trabalhava como professor em tempo parcial na C2 Education. A empresa o havia reconhecido como “professor do mês” meses antes, de acordo com publicações da empresa nas redes sociais. Ele também se apresentava como desenvolvedor de videogames.
Um perfil no LinkedIn atribuído a ele afirma que ele é o autor de um videogame independente intitulado “Bohrdom”, disponível na plataforma Steam, cujo nome foi registrado como marca comercial em 2018.
Academicamente, o suspeito possui um diploma em engenharia mecânica pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) , onde se graduou em 2017. Posteriormente, obteve um mestrado em ciência da computação pela Universidade Estadual da Califórnia, Dominguez Hills. Durante seus anos de universidade, participou do desenvolvimento de um protótipo de freio de emergência para cadeiras de rodas, um projeto que foi destaque em um veículo de comunicação local.
Além disso, registros da Comissão Eleitoral Federal indicam que Allen fez uma doação de US$ 25 para a campanha presidencial de Kamala Harris em outubro de 2024.
Após o incidente, em uma coletiva de imprensa , Trump disse que Allen é uma pessoa “doente” e acrescentou: “Eles acham que ele agiu sozinho “.
O presidente dos EUA também indicou que um policial “foi baleado, mas sobreviveu”, acrescentando que ele conseguiu sobreviver porque estava usando seu colete à prova de balas. “Ele foi baleado à queima-roupa, com uma arma muito potente, e o colete fez seu trabalho. Acabei de falar com ele e ele está muito bem.”
Sobre como os eventos se desenrolaram, ele relatou: “Um homem invadiu um posto de controle de segurança armado com várias armas e foi subjugado por alguns membros muito corajosos do Serviço Secreto”. Ele acrescentou: “Esta não é a primeira vez nos últimos anos que nossa república foi atacada por um potencial assassino em busca de morte ” .
Na mesma coletiva de imprensa, o diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que o histórico de Allen seria minuciosamente investigado. “Esse processo já começou. Analisaremos todas as evidências imediatamente para garantir a proteção do país “, assegurou.
Enquanto isso, Todd Blanche , procurador-geral adjunto interino dos Estados Unidos, foi questionado sobre as acusações que o suspeito enfrentará. “Haverá múltiplas acusações relacionadas ao tiroteio, envolvendo porte de armas de fogo e qualquer outra coisa que possamos apresentar contra esse indivíduo”, disse ele.
Da Venezuela a Israel, vários líderes internacionais condenaram o incidente ocorrido no sábado (25) em Washington, onde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi evacuado após um atirador tentar invadir a gala anual com correspondentes credenciados na Casa Branca.
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Segundo as autoridades, o suspeito, que compareceu horas antes à Justiça, estava armado com uma escopeta, uma pistola e facas.
A seguir, as principais reações:
Repercussão internacional
Keir Starmer
O primeiro-ministro britânico disse estar “chocado pelas cenas de ontem à noite na gala de correspondentes da Casa Branca, em Washington”.
“Qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado com a máxima veemência”, escreveu neste domingo em sua conta no X.
Emmanuel Macron
“O ataque armado dirigido ao presidente dos Estados Unidos é inaceitável. A violência nunca tem lugar na democracia. Dirijo a Donald Trump todo o meu apoio”, escreveu no X o presidente francês.
Benjamin Netanyahu
O primeiro-ministro israelense afirmou que ele e sua esposa, Sara, estão “chocados com a intenção de assassinato” contra o presidente Trump.
“Ficamos aliviados porque o presidente e a primeira-dama [Melania Trump] estão sãos e salvos”, escreveu no X.
“Enviamos nossos votos de plena e rápida recuperação ao policial ferido e felicitamos o Serviço Secreto dos Estados Unidos por sua reação ágil e decisiva”, acrescentou.
América Latina reage
Delcy Rodríguez
“Rechaçamos a intenção de agressão contra o presidente @realDonaldTrump e sua esposa, Melania, a quem estendemos nossos desejos de boa vontade, assim como aos participantes da gala de correspondentes. A violência nunca será uma opção para quem defendemos as bandeiras da paz”, escreveu em sua conta no X a vice-presidente da Venezuela.
Claudia Sheinbaum
A presidente do México afirmou em mensagem na rede social X que “a violência nunca deve ser o caminho”.
“Que bom que o presidente Trump e sua esposa se encontram bem após os recentes acontecimentos. Enviamos nosso respeito. A violência não deve ser o caminho”, escreveu a mandatária.
Javier Milei
“A Oficina do Presidente expressa seu mais enérgico repúdio à nova tentativa de assassinato contra o presidente Donald J. Trump”, informou a presidência argentina em comunicado.
O governo argentino destacou ainda que o atirador foi detido “antes de poder cometer seu atentado e matar alguém”.
Outras manifestações
Narendra Modi
O primeiro-ministro da Índia disse estar “aliviado por saber que o presidente Trump, a primeira-dama e o vice-presidente estão sãos e salvos”.
“A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada de maneira inequívoca”, escreveu em sua conta no X.
Mark Carney
O primeiro-ministro canadense também declarou estar “aliviado” pelo fato de Trump e os participantes não terem sido feridos, ressaltando que a violência política “não tem lugar na democracia”.
Pedro Sánchez
“Condenamos o ataque ocorrido esta noite contra o presidente Trump”, escreveu o chefe do governo espanhol em sua conta no X.
“A violência nunca é o caminho. A humanidade só avançará por meio da democracia, da convivência e da paz”, acrescentou.
Posição da União Europeia
União Europeia
A chefe da diplomacia do bloco, Kaja Kallas, afirmou que “a violência política não tem lugar na democracia” após o ocorrido em Washington.
Ela disse estar “aliviada” por não haver vítimas entre os participantes da gala anual de correspondentes e destacou que “um evento destinado a homenagear a imprensa livre nunca deveria se transformar em cenário de terror”.
Reação do Paquistão
Shehbaz Sharif
O primeiro-ministro do Paquistão afirmou ter ficado “profundamente impactado” com o incidente durante a gala.
“Meus pensamentos e orações estão com o presidente Trump, e desejo que siga seguro e bem”, escreveu no X.
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, acusou neste domingo (26) a Rússia de promover “terrorismo nuclear”, ao marcar os 40 anos do desastre na usina de Chernobyl, ocorrido ainda na era soviética.
Segundo Zelenski, a invasão russa iniciada em 2022 reintroduz no cenário global o risco de catástrofes provocadas pelo homem. “A Rússia está mais uma vez levando ao mundo o fio de um desastre provocado pelo homem”, afirmou. Ele acrescentou que a comunidade internacional deve agir para conter o que classificou como ataques temerários. “O mundo não pode permitir que continue este terrorismo nuclear”, disse.
A data deste domingo, 26 de abril de 2026, marca quatro décadas do acidente considerado o mais grave da história nuclear. Às 1h23 da manhã de 26 de abril de 1986, uma falha catastrófica durante um teste de segurança no reator 4 provocou uma explosão que liberou grandes quantidades de material radioativo na atmosfera, com impactos duradouros em diferentes regiões da Europa.
Tragédia que atravessa gerações
O desastre foi resultado de uma combinação de falhas estruturais no projeto do reator e erros humanos. Durante cerca de dez dias, o material radioativo continuou sendo liberado, atingindo milhões de pessoas. A cidade de Pripyat, construída para abrigar trabalhadores da usina, foi evacuada e permanece até hoje desabitada, símbolo do impacto da tragédia.
Quatro décadas depois, o legado de Chernobyl ainda é tema de debate internacional. A Organização das Nações Unidas tem reiterado a importância da memória do desastre, que afetou diretamente territórios da Ucrânia, Belarus e Rússia, além de espalhar uma nuvem radioativa por grande parte do continente europeu.
O contexto atual adiciona novas preocupações. Desde o início da guerra, áreas próximas à usina foram palco de operações militares e episódios que levantaram temores sobre a segurança nuclear na região. Especialistas apontam que instalações desse tipo exigem estabilidade e monitoramento contínuo, condições comprometidas em cenários de conflito.
A Agência Internacional de Energia Atômica mantém acompanhamento constante da área, destacando que, apesar dos avanços na contenção, ainda há desafios técnicos de longo prazo relacionados à radiação residual e à preservação das estruturas de proteção.

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