A Rússia atacou a Ucrânia com um número recorde de drones de longo alcance em abril, de acordo com uma análise da AFP com base em dados divulgados pela Força Aérea Ucraniana. Moscou lançou 6.583 drones desse tipo em abril, um aumento de 2% em comparação com março. As negociações entre as partes em conflito para encerrar a guerra desencadeada pela invasão russa em 2022 estão paralisadas.
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Nesse contexto, os militares russos intensificaram seus ataques diurnos, enquanto anteriormente se concentravam na noite. A Ucrânia considera essa tática para causar o máximo de vítimas civis em uma guerra que já ceifou dezenas de milhares de vidas. O número de mísseis lançados por Moscou, 141, também aumentou 2% em comparação com o mês anterior, mas é inferior aos 288 lançados em fevereiro.
Segundo dados da Força Aérea Ucraniana, 88% dos drones e mísseis foram interceptados. Kiev vem desenvolvendo sua frota de drones desde o início da guerra e se vangloria da eficácia de seus drones interceptores. Alguns países do Golfo também usaram esses dispositivos para neutralizar os drones Shahed lançados pelo Irã em retaliação à recente ofensiva israelense-americana.
“A nova tática da Rússia de combinar um amplo ataque noturno com um ataque diurno igualmente amplo provavelmente causará um aumento no número de vítimas civis”, estimou o Instituto para o Estudo da Guerra (ISW) em abril.
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O objetivo da Rússia pode ser atingir mais “civis e infraestrutura civil, especialmente áreas públicas e abertas, particularmente agora que as temperaturas estão subindo e mais ucranianos podem estar ao ar livre”, acrescentou o think tank americano.
Para Pavlo Palisa, vice-chefe de gabinete do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, esses ataques diurnos visam “aterrorizar civis” após o devastador bombardeio de Moscou à infraestrutura de energia durante o inverno, que deixou centenas de milhares de casas sem água, eletricidade e aquecimento.
“Há também um aspecto econômico. Ataques em massa no meio do expediente praticamente paralisam as atividades”, disse ele a repórteres no início de abril.
A Rússia afirma que ataca apenas alvos militares.
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Segundo dados da Força Aérea Ucraniana, 88% dos drones e mísseis foram interceptados. Kiev vem desenvolvendo sua frota de drones desde o início da guerra e se vangloria da eficácia de seus drones interceptores. Alguns países do Golfo também usaram esses dispositivos para neutralizar os drones Shahed lançados pelo Irã em retaliação à recente ofensiva israelense-americana.
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“Há também um aspecto econômico. Ataques em massa no meio do expediente praticamente paralisam as atividades”, disse ele a repórteres no início de abril.
A Rússia afirma que ataca apenas alvos militares.










