Poucos dias antes do fim de duas semanas do cessar-fogo iniciado em 8 de abril entre EUA, Israel e o Irã, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou neste domingo que os EUA apreenderam à força um navio de bandeira iraniana que tentava escapar do bloqueio naval americano imposto no Estreito de Ormuz. Em uma postagem em uma rede social, o líder americano afirmou que a embarcação foi alertada a parar por um contratorpedeiro de míssil guiado da Marinha americana no Golfo de Omã, mas não o fez.
“Nosso navio da Marinha os deteve imediatamente, abrindo um buraco na sala de máquinas”, afirmou, afirmando que fuzileiros navais dos UA detêm a custódia do cargueiro, de nome Touska, e estão vendo o que está a bordo.
‘Paz como negócio’: Diplomacia de CEO de Trump fragiliza alianças e diminui credibilidade dos EUA
Jornal: Em ampliação de ofensiva naval contra o Irã, EUA se preparam para abordar navios em águas internacionais
Mais cedo, Trump e autoridades iranianas deram declarações opostas sobre se haveria uma segunda rodada de negociações nesta semana no Paquistão para alcançar um acordo que ponha fim à guerra. Horas depois de republicano anunciar que autoridades americanas se dirigiram a Islamabad, capital paquistanesa, a mídia estatal do Irã informou que a República Islâmica ainda não havia concordado em manter um segundo encontro após o fracasso do primeiro, em 11 de abril — a reunião presencial de mais alto nível entre iranianos e americanos em décadas.
Os relatos conflitantes surgiram enquanto o Estreito de Hormuz, via por onde passam 20% da produção global de petróleo e gás, continuou praticamente fechado, no que foi caracterizado por Trump como uma “total violação do nosso cessar-fogo”, em uma postagem em sua rede Truth Social. No sábado, o Irã reverteu a reabertura da passagem em resposta à decisão de Washington de manter um bloqueio naval aos portos iranianos na região, algo que a República Islâmica também classifica como uma violação da trégua.
O anúncio americano de que o vice-presidente JD Vance iria liderar a delegação dos EUA, acompanhado dos enviados Steve Witkoff e Jared Kushner, surgiu com a retomada da ameaça de Trump de bombardear a infraestrutura civil do Irã, caso o estreito não seja reaberto e não haja extensão do cessar-fogo, que expira na próxima quarta-feira.
“Estamos oferecendo um ACORDO muito justo e razoável”, escreveu Trump na rede social. “Espero que o aceitem, porque, se não, os EUA vão destruir cada instalação elétrica, cada ponte, no Irã.”
“Nosso navio da Marinha os deteve imediatamente, abrindo um buraco na sala de máquinas”, afirmou, afirmando que fuzileiros navais dos UA detêm a custódia do cargueiro, de nome Touska, e estão vendo o que está a bordo.
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O anúncio americano de que o vice-presidente JD Vance iria liderar a delegação dos EUA, acompanhado dos enviados Steve Witkoff e Jared Kushner, surgiu com a retomada da ameaça de Trump de bombardear a infraestrutura civil do Irã, caso o estreito não seja reaberto e não haja extensão do cessar-fogo, que expira na próxima quarta-feira.
“Estamos oferecendo um ACORDO muito justo e razoável”, escreveu Trump na rede social. “Espero que o aceitem, porque, se não, os EUA vão destruir cada instalação elétrica, cada ponte, no Irã.”










