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Lynette desapareceu em 4 de abril após cair de um bote inflável durante uma travessia próxima a Elbow Cay, nas Ilhas Abaco. Seu marido, Brian Hooker, de 58 anos, afirmou que ela foi arrastada pelas correntes e que passou horas remando sozinho até alcançar terra firme. Agora, porém, investigadores acreditam que as equipes de busca podem ter procurado a vítima na área errada e anunciaram o envio de mergulhadores da Guarda Costeira dos EUA para uma nova operação.
Contradições levantam suspeitas
O caso ganhou novos desdobramentos após a apreensão do iate do casal, o Soulmate, levado para Fort Lauderdale, na Flórida, onde será periciado em busca de evidências. Segundo a ex-agente do FBI Nicole Parker, dispositivos digitais e sistemas eletrônicos da embarcação poderão ser analisados pelos investigadores.
Brian não foi acusado de nenhum crime e nega qualquer envolvimento no desaparecimento da esposa. Em entrevista à NBC News, afirmou:
— Eu nunca fiz mal à Lynette, nunca faria mal à Lynette e quero encontrar a Lynette.
Seu advogado, Terrel Butler, também declarou anteriormente que o cliente “nega categoricamente e inequivocamente qualquer irregularidade”.
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Apesar disso, a narrativa apresentada por Brian vem sendo questionada. Segundo a Fox News, um amigo do casal, Daniel Danforth, afirmou que o marido não teria informado inicialmente aos investigadores sobre a existência de um sistema de câmera térmica a bordo que poderia ter auxiliado nas buscas.
Além disso, um barman que atendeu o casal horas antes do desaparecimento disse considerar improvável que a travessia relatada por Brian tenha levado o tempo informado por ele, devido à curta distância entre os pontos citados.
O FBI participa das investigações porque tanto a vítima quanto o marido são cidadãos americanos e a embarcação estava registrada nos Estados Unidos. Até o momento, o corpo de Lynette Hooker não foi encontrado.








