Pelo menos oito pessoas ficaram feridas em Israel neste domingo após os ataques com mísseis e drones do Irã, dos quais alguns continham munições de fragmentação, de acordo com as autoridades israelenses. As Forças Armadas de Israel (IDF, na sigla em inglês) lançaram uma nova onda de ataques “em grande escala” ao Irã, que respondeu com ofensivas em Tel Aviv e contra alvos americanos e israelenses em países vizinhos, na terceira semana da guerra no Oriente Médio, que segue sem sinal de cessar-fogo.
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Após a nova onda de ataques contra, segundo as IDF, o “oeste do Irã”, Teerã afirmou ter lançado, “em legítima defesa”, ataques “poderosos” com drones contra quartéis-generais e centros de segurança israelenses. A polícia de Israel, segundo o jornal Haaretz, informou que houve vários locais atingidos por bombas de fragmentação na região metropolitana de Tel Aviv, que deixaram oito pessoas feridas. Já de acordo com a emissora israelense Canal 12, estilhaços de um míssil iraniano danificaram um prédio que abrigava diplomatas americanos em Israel.
Durante uma visita a uma cidade no norte de Israel, onde as autoridades afirmaram que um ataque com mísseis iranianos danificou gravemente uma habitação e feriu dezenas de pessoas, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, acusou o Irã de atacar áreas civis.
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— Enquanto estamos visando objetivos militares, o regime iraniano está visando civis — disse o ministro. — Todas as vítimas de mísseis iranianos são civis. Isso é, sem dúvida, um crime de guerra.
Segundo o Haaretz, 250 mísseis balísticos foram disparados pelo Irã contra Israel até a última sexta-feira. De acordo com uma contagem da AFP, 12 pessoas morreram em Israel atingidas por mísseis ou destroços desde o início da guerra. Já as IDF afirmaram ter realizado mais de 7 mil ataques contra o país desde o início da guerra.
Também neste domingo, em entrevista à rede americana CNN, o porta-voz das IDF, general Effie Defrin, afirmou que Israel planeja estender sua campanha contra o Irã por, pelo menos, mais três semanas. A declaração do general foi acompanhada por uma aprovação do governo israelense de um pacote de mais de R$ 4 bilhões para compras militares de “emergência”.
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— Temos milhares de alvos pela frente. Estamos prontos, em coordenação com nossos aliados americanos, com planos que vão pelo menos até o feriado judaico da Páscoa, daqui a cerca de três semanas — disse o general. — E temos planos mais abrangentes para as três semanas seguintes.
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