O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira sua intenção de construir um calçadão com seu nome perto do Lincoln Memorial, um marco icônico da capital americana, Washington.
Em busca de sua marca: Trump personaliza memória oficial dos EUA às vésperas dos 250 anos da independência do país
Comemoração do aniversário de 250 anos: Passaportes dos EUA terão rosto e assinatura de Donald Trump
Trump afirmou que a passarela ligaria o imponente monumento de mármore branco, construído em homenagem ao presidente Abraham Lincoln, ao Rio Potomac.
— Eles querem chamá-lo de Calçada Trump — disse o presidente a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, outro prédio histórico da cidade que tem sido alvo das investidas de revitalização do presidente republicano.
Desde que retornou ao poder, o bilionário tem tentado deixar sua marca em Washington, mas seus projetos de renovação têm sido alvo de uma série de contestações judiciais.
Na última sexta-feira, ele anunciou que abrirá mão da gestão do Kennedy Center após uma decisão judicial ordenar a retirada de seu nome da tradicional instituição cultural de Washington. O juiz também determinou a suspensão, até nova ordem, do fechamento do centro por dois anos para a realização de reformas.
Após assumir o comando do Kennedy Center, o republicano acrescentou seu nome à instituição por decisão do conselho de administração, dominado por seus aliados. O centro de artes cênicas, localizado no coração de Washington, foi batizado em homenagem ao ex-presidente democrata assassinado John F. Kennedy.
Em dezembro, o conselho de administração alterou o nome da instituição para “Trump Kennedy Center”. Pouco depois, o nome do republicano foi adicionado à fachada do edifício em letras douradas posicionadas acima do nome de Kennedy.
A sentença estabelece que apenas o Congresso tem autoridade para alterar o nome do centro. Além disso, a decisão concedeu ao governo republicano um prazo de 14 dias para retirar o nome de Trump da fachada.
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A menos de três meses da celebração dos 250 anos da independência dos Estados Unidos, e em meio ao conflito com o Irã, Trump tenta colocar sua marca sobre alguns dos símbolos mais reconhecíveis do país. O presidente americano já terá sua imagem em passaportes comemorativos, sua assinatura em futuras cédulas de dólar e seu governo disputa, ao mesmo tempo, arquivos presidenciais, monumentos em Washington e a moldura política da festa nacional.
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Desde que retornou ao poder, o bilionário tem tentado deixar sua marca em Washington, mas seus projetos de renovação têm sido alvo de uma série de contestações judiciais.
Na última sexta-feira, ele anunciou que abrirá mão da gestão do Kennedy Center após uma decisão judicial ordenar a retirada de seu nome da tradicional instituição cultural de Washington. O juiz também determinou a suspensão, até nova ordem, do fechamento do centro por dois anos para a realização de reformas.
Após assumir o comando do Kennedy Center, o republicano acrescentou seu nome à instituição por decisão do conselho de administração, dominado por seus aliados. O centro de artes cênicas, localizado no coração de Washington, foi batizado em homenagem ao ex-presidente democrata assassinado John F. Kennedy.
Em dezembro, o conselho de administração alterou o nome da instituição para “Trump Kennedy Center”. Pouco depois, o nome do republicano foi adicionado à fachada do edifício em letras douradas posicionadas acima do nome de Kennedy.
A sentença estabelece que apenas o Congresso tem autoridade para alterar o nome do centro. Além disso, a decisão concedeu ao governo republicano um prazo de 14 dias para retirar o nome de Trump da fachada.
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