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O Irã intensificou a repressão durante a guerra e a trégua posterior com os Estados Unidos, com uma onda de execuções e prisões, denunciaram ativistas, que pedem que os direitos humanos sejam incluídos nas negociações. O cessar-fogo de duas semanas, que o presidente americano, Donald Trump, prolongou indefinidamente para beneficiar o diálogo, não aliviou a repressão. Para analistas e ONGs, a escalada nas execuções é um sinal de que o regime teme uma nova onda de protestos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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Um filhote de gato de poucas semanas sobreviveu após ser encontrado coberto por cola industrial dentro de um balde nos Estados Unidos no dia 31 de março, em um caso que mobilizou veterinários e terminou com a adoção do animal após recuperação completa. Nesta quarta, ele ganhou uma nova família.
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O gato, batizado de Elmer, foi levado em estado crítico ao abrigo Humane Society of North Texas, localizado na cidade de Fort Worth, depois de ser encontrado por um morador. A substância já havia endurecido ao redor dos olhos, boca e corpo, impedindo o animal de respirar, comer ou se movimentar adequadamente. Segundo a equipe médica, sem intervenção imediata, ele poderia morrer em poucos minutos.
Para remover o material, os veterinários tentaram inicialmente métodos convencionais, como detergente e outros óleos, sem sucesso. A solução encontrada foi o uso de cerca de dois galões de óleo de canola, aplicado continuamente por mais de quatro horas em um processo delicado de massagem para dissolver a substância adesiva sem ferir a pele do animal.
“Foi um processo intensivo, que exigiu paciência e monitoramento constante para manter o gatinho estável”, relatou a equipe da instituição, destacando que o animal chegou desidratado e precisou ingerir líquidos por uma seringa.
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Após o procedimento, o filhote começou a se recuperar gradualmente. Dias depois, já apresentava comportamento ativo e buscava contato com os cuidadores, demonstrando melhora clínica significativa. O caso ganhou repercussão após publicação nas redes sociais do abrigo, gerando centenas de pedidos de adoção e até a criação de um e-mail somente para receber os pedidos.
Elmer acabou adotado por uma voluntária nesta quarta-feira que acompanhou sua recuperação. A nova tutora, Leah Owens, de 72 anos, afirmou que o animal trouxe conforto emocional após uma perda recente na família.
Leah Owens, de 72 anos, adotou o gatinho Elmer
Humane Society of North Texas
Ao receber a confirmação de que ficaria com o gato, Leah chorou. Ela contou aos veterinários do abrigo que, na mesma noite, Elmer brincou com os novos brinquedos por cerca de uma hora. “Ele vai ser um gato muito mimado”, brincou.
Ainda não há confirmação sobre como o gato foi parar no balde de cola, cuja suspeita é de que tenha sido um acidente.
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Pelo menos três pessoas morreram e outras 38 ficaram feridas no domingo em uma exposição de carros no sudoeste da Colômbia, quando uma motorista perdeu o controle do veículo e atropelou dezenas de espectadores, informaram as autoridades locais. O número de mortos subiu de dois para três durante a noite, de acordo com Juan Carlos Muñoz, prefeito de Popayán, onde o acidente ocorreu, que divulgou a informação nas redes sociais.
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Imagens que circularam nas redes sociais mostraram o veículo, conhecido como “monster truck”, percorrendo uma pista de obstáculos durante uma exposição na cidade na tarde deste domingo. No meio de uma manobra, o caminhão perdeu o controle.
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A motorista não conseguiu frear e, em segundos, o caminhão avançou em direção aos espectadores após romper as barreiras metálicas que separavam o público da pista.
“Estamos profundamente consternados com o acidente […] que, segundo informações preliminares, deixou mais de 38 feridos e 3 mortos”, disse Muñoz.
Três pessoas morrem e 38 ficam feridas após acidente durante exibição de monster truck na Colômbia
Reprodução
Entre os mortos está uma menina, segundo a imprensa local, e vários outros menores ficaram feridos. Bombeiros e paramédicos prestaram os primeiros socorros aos feridos no local. Posteriormente, eles foram transferidos para hospitais públicos da cidade, informou Octavio Guzmán, governador do departamento de Cauca, cuja capital é Popayán.
O prefeito da cidade ordenou uma “investigação minuciosa” para esclarecer os acontecimentos, que “jamais deveriam ter ocorrido”, afirmou.
Cinco crianças ficaram feridas na Áustria quando uma “relíquia da guerra” debaixo da fogueira onde estavam acampadas explodiu, disseram as autoridades locais neste domingo. Segundo um comunicado da polícia, o objeto estava embaixo da fogueira quando explodiu por volta das 20h, horário local, no sábado. O acidente ocorreu no distrito de Freistadt, uma área no norte do estado da Alta Áustria, informou o comunicado.
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Melanie Kleiffner, porta-voz da polícia, disse neste domingo que os investigadores acreditam que a relíquia provavelmente data da Segunda Guerra Mundial, mas que não é possível fornecer informações mais definitivas enquanto a investigação estiver em andamento.
Kleiffner disse que as crianças estavam participando de um acampamento juvenil na cidade de St. Oswald Bei Freistadt quando o acidente aconteceu.
“Eles estavam sentados ao redor da fogueira, aproveitando o momento, e de repente houve uma explosão”, disse ela em entrevista por telefone, acrescentando que haviam passado cerca de uma hora no local antes da explosão, sem nenhum incidente.
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As crianças feridas, com idades entre 10 e 14 anos, foram levadas para um hospital infantil na cidade de Linz para tratamento adicional, segundo comunicado da polícia. As cinco crianças receberam alta do hospital neste sábado, após serem tratadas por ferimentos leves, disse Astrid Petritz, porta-voz do Hospital Universitário Kepler. “Elas tiveram sorte. Não sofreram ferimentos graves”, acrescentou.
Agentes que estiveram no local da explosão identificaram posteriormente um segundo artefato da época da guerra em uma fogueira próxima. A polícia informou que uma equipe de especialistas em desativação de bombas estava no local. As autoridades locais isolaram a área imediatamente ao redor das fogueiras até segunda-feira para permitir uma investigação mais aprofundada, disse Kleiffner.
Catedrático dos direitos humanos nos Estados Unidos, um dos subsecretários para o Hemisfério Ocidental e a África no Departamento de Estado no governo de Joe Biden (Partido Democrata), e estudioso da prevenção ao recrutamento de jovens pelo narcotráfico, Enrique Roig assumiu há seis meses a vice-presidência da Human Rights First. A organização apartidária monitora e documenta os voos de deportação de imigrantes sem a documentação devida, promovidos pela segunda passagem de Donald Trump pela Casa Branca, inclusive os destinados a países de origem distinta da dos expelidos. Em março, o número de voos aumentou em 23% em relação ao mês anterior e mais três países — Moldávia, Mianmar e Tailândia — passaram a receber fundos de Washington para encarcerar indivíduos acusados de violar a lei americana. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Desde que a guerra com o Irã começou no fim de fevereiro, os EUA usaram cerca de 1,1 mil mísseis de cruzeiro furtivos de longo alcance, projetados para uma eventual guerra com a China — número similar ao total restante no estoque americano. As Forças Armadas dos EUA dispararam mais de mil mísseis de cruzeiro Tomahawk, aproximadamente dez vezes a quantidade que o país compra anualmente. O Pentágono utilizou mais de 1,2 mil mísseis de defesa antiaérea Patriot na guerra, a mais de US$ 4 milhões cada (cerca de R$ 20 milhões no câmbio atual), além de mais de mil mísseis terra-terra Precision Strike e ATACMS, deixando os estoques em níveis criticamente baixos, segundo estimativas internas do Departamento de Defesa e autoridades do Congresso.
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A guerra com o Irã drenou grande parte do suprimento global de munições das Forças Armadas dos EUA e forçou o Pentágono a enviar rapidamente bombas, mísseis e outros meios militares para o Oriente Médio a partir de unidades na Ásia e na Europa. Essas transferências diminuíram a prontidão dos comandos regionais para enfrentar adversários em potencial, como Rússia e China, e obrigaram Washington a encontrar maneiras de ampliar a produção para compensar os gastos, segundo autoridades do governo Trump e do Congresso.
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O conflito também destacou a dependência excessiva do Pentágono de mísseis e munições extremamente caros, especialmente baterias de defesa antiaérea, além de levantar preocupações sobre a capacidade da indústria de defesa de conseguir desenvolver armas mais baratas — especialmente drones de ataque — com muito mais rapidez.
O Departamento de Defesa não divulgou quantas munições foram usadas nos 38 dias de guerra antes de um cessar-fogo entrar em vigor em 8 de abril. O Pentágono afirma ter atingido mais de 13 mil alvos, mas autoridades dizem que esse número mascara a enorme quantidade de bombas e mísseis utilizados, já que aviões de combate, aeronaves de ataque e artilharia normalmente atingem grandes alvos várias vezes.
Na semana passada, um alto funcionário do Departamento de Defesa afirmou que o conflito já custou aos cofres americanos cerca de US$ 25 bilhões, mas três fontes com conhecimento do assunto afirmaram à rede americana CNN que o número é subestimado. Segundo disseram, o custo real seria de US$ 40 bilhões a US$ 50 bilhões, pois incluiria gastos com a reconstrução de instalações militares e a reposição de equipamentos destruídos durante os ataques. Somente nos dois primeiros dias da guerra, disseram autoridades de defesa a parlamentares, os militares usaram US$ 5,6 bilhões (cerca de R$ 28 bilhões) em munições.
Imagens divulgadas pelo Comando Central dos EUA mostra disparo de mísseis Tomahawk contra navios lançadores de mina do Irã
Reprodução/CENTCOM/X
Para restaurar o estoque global dos EUA ao patamar anterior, o país terá que fazer escolhas difíceis sobre onde manter sua força militar nesse período. O senador Jack Reed, de Rhode Island, principal democrata no Comitê de Serviços Armados, estimou que, no ritmo atual de produção, recompor o que foi gasto “pode levar anos”.
— Os EUA têm muitas munições com estoques adequados, mas algumas munições críticas de ataque terrestre e defesa antimísseis já estavam em falta antes da guerra e estão ainda mais escassas agora — afirmou Mark F. Cancian, coronel aposentado do Corpo de Fuzileiros Navais e conselheiro sênior do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), que recentemente publicou um estudo estimando a situação de munições-chave.
Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, disse em comunicado que “toda a premissa desta reportagem é falsa”. Ela acrescentou: “Os Estados Unidos da América têm as Forças Armadas mais poderosas do mundo, totalmente abastecidas com mais do que armas e munições suficientes, em estoques no país e ao redor do globo, para defender efetivamente o território nacional e cumprir qualquer operação militar determinada pelo comandante-em-chefe.”
Mísseis terra-terra ATACMS, também usados pelos EUA no Irã
John Hamilton / DoD / AFP
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Contratos para a indústria bélica
Alguns republicanos, incluindo o senador Mitch McConnell, do Kentucky, presidente do subcomitê que financia o Pentágono, vêm pressionando por aumento nos gastos com produção de munições ao longo de várias administrações. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, tornou esse objetivo uma das principais prioridades durante seu mandato.
Tornando a situação mais arriscada, dizem autoridades, o Departamento de Defesa aguarda a aprovação do Congresso para financiamento adicional antes de poder pagar fabricantes de armas para repor o estoque. Em janeiro, o governo anunciou que havia firmado acordos de sete anos com grandes contratantes de defesa, incluindo a Lockheed Martin, para aumentar a capacidade de produção de sistemas de defesa como interceptadores de mísseis.
O acordo previa quadruplicar a produção de munições guiadas de precisão e interceptadores de mísseis THAAD. Os fabricantes de defesa, por sua vez, concordaram em financiar a expansão de fábricas em troca de pedidos garantidos de longo prazo. Mas autoridades disseram que não houve avanço para iniciar de fato a produção ampliada, porque o Pentágono tentava encontrar os recursos financeiros.
Sistema de defesa aérea THAAD
Chang W. Lee/The New York Times
Queima de munição
Enquanto isso, os militares estão utilizando seus estoques atuais de armas em ritmo acelerado para atender necessidades imediatas. Alguns níveis de munição estão diminuindo mais rapidamente do que outros.
O Pentágono, por exemplo, comprometeu a maior parte do estoque de mísseis de cruzeiro furtivos de longo alcance Joint Air-to-Surface Standoff Missile–Extended Range (JASSM-ER). Lançados por caças e bombardeiros, eles têm alcance superior a cerca de 965 km e são projetados para penetrar alvos fortificados fora do alcance das defesas aéreas inimigas. Desde o início da guerra, os militares usaram cerca de 1,1 mil mísseis JASSM-ER, que custam aproximadamente US$ 1,1 milhão cada, restando cerca de 1,5 mil nos estoques, segundo estimativas internas do Pentágono.
Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) divulga como ocorreram os disparos contra Irã
Os Tomahawk, que custam cerca de US$ 3,6 milhões cada, são mísseis de cruzeiro de longo alcance amplamente utilizados pelos EUA desde a Guerra do Golfo de 1991. Eles continuam sendo uma munição-chave para possíveis guerras futuras, incluindo na Ásia.
“Embora existam munições suficientes para travar esta guerra, o alto consumo de Tomahawks e outros mísseis na Operação ‘Fúria Épica’ cria riscos para os EUA em outros teatros — particularmente no Pacífico Ocidental”, concluiu um estudo do CSIS, que estimou os estoques restantes de Tomahawk em cerca de 3 mil unidades.
Mais de 1,2 mil interceptadores Patriot foram usados até agora, segundo estimativas internas do Pentágono e autoridades do Congresso. Em todo o ano de 2025, os EUA produziram cerca de 600 unidades.
Europa e Ásia em alerta
Todos os comandantes militares regionais estão sentindo a pressão da redução dos estoques de munição. Na Europa, a guerra levou à diminuição de sistemas de armas críticos para a defesa do flanco leste da Otan contra a agressão russa, segundo informações do Pentágono analisadas pelo The New York Times.
Um problema descrito como sério foi a perda de drones de vigilância e ataque. As demandas da guerra com o Irã também reduziram exercícios e treinamentos. Segundo autoridades militares, isso prejudica a capacidade de conduzir operações ofensivas na Europa, bem como a dissuasão contra possíveis ataques russos.
Entenda as capacidades do porta-aviões americano USS Abraham Lincoln
Arte GLOBO
Mas o maior impacto foi sobre as tropas na Ásia. Antes do início da guerra com o Irã, comandantes militares americanos redirecionaram o grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln do Mar do Sul da China para o Oriente Médio. Desde então, duas Unidades Expedicionárias de Fuzileiros Navais, cada uma com cerca de 2,2 mil militares, foram enviadas do Pacífico para a região. O Pentágono também deslocou sistemas avançados de defesa aérea da Ásia para reforçar a proteção contra drones e foguetes iranianos.
Entre os armamentos redirecionados estão mísseis Patriot e interceptadores do sistema THAAD da Coreia do Sul — o único aliado asiático que abriga esse sistema avançado de defesa antimísseis, implantado pelo Pentágono para conter a crescente ameaça de mísseis da Coreia do Norte. Agora, pela primeira vez, os interceptadores do sistema estão sendo retirados, segundo autoridades americanas.
Longe dos cartões-postais de Madri, o bairro de San Blas — antigo reduto operário durante a ditadura de Francisco Franco e um dos epicentros da epidemia de drogas nos anos 1980 — vive hoje um cotidiano mais silencioso, de ruas residenciais e pouco comércio. Entre as casas antigas, uma fachada de cores vivas se destaca com o letreiro: “Dios es Amor”. Aos domingos, as ruas da região, normalmente vazias, ganham movimento. Fiéis de diferentes nacionalidades atravessam a cidade para participar do culto da igreja evangélica pentecostal brasileira Deus é Amor. A maioria é formada por imigrantes latino-americanos que vivem na capital espanhola e encontram ali mais do que um espaço de fé: um ponto de apoio. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Uma investigação está em andamento após um voo da United Airlines com destino ao Aeroporto Internacional Newark Liberty (Nova Jersey), neste domingo, ter colidido com um poste de iluminação — que atingiu um caminhão que trafegava pela rodovia New Jersey Turnpike — durante o pouso, disseram as autoridades. O motorista do caminhão, ainda não identificado, foi levado para um hospital com ferimentos leves e já recebeu alta, informou a Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey neste domingo.
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A United Airlines informou que nenhum passageiro ou membro da tripulação a bordo do voo ficou ferido. O voo 169 da United Airlines, que partiu do Aeroporto Marco Polo de Veneza, na Itália, estava em sua aproximação final para a pista 29 em Newark quando a aeronave colidiu com um objeto sobre a rodovia New Jersey Turnpike, sentido sul, por volta das 14h deste domingo, informou a Autoridade Portuária.
A Administração Federal de Aviação informou que o avião atingiu um poste de iluminação. Uma investigação preliminar indicou que um pneu de aterrissagem e a parte inferior da aeronave atingiram um poste, que, por sua vez, atingiu um veículo que trafegava na New Jersey Turnpike, de acordo com Charles Marchan, porta-voz da Polícia Estadual de Nova Jersey.
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O avião, um Boeing 767-400 com 221 passageiros e 10 tripulantes a bordo, pousou em segurança no aeroporto e seguiu normalmente até o portão de embarque, informou a United Airlines, acrescentando que sua equipe de manutenção estava avaliando os danos à aeronave.
“Realizaremos uma investigação rigorosa de segurança de voo sobre o incidente e nossa tripulação foi afastada do serviço como parte do processo”, afirmou a empresa.
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A Autoridade Portuária informou que as equipes do aeroporto inspecionaram a pista em busca de destroços e que “as operações normais foram retomadas rapidamente”. A Polícia da Autoridade Portuária e a Polícia Estadual de Nova Jersey responderam à ocorrência do caminhão danificado na rodovia, informou a Autoridade Portuária.
A FAA informou que está investigando o caso. Um porta-voz do Conselho Nacional de Segurança no Transporte (NTSB) afirmou que a agência iniciou uma investigação sobre o incidente e que um investigador chegaria nesta segunda-feira. O NTSB determinou que a United Airlines assegure e forneça tanto o gravador de voz da cabine quanto o gravador de dados de voo.
O conselho de segurança informou que um relatório preliminar deverá ser divulgado dentro de 30 dias. O episódio ocorreu semanas depois de um voo da Alaska Airlines e um avião de carga da FedEx quase terem colidido ao pousarem em pistas que se cruzavam em Newark. No início de março, a asa de um avião da Singapore Airlines atingiu a cauda de um avião da Spirit Airlines em Newark, quando este saía do portão de embarque.
O avião no qual viajava o presidente do governo da Espanha, Pedro Sánchez, fez um pouso de emergência no aeroporto de Ancara na noite deste domingo (3) devido a um problema técnico, segundo seu serviço oficial de imprensa.
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Sánchez se dirigia a Yerevan, na Armênia, para participar de uma cúpula política de países europeus, quando sua aeronave foi obrigada a aterrissar na Turquia. “A delegação espanhola passará a noite em Ancara antes de retomar amanhã [segunda-feira] sua viagem para a Armênia”, indicou um comunicado oficial.
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O governo espanhol não detalhou as causas que provocaram a aterrissagem. Anteriormente, a fonte, que pediu para não ser identificada, havia confirmado à AFP sobre o pouso de emergência, embora ser fornecer mais detalhes.
O chefe do governo espanhol participará na Armênia de uma cúpula da Comunidade Política Europeia (CPE), um fórum informal que reúne duas vezes por ano os líderes de quase todos os países europeus, sejam ou não membros da União Europeia, com exceção da Rússia e de Belarus.
A Marinha dos EUA escoltará navios pelo Estreito de Ormuz a partir de segunda-feira, anunciou o presidente Donald Trump neste domingo, afirmando que “países de todo o mundo” haviam solicitado isso. Apesar da declaração, o presidente americano não deu mais informações de como isso ocorrerá. Trump também afirmou que seus representantes “estão tendo conversas muito positivas” com o Irã, enquanto os dois países trocam propostas de paz.
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“Para o bem do Irã, do Oriente Médio e dos Estados Unidos, informamos a esses países que guiaremos seus navios com segurança para fora dessas vias navegáveis ​​restritas, para que possam continuar seus negócios livremente e com eficiência”, escreveu o presidente em sua plataforma Truth Social. “Este processo, Projeto Liberdade, terá início na manhã de segunda-feira, horário do Oriente Médio.”
Trump disse que os navios vêm de áreas sem envolvimento no conflito do Oriente Médio e classificou a ação como um gesto humanitário dos Estados Unidos e de países da região, com destaque para o Irã. Ele também afirmou que qualquer tentativa de interromper o processo será tratada com firmeza, sem dar mais detalhes.
O Irã afirmou ter recebido uma resposta dos EUA à sua mais recente proposta de paz, segundo a mídia estatal iraniana. De acordo com a agência Tasnim, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores disse que o retorno foi enviado por meio do Paquistão e está em análise.
Washington ainda não confirmou oficialmente o envio da resposta. Ainda assim, Trump teria declarado à emissora israelense Kan News que considera a proposta iraniana inaceitável.
*Em atualização
Uma jovem de 16 anos e uma mulher de 20 anos morreram ao tentar atravessar ilegalmente o Canal da Mancha, da França para o Reino Unido, em uma embarcação de pequeno porte. O barco, que transportava cerca de 82 pessoas, encalhou em uma praia no norte da França na manhã deste domingo.
Outros três passageiros estariam em estado crítico, e mais 14 pessoas ficaram feridas. Sete pessoas foram transferidas para o hospital, sendo que uma mulher grávida estava entre as que se encontravam em estado crítico. A idade das vítimas foi confirmada pela organização francesa de apoio a refugiados Utopia 56.
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Segundo o secretário-geral da prefeitura de Pas-de-Calais, Christophe Marx, elas são de origem sudanesa. Ele acrescentou que “a investigação e as entrevistas que serão realizadas ajudarão a determinar a nacionalidade dos dois indivíduos”. As mulheres foram encontradas mortas ainda dentro da embarcação.
O oficial declarou, à mídia internacional, que o barco partiu deNeufchâtel-Hardelot, litoral norte da França, durante a madrugada de domingo, mas “o motor não pegou” e o barco ficou à deriva. Um total de 17 pessoas foram resgatadas no mar e levadas para o porto de Boulogne-sur-Mer.
Dados do Ministério do Interior do Reino Unido mostram que 325 migrantes chegaram ao país em seis barcos no sábado.
O grupo Utopia 56 atribuiu as causas da tragédia às políticas “repressivas” dos governos francês e britânico. “Políticas repressivas na fronteira franco-britânica estão matando”, declarou o grupo em publicação no X. “Essas vidas perdidas são resultado de escolhas políticas.” “É urgente pôr fim a essa situação mortal: abram as fronteiras, estabeleçam rotas seguras de passagem e fretem balsas.”
Desde o início de abril, ao menos seis migrantes morreram em tentativas de travessia pelo Canal da Mancha, incluindo casos nas regiões de Gravelines e Equihen-Plage. Em 2025, foram registradas pelo menos 29 mortes no mar na área.
Migrantes tentam atravessar o Canal da Mancha em um barco de contrabandistas ao largo da costa de Gravelines, no norte da França, em 14 de abril de 2026
SAMEER AL-DOUMY / AFP
No mês passado, França e Reino Unido firmaram um acordo de três anos para conter a imigração irregular, com previsão de aumento de mais de 50% no efetivo policial francês na costa, chegando a 1.400 agentes até 2029.
Apesar disso, autoridades apontam queda nas chegadas em 2026. Em 2025, 41.472 pessoas cruzaram ilegalmente o canal em pequenas embarcações, o segundo maior número desde 2018.

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