Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um grupo tenta reagir a um assalto a uma joalheria turca em Londres. Nas imagens, homens vestidos de preto, usando capacetes e portando facões, aparecem deixando o estabelecimento enquanto pessoas que estavam na rua tentam impedir a fuga.
‘Para que nenhum ficasse sozinho’: capivara e anta brasileira inseparáveis são sacrificadas juntas em zoológico na Inglaterra
‘Dragão’ pré-histórico? Fóssil de criatura que viveu há 95 milhões de anos é descoberto no Deserto do Saara
Segundo a Polícia Metropolitana, o caso ocorreu na manhã desta terça-feira (24) em Green Lanes, na região de Islington, no norte da cidade. Os agentes foram acionados por volta das 10h04 após relatos de um roubo à mão armada em uma loja.
Confira:
Vídeo mostra reação de pedestres durante assalto a joalheria em Londres
Tentativa de impedir a fuga
As imagens mostram um dos suspeitos aguardando próximo a uma motocicleta do lado de fora do estabelecimento enquanto outros três saem da loja carregando uma grande bolsa azul que aparenta estar cheia de objetos. Durante a confusão, um homem que estava nas proximidades usa uma vassoura de cabo longo para tentar afastar um dos assaltantes, que reage com um facão.
Dois suspeitos sobem em uma motocicleta com a bolsa, enquanto uma segunda moto se aproxima. Parte dos itens cai no chão, mas o grupo transfere a sacola para outro motociclista antes de deixar o local. As gravações também mostram outras pessoas se aproximando, incluindo um pedestre com uma serra, enquanto os suspeitos iniciam a fuga.
As motocicletas deixam a via em direção à região de Haringey, ainda no norte de Londres. Em determinado momento, um dos motociclistas desce do veículo e tenta atingir um homem que os perseguia com uma vassoura.
Imagens circulam nas redes sociais
Captura de tela/X
De acordo com a Polícia Metropolitana, pessoas que estavam no local tentaram impedir que os suspeitos escapassem. Apesar da tensão registrada nas imagens, ninguém ficou ferido.
Os policiais chegaram ao endereço às 10h08 e iniciaram buscas e coleta de evidências. A investigação segue em andamento e, até o momento, ninguém foi preso.
Em declaração ao jornal The Sun, um porta-voz da corporação afirmou que informações sobre o caso podem ser repassadas pelo telefone 101, citando o código CAD 2319/24Feb. Denúncias anônimas também podem ser feitas à organização Crimestoppers pelo número 0800 555 111.

Veja outras postagens

Uma equipe de elite composta por mergulhadores de caverna finlandeses acaba de desembarcar nas Ilhas Maldivas para uma missão de altíssimo risco: localizar e resgatar quatro italianos que desapareceram em um complexo subaquático profundo no Atol de Vaavu. Convocados pela DAN Europe (rede de assistência médica a mergulhadores), os especialistas preparam seus equipamentos para retomar as buscas na manhã desta segunda-feira (18).
O grupo de resgate conta com Jenni Westerlund, Sami Paakkarinen e Patrik Grönqvist — os dois últimos ganharam fama mundial após o documentário Diving Into The Unknown (2016), que registrou o resgate dramático de corpos em uma caverna na Noruega.
A entrada dos finlandeses ocorre em um momento crítico. As Forças de Defesa Nacional das Maldivas (MNDF), que coordenavam a operação, suspenderam os trabalhos no dia 16 após uma tragédia paralela: o sargento-mor Mohamed Mahudhee, um dos mergulhadores militares que tentava acessar uma câmara estreita do complexo, morreu em decorrência de doença descompressiva.
Resgate de ‘altíssimo risco’: o que se sabe sobre a morte de cinco italianos após mergulho em cavernas submersas nas Maldivas
Reprodução/X
A DAN Europe classificou o local do acidente como “altamente complexo”. A entrada da caverna fica a uma profundidade letal de 55 a 60 metros, estendendo-se por centenas de metros em um labirinto de salões e passagens apertadas.
“As vítimas podem estar em áreas de dificílimo acesso, o que exige um planejamento extremamente cuidadoso. É uma operação de extremo risco”, explicou Laura Marroni, CEO da DAN Europe.
O caso gerou uma forte troca de acusações. A Albatros Top Boat, operadora italiana responsável pelo barco Duke of York, onde o grupo estava hospedado, afirmou que o roteiro do grupo previa apenas mergulhos rasos para a coleta de amostras de corais. Nas Maldivas, ultrapassar a marca de 30 metros de profundidade é estritamente proibido sem uma licença especial.
Em entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, Stella garantiu que a empresa jamais autorizaria a entrada em uma caverna a 50 metros. Ela revelou um detalhe assustador: embora fossem mergulhadores experientes, as vítimas pareciam usar equipamentos recreativos padrão, totalmente impróprios para o nível de técnica e redundância de gás exigidos em cavernas profundas.
O governo das Maldivas suspendeu a licença de operação do barco Duke of York por tempo indeterminado enquanto as investigações ocorrem. Paralelamente, o Ministério Público de Roma abriu seu próprio inquérito para apurar responsabilidades.
“Todo mundo ali sabe que as regras foram quebradas”, cravou o instrutor veterano Shaff Naeem à agência de notícias ANSA. Consultor da guarda costeira e com mais de 50 mergulhos técnicos na mesma caverna, Naeem especula que a tragédia foi causada por um “efeito dominó”: a combinação letal de falta de cilindros extras (falta de gás), narcose por nitrogênio (que causa desorientação mental severa em grandes profundidades) e baixa visibilidade no teto da caverna.
Para agravar o cenário, a região estava sob alerta amarelo meteorológico no momento do mergulho, com fortes ventos, mar agitado e a presença das perigosas e violentas correntes típicas daquele atol.
Um bando sobrevoa toneladas de lixo acumuladas em um terreno que parece infinito visto da estrada pública que o margeia. É o sinal inconfundível no céu para quem busca chegar ao aterro sanitário nos arredores de Ushuaia, na Argentina. Nos últimos dias, o local entrou na mira da comunidade internacional — ainda sem evidências concretas — como o possível ponto de origem do surto de hantavírus no navio MV Hondius. Apesar das críticas ao impacto ambiental do lixão a céu aberto, os moradores locais rejeitam veementemente a teoria de que o primeiro passageiro adoecido a bordo contraiu o vírus enquanto observava pássaros na região.
— É tudo invenção da mídia e até jogada política — afirma Luis, ao chegar para trabalhar no terreno localizado a cerca de sete quilômetros do centro. Ele atua na guarita do primeiro acesso de terra, que, úmida pela chuva com neve do início da manhã, tem textura de argila ao caminhar. Sua função é controlar as notas fiscais de entrada, por onde também passam os funcionários que operam os tratores encarregados de cobrir os resíduos descarregados pelos caminhões de lixo.
As aves necrófagas que sobrevoam o lixão a céu aberto de Ushuaia são uma atração imperdível para quem busca uma experiência única
Fabian Marelli/La Nacion
— Converso todos os dias com o pessoal que trabalha aqui. Nunca aconteceu nada com eles; ninguém teve hantavírus, e eles estão aqui todo santo dia. Se o rato e o vírus estivessem aqui, os trabalhadores teriam ficado doentes. Pode até haver ratos porque é um lixão, mas só à noite, quando não há movimento. E, definitivamente, não é a espécie de roedor da qual estão falando — disse o trabalhador ao jornal La Nación.
Somente a partir de segunda-feira, quando uma equipe do Instituto Malbrán (referência em doenças infecciosas na Argentina) iniciar os trabalhos no local junto com autoridades locais de saúde e pesquisadores do Conicet, serão feitas capturas e coletas de amostras para determinar se o vírus ultrapassou as fronteiras do continente e chegou à ilha da Terra do Fogo. Por enquanto, infectologistas, epidemiologistas e ex-autoridades de saúde da província concordam que a maior expectativa é que esses levantamentos apenas confirmem o que todos na região já dão como certo: a província está livre do hantavírus.
O mistério do paciente zero
Há três dias, a Sociedade Argentina de Infectologia (SADI) divulgou um comunicado reiterando que ainda falta determinar onde e como ocorreu a primeira exposição ao vírus (o chamado “paciente zero”), que desencadeou a cadeia de contágios a bordo. Até o momento, há 11 pessoas infectadas conhecidas, segundo a última atualização da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O aterro sanitário de Ushuaia está localizado a cerca de sete quilômetros da cidade.
Fabian Marelli/La Nacion
Sabe-se, até agora, que a variante causadora é a Andes Sul, que possui semelhanças genéticas com a cepa detectada durante o forte surto em Epuyén, na província de Chubut, entre 2018 e 2019, e também em casos registrados no Chile.
O primeiro a apresentar sintomas a bordo do cruzeiro Hondius foi o ornitólogo holandês Leo Schlperoord (caso-índice) e, em seguida, sua esposa, Mirjam Schlperoord-Huisman, ambos de Haulerwijk, nos Países Baixos. Antes de embarcarem, eles viajaram por Argentina, Chile e Uruguai durante cinco meses focados na observação de aves. O roteiro incluiu áreas da Patagônia onde a variante viral é endêmica, há forte presença dos roedores silvestres que servem como reservatório natural e onde, recentemente, foram detectados outros casos da doença.
“Até o momento”, publicou a SADI, “não há certeza sobre o local provável de infecção (das duas primeiras vítimas). A hipótese de trabalho dos órgãos envolvidos é que o paciente 1 teria adquirido a infecção antes de embarcar, por exposição ambiental durante atividades realizadas na Argentina e no Chile”.
Os caminhos públicos que circundam o aterro sanitário, os locais ideais para observação de pássaros.
Fabian Marelli/La Nacion
O lixão como ponto turístico
Para os guias turísticos de observação de aves e moradores locais adeptos da prática, as imediações do aterro sanitário representam apenas um ponto de interesse entre tantos outros, como o litoral ou o Parque Nacional da Terra do Fogo. A teoria de que a infecção ocorreu nos dois dias e meio em que o casal permaneceu em Ushuaia, antes de embarcar no navio, é vista como absurda na cidade. Uma ONG local rastreou até um portal de notícias britânico a origem do que os moradores de Ushuaia classificam como fake news.
Em um ponto, no entanto, os guias locais concordam: seguindo a lógica de que o casal observou aves em vários lugares do continente, é muito provável que, ao chegarem a Ushuaia, eles tenham de fato visitado o aterro sanitário. O local fica a poucos minutos de táxi do centro, tem acesso fácil e, no nicho da ornitologia, é famoso para a observação de aves raras.
O aterro sanitário a céu aberto contém diversos tipos de resíduos
Fabian Marelli/La Nacion
— Para observação de aves é espetacular. Lá fica o caracara-de-darwin, uma ave nativa do sul da Patagônia que faz ninho no alto da Cordilheira dos Andes. Por isso, o lugar mais garantido e fácil de vê-la é o aterro sanitário — explicou Esteban Daniels, guia e fotógrafo da agência Birding Ushuaia.
Segundo ele, a espécie é o grande atrativo do lixão, dividindo espaço com a águia-chilena e até mesmo com condores, quando estes decidem aparecer. — São aves de rapina que aproveitam o local para se alimentar — destacou.
No verão, com a chegada dos cruzeiros, e até abril, quando a alta temporada turística se encerra, é quando o local atrai mais curiosos estrangeiros. Agora, no entanto, o mais comum é ver apenas moradores. Durante a visita da reportagem do La Nación à estrada que cerca o lixão neste sábado, não havia ninguém observando aves na região. No interior do terreno, apenas algumas máquinas operavam. O local só retomará seu funcionamento habitual e pesado na segunda-feira.
Um incêndio de grandes proporções destruiu, neste sábado, um hotel histórico de Bariloche, conhecido por estar nos primeiros quilômetros da avenida Bustillo, em frente ao lago Nahuel Huapi, na Argentina. O Hotel Huemul é um estabelecimento com mais de 70 anos de história, localizado na avenida Ezequiel Bustillo, 1500. Todas as equipes de bombeiros da cidade trabalharam no local para combater as chamas.
As autoridades locais suspeitam que o fogo teria se originado de uma queima de folhas secas que saiu do controle, mas o caso ainda está sob investigação. Uma mulher e dois bombeiros receberam atendimento médico por inalação de monóxido de carbono. Os brigadistas foram levados ao Hospital de San Carlos de Bariloche e encontram-se estáveis.
Imagens publicadas nas redes sociais mostraram a forma impactante como o fogo, que começou por volta das 15h, consumiu a estrutura do hotel e como, aos poucos, pedaços das janelas e paredes foram se despedaçando e caindo no chão. O responsável pela Defesa Civil de Bariloche afirmou em declarações à televisão que o hotel sofreu danos estruturais significativos em suas duas alas. Além disso, o telhado, o forro e o andar superior sofreram perda total.
— A estrutura da chaminé e da alvenaria colapsou. Já há fissuras nas paredes de concreto — disse ele em entrevista à emissora TN, descrevendo a situação como danos irrecuperáveis.
Vargas destacou que o incêndio exigiu uma grande mobilização de recursos, inclusive da cidade vizinha de Dina Huapi. — É algo que não víamos há muito tempo, dessa magnitude. Infelizmente, o estrago é bastante visível — explicou.
Os moradores da região mostraram como as chamas e a fumaça podiam ser vistas de suas casas, em imagens que permitem observar a rapidez com que o fogo avança quando sai do controle. O estabelecimento foi fundado em 1938 e contava com 98 quartos. Está situado a apenas dois minutos do centro de Bariloche e tem acesso direto ao lago.
Além disso, é cercado por montanhas e árvores, com vista para a Cordilheira dos Andes. Em seu site, o hotel se promove como “um lugar único” que permite “viver a genuína experiência da Patagônia Argentina”. As chamas atingiram diretamente o setor de entrada do hotel, que estava em obras. Em seguida, teriam subido rapidamente para os andares superiores.
Hotel antes do incêndio
Reprodução
Passadas das 20h, bombeiros, agentes do Serviço de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (SPLIF) de Bariloche, a polícia de Río Negro e a Defesa Civil continuavam com um grande esquema de operação, embora as chamas já estivessem controladas. Entre outras medidas, o acesso de pessoas à área do incêndio foi bloqueado e cortes no trânsito foram estabelecidos na avenida Bustillo.
Nelson Leal, chefe do SPLIF, ressaltou que será necessário aguardar a fase de investigação da polícia e do Ministério Público para saber o que causou o incêndio. — Aparentemente, ocorreu devido a uma queima de pastagem na margem do lago, que faz divisa com o terreno do hotel. Mas é preciso aguardar a fase de perícia. Foi uma grande tragédia para um hotel muito antigo de Bariloche — esclareceu à TN.
Paralelamente, Daniel Muñoz, bombeiro que atuou na operação, disse ao mesmo canal que os brigadistas chegaram ao hotel após receberem a denúncia de uma queima “que fugiu do controle”.— Os funcionários do hotel estavam realizando uma queima. A estrutura já estava comprometida.
O prefeito de Bariloche, Walter Cortés, deu detalhes sobre a situação e garantiu que a falta de vento e a baixa temperatura atual, entre 6 e 7°C, ajudaram a combater as chamas. — Para nós, é uma verdadeira pena. São acidentes. Estamos colaborando e vendo como podemos ajudar para que não se propague mais — afirmou em entrevista ao canal.
Em seguida, deixou uma mensagem aos moradores da cidade: — Tranquilidade, estamos todos aqui e vamos apagá-lo. O incêndio será apagado. Nossos caminhões-pipa com bombas estão no local, vamos levar água aonde for possível e fazer de tudo para acabar com o incêndio. Às vezes, quando essas coisas acontecem, a gente sente angústia, mas também é preciso fazer prevenção.
Sobre este último ponto, argumentou que muitos hotéis antigos “às vezes não têm os equipamentos de segurança adequados”. “São hotéis de madeira, seca, que é um combustível para o fogo”, acrescentou.
A Rússia afirmou no domingo que a Ucrânia bombardeou seu território com 600 drones, matando quatro pessoas, em um dos maiores ataques ucranianos desde o início do conflito em fevereiro de 2022.
Três dias após um bombardeio pesado na capital ucraniana, ao qual Kiev prometeu responder, o Ministério da Defesa russo informou que seu sistema de defesa aérea abateu 556 drones entre 22h e 7h, horário local. Outros 30 drones teriam sido neutralizados entre 7h e 9h.
Reviravolta: Ucrânia supera Rússia em avanços por terra pela primeira vez desde 2024, enquanto guerra com drones e mísseis domina conflito
Essas interceptações, um número em taxa superior às poucas dezenas normalmente registradas, teriam ocorrido em 14 regiões russas, bem como na Crimeia anexada e nos mares Negro e de Azov, informa uma fonte na plataforma de mensagens russa Max.
Moscou e a região em seu entorno foram particularmente afetadas. Os ataques deixaram três mortos nos arredores da capital e mais um na região de Belgorod, na fronteira com a Ucrânia.
Fim do cessar-fogo: Intensos bombardeios russos em Kiev deixam pelo menos 21 mortos
No restante da região de Moscou, várias casas e infraestruturas foram danificadas e quatro pessoas ficaram feridas. Mais de 80 drones foram interceptados perto da capital e um ataque deixou 12 pessoas feridas, “principalmente trabalhadores da construção civil” em um local próximo a uma refinaria, segundo o prefeito Sergei Sobyanin.
“A produção da refinaria não foi afetada. Três prédios residenciais foram danificados”, afirmou.
Ataques com drones deixam ao menos três mortos e quatro feridos nos arredores de Moscou
A Força Aérea Ucraniana, por sua vez, afirmou no domingo ter interceptado 279 drones russos de ataque e isca, de um total de 287 lançados durante a noite. (Drones de isca são veículos maiores usados para atrapalhar a detecção de outras aeronaves por radar.)
A Ucrânia ataca regularmente alvos na Rússia em retaliação à campanha diária de bombardeios militares russos, que já dura mais de quatro anos.
Kiev afirma que seus alvos são instalações militares e de energia, com o intuito de reduzir a possibilidade de Moscou sustente sua ofensiva.
A região ao redor da capital ucraniana é frequentemente alvo de ataques com drones, mas Moscou, localizada a mais de 400 quilômetros da fronteira ucraniana, é um alvo muito menos frequente.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, declarou na sexta-feira que seu país tem o direito de atacar locais sensíveis na Rússia, em resposta ao ataque mortal do dia anterior que deixou pelo menos 24 mortos em Kiev.
“Temos motivos para responder atacando a indústria petrolífera russa, sua produção militar e aqueles diretamente responsáveis ​​pelos crimes de guerra cometidos contra a Ucrânia e os ucranianos”, escreveu Zelensky em um comunicado na sexta-feira.
A Ucrânia e a Rússia retomaram seus bombardeios na noite de segunda-feira, quando expirou uma trégua de três dias mediada pelos Estados Unidos. A trégua coincidiu com as comemorações russas do fim da Segunda Guerra Mundial.
As negociações, mediadas pelos Estados Unidos, estão suspensas desde o início da guerra no Oriente Médio, que foi desencadeada no final de fevereiro por ataques aéreos israelenses e americanos contra o Irã.
Kami Rita Sherpa, alpinista nepalês conhecido como “o homem do Everest”, bateu um novo recorde ao escalar o Everest pela 32ª vez, enquanto Lhakpa Sherpa superou a própria marca entre as mulheres com a 11ª ascensão na maior montanha do planeta. Kami Rita Sherpa, 56 anos, alcançou o topo do Everest, de 8.849 metros de altura, pela primeira vez em 1994, quando trabalhava para uma expedição comercial. Desde então, ele repetiu a façanha quase todos os anos, guiando clientes.
— É um novo marco na história do alpinismo no Nepal — declarou à AFP Himal Gautam, porta-voz do Ministério do Turismo nepalês.
Lhakpa Sherpa, 52 anos, conhecida como “a rainha da montanha”, tornou-se, no ano 2000, a primeira mulher nepalesa a alcançar com sucesso o topo e descer da maior montanha do mundo. — Os recordes deles motivam outros alpinistas — acrescentou Himal Gautam.
O entusiasmo pelo alpinismo transformou a modalidade em uma atividade lucrativa desde a primeira ascensão ao topo do Everest, em 1953, por Edmund Hillary e Tenzing Norgay Sherpa. O Nepal emitiu, na atual temporada, um número recorde de 492 permissões para escalar o Everest.
As autoridades montaram uma verdadeira cidade de barracas aos pés da montanha para os alpinistas e o pessoal de apoio.
Como a maioria dos alpinistas escala com a ajuda de pelo menos um guia nepalês, quase mil pessoas devem tentar alcançar o topo do Everest nos próximos dias.
O número elevado de alpinistas provoca o temor de uma superlotação, em particular quando as más condições meteorológicas reduzem o período propício para a escalada.
O filho mais velho do presidente palestino Mahmoud Abbas garantiu uma vaga no principal órgão decisório do Fatah, partido da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), apontam resultados preliminares de votação neste domingo.
O Fatah tem sido historicamente a força dominante da OLP, que engloba a maioria das facções palestinas, mas exclui os movimentos Hamas e Jihad Islâmica. Neste final de semana ocorreu seu primeiro congresso em anos.
Conflito na Cisjordânia: Palestinos relatam violência sexual cometida por guardas prisionais, soldados e colonos israelenses
Nas últimas décadas, a popularidade e a influência do Fatah diminuíram em meio a divisões internas e à crescente frustração pública com o impasse no processo de paz no conflito Israel-Palestina.
Esse sentimento de desilusão levou a um aumento do apoio ao seu rival Hamas, que venceu as eleições de 2006 e praticamente expulsou o Fatah da Faixa de Gaza.
Fuga de Gaza: ‘Fomos jogados na rua, como cachorros’, contam palestinos que vivem desde começo da guerra em vestiário de estádio na Cisjordânia
Yasser Abbas, de 64 anos, empresário que passa a maior parte do tempo no Canadá, garantiu uma vaga no comitê central após ter sido nomeado, há cinco anos, como “representante especial” de seu pai.
O congresso de três dias, realizado simultaneamente em Ramallah, Gaza, Cairo e Beirute, atraiu 2.507 eleitores, representando uma participação de 94,64%, segundo os organizadores.
Cinquenta e nove candidatos concorreram a 18 vagas no comitê central, enquanto 450 buscaram 80 vagas no conselho revolucionário, o parlamento do partido.
O líder do Fatah, Marwan Barghouti, que está preso, obteve primeiro lugar nos resultados preliminares, mantendo sua cadeira no comitê com o maior número de votos.
Jibril Rajoub foi reeleito secretário-geral do comitê, mantendo o cargo que ocupa desde 2017.
O vice-presidente palestino Hussein al-Sheikh, o vice-líder do Fatah Mahmoud al-Alloul e o ex-chefe da inteligência palestina Tawfiq Tirawi também mantiveram seus assentos no órgão.
Entre os recém-chegados está Zakaria Zubeidi, de 50 anos, ex-comandante das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, o braço armado do Fatah no campo de refugiados de Jenin, que foi libertado da prisão israelense no ano passado em virtude de um acordo de troca de prisioneiros com o Hamas.
Duas mulheres também conquistaram assentos, incluindo Laila Ghannam, governadora de Ramallah.
O congresso, que teve início na quinta-feira, permitiu a reeleição de Abbas como líder do movimento.
Abbas, de 90 anos, lidera o Fatah, a Autoridade Palestina e a OLP há mais de duas décadas. Em seu discurso de abertura, ele prometeu impulsionar reformas e realizar eleições presidenciais e parlamentares.
Abbas e a Autoridade Palestina estão sob crescente pressão internacional para implementar reformas e realizar eleições, em meio a acusações generalizadas de corrupção e impasse político, que corroeram sua legitimidade entre os palestinos.
A companhia aérea australiana Qantas viu-se obrigada a desviar um voo com destino aos Estados Unidos devido a um passageiro indisciplinado que, segundo a mídia local, mordeu um comissário de bordo. O voo, procedente de Melbourne, seguia para Dallas na sexta-feira quando foi forçado a fazer uma escala em Papeete, capital da Polinésia Francesa, devido a este incidente.
O homem foi contido por outros passageiros, e a imprensa local, incluindo a emissora pública ABC, relatou que ele mordeu um membro da equipe da Qantas.
Ao chegar, o homem foi recebido pelas autoridades locais e foi proibido de voar em todas as aeronaves da Qantas.
“A segurança dos nossos clientes e da nossa tripulação é a nossa prioridade número um e temos tolerância zero com comportamentos indisciplinados ou ameaçadores em nossos voos”, declarou um porta-voz da Qantas à AFP no domingo.
O clube de futebol feminino norte-coreano Naegohyang Women’s FC chegou à Coreia do Sul neste domingo para uma partida intercoreana muito aguardada esta semana.
O Naegohyang enfrentará o Suwon FC Women nas semifinais da Liga dos Campeões Feminina da Confederação Asiática de Futebol (AFC) no Estádio de Suwon, em Suwon, a cerca de 30 quilômetros ao sul de Seul, às 19h desta quarta-feira (20).
Em sua segunda edição, a Liga dos Campeões Feminina é a principal competição de clubes femininos da Ásia e oferece US$ 1 milhão para a equipe vencedora.
As 27 jogadoras e 12 membros da comissão técnica do Naegohyang viajaram de Pequim, onde estavam treinando desde terça-feira (12), e desembarcaram no Aeroporto Internacional de Incheon, no oeste de Seul.
O Naegohyang Women’s FC é o primeiro clube de futebol feminino da Coreia do Norte a cruzar a fronteira. Elas também são o primeiro grupo de atletas norte-coreanas a viajar para a Coreia do Sul para competir desde dezembro de 2018, quando a Coreia do Norte enviou jogadoras para as Finais do Circuito Mundial da Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF) em Incheon.
Este será o segundo encontro do torneio entre Naegohyang e Suwon FC Women. No confronto do Grupo C, em 12 de novembro do ano passado, o Naegohyang venceu por 3 a 0.
* Com informações da Yonhap News
Ataques com drones deixaram três mortos e quatro feridos nos arredores de Moscou, informou o governador Andrei Vorobyov neste domingo, menos de uma semana após o fim do cessar-fogo com a Ucrânia.
“Desde as 3h da manhã (horário local), as forças de defesa aérea estão repelindo um ataque com drones na região da capital”, disse Vorobyov no Telegram.
O governador informou que uma mulher foi morta na cidade de Khimki, a noroeste de Moscou, e dois homens foram mortos em Mytishchi (nordeste), enquanto diversas casas e infraestruturas foram danificadas no restante da região.
A campanha militarizada de combate ao “narcoterrorismo” do presidente dos EUA, Donald Trump, na América Latina e no Caribe — iniciativa inserida por Washington no esforço mais amplo para recuperar a hegemonia no Hemisfério Ocidental — tem incidido na região de maneira extensa. Além do impacto mais direto visível na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e no ataque a lanchas com suposto vínculo a grupos criminosos, a pressão militar se converteu em uma ferramenta negocial para Trump em mesas que frequentemente tratam sobre recursos estratégicos em disputa com a China, bem como estimulou a adoção de medidas de combate ao crime que forçam os limites da legalidade, com nove países da região registrando aumento de letalidade em confrontos entre forças policiais e grupos armados no último ano, incluindo o Brasil. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress