Filas enormes de alpinistas estão se formando na chamada “Zona da Morte” do Monte Everest durante uma temporada recorde de escaladas na montanha mais alta do planeta. Imagens divulgadas nos últimos dias mostram dezenas de pessoas alinhadas nas encostas geladas aguardando espaço para continuar a subida rumo ao cume.
‘Zona da morte’: alpinista perde dedo após tirar luva por quatro minutos no topo do Everest
O congestionamento acontece justamente em uma das áreas mais perigosas do Everest: a faixa acima dos 8 mil metros de altitude, conhecida entre montanhistas como “Zona da Morte”.
O nome não é exagero. Nessa altitude, o nível de oxigênio disponível é insuficiente para o corpo humano funcionar normalmente por períodos prolongados. Mesmo usando cilindros suplementares, os alpinistas enfrentam risco constante de exaustão extrema, hipotermia, edema cerebral, edema pulmonar e morte súbita.
Especialistas explicam que o organismo começa literalmente a entrar em colapso nessa região. O corpo deixa de conseguir se recuperar, as funções cognitivas diminuem e qualquer atraso pode ser fatal.
Ainda assim, centenas de pessoas seguem tentando alcançar o topo do Everest nesta temporada. Apenas na quarta-feira, um recorde foi estabelecido: 274 alpinistas chegaram ao cume pelo lado do Nepal em um único dia, superando a marca anterior de 223 escaladas bem-sucedidas registrada em 2019.
O aumento das filas ocorreu após semanas de atraso causadas por um enorme bloco de gelo de cerca de 30 metros que bloqueou parte da rota tradicional de subida na Cascata de Gelo de Khumbu, um dos trechos mais perigosos da montanha.
Os chamados “médicos da cascata de gelo”, grupo especializado responsável por abrir o caminho na geleira, trabalharam durante semanas até liberar a passagem em 13 de maio. Segundo o Departamento de Turismo do Nepal, quase 500 permissões para escalar o Everest foram emitidas neste ano.
O problema é que a janela climática segura para a subida dura apenas algumas semanas, geralmente entre o fim de abril e o fim de maio. Isso faz com que milhares de pessoas tentem subir praticamente ao mesmo tempo.
Em imagens recentes, os alpinistas aparecem formando filas semelhantes a formigas na neve, muitos deles aguardando por longos períodos justamente dentro da Zona da Morte. E permanecer parado ali é extremamente perigoso.
‘Zona da morte’: alpinista perde dedo após tirar luva por quatro minutos no topo do Everest
O congestionamento acontece justamente em uma das áreas mais perigosas do Everest: a faixa acima dos 8 mil metros de altitude, conhecida entre montanhistas como “Zona da Morte”.
O nome não é exagero. Nessa altitude, o nível de oxigênio disponível é insuficiente para o corpo humano funcionar normalmente por períodos prolongados. Mesmo usando cilindros suplementares, os alpinistas enfrentam risco constante de exaustão extrema, hipotermia, edema cerebral, edema pulmonar e morte súbita.
Especialistas explicam que o organismo começa literalmente a entrar em colapso nessa região. O corpo deixa de conseguir se recuperar, as funções cognitivas diminuem e qualquer atraso pode ser fatal.
Ainda assim, centenas de pessoas seguem tentando alcançar o topo do Everest nesta temporada. Apenas na quarta-feira, um recorde foi estabelecido: 274 alpinistas chegaram ao cume pelo lado do Nepal em um único dia, superando a marca anterior de 223 escaladas bem-sucedidas registrada em 2019.
O aumento das filas ocorreu após semanas de atraso causadas por um enorme bloco de gelo de cerca de 30 metros que bloqueou parte da rota tradicional de subida na Cascata de Gelo de Khumbu, um dos trechos mais perigosos da montanha.
Os chamados “médicos da cascata de gelo”, grupo especializado responsável por abrir o caminho na geleira, trabalharam durante semanas até liberar a passagem em 13 de maio. Segundo o Departamento de Turismo do Nepal, quase 500 permissões para escalar o Everest foram emitidas neste ano.
O problema é que a janela climática segura para a subida dura apenas algumas semanas, geralmente entre o fim de abril e o fim de maio. Isso faz com que milhares de pessoas tentem subir praticamente ao mesmo tempo.
Em imagens recentes, os alpinistas aparecem formando filas semelhantes a formigas na neve, muitos deles aguardando por longos períodos justamente dentro da Zona da Morte. E permanecer parado ali é extremamente perigoso.










